Ontem encontrei o Black Sabbá, o velho maluco roqueiro de Macapá

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Eu e Black Sabbá – Foto: Fernando França

 

Ontem (13), ao chegar no Underground Rock Bar, reencontrei o roqueiro e brother das antigas, José Sebastião, o Black Sabbá ou Sabá da Barra. Eu não falava pessoalmente com o cara há 13 anos e foi legal pra caramba rever essa figuraça.

Conversei com o cara por horas na madrugada quente e regada a birita gelada. Lembramos das festas de rock, dos malucos da cidade, das nossas proezas juvenis e rimos pra caralho.

Conheci o Black na primeira metade dos anos 90. Ele tá com 43 e eu 38 anos, na época era mais um doidão porreta dos muitos que conheci na vida, um cara rock n’ roll demais. Sabbá ficará por alguns dias na terrinha, antes de voltar pra Icoaracy (PA) , onde reside. Parece que até cantará no Underground Rock Bar. E se rolar, vou divulgar e prestigiar.

O Black

O figura é conhecido na capital amapaense com Black Sabbá, uma alusão a banda inglesa Black Sabbath (tanto que ele também usas dois “Bs”). Nos anos 80, 90 e primeira metade dos anos 2000, ele agitou e muito, em Macapá.

Vascaíno fervoroso, um dia Black me disse que sua opção por torcer pelo clube cruzmaltino se deu depois que ele levou um cascudo de um cidadão que vestia a camisa do rival, Flamengo, na época que ele era garoto e trabalhava como engraxate.

Junto com Jony, Guri e Jessi, Black fundou banda “Prisioneiros do Lar”, nos anos 80. O grupo se apresentava em todo lugar da antiga Macapá. Era uma banda com muita atitude e energia, canalizada através de seu vocalista. Black era um cantor estiloso, performático e carismático. Sempre com um sorriso no rosto e bom humor invejável.

Elton Tavares

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