Engenheiro Paulo Bitencourt gira a roda da vida pela 45ª vez. Feliz aniversário, amigo!

Sou um cara sortudo, pois tenho muitos amigos. E não é ilusão de rede social ou de bar, não. Tenho amigos mesmo, daqueles que posso passar tempos sem falar, mas se eu precisar, eles não me faltam. Muitos desses são longevos, pois tenho um laço de afeto, amor, parceira e paideguices recíproco há décadas. Uma dessas pessoas importantes na minha existência, gira a roda da vida neste sexto dia de julho, o Paulo Bitencourt. O “Paulinho Boca Mole” chega aos 45 anos e rendo homenagens a esse irmão de caminhada.

A exemplo de outros amigos queridos, escrevi vários textos de aniversário sobre o Bit e por isso é impossível não ser repetitivo, mas vamos lá.

Paulo é engenheiro civil, servidor público, religioso, professor, alquimista-astrólogo e meio cientista maluco amador, fã de Rock and Roll, flamenguista, bicolor, cozinheiro de mão cheia, ex-dançarino de boates, e velho companheiro de presepadas impublicáveis deste editor. Trata-se de um baita cara porreta, inteligente e fiel aos seus. Com toda a certeza, um figura paid’égua pra caralho!

O Boca também é um pai dedicado e amoroso para o Lucas, para a Maria Paula e para a Maria Beatriz; marido apaixonado pela Rose, e filho prestativo da dona Conceição e do seu Nazareno, melhor irmão do Franck, do Patrick e da Najara (sim, todos os irmãos de sangue dele gostam mais dele que dos outros; como já disse, ele é porreta). E, ainda, tio preferido de vários moleques bacanas. É. O Paulo se tornou um exemplo de homem de família. Sobretudo, um homem do bem.

Conheci o Paulinho em 1996, há 26 anos. Foi amizade ao primeiro goró. Na época, eu e meu irmão entramos para a “Cúpula do Trovão” (nossa antiga turma, que aprontou muito em Macapá nos anos 90 e grupo do qual sempre faremos parte). Sempre brinco ao dizer que estamos vivos porque Deus é bom. E tudo isso rendeu tanta história louca que batizamos aqueles tempos de Guerras Secretas (“Secrets War“, em alusão aos quadrinhos Marvel). Quem conhece um pouco dá risada só de lembrar (risos).

Paulo é um homem trabalhador, honesto, meio desconfiado, sempre calado, às vezes meio tímido, mas espirituoso e extremamente inteligente. O Boca (esse apelido o persegue desde que ele era moleque, nem eu sei direito porquê) é um cara PHODA em tudo que se propôs a fazer na vida.

É muito porreta conversar com o Boca. Ele manja de Rock and Roll, Política, História, Literatura, Cinema, Política e demais temas, pois possui vasta cultura geral. Me ferro quando ele entre em astrofísica e buracos negros, mas no todo, é sempre uma boa troca. Se o papo for molhado com cerveja, a gente vai longe. O cara é safo!

Em resumo, Paulinho zerou o jogo da vida, pois conseguiu se tornar um profissional de alto nível (ele sempre foi estudioso “CDF”) com estabilidade financeira e uma bela família. Enfim, o Boca é do caralho (como dizia Millor: “qual expressão traduz melhor a ideia de intensidade do que “do caralho”?).

Paulo, velho amigo, que sigas sempre tua jornada com saúde e desse jeito: “impávido que nem Muhammad Ali, tranquilo e infalível como Bruce Lee“, como diria Caetano Veloso. Invejo isso em ti, pois sou o inverso. Não à toa, a gente (eu, Emerson, Patrick, Syd, entre outros tantos) te ama, cara. Que teu novo ciclo seja ainda mais porreta, ainda mais sucesso. É uma honra ser teu amigo. Parabéns pelo teu dia, irmão. Feliz aniversário!

Elton Tavares

*Texto adaptado e atualizado, mas de coração.

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