Macapá passará a ter tecnologia de digitalização dos livros de registros de óbitos dos cemitérios


Com o objetivo de dar melhores condições de trabalho e tratamento aos familiares daqueles que faleceram, o prefeito Clécio Luís recebeu da Igreja de Jesus Cristo dos Últimos Dias, nesta quinta-feira, 22, imagens digitalizadas de 31.841 fichas de recadastramentos de sepulturas, 27.534 de certidões de óbitos, 31 livros de sepultamentos e 2 livros de registros de óbitos dos cemitérios de Macapá. Este resultado é a conclusão da primeira fase do acordo de digitalização celebrado entre prefeitura e Familysearch Internacional.

O Termo de Cooperação com a Organização Familysearch foi firmado há um ano, com o propósito de transformar as informações dos livros de registros dos três cemitérios e distritos em arquivos digitais. O representante da Familysearch, Ivaldo Valencio, explicou que ao final da digitalização das páginas dos livros, os mesmos poderão contribuir nas pesquisas genealógicas. “As informações estão sendo captadas com equipamentos de última geração e a custo zero para o Município, depois serão disponibilizadas no site da igreja (www.familysearch.org). Estes arquivos poderão ser requisitados a qualquer momento em caso de perda ou roubo”.


As imagens foram digitalizadas por voluntários durante um ano de trabalho. Ivaldo Valencio, especialista de imagens da Familysearch International, entregou um HD contendo os registros digitalizados nesta primeira fase ao prefeito, que aproveitou a ocasião e o repassou ao secretário de Manutenção Urbanística, Claudiomar Rosa, que é responsável pela administração dos cemitérios. “Com isso, irá agilizar os trabalhos nos cemitérios e os novos óbitos serão digitalizados na medida em que os trabalhos forem sendo executados. Após o encerramento, periodicamente serão atualizados”, informou o secretário Claudiomar.

Macapá será a terceira capital do país, depois de São Paulo e Goiânia, a ter os registros digitalizados. O prefeito Clécio Luís explicou que neste primeiro momento não houve apenas a digitalização, mas os livros desses registros foram restaurados. “Isso representa a possibilidade de perenizar essas informações de tal forma que elas não sejam perdidas, pela ação do tempo ou do homem. A partir de agora, teremos esses HDs, onde esta é a primeira etapa de 31 mil registros. Estima-se que só no São José tem mais de 70 mil. Com isso, será possível o levantamento da árvore genealógica das pessoas e já comecei a fazer a minha”.

Adryany Magalhães
Assessora de comunicação/PMM
Fotos: Rui Brandão

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