Previsões do cientista Albert FrankEinstein – Crônica de Ronaldo Rodrigues

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Crônica de Ronaldo Rodrigues

Albert Einstein esteve novamente sob os holofotes há pouco tempo, quando ficou provado que existem campos gravitacionais além dos que já sabíamos. Ele falou disso há 100 anos e neste início de 2016, século 21, os cientistas comprovaram a existência dos tais campos gravitacionais. Einstein voltou a ocupar os horários nobres das emissoras de TV, blogs, sites e redes sociais, fazendo com que o físico alemão ganhasse mais um título em sua carreira, o de Físico Mais Fodástico do Universo.

Pois bem. A CDNRN – Central Detectora de Novidades Realmente Novas revela previsões baseadas em estudos científicos realizadas há muito, muito tempo, pelo xará de Einstein, que, ofuscado pelo sucesso do gênio alemão, trocou seu nome para Albert FrankEinstein. E quais são essa previsões do desconhecido doutor Albert FrankEinstein?

Há mais de 100 anos, o nosso grande (porém esquecido) personagem previu a existência de celulares, internet e todas as formas de comunicação que temos hoje. Ele previu a velocidade com que as notícias são repassadas e também a dependência tecnológica que a humanidade vive hoje. Agora vem a previsão mais terrível!

Em algum momento deste mesmo ano em que estamos, haverá um colapso em todo o sistema de comunicação existente. Será um bug monumental, em que não haverá qualquer possibilidade de conexão, os telefones ficarão permanentemente sem sinal e não haverá previsão de que tudo possa voltar à normalidade num prazo aceitável pelo vício digital que tomou conta dos seres humanos. Albert FrankEinstein atribui esse fenômeno às mesmas ondas gravitacionais que o colega Einstein estudou. Haverá ondas gravitacionais comparáveis a todas as tsunamis e pororocas que já ocorreram no planeta. Essas ondas gigantescas serão as responsáveis pela interrupção de todo e qualquer meio virtual de comunicação conhecido.

Na população de Macapá, onde a internet já não é essas coisas e a banda larga passa ao largo da nossa necessidade, o efeito será devastador. Os usuários terão perdido totalmente a faculdade de se comunicar pelos meios tradicionais. A própria fala estará comprometida. Estarão obsoletos todos os mecanismos de comunicação em que não se podem usar os dedos polegares. E o pior de tudo isso é que você não terá como ler as minhas crônicas.

Vamos manter a calma e aguardar os próximos acontecimentos. E torcer para que o doutor Albert FrankEinstein seja menos eficiente que Einstein em sua previsões. Mas seria bom economizar o máximo de aplicativos e arranjar um jeito de armazenar tecnologia para resistir aos tempos de escassez. Eu aproveito para manifestar mais uma vez a minha vontade de que as pessoas abram mão de tanta parafernália e voltem à simplicidade de outrora. Poderemos usar os Correios, mas duvido que alguém sabe ainda como enviar uma carta. Todas as tentativa são válidas e neste momento mesmo estou experimentando me comunicar através de telepatia.

Um consolo para os nossos leitores participantes dessa aldeia global que não dispensa um smartphone mais avançado que o da semana passada: o doutor Albert FrankEinstein pediu, em sua última mensagem, que não fosse levado tão a sério. Pegando a onda do cientista, eu peço que esta crônica também não seja levada a sério. Ou será que…?

tu! tu! tu! tu! tu! tu! tu! tu! tu! tu! tu! tu! tu! tu! tu! tu! tu! tu! tu! tu! tu! tu! tu! tu! tu! tu!

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