O Dia do Jornalista


Como já leram aqui, hoje é o Dia do Jornalista. O conceito da profissão diz: “Jornalismo é a atividade profissional que consiste em lidar com notícias, dados factuais e divulgação de informações. Também se define o Jornalismo como a prática de coletar, redigir, editar e publicar informações sobre eventos atuais.”

Quem me conhece sabe, procuro trabalhar direito e não fazer mal a ninguém. Antes de me tornar jornalista, trabalhei em setores administrativos de várias empresas, mas sempre gostei de escrever. Passei por algumas redações da imprensa aberta, mas atualmente, sou assessor de comunicação e estou muito feliz.

Aliás, alguns patetas dizem que meu trabalho, assessor de comunicação, não é jornalismo. Estão errados, a assessoria é uma vertente do ofício e tão difícil quanto a imprensa aberta. Outros dizem que os textos são engessados, claro que são, trata-se de escritos institucionais, ora bolas. Sobre isso, deixo a reposta de José Saramago: “A oportunidade é como ferro: devemos batê-lo enquanto estiver quente.”


Fico muito aporrinhado com um determinado tipo de colega, o “estrela”. Gente que quer ser mais do que é, que costuma andar inflado, com o ego maior do que ele próprio. Os estrelas gostam de aparecer, se destacar, reluzir. Quanto mais holofotes em cima dele melhor. Eles acham que dominam todo tipo de assunto, se acham sabichões e são SEMPRE os detentores da razão. Gostam de falar em nome do grupo, gostam de bajulação e adoram um puxa-saco.

Já tive o prazer de trabalhar com muita gente boa Já vi muito colega foda, excelentes redatores, engenhosos e pespcazes que me ajudaram a melhorar como profissional. Também trampei com alguns canalhas, que abriram meus olhos para como não devo proceder e com gente que está perdendo a luta para não se deixar levar pelo lado negro da força. 

Certa vez, li a seguinte frase: “no fundo, jornalistas se acham. No raso, têm certeza”. É engraçado, mas a maioria age assim mesmo, é uma tal de auto promoção sem fim. O problema é que aqui no Amapá, a maioria não lê nem bula de remédio, não procura se antenar com cinema e arte, se apegam somente a fofocas políticas. Babacas!


Não to dizendo para tais colegas se tornarem enciclopédias ambulantes, mas para escrever bem, ler é fundamental. Afinal, quando pensamos em um jornalista, imaginamos alguém relativamente inteligente, o que em alguns casos é decepcionante. Ah, ser competente também. É a única maneira de você não se tornar um puxa-saco, pois será respeitado pelo trabalho e postura. 

Bom, chega de rodeios, este post é somente para dar os parabéns aos meus colegas jornalistas, não a todos, somente para os que são éticos.Para alguns furrecas, que são mais capa do que eficiência e viciados no jabá, não existe felicitações. Portanto, parabéns aos bons e nobres jornalistas, pois essa profissão é como rapadura, doce, mas nunca mole.

Elton Tavares

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