O Beck no Grito do Rock (não é de fumaça que estou falando)

Regis

Meu amigo Régis Sanches, o “Beck”, no Grito do Rock

Não fui ao Grito do Rock, realizado neste fim de semana em Macapá, mas soube que o piseiro, que chegou a sua décima edição, foi sucesso de público e crítica. Fiquei feliz por isso, fiz a minha parte no auxílio da divulgação.

Muita gente de que gosto tocou e cantou por lá, mas fiquei mesmo feliz de ver uma foto, compartilhada pelo perfil da stereovitrola, do Régis Sanches no palco. Parecia que o velho amigo estava cantando durante a apresentação da banda, mas na verdade ele fez um “protesto”.

O Régis, o “Beck” ou “anjo Galahell” (demônio para alguns), apesar de seus volumosos cabelos grisalhos, não é nenhum “Serguei” tucuju. Ele também não é um cantor, na verdade canta mal (e daí? Também canto mal). É, porém, um dos caras mais Rock and Roll que conheci na vida, compositor sarcástico e um dos melhores guitarristas que vi tocar.

Beck completará 55 anos na semana que vem. Ele é (ou foi) um dos melhores jornalistas/repórteres que vi em ação. O cara sabe apurar um fato e possui um texto primoroso. Além de cronista genial.

Era um garoto que sempre amou menos os Beatles que os Stones. Nasci nas Águas de 17 de Março de 1961, em Anajás, Arquipélago do Marajó (PA). Registrado em Macapá, aprendi a andar, falar e escrever ouvindo Bossa Nova & Rock and Roll, além de Johann Sebastian Bach, Wolfgang Amadeus Mozart e Ludwig Van Bethoven & afins”, escreveu uma vez o Régis Sanches.

Na foto, o melancólico e maluco “pastor alemão do rock”, como diz o Ronaldo Rodrigues, parecia estar feliz. Um momento rock bacana congelado. Foi bom ver, pelo menos na foto, o Beck brilhar.

* O que prejudica o Sanches é sua loucura, mas quem sou eu para julgá-lo?

Elton Tavares

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