Paulinho Bitencourt gira a roda da vida pela 43ª vez. Feliz aniversário, “Boca Mole”!

Sempre digo aqui que gosto de manifestar afeto aos meus, em textos. Meu pai, após perder o pai dele, me disse: “não mais deixarei de dizer a alguém que amo, pois não disse para o Juca (apelido familiar de João Espíndola, meu avô)”. Pois é. Por conta disso, sempre o faço por aqui.

Também repito que alguns companheiros de jornada (meus irmãos de vida), com quem mantenho uma relação de amizade e respeito, mesmo a gente com pouco contato, sempre estão em meu coração. É o caso do Paulinho Bitencourt, o nosso muito querido “Boca Mole”. Hoje é aniversário do cara, que gira a roda da vida pela 43ª vez. E a gente (eu, Emerson, Patrick, Syd, entre outros tantos) ama esse cara.

Paulo é competente engenheiro civil, religioso, professor, alquimista-astrólogo e meio cientista maluco amador, fã de Rock and Roll, flamenguista, bicolor, cozinheiro de mão cheia, ex-dançarino de boates, e velho parceiro deste jornalista. Trocando em miúdos, ele é um cara paid’égua pra caralho!

Mas os melhores papéis que Paulinho desempenha na vida são o de pai do Lucas, da Maria Paula e da Maria Beatriz, de marido da Rose, de filho da dona Conceição e seu Nazareno, de irmão do Franck, Partrick e Najara, além de tio de vários moleques bacanas; o Boca Mole é um baita cara de família. Sobretudo, um homem de bem.

Conheci o Paulinho em 1996. E lá se vão 24 anos de amizade. Na época, eu e meu irmão entramos para a “Cúpula do Trovão” (nossa antiga turma, que aprontou muito em Macapá nos anos 90 e grupo do qual sempre faremos parte). É, a gente pirou pra caramba e tem muitas histórias legais pra contar. E algumas outras que não devemos tirar dos arquivos das Guerras Secretas (“Secrets War“, risos), onde ele tem duas gavetas.

Paulo é um homem trabalhador, honesto, meio desconfiado, sempre calado, às vezes meio tímido, mas espirituoso e extremamente inteligente. O Boca (esse apelido o persegue desde que ele era moleque, nem eu sei direito porque) é um cara foda em tudo que se propôs a fazer na vida.

O tempo passou. Na verdade, voou; a poupança Bamerindos levou o caralho, eu engordei muito e tô cheio de cabelos brancos, mas o Boca continua com a mesma cara cínica de 20 anos atrás. E, apesar dos nossos raros encontros, nos falamos toda semana e seguimos juntos na jornada numa relação recíproca de brodagem, respeito e admiração. Tenho certeza que se eu precisar dele, serei atendido/socorrido e vice-versa.

Boca Mole, mano velho, que teu novo ciclo seja ainda mais porreta, que sigas com saúde e ainda mais sucesso. Sempre digo que alguns amigos meus zeraram o jogo da vida, pois conseguiram formar uma linda família e alcançar sucesso profissional. És um deles e tenho orgulho de ti.

Emerson, Boca, eu, Clash e Patrick. Irmãos!

É como a frase de Paulo Sant’Ana: “tenho amigos que não sabem o quanto são meus amigos”. Mesmo com esse período palha de Covid-19, estou feliz pelo teu ano novo Paulinho. Parabéns pelo teu dia, irmão. Feliz aniversário!

Elton Tavares

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