O meu adeus ao cigarro

Decidi parar de fumar. Já são três longos dias sem cigarro (sim, é pouco, mas quem é fumante sabe com é fogo parar). Meu saudoso pai morreu de câncer de pulmão aos 47 anos de idade, em 1998. Meu irmão caçula parou em janeiro de 2011 e desde então pega no meu pé para largar este vício nojento.

É foda, associei o consumo sistemático do cigarro à uma porrada de coisas, após as refeições, nervosismo, café, rock and roll, entre muitas outras. Mas tô com 35 anos e fumo desde os 17, para alguém que já tem histórico familiar de câncer de pulmão, isso já é um tempaço.
É hora de largar ou andar no cadafalso. Afinal, a piadinha infame que diz que o cigarro mata devagar, mas que o sujeito não está com pressa é uma das maiores idiotices do cotidiano. Portanto, a batalha contra o tabagismo começou.
Tenho uma sensação de repulsa por ter falhado duas vezes nesta árdua missão, sim, parei de fumar em duas épocas distintas, uma durou três meses e na segunda um mês e pouco. Voltei porque não tive força o suficiente.
Entretanto, já tenho duas coisas a meu favor, nunca fumo quando estou trabalhando e nem quando bebo com não fumantes.
Tomara que eu resista durante os encontros etílicos com alguns brothers (que fumam pra cassete). 
Não sei se conseguirei, mas vou tentar com tudo. Vou precisar da ajuda da minha família e dos amigos conscientes pra isso. Deus me ajude!
Elton Tavares

 

Compartilhe isso!

Deixe um comentário

Commentários
  1. Anonymous
  2. Ivan Daniel

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

*