A gente perde o chão quando falta saúde

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No período natalino tudo é festa, como não podia deixar de ser. Pessoas como eu, chegadas a um ‘goró’, aproveitam as confraternizações para biritar com amigos e coisa e tal. A gente nunca pensa que algo de ruim pode acontecer. Claro que não, nada de pessimismo.

Pois é, hoje levei um susto. Minha mãe passou mal: calafrios, febre, dor e falta de ar. Foi escroto! O resultado dos exames diagnosticaram erisipela. Depois do susto e horas no hospital da Unimed, ela foi medicada e está bem (valeu, Deus!).
Mas vi tanta gente doente e pensei nas pessoas morrendo nos hospitais. E as que não conseguem atendimento? A Unimed local não é nenhum exemplo, mas, e quem depende da rede pública?

Tantos em clima de festa e promovendo felizes encontros. Outros tristonhos, preocupados com o seu estado de saúde ou com o de alguém que amam. Um paradoxo de risos e lágrimas.

Fiquei observando a árvore de Natal na sala de espera do hospital. Ela tem algum significado ali, naquele local onde muitos estão aflitos por um leito, uma medicação, por vida?

Fiz minhas orações com mais intensidade hoje, pois a gente sempre teme algo pior. Senti muito especialmente pelas famílias que perderam os seus em 2014.

É, enquanto você curte ou reclama da vida, tem gente lutando por ela. A verdade é que a gente perde o chão quando falta saúde a quem amamos. Pense nisso e cuide bem dos seus amores!

Elton Tavares

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