Imunizado contra H1N1, mas com HIV?!!!

Conversando com uma amiga pelo MSN, soube deste fato, no mínimo alarmante, sobre falsos diagnósticos de HIV (AIDS) em pessoas que se vacinaram contra a pandemia que assusta o mundo, a H1N1 (popular “Gripe Suína”). Leiam a matéria do jornal Zero Hora sobre o assunto:
Ministério da Saúde alerta para o risco de falso resultado positivo de HIV após vacina H1N1

Documento diz que devido a acelerada produção industrial da vacina não foi possível analisar todos os efeitos colaterais

O Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais, do Ministério da Saúde, publicou uma nota técnica sobre a possibilidade de resultados falso-positivos em testes imunoenzimáticos para HIV entre pessoas que receberam a vacina contra Influenza A (H1N1). Segundo o documento, por causa da aceleração da produção industrial da vacina, com as novas tecnologias e adjuvantes, não foi possível ainda diagnosticar os efeitos adversos da medicação.

A nota diz ainda que tal fato foi constatado em exames feitos após a vacinação. “Isso ocorre porque ao tomar a vacina, o corpo começou a produzir anticorpos Imunoglobina M (IgM), que é produzido diante da primeira exposição a um antígeno”, afirma.

De acordo com o infectologista da Santa Casa e do hospital Conceição André Luiz Machado da Silva o resultado falso-positivo é comum em pacientes que recebem qualquer espécie de vacina, pois as doses são compostas por vírus. A regra, para casos de amostras reagentes, é repetir o exame após 30 dias do primeiro resultado.

— O teste de confirmação do exame de HIV é fidedigno com a real situação do paciente, por ser mais específico — explica Silva.

A infectologista da Santa Casa Cynara Carvalho Nunes complementa a explicação do colega:

— Quando o indivíduo faz a vacina (que tem a presença de vírus inativados) há uma resposta imunológica com a produção de anticorpos contra aquele agente, neste caso, o H1N1 — declara.

Ela ressalta que o teste anti-HIV (detecção de anticorpos contra vírus HIV) de triagem são usados as substâncias Quimiluminescencisa e Elisa (Enzyme Linked Immunosorbent Assay), que são muito sensíveis e por isso podem dar resultados positivos. Ela alerta:

— Se isto ocorrer, a pessoa que tem o teste Anti-HIV positivo deve procurar um infectologista para fazer os testes confirmatórios Western Blot.

E salienta:

— Também é aconselhável que no período após receber a vacina não se faça estes testes como Anti-HIV e outros, pois devido a resposta imunologica ao medicamento, podem ocorrer resultados falsos-positivos.

O documento não especificou o período em que se pode dar um resultado falso-positivo para os testes de HIV para quem já se vacinou contra a gripe A, mas pede aos profissionais da saúde para que informem aos pacientes que recebem a vacina sobre a possibilidade dessa ocorrência e que sigam a instrução de refazer o exame depois de um mês.
É amigos, como disse Vinícius de Moraes: “São demais os perigos dessa vida”. Como já falei aqui, gosto de associar o assunto postado com música, a apropriada para este é “O pulso”, dos velhos e bons Titãs, afinal, o pulso ainda pulsa.

O Pulso – Titãs – Composição: Arnaldo Antunes

O pulso ainda pulsa
O pulso ainda pulsa…

Peste bubônica
Câncer, pneumonia

Raiva, rubéola
Tuberculose e anemia

Rancor, cisticircose
Caxumba, difteria

Encefalite, faringite
Gripe e leucemia…

E o pulso ainda pulsa
E o pulso ainda pulsa

Hepatite, escarlatina
Estupidez, paralisia

Toxoplasmose, sarampo
Esquizofrenia

Úlcera, trombose
Coqueluche, hipocondria

Sífilis, ciúmes
Asma, cleptomania…

E o corpo ainda é pouco
E o corpo ainda é pouco

Assim…

Reumatismo, raquitismo
Cistite, disritmia

Hérnia, pediculose
Tétano, hipocrisia

Brucelose, febre tifóide
Arteriosclerose, miopia

Catapora, culpa, cárie
Câimba, lepra, afasia…

O pulso ainda pulsa
E o corpo ainda é pouco

Ainda pulsa
Ainda é pouco

Pulso (4x)

Assim…

Fonte: ZEROHORA.COM
  • Anvisa admite:efeitos da vacina H1N1 desconhecidos

    Com a divulgação de que a vacina contra H1N1 poderia causar resultados falso-positivos em testes para detectar o HIV (entre outros), veio a tona o que o Ministério da Saúde vem tentando negar desde o começo desta campanha de vacinação: nem eles sabem os possíveis efeitos adversos que esta vacina pode causar.

