New Order cumpre promessa e bota pra quebrar no showzaço em Curitiba

Há 38 anos, em maio de 1980, Ian Curtis, líder da banda Joy Division, colocou uma corda no pescoço do Rock e se matou. O New Order, banda formada pelos remanescentes do JD, prometeu uma apresentação inesquecível em Curitiba. E cumpriu. Eles tocaram ontem (2) na casa de shows Live Curitiba. Eu e meu irmão, Emerson, estávamos lá, no meio das cinco mil pessoas que lotaram o local.

O New Order é uma das mais influentes do mundo nos anos 80 e 90. A banda integra o Hall da Fama Musical do Reino Unido e já vendeu mais de 20 milhões de álbuns em 38 anos.

O New Order arrebentou e embalou muitas festinhas pelo mundo, inclusive em Macapá. O grupo é uma das bandas que escuto há mais de 30 anos. Em 2014, também acompanhado do meu irmão, Emerson Tavares, assisti ao primeiro show da banda, em São Paulo. A apresentação de ontem foi infinitamente melhor.

A banda inglesa tocou, além de seus próprios sucessos, cinco clássicos do Joy Division. Além de excelentes canções, a mística que envolve a banda oitentista faz do New Order especial.

O repertório contou com as canções ‘Singularity’, seguida por ‘Regret’. O setlist ainda previa ‘Age Of Consent’, ‘Ultraviolence’, ‘Academic’, ‘Decades’, ‘Superheated’, ‘Tutti Frutti’, ‘Subculture’, ‘Bizarre Love Triangle’, ‘Vanishing Point’, ‘Waiting for the Sirens’ Call’, ‘Plastic’, ‘The Perfect Kiss’, ‘True Faith’, ‘Blue Monday’ e ‘Temptation’.

Após um suposto fim de show, a banda voltou e tocou os sucessos do Joy Division, como ‘Atmosphere’ e ‘Love Will Tear Us Apart’.

Mesmo com a ausência do carismático baixista Peter Hook, o New Order (com Phil Cunningham, Gillian Gilbert, Stephen Morris, Tom Chapman e Bernard Sumner) fez uma apresentação fantástica e emocionante. Sensacional mesmo! Ficamos felizes por ter vivido mais esse momento marcante em nossas vidas, pois são experiências como essa que fazem tudo valer a pena.

A vida sem a música é simplesmente um erro, uma tarefa cansativa, um exílio.” – Friedrich Nietzsche, em “Cartas a Peter Gast”, Nice, 15.1. 1888.

Elton Tavares

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