MP-AP, em parceria com Tjap, promove curso de Aprofundamento em Práticas Restaurativas e Pedagogia Sistêmica para profissionais da Educação

O Ministério Público do Amapá (MP-AP), Tribunal de Justiça do Amapá (Tjap) e a Secretaria de Estado da Educação (Seed) iniciaram na segunda-feira (21), a 2ª etapa do curso “Aprofundamento em Práticas Restaurativas e Pedagogia Sistêmica”. A capacitação é ministrada pela promotora de Justiça do MP-AP, Silvia Canela, e pela juíza de Direito do Tjap, Larissa Antunes. A qualificação tem como público alvo profissionais da educação de todos os municípios do Estado. A ação é realizada virtualmente, na plataforma Zoom, e encerrará nesta sexta-feira (25).

Com atuação no município de Santana, a promotora de Justiça Silvia Canela desenvolve, desde o ano de 2015, o projeto “Escola Restaurativa”, em parceria com a juíza Larissa Antunes, titular da Vara da Infância e da Juventude de Santana. Os temas que serão abordados nessa semana serão: Comunicação não violenta e Pedagogia Sistêmica.

O curso Aprofundamento em Práticas Restaurativas e Pedagogia Sistêmica faz parte do programa Educação para a Paz (EPaz), desenvolvido pela Seed em parceria com o MP-AP e o Tjap. De acordo com a coordenadora estadual do programa, Maria Dioceles Sousa, essa iniciativa aplica, entre outras coisas, práticas restaurativas aos professores formadores do programa.

O secretário adjunto da Seed, Dannielsom Thomptsom, que fez a abertura do evento, destacou que essa capacitação desenvolve competências socioemocionais, torna o ambiente escolar mais acolhedor e estimula mudanças nas pessoas.

A juíza Larissa Antunes ressaltou que a pedagogia sistêmica, um dos pontos abordados na qualificação, é um grande movimento de inclusão.

A representante do órgão ministerial amapaense na ação é coordenadora do Núcleo de Mediação, Conciliação e Práticas Restaurativas (NMCPR) do MP-AP. Sílvia Canela ressaltou que o momento atual revela a importância da unicidade e da inclusão.

“Esse momento que passamos, de pandemia, nos dá o verdadeiro sentido de unicidade. Precisamos enxergar as possibilidades de acesso às conquistas e direitos garantidos para todos, e isso passa por inclusão”, frisou a promotora.

Trajetória de trabalho

Com 18 anos atuando no MP-AP, as experiências profissionais da promotora de Justiça lhe motivaram a conhecer a fundo as práticas de mediação e justiça restaurativa. Com objetivo de contribuir com a pacificação nos problemas sociais, nos conflitos familiares e demais ocorrências de sua competência, em 2012, começou a se especializar na área participando de diversas formações. Hoje, consegue oferecer para a sociedade uma resolutividade na sua atuação, resgatando a dignidade das pessoas por meio do método alternativo.

Serviço:

Assessoria de Comunicação do Ministério Público do Amapá
Gerente de Comunicação – Tanha Silva
Núcleo de Imprensa
Texto: Elton Tavares, com informações da Ascom GEA.
Contato: [email protected]

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