Poema de hoje

Eu e Erika (a minha “mulé”)
MULHER
A mulher que chamo minha por egoísmo
E chamo de amiga por pudor.
Ouço seu gemido na madrugada
Um sonho em minha cama, por amor.
São exigências e renúncias.
São suspiros, na realidade.
E com lembranças de noites de loucuras
O meu pranto eu recolho por vaidade.
Então se ri, depois se chora
Ri-se do amor sem hora
Chora-se na partida a demora.
E na recordação comigo voou
A mulher que chamo amiga para os outros
E a mulher que digo minha por amor…
Darth J. Vader

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