Marcelle Nunes gira a roda da vida. Feliz aniversário, Celle! – @cellenunes

Quem gira a roda da vida neste quinto dia de dezembro é a competente jornalista, assessora de comunicação e muito querida amiga deste editor, Marcelle Nunes. Mesmo neste 2020 atribulado e cheio de coisas ruins, é uma data feliz, pois a Celle renova seu ciclo nesta vida em que dividimos muitas alegrias, há quase uma década. E por isso,  lhe rendo homenagens.

Marcelle Nunes é muito dedicada à sua família; é uma filha, irmã, sobrinha e amiga zelosa, fiel e amorosa. Também uma mulher justa, competente e brilhante. A menina escreve, fotografa, filma, edita, cobre futebol, faz roteiro, manja de redes sociais, sabe tudo dos bastidores e se garante em todas as frentes dessa nossa maluca profissão. Enfim, aí conhece de jornalismo, de assessoria de imprensa e estratégias de trampo.

Marcelle é culta, corajosa, tenaz, safa (às vezes besta para oportunistas de sua boa vontade), prestativa, leal aos seus e pessoa que muito me honra ter a amizade, pois ela possui uma alma sensível. Paralelo a isso, é doida varrida, amalucada e parceira.

Todos deveriam ter uma amiga como Marcelle Nunes. Ela sabe tudo de mim. É uma das pessoas em quem confio e posso contar. É recíproco, inclusive. Temos tantas histórias saborosas que oscilam entre responsa profissional e nossa afinada lucidez louca pessoal.

Nos meus dias cinzas ou noites obscuras, a Celle é cor e luz. Ela sempre tem uma palavra amiga, um conselho ou, se tudo estiver muito ruim, uma piada para melhorar o meu “eltontavarismo-agudo-visceral” . A querida é, há tempos, minha psicóloga e confidente. Antes eram em consultórios disfarçados de mesas de bar e, nestes tempos de afastamento, via bate papo no celular. E a gente ri. Aliás, a gente ri muito juntos.

Já disse e repito: somos capazes de nos divertir em qualquer lugar. Lembro que quando eu morei sozinho, Celle sempre ia ao supermercado comigo. A gente ria muito comprando gordices legais ou rodando horas escutando The Smiths em uma noite do Dia dos Namorados, simplesmente pelo fato de não namorarmos ninguém e decidirmos encher a cara em algum lugar tranquilo (o que foi um desafio e tanto).

Dizem que felicidade e tristeza não existem e sim momentos tristes e felizes. É verdade. Quando estou com as pessoas que habitam o meu coração, é como receber partículas de Deus (talvez para alguns hipócritas, do diabo). É assim com o meu povo, meus amigos, os irmãos que escolhi. Celle está entre eles.

Estar com ela é sempre porreta, divertido, memorável. A menina é uma dessas pessoas que fazem valer, põem a vida em movimento e produzem encontros que se tornam memórias felizes. Seja um simples almoço no meio da semana ou uma transloucada noite de sábado.

Volto a ser repetitivo: eu e Marcelle Nunes temos um caso de amor astral. A gente é brother no sentido literal de irmandade. Quando bate uma tristeza de leve, o antídoto do veneno é uma cerveja com ela. Logo que nos encontramos, a atmosfera já muda pra melhor. E isso, minha gente, não é um exagero.

Sinto saudades das nossas tradicionais noites de segunda-feira, em que rolava um balanço (sempre cômico, pois a gente ri até quando nos fudemos) dos corres e dos rocks doidos. O tempo passou, eu virei o velho chato, gordo e grisalho. Mas a Celle continua a me aturar.

Celle é realmente uma personagem cinematográfica na minha existência e sou grato ao criador por isso. Não tenho uma única memória infeliz ou lembrança de marcada dela para comigo (os furos foram perdoados). Como eu disse em outro texto, com essa doida adorável, é mais fácil vencer os filhos da puta que encontramos no caminho.

Celle, agradeço por tua existência orbitar a minha e vice-e-versa. Que teu novo ciclo seja ainda mais paid’égua. Que tenhas sempre saúde, mais sucesso, grana e que tudo que tu conceitues como felicidade se realize. Que Deus continue a te iluminar e que tu continues nessa longa e louca estrada de tijolos amarelos por pelo menos mais uns 100 anos. Que a Força esteja contigo. Te amo pra caralho (como dizia Millor: “qual expressão traduz melhor a ideia de intensidade do que “do caralho”?)!

Meus parabéns e feliz aniversário!

Elton Tavares

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