Escreva, Elton, escreva – Uma crônica de domingo

Eu, nos tempos de Portal Amazônia.

Sabem, quando trabalhava no Portal Amazônia (2008), aprendi que internet é velocidade da informação. Durante um curso de webjornalismo, em Manaus (AM), me ensinaram que é necessária a atualização diária de uma página eletrônica e, se possível, mais de uma vez ao dia.

Em 2011, com o antigo blog De Rocha aberto. Foto feita pelo Chico Terra na sala de comunicação do Palácio do Governo do Amapá, em um raro intervalo de trampo.

Quando meu antigo blog foi criado, no final de 2009, lembrei-me dos ensinamentos do Portal e comecei a postar cada vez mais conteúdo. São coisas sérias e besteiras. Foi assim que adquiri esse lance de me cobrar escritos.

Trampo valendo em 2013, no interior do Amapá. Na época que eu trabalhava na Assessoria de Comunicação da Prefeitura de Macapá. oto: Renata Sampaio.

Neste meu site publico tudo que me dá na telha, a “blogagem” é um vício legal. Tento informar e divulgar Cultura, coisas interessantes, além de besteiras que me agradam, tentando pontuar as coisas de forma diferente, fugindo das mesmices, modinhas e papos furados. Sempre tentando usar cérebro e coração.

Na Assessoria de comunicação do TRE-AP, em 2014. Foto: Daniel Alves.

Não gosto de discutir o “sexo dos anjos”, mas perco tempo com disparates legais sim, além de disparar minha opinião sobre qualquer coisa, doa a quem doer. O problema são os questionadores, que não entendem que este site é meu. Mas sou responsável pelo que escrevo aqui e não pelo que eles entendem.

Em 2017, no trampo na Assessoria de Comunicação do senador Randolfe Rodrigues – Foto: Maca

Ah, este espaço está sempre aberto para divulgação de Cultura em todas as suas vertentes, é só mandar por e-mail (endereço no layout do site).

Na Assessoria de Comunicação do MP-AP, em 2019. Trabalho lá até hoje. Foto: Nelson Carlos.

Continuarei sempre a publicar no De Rocha o que me der vontade, mas nunca uma mentira. Como dizem no velho latim (meu amigo Edgar Rodrigues me ensinou este ditado): “Verum, dignum et Justus Est!” (É verdadeiramente, digno e Justo!). A não ser que seja algo engraçado e tão absurdo que ninguém acredite. No mais, esse textículo foi só para matar a coceira dentro da minha cabeça, que diz: “escreva, Elton, escreva!”.

Elton Tavares

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