Ôôô, o freguês voltou…

                                                                                                   Por Elton Tavares

Eu já sabia.
Antes de falar sobre futebol, que mandar saudações rubro-negras para os amigos Felipe Façanha, Sandro Calins, Marcelo Guido, Márcio André (Caniço), Beah, Anderson Cleyton, Bruno Mont’alverne, Petton Laurindo, Regina Bortman, Rita Freire, Juçara Menezes, Célio Lopes, Lígia Cândido e os demais vascaínos que conheço.

Agora sim, após o término da partida de ontem (11), entre os times Flamengo e Vasco, válido pelo segundo turno do campeonato cario 2010, cheguei a seguinte conclusão: O futebol é um esporte de 11 contra 11, mas no clássico FlaxVas, o Mengão sempre ganha. É incrível, mas o Vasco é freguês MESMO.

Costumo dizer que, melhor que o Flamengo ganhar, é o Flamengo ganhar do Vasco. Os vascaínos mais chorões dirão que foram roubados, que o impedimento do Elton, quando estava frente á frente com o goleiro Bruno não existiu, que o pênalti no Léo Moura não existiu, que o Willians tirou a bola com a mão…., azar o deles.

Digamos que o juiz tivesse marcado a penalidade quando o Willians meteu a mão na bola, quem iria bater para o Bruno pegar? O Dôdô? Foi um pensamento tipo: “Não adianta mesmo”. O futebol é cheio de surpresas, erros e afins, não é matemática, não tem lógica. Essa é a graça.

O Flamengo enfrentará o Botafogo nas finais do carioca pelo quarto ano consecutivo. Um filme que parece não cansar de se repetir. Apesar de eu ser fã do Joel Santana e o a equipe alvinegra possuir um time arrumadinho, nesse “vale a pena ver de novo”, o Flamengo é favorito.

Voltando aos nossos fregueses vascaínos, é fato que o time luso brasileiro gela para o Mengão, treme MESMO. E eu adoro usar a expressão “contra fatos não há argumentos”. Basta lembrarmo-nos do menino de ouro Phelipe Coutinho apático, de um Dôdô preguiçoso e omisso e outros cruzmaltinos inertes.

O mais legal de ontem foi ver a torcida do Mengão gritando: “Ôôô, o freguês voltou, o freguês voltou, Ôôô, o freguês voltou, ôô…”. Adios Vascú! Há, eu ia esquecendo, Felipe Façanha, honre sua palavra, estou no aguardo (risos).

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