    Vejam o porque:

    Na Nota Técnica Nº 02/2010 (GGSTO/DIDBB/ANVISA) pode-se ler:

    Considerando que:

    2. A produção industrial de vacinas contra influenza pandêmica A (H1N1) tem sido realizada de forma acelerada, com a utilização de novas tecnologias de produção e adjuvantes, por tratar-se de uma pandemia e de uma situação de emergência em saúde pública, não havendo, atualmente, dados disponíveis sobre todos os efeitos adversos possíveis.

    Deste parágrafo da nota, podemos tirar duas conclusões que expõem várias mentiras divulgadas pelo ministério da saúde e seus mercenários on-line:

    * Não se conhece os possíveis efeitos adversos que esta vacina pode causar.

    Sendo desconhecido todos os efeitos adversos, como então podem concluir que a vacina é segura? Como podem descartar as mortes, abortos e problemas sérios ocorridas após a aplicação da vacina se não conhecem todos os efeitos adversos?

    * A vacina contra o H1N1 utiliza novas tecnologias de produção e adjuvantes

    O ministério da saúde vem afirmando, desde o início da campanha, que o processo utilizado na fabricação da vacina H1N1 é o mesmo das vacinas sazonais, e que por isto mesmo a vacina H1N1 seria segura, mesmo que tivesse sido desenvolvida e fabricada em tempo recorde. Nesta nota, o Ministério da Saúde admite que isto não é verdade.

    Está na hora do Brasil acordar para o fato de que as autoridades da saúde não estão trabalhando no melhor interesse da população brasileira. Foi ocultado da população durante 7 meses que a vacina poderia causar falso positivo para exame de HIV (esta informação estava disponível no site da GSK desde outubro de 2009). Por uma ironia do destino, a divulgação desta informacão agora prova de forma incontestável que temos sido enganados e que esta vacina pode ter efeitos colaterais desconhecidos. Temos que exigir que todos os casos de efeitos adversos sejam divulgados publicamente, e que todos os casos sérios sejam revistos, já que a política atual é de negar a relação causal da vacina e dos efeitos adversos.

    Fontes:

    Nota Técnica Nº 02/2010 (GGSTO/DIDBB/ANVISA)

    http://portal.anvisa.gov.br/wps/portal/anvisa/home/sanguetecidoorgaos?cat=publicacoes+e+apresentacoes&cat1=com.ibm.workplace.wcm.api.WCM_Category/Notas+Tecnicas/2997a6004239cf6a81e5fd01cce3dc94/PUBLISHED&con=com.ibm.workplace.wcm.api.WCM_Content/Nota+Tecnica+No+02+2010++GGSTO+DIDBB+ANVISA/d0bda80041b35fbeba95ff255d42da10/PUBLISHED&showForm=no&siteArea=Sangue+Tecidos+e+Orgaos&WCM_GLOBAL_CONTEXT=/wps/wcm/connect/Anvisa/Anvisa/Inicio/Sangue+Tecidos+e+Orgaos/Publicacao+Sangue+Tecidos+e+Orgaos/Nota+Tecnica+No+02+2010++GGSTO+DIDBB+ANVISA

    PS: URL acima bem amigável 😉

    Artigo original:

    http://www.anovaordemmundial.com/2010/05/anvisa-admite-nao-saber-todos-os.html

    Site da GSK com a informacao:

    http://health.gsk.com/hcp/H1N1Vaccine/safety.htm

  • Emerson,

    A informação que consta na nota da ANVISA se referia aos primeiros estudos apresentados pelos laboratórios produtores durante o registro das vacinas naquela Agência, portanto, correspondiam as informações disponíveis no ano passado. A partir da vacinação realizada inicialmente nos países do Hemisfério Norte, desde novembro de 2009, e a vacinação em curso nos países do Hemisfério Sul, incluindo o Brasil, a partir deste ano, tem trazido informações sobre a segurança desta vacina. Estas informações baseadas em mais de 400 milhões de doses já aplicadas – 70 milhões no Brasil – evidenciam que os eventos adversos associados a vacina são raros e, quando ocorrem, de leve intensidade. Estas informações foram divulgadas pela OMS em seu último informe técnico sobre a vacinação no mundo.

    Att,
    Ministério da Saúde
    [email protected]

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