Poema de agora: SEM VOCÊ [SOU POESIA SEM FINAL] – Marven Junius Franklin

O poema é do Marven, mas ofereço a poesia para a minha Jaci.

SEM VOCÊ [SOU POESIA SEM FINAL]

Você me diz
– com o olhar encharcado –
que o meu amor é falsa incandescência

(e que ele [concebam!] não tem o peso de uma rosa de espuma).

E em prantos afirma:

Ah, que o meu amor é uma cristaleira sem girassóis!
É um rio aperiódico que morre antes de chegar ao mar.

[Lamentavelmente] o que você não percebe
é o brilho dos meus olhos
quando desaba os pores de sol

(momentos que sempre nos encontramos em frente ao rio).

Ah, menina!
o meu amor por você é um eco sinfônico
uma brisa no trapiche
o canto anestesiante de Caetano

(que sem você [pode acreditar]
sou uma poesia sem final
um tempo gris
uma tarde com temporal).

Oh, você me diz
– com o olhar encharcado –
que o meu amor é falsa incandescência!

Marven Junius Franklin

 

*O poema é do Marven, mas ofereço a poesia para a minha Jaci.

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