O Rock – Por Patrick Bitencourt #DiaMundialDoRock

Por Patrick Bitencourt

É hoje! 13 de Julho, dia mundial do Rock. Único gênero musical reconhecido mundialmente por lutar contra tudo que é escroto nessa vida. Amo Rock, do fundo das minhas entranhas. Quem não gosta de Rock só pode ser doente do pé, da cabeça e da alma.

No século passado, fui apresentado ao gênero, e com ele, tive a sorte incomensurável de absorver toda a aura paid’égua and FIRME de ser Rocker ou Roquer.

O rock é tão LEGAL, que a primeira coisa em que ele te encaminha é o exercício de soltar a língua, soprar a voz ao ar sonoramente. Ele ajuda a colocar as juntas, as vértebras e as articulações no lugar.

Cúpula do Trovão no show do Mossissey – Brasília (DF) – 2015

O Rock é corrente elétrica alternada e contínua, te faz transpirar tudo que desespera, que tá torto, errado. Te faz lembrar do amor, mas também de bichos escrotos, é o único que de tão paid’égua sai da Louisiana e transforma-se em Birmingham. É tão foda, que constrói público severo e crítico de si mesmo.

Ah!…O Rock é extraordinário, que de tão foda transmission até o lado negro da lua, saca?! Constrói escadas para o céu e te mantém em contato direto com o divino e o underground.

E, sem mais delongas nesse papo furado, o Rock é matéria escura que absolve e ajuda criar, teorias, ideias, inquietações e revoluções. Portanto, viva o Rock in roll meus queridos olds Friends todos os dias.

*Patrick Bitencourt é professor e amante de Rock and Roll a vida toda. Além de membro fundador da Cúpula do Trovão, confraria porreta de doidos varridos-boêmios-sacanas-amigos de Macapá, que existe desde os anos 90. 

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