Palíndromos

                                                                                                         Por Elton Tavares
Hoje falarei sobre uma adorável curiosidade, ontem (9), os amigos Sal Lima e Edgar Rodrigues me mostraram um lance, no mínimo, interessante, o “Palíndromo”. São palavras e frases que, se lidas de trás para frente, possuem o mesmo significado. É um lance engraçadão, como diz o “cabuçuquês”, é uma parada “invocada”.
O conceito desta curiosa palavra diz: “Um palíndromo é uma palavra, frase ou qualquer outra sequência de unidades (como uma cadeia de ADN; Enzima de restrição) que tenha a propriedade de poder ser lida tanto da direita para a esquerda como da esquerda para a direita. Num palíndromo, normalmente são desconsiderados os sinais ortográficos (diacríticos ou de pontuação), assim como os espaços entre palavras.”
Depois que li alguns exemplos, fui pesquisar essa peculiaridade da nossa língua, saquem os palíndromos que encontrei no Google (leiam de trás para frente):
Após a sopa.
O céu sueco.
A droga da gorda.
A torre da derrota.
Rir, o breve verbo.
O galo ama o lago.
O lobo ama o bolo.
Roma me tem amor.
A mala nada na lama.
A base do teto desaba.
Assim a aia ia à missa.
Sá dá tapas e sapatadas.
Saíram o tio e oito Marias.
Anotaram a data da maratona.
Átila Toledo mata modelo Talita.
Zé de Lima, Rua Laura, mil e dez.
A diva em Argel alegra-me a vida.
Socorram-me, subi no ônibus em Marrocos.
Me vê se a panela da moça é de aço, Madalena Paes, e vem.
O romano acata amores a damas amadas e Roma ataca o namoro.
Luza Roselina, a namorada do Manuel, leu na moda da romana: anil é cor azul.
Doideira, né não? Pelo menos, acho que os que gostam de ler acharam interessante. Viva a língua portuguesa!

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