Hoje é Dia Nacional da Liberdade de Imprensa #LiberdadeDeImprensa #Diadaliberdadedeimprensa

 

No dia 7 de junho de 1977, cerca de três mil jornalistas assinaram um manifesto exigindo o fim da censura e instauração de uma imprensa livre no Brasil. Foi um ato de coragem, já que o país, sob o comando de Ernesto Geisel, ainda andava bem lentamente para o fim da ditadura militar, instaurada em 1964.

Um ano e meio antes desse manifesto, em outubro de 1975, o diretor da TV Cultura, Vladimir Herzog, foi torturado até a morte por agentes do governo. Assim, desde 77, no dia 7 de junho, é celebrado o Dia Nacional da Liberdade de Imprensa. A data ressalta a importância da liberdade de informação para a democracia brasileira. Desde 2002, a organização não governamental internacional Repórteres sem Fronteiras publica o Ranking Mundial da Liberdade de Imprensa. Ele lista o grau de liberdade dos jornalistas de 180 países, por meio de um questionário preenchido por especialistas da área.

A imprensa é um dos esteios da Ordem, da Democracia e do Progresso. Por seu intermédio – ou através dela – se propagam as boas e generosas causas, se difundem conhecimentos e advogam e pregam princípios e ideias. Sou fã de muitos bons jornalistas do Amapá e do resto do Brasil, que investigam, apuram e publicam informações de forma livre e sem censura.

Como bem explicou Eça de Queirós: “o jornalismo não sabe que há o abatimento moral, o cansaço, a fadiga, o repouso. Se ele repousasse, quem velaria pelos que dormem?” ou como disse hoje a jornalista e querida amiga deste editor, Ana Girlene, “a censura não é um fantasma do passado”. É isso!

O ofício de informar e fiscalizar não é fácil. Para tal, é preciso que muitos entendam: a liberdade de imprensa é essencial. O jornalismo somente de aplausos ocorre só na China, onde não existe oposição ou divergência de ideias. Portanto, colegas jornalistas, “é preciso estar atento e forte!”

Elton Tavares

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