Papo bacana com os malucos na madrugada


Na madruga, eu e um grupo de amigos conversávamos sobre como era firmeza receber e enviar cartas. Como as pessoas sentavam num bar e conversavam sem mexer nos celulares, sobre o tratamento das fotos que eram reveladas e a montagem manual de um jornal. 

Também falamos sobre como o mundo mudou, a saudade de como as coisas eram e a praticidade da tecnologia. De como as fitas cassetes eram rodadas na caneta e da magia de escutar vinil, com chiado e tudo. 

Os bichos falavam de jornalismo, arte, música, saudade e charme rústico. Do tempo que o rock era meio que rótulo de maluco e da correria que os novos tempos impõem. 

Desse jeito, meio doido, meio devaneio, meio poético, mas tudo muito interessante. Queria ter gravado, renderia um texto melhor. Realmente foi um ótimo papo, regado a cervejas geladas e enfeitado com risadas de malucos na  madrugada. Firme!

“Nós, os malucos, vamos lutar, pra nesse estado continuar…”

Elton Tavares

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