Hoje é o Dia Mundial do Rock!! (E vivo o “Roquenrou” desde moleque) #DiaMundialDoRock

Amo Rock and Roll e hoje (13) é o Dia Mundial do Rock. O gênero sonoro mais legal de todos, fruto da junção do Jazz e Blues, é celebrado nesta data porque em 13 de julho de 1985, o produtor Bob Geldof organizou o “Live Aid”, um show histórico e simultâneo, realizado em Londres (ING) e na Filadélfia (EUA). O objetivo era o fim da fome na Etiópia. Lá se vão 35 anos do show que mudou a história do rock.

Já em 2005, Bob Geldof organizou o Live 8, para pressionar os líderes do G8 a perdoar a dívida externa dos países mais pobres. Desde então, o dia 13 de julho passou a ser conhecido como Dia Mundial do Rock.

Sempre fui Rock and Roll

Lembro o momento exato que me apaixonei perdidamente pelo Rock. Em 1989, assistia a novela Top Model (sim, naquela época eu não tinha tantas opções) e torcia para o Gaspar (Nuno Leal Maia), um hippie remanescente de sua geração e surfista quarentão, lembrar-se da sua esposa, Maria Regina Belatrix (Rita Lee), que o havia abandonado.

Tudo porque durante as lembranças do cara, em imagens preto e branco, tocava “Stairway to Heaven”, canção clássica do rock and roll, da banda inglesa Led Zeppelin. Era firme. Eu tinha 13 anos. Muito antes, eu já curtia rock nacional e Beatles. Acho que curto som bacana desde 1986.

Macapá era mais Rock and Roll

Desde que cai de amores pelo Rock, foram muitas festas nas quadras de escolas de Macapá, bares, boites, shows na capital amapaense e fora dela. Shows memoráveis e emocionantes nas grandes cidade e festivais inesquecíveis.

Aqui na minha aldeia já vi apresentações de várias bandas nacionais. Fora do Amapá, já fui para quatro festivais Lollapalooza, onde assisti aos shows do Interpol, The Smashing Pumpkins, Raimundos, New Order (Em Sampa e em Curitiba), Pixies, The XX, Metallica, Duran Duran e The Strokes. Isso sem falar nas excelentes apresentações de Rancid, Jimmy Eat World e Criolo. Também rolou de ver, graças a Deus, Red Hot Chilli Peppers, U2, Pearl Jam, The Killers, Radiohead, Morrissey e The Cure (o melhor de todos).

Sobre viver o Rock

Além disso, procuro incentivar por meio de divulgação todos os eventos rockers no Amapá. Nos anos 90, produzi algumas festas e até criamos um movimento chamado Lago do Rock, em 2004. Coleciono grandes momentos felizes na vida. A trilha sonora dessa memória afetiva é 90% Rock. Bons tempos!

Dizem por aí que o Rock morreu, ele nunca morre, só está em constante mudança, assim como nossas vidas. O rock é imortal, ele nos salva da mesmice, basta protegê-lo de mãos erradas.

Alguns dos shows que fotografei

Sabem, tenho tendências ao extremismo com relação a gênero musical. Pois aqui não existe aquele papo de “só é roqueiro até tocar um brega ou pagode das antigas”. Não! Muito menos escutar coisas “da moda”, tipo “patetas da pisadinha” e afins. Aqui sempre foi e sempre será Rock and Roll!

O Rock n’ Roll me salvou. Graças a ele, não tenho uma vida ordinária e nem me tornei um “eclético”. Não só amo o estilo, mas vivo o Rock. Se não estivéssemos vivendo dias de confinamento por conta da pandemia, hoje era seria dia de escutar som, beber e aglomerar. Mesmo assim, Feliz Dia Mundial do Rock e LONG LIVE ROCK N’ ROLL!

“O Rock é energia, o desejo ardente, as exultações inexplicáveis, um senso ocasional de invencibilidade, a esperança que queima como ácido” – Nick Horby – Romancista inglês

Elton Tavares

  • Adoooro esse estilo nada convencional e nada meio termo desse gordo pra lá de querido! Hoje é dia de rock BB…. aq todo dia é dia rock ! Tu saaabes…

  • Viva o Rock
    Nem doente ele fica não há tempo para ficar triste…
    Som na Caixa.
    Belo texto…truculento e fiel as origens.

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