O Dia do Diplomata e um conto sobre Vinícius de Moraes

                                                         Por Elton Tavares

Opala Diplomata, arma sexual do playbas nos anos 90.
Hoje é o Dia do Diplomata. Não, não é aquele carango bacana dos anos 90, que bebia mais gasolina do que eu tomo cerveja. O diplomata mesmo, aquele figurão que conduz relações exteriores ou os negócios estrangeiros de um determinado país. A diplomacia é uma ferramenta dedicada a planejar e executar a política externa, por meio da atuação de diplomatas.

O mais famoso entre os diplomatas que nosso país teve foi, certamente, Vinícius de Moraes, como ele mesmo dizia: “poeta e diplomata, o branco mais preto do Brasil”. Falando no saudoso poetinha e como a Semana Santa se aproxima, lembrei de um conto, que ouvi em uma mesa de bar no ano passado.
O Vinícius sabia das coisas.

 

De acordo com o jornalista Régis Sanchez, Vinícius teria encontrado uma morena bonita na Lapa, zona boêmia do Rio de Janeiro na sexta-feira santa, entre papos e biritas, o artista investiu:

Vamos a um motel?” e a graciosa mulher teria retrucado: “que isso Vinícius, hoje é dia santo, é sexta-feira santa”.

O poeta, que não era bobo, finaliza a cantada com uma frase certeira: “que nada linda, já passamos da meia-noite, já é sábado de aleluia”. Resultado, Vinícius ganhou a gata.

Se é verdade eu não sei, mas que o velho diplomata não perdia viagem, ah não perdia mesmo (risos). Feliz Páscoa a todos!
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