Prefeitura intensifica ações de combate à malária em comunidades de Macapá

Na última segunda-feira (1), as equipes do Núcleo de Controle de Endemias da Vigilância Ambiental, ligado à Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), estiveram nas comunidades de Tessalônica, Areal, Matapí e Rio Pedreira para ações de combate à malária no município.

Os agentes de endemias de Macapá atuam diariamente no controle de casos da doença. As ações se dividem em detecção ativa e borrifação em ambientes terrestres e fluviais. Também são oferecidos testes rápidos aos moradores das comunidades.

O Município tem 130 casos autóctones de malária registrados em 2020, ou seja, que foram contraídos dentro da comunidade. O número expressivo é devido ao clima tropical favorável à proliferação do mosquito. A malária é uma doença causada por protozoários transmitidos pela fêmea infectada Anopheles.

Denúncia

Para que a população possa ajudar no combate à doença, a Vigilância Ambiental disponibiliza o Disk Denúncia (96) 988133778, o telefone é um canal direto, disponível para a população e os atendimentos ocorrem de segunda a sexta, de 08h às 12h e de 14h às 17h. Podem ser denunciados casos relacionados a zoonoses e entomologia, como animais com comportamento alterado, controle da proliferação de ratos, morcegos, pombos e focos de dengue e malária.

O diretor do Departamento de Vigilância Ambiental, Bruno Barros, explica que não existe uma vacina no combate à malária e durante a realização dos exames, as pessoas que testarem positivo recebem de imediato a medicação para o tratamento, que não deve ser interrompido para evitar risco de recaída.

“A ajuda da população é importantíssima para identificarmos o foco da doença. Caso a pessoa comece a sentir febre, dor na cabeça e no corpo, calafrio que se alteram com ondas de calor, falta de apetite, pele amarelada e cansaço, deve procurar as Unidades Básicas de Saúde para fazer o exame, iniciando de imediato o tratamento”, explica Bruno.

O agente de endemias Jailson Tavares salienta que a meta nas ações das comunidades é identificar, tratar e combater a doença.

“Além disso, trabalhamos com a orientação dos macapaenses sobre as formas de prevenção, como o uso de repelentes, telas nas portas e janelas e mosquiteiro”, conclui o Jailson.

Cristiane Mareco
Secretaria Municipal de Saúde

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