O estrela

                                                     Por Elton Tavares
Eu estava observando e pensando (eu sempre observo com atenção a tudo e a todos) algumas pessoas que conheci há pouco tempo. Aí você deve pensar: “Quem esse cara pensa que é para julgar alguém?”. Bom, a resposta é simples: um cara que tenta manter um bom relacionamento com os que o cercam. Confesso que estou menos intransigente e, pasmem, maleável. Quem me conhece, há tempos, sabe do que falo.

Sim, voltando ao assunto, eu fico muito aporrinhado com um determinado tipo de pessoa, “O Estrela”. Gente que quer ser mais do que é, que costuma andar inflado, com o ego maior do que ele próprio. Gente que é arrogante, boçal, enxerida, fresca (em muitos casos não tem onde cair morto) e chata.

Os estrelas gostam de aparecer, se destacar, reluzir. Quanto mais holofotes em cima deles, melhor. Eles acham que dominam todo tipo de assunto, se acham sabichões e são SEMPRE os detentores da razão. Gostam de falar em nome de um grupo, gostam de bajulação e adoram um puxa-saco.

Existe um abismo de diferença entre ser um líder e ser um estrela. Um líder é e o estrela quer ser. Convivemos com tais indivíduos dentro de qualquer grupo ou segmento, alguns estrelas “brilham” mais que os outros, dependendo da sua área de atuação. Como sou jornalista, vou citar alguns exemplos de estrela que conheço, sem dizer o nome de ninguém, claro.

Bom, tem neguinho na imprensa que quer mandar mais que secretário de Estado. Tem gente que acha que é lido, ouvido e assistido demais, aí pensa que é um grande formador de opinião, ledo engano.

Outros não se contentam em somente dar pitaco, querem governar, são verdadeiros pavões, que adoram aparecer, custe o que custar. Eu só quero fazer o meu trabalho, afinal, sou só um jornalista e gosto disso (risos).

Obs: Escrevi este texto em 2010, direcionado a duas pessoas com quem convivia na época. O mais engraçado que ele caiu como uma luva para estes dias.
  • Em conversas com profissionais bem mais experientes que eu obviamente… chegamos a conclusão que seria de bom alvitre às Instituições de Ensino Superior, sobretudo as de Comunicação, que revejam a grade curricular e de repente, incluam disciplinas de astronomia, para que (aprendamos ou os futuros jornalistas possam sair na frente) consigam lidar com estrelas. Rsrs Beijos, amo tu.

  • Acredito pede haver um quadro de complexo de inferioridade para pessas com nivel de estrelismo aguçado, haja vista que há casos e casos. o “Estrela” precisa que vc aceite seu estrelismo, de olhares, de sorrisos, enfim.. de moral(no dito popular), e isso não depende do ser esrela, m de quem os rodeia.

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