“É proibido peidar”, diz o aviso que li no Bar da Euda

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Aviso de proibição – Foto: Elton Tavares

Peido é ruim. Incomoda tanto o flatulento, quanto sua vítima. Mas no Bar da Euda, pasmem, é proibido peidar. E haja concentração para conter a flatulência. Nos tampos que eu frequentava o boteco, tinha um aviso pregado na parede com tal proibição.

O Miguel, proprietário do bar (cara chato pra caramba, diferente da santa mãe dele. Que Deus a tenha) é taxativo: não adianta lamento, papo de sofrer de gases e coisas do tipo. Quem quiser se aliviar tem que sair e peidar.

Segundo Miguel, o flatus já causou muitas situações ruins no Bar. E não é que nem na Flórida, nos Estados Unidos, onde é proibido soltar pum em público somente depois das 18 horas (isso é verdade). No boteco nem de dia e nem de noite, Tá lá, escrito e desenhado.

Afinal, a temperatura de um peido quando é criado é de 37º. Se o metano é fruto de uma carne com chicória então, sai de perto que se pegar no olho, cega. A proibição é justa, pois tem gasoso que parece descer abraçado na merda, de tão potente. Se silencioso então, é um ataque surpresa muito covarde.

No bar, puns são delitos passíveis de bronca por parte do dono do local. Se não for possível segurar, então só lhe resta evacuar do recinto. Portanto, desista de peidar no boteco. Pague a conta e bufe longe lá longe. “É proibido peidar”, diz o aviso que li no Bar da Euda. É isso e fim de papo.

Elton Tavares

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