Hoje é o dia do Estagiário (minha homenagem aos acadêmicos que correm atrás de seus sonhos)

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Hoje, 18, como já dito neste site, é o Dia do Estagiário. A celebração é em homenagem ao jovem trabalhador que ingressa no mercado de trabalho e coloca em prática tudo o que aprende em sala de aula. Foi por meio de um decreto em 1982, que a data foi instituída.

Por experiência própria, sei que não é fácil cumprir dupla jornada (às vezes, tripla) nesta árdua missão de trampar e estudar. Fui estagiário na TV Amapá e Portal Amazônia. Comprovei que e trabalhar de dia e assistir aula a noite é dureza mesmo.

Cumprir com as atividades acadêmicas e o trampo do estágio requer responsabilidade, compromisso e muita força de vontade. É um lance punk!

Portanto, parabenizo os acadêmicos Daniel Alves (Jornalismo), Kelly Souza (Designer) e Vandy Ribeiro (Publicidade), meus estagiários na comunicação do TRE Amapá e ajudam bastante o tio Godão aqui. Tá, o Vandy saiu há pouco tempo, mas sou grato a ele também.

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Sempre tento ter uma relação de amizade sem frescura com meus estagiários, com as cobranças normais que o trabalho exige, mas com momentos de descontração. Só não consegui uma única vez, mas nem vale a pena contar.

Enfim, em nome da minha querida, pequena e eficiente equipe, parabenizo todos os estagiários do Amapá e Brasil (muitos dele leitores desta página eletrônica). Congratulações!!

Ser estagiário de jornalismo é…( já passei por isso, com algumas exceções, claro)

Pegar umas pautas bem ordinárias e achar isso o máximo.

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Eu, quando estagiário

Assinar uma matéria de 10 linhas e achar isso o máximo do máximo.

Ouvir, sempre que pintar uma roubada na redação, alguém dizer: “Pede pro estagiário”.

Concluir que o início é difícil, mas ter também a certeza de que, com o tempo, a coisa piora.

Ter pique total, topar qualquer parada.

Viver à procura de um estágio melhor. Para abandonar a merda do estágio atual.

Sonhar (dormindo e acordado) com uma efetivação.

Fazer tudo o que um repórter experiente faz, mas ganhar como estagiário.

Ser culpado pelas cagadas que saem no jornal. Até que se prove o contrário.

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Antiga redação da TV Amapá

Sofrer bullying.

Colocar a mão no queixo e se perguntar: “Porra, jornalismo então é isso?”.

Fazer uma reportagem duca e exclamar: “Porra, jornalismo é isso!”.

Descobrir que a prática é muito melhor do que as aulinhas chatas da faculdade.

Enfim, parabéns e boa sorte na vida profissional!

Elton Tavares

Fonte: Desilusões Perdidas

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