Projeto ambiental promove soltura de quelônios na Ilha dos Camaleões

A ação teve por objetivo a preservação de varias espécies nativas de animais da região e foi acompanhada por populares e autoridades na Ilha dos Camaleões, distrito do município de Afuá, no Pará.

O programa ambiental “Quelônios da Amazônia (PQA)”, realizou a soltura de 15 mil animais no ultimo sábado dia,06, A ação concluiu a 41ª edição de solturas na região e contou com a participação de estudantes, moradores da região, pesquisadores e agentes ambientais.

Os ovos dos animais são cuidados em uma fazenda da região, que atua com o manejo sustentável de quelônios. Após nascerem, os filhotes ficam recebendo alimentação por cerca de 1 mês, até serem soltos na Ilha Camaleão, no município de Afuá (PA).

O prefeito da cidade de Afuá, Mazinho Salomão , esteve presente na ação e falou sobrea realização do projeto.

São 41 anos de projeto sobre a soltura dos quelônios da Amazônia aqui em Afuá, projeto já que tem todo esse tempo, mas expectativa sempre maior, esse ano será aproximadamente 190 filhotes, devolvido à natureza, devolvido a fauna, e esse projeto sem dúvida nenhuma mostra como é possível a gente fazer a preservação, não só dos quelônios, mas a preservação da natureza, a preservação da floresta, pensar na questão hoje, clima, e na questão estiagem que nós passamos o ano passado com a questão realmente climática que é muito difícil, mas expectativa sempre muito positiva, Afuá sempre sai na frente com esses projetos, com a limpeza da cidade, com a estrutura do município”, contou o gestor.

O “Programa Quelônios da Amazônia” surgiu em 1979 e é considerado o mais antigo programa de preservação de uma espécie no mundo.

No Amapá, a primeira ação começou em 1981. Já a primeira soltura na Ilha dos Camaleões ocorreu em 1983 e nunca mais parou.

Contando todas as edições, mais de 2 milhões de animais foram devolvidos para a natureza, na última ação realizada no sábado, dia 06, 15 mil espécies pitiú, tartaruga da Amazônia e matá matá , ganharam a liberdade e voltaram pra seu habitat natural no rio Amazonas.

Marcelo Guido – Jornalismo Difusora.

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