O preço das cortinas do show e a roda viva do aprender (reflexão legal do Fernando Bedran)

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Muito pouco se vive quando quase nada se permite, Quando se valoriza por demais as cortinas do show da jornada, quando muito se festeja ou se permanece em um futuro criado pelos outros para si.

A justa busca se torna oca e sem eco, tão vazia, mas tão vazia, que nada jamais procria. E aí como dizem os poetas há milanos: vão se passando os anos. Tudo em função do ter, do mandar, do poder… Dos outros.

Sua vida se torna secundária ou fona. Não importa se você se entrega aos outros e ainda serve e paga por isso com sua alegria, sua paz, seu bom viver e nem lágrimas por isso pode você deixar cair. Pois seus donos logo iram rir e dizer: fraqueza de quem não tem Fortaleza.

E depois de morto, pois isso sim é morte em vida, na festinha do velório com risadas e torradinhas, perceberás que não tem como voltar e votar atrás, Inês de fato morreu.

A cobra mordeu o rabo e tudo começa em um novo e lindo bailado. Mas a oportunidade morreu nos grilhões que nada fizestes para arrebentar, sequer te destes o trabalho de gritar ou de se fazer ouvir.

Mesmo no terreno Santo dos mortos corpos, justiça é feita. Começar tudo de novo é viver. Bem melhor que morrer, afinal se cantam em verso e prosa nossa imortalidade eterna nessa roda viva do aprender.

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Com o meu sábio amigo Fernandinho Bedran

Fernando Bedran – Intelectual, humanista, bon vivant, rosa-cruz e filósofo eventual.

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