Feliz aniversário, Fernando Canto! – @fernando__canto

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Hoje, 29 de maio, um dos meus heróis nesse lance de escrever, muda de idade. Neste domingo quente aniversaria o compositor, cantor, músico, jornalista, professor mestre rumo ao doutorado, poeta, contador de ótimas histórias, causos e estórias, contista e cronista brilhante, apreciador e incentivador de arte, sociólogo, ícone da cultura amapaense, escritor “imparável”, boemista, blogueiro, marido da Sônia, amante do carnaval, biriteiro considerado, incentivador e autor da música amapaense, amante do Carnaval e de seu Boêmios do Laguinho, membro do Grupo Pilão, flamenguista e ex-atancante do Flamenguinho (onde o Bira Burro foi seu reserva), militante cultural e servidor da Universidade Federal do Amapá, além de um cara paid’égua e querido amigo meu, Fernando Canto. Ufa! É que ele é foda mesmo.

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Ele é o branco mais preto do Laguinho, que nasceu no município paraense de Óbidos, mas ama o Amapá mais do que a maioria dos amapaenses. Falando no Laguinho, Fernando Canto é uma espécie de Forrest Gump de lá, pois o cara conhece cada causo, história, ladrão de marabaixo ou personagem do bairro. Parece que sempre esteve lá, observando do alto do morro do sapo, como um zelador do pedaço de Macapá que mais ama.

Ardoroso partidário da causa cultural, Fernando é um intelectual respeitado e renomado dentro e fora do Estado. Ainda assim, acho que muita gente não lhe dá o devido reconhecimento, pois sua contribuição literária e artística para nossa Macapá e Amapá é imensa. Colaborador deste site, já me enviou textos sensacionais e com um valor imenso para a memória amapaense. Canto já retratou de tudo em seus escritos, sejam em artigos ou canções compostas, ricos em detalhes do jeito e alma tucujus.

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Fico envaidecido quando ele diz que gostou de uma crônica minha. Penso: “porra, se o Fernando Canto gostou, tá boa mesmo”. Ele é o mestre nisso. Pois nem faz força para escrever um texto sensacional. Ele inventa, poetiza e relata as peculiaridades sempre esbanjando seu talento incontestável. Concordo com o poeta Obdias Araújo, que, quando se refere a Fernando, sempre diz: “o maior escritor vivo do Amapá”.

Malandramente, sempre tem uma boa sacada ou colocação inteligente e engraçada sobre qualquer tema. É, o Nando Esquina não é “otaro” não. Sou fã dele e me orgulho de sua amizade. Aliás, gabo-me mesmo.

Completar 62 muitos conseguem, mas com o conjunto da obra, aliado a bom humor, simplicidade tranquilidade, coerência, lúcida visão de mundo e gentebonisse de Fernando Canto, é para poucos.

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Mestre Barbonez, que Deus, Morgan Freeman (ou seja lá o nome do “sindico”) te dê sempre saúde, tardes felizes no Abreu, Loro, ou qualquer outro bar onde tu és sempre benquisto e bem-vindo, mais vindas da Júlia, excelentes desfiles no Boêmios, amor da família e dos amigos. Que sejas sempre feliz como os periquitos que comem mangas na avenida, com a benção de São José e do Chefe dele. Que tu sejas esse pai, avô e amigo porreta por no mínimo mais 62 verões, abenetando” ou não.

Meus parabéns e feliz aniversário, querido Fernando!

Elton Tavares

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