Oito meses do fim do “Feitiço de Áquila – Crônica de Elton Tavares para Bruna Cereja

Foto: Daniel Policarpo

Sempre que chega dia 9 de todo mês, a gente fica feliz por nos conhecermos melhor e completarmos mais um pequeno ciclo juntos. Sim, eu e Bruna colidimos em julho de 2022, após mais de uma década de amizade e seguimos curtindo coisas legais, trabalhando e sonhando conjuntamente.

Sei lá se tava escrito em alguma astrologia reversa esse encontro depois de tantos desencontros, mas o que importa é que estamos felizes. Claro que nossos gênios se batem de vez em quando, mas faz parte do processo de dividir a vida.

Ela me arrebata todos os dias e em nenhum deles de lá pra cá, nunca gostei menos dela, é sempre mais amor, mais admiração e mais respeito.

Ela suporta minhas crises de humor e eu as pequenas rabugens dela. Quando passamos o dia todo sem nos vermos, sinto falta de tudo, até da gente encher o saco um do outro de vez em quando (risos).

Às vezes, somos como todo casal. Em outros momentos, excêntricos com peculiaridades hilárias e similaridades porretas. Hoje em dia, nos compreendemos sim e isso é bom demais.

Muita gente pode até ter apostado que nós dois nunca teríamos dado certo. Azar destes enganados apostadores, pois seguimos com muito mais motivos para sorrir.

Sim, há oito meses, agarrei essa mulher e não tive dúvidas: pedi ela em namoro no terceiro dia após beijá-la. De lá pra cá, vivemos esse relacionamento cinematográfico, com muita aventura, um toque de drama, muito humor e romance.

O mais legal é que a Bruna não é somente minha namorada, ela é minha parceira em tudo que gosto de fazer. Sim, levei mais de 10 anos, mas enfim, há oito meses, o “Feitiço de Áquila” se quebrou.

Feliz dia nove, Cereja. Te amo, Bruna!

Elton Tavares

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