Hoje é o Dia das Mães (texto em homenagem à minha e todas as mães)

Hoje é o Dia das Mães. Em 1932, o então presidente Getúlio Vargas, a pedido das feministas da Federação Brasileira pelo Progresso Feminino, oficializou a data no segundo domingo de maio. A iniciativa objetivou a valorização das mulheres na sociedade, animadas com as perspectivas que se abriram a partir da conquista do direito de votar, em fevereiro do mesmo ano.

Comecei este texto sem saber o que escrever sobre nossa mãe. Pois já disse várias vezes que ela é forte, trabalhadora, honesta e amorosa. Sim, já redigi um monte de escritos sobre o maior entre meus amores. Como não ser repetitivo? A verdade é que Maria Lúcia, a professora, orientadora, filha da Cacilda, avó da Maitê, irmã e amiga fiel aos seus sempre foi mais que tudo isso, mãe. Não, supermãe! Eu e Emerson talvez não seríamos caras corretos, trabalhadores e todo o resto de coisas legais que nos tornamos se não fosse por conta dela.

Tá, também somos caras que botam pra quebrar, mas isso também é mérito dela, que nos ensinou a botar quente.

A vida é meio desatinada em alguns momentos. Tanto eu, quanto o mano tivemos nossos momentos fora de rota, mas Maria Lúcia sempre conseguiu que voltássemos para a estrada de tijolos amarelos.

Ela avisou muito sobre os perigos da vida, as más companhias (se bem que sempre fomos isso para os outros), os falsos amigos, etecetera. A gente nem sempre ouviu e, é claro, quebramos a cara. Mãe é mãe. Maria Lúcia, a minha, é mais que mãe: é amiga. Pois como disse o jornalista Régis Sanches em outro texto sobre genitoras: “Sim. Porque existem mães inimigas”.

É arrepiante pensar no que seria de nós sem ela. Certamente, nada. Até hoje, eu com 40 e o Emerson com 37, ela se preocupa. Coisa de mãe. Às vezes eu a chateio, noutras até decepciono, mas a amo incalculavelmente. Aliás, nós a amamos, pois neste assunto, posso falar também em nome do meu irmão caçula (único, mas o melhor).

A verdade é que nossa Maria Lúcia sempre foi, é e sempre será amor em estado bruto por nós. Ela é a soma de tudo que somos de melhor (menos a boêmia e gaiatice, isso aprendemos com nosso velho e saudoso Penha, o pai).

Minha relação com minha mãe é a melhor possível. A do Emerson também. Realmente tivemos muita sorte na mais importante loteria da vida, a dos pais.

Como disse o poeta Mário Quintana: “…Mãe que bem dos filhos sabe a todos dar valor. Ela multiplica afeto, subtrai deles a dor. Com seus filhos amados, soma carinhos, cuidados e divide muito amor”. É assim mesmo com Maria Lúcia. A gente te ama, Lucinha. Obrigado por tudo e feliz Dia das Mães.

Ah, também parabenizo aqui outras mães da minha vida: minha avó Perolina Penha Tavares, a “vó Peró” e minhas tias Maria Conceição Penha Tavares e Maria do Carmo Vale Simões, esta última mais conhecida como “Tatá”. A vó Cacilda Neves, mãe de minha mãe e a querida cunhada Andresa Ferreira, mãe da nossa princesa Maitê. Além de minhas tias, primas, colegas e amigas. Vocês são guerreiras!

Elton Tavares e Emerson Tavares (escrevo e assino por nós dois mesmo. Coisa de irmão mais velho, rs).

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