I poema de hoje: DIALÉTICA



DIALÉTICA


Um tempo que corre…
Uma flor que murcha…
Um homem que morre…
O sonho, entretanto, se revigora
dado que todo fim
é sempre início
de outra história.


Augusto Oliveira

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *