Projeto Apolônias do Bem beneficiará mulheres vitimas de violência doméstica no Amapá

Na manhã desta segunda-feira, 28 de maio, a ONG Turma do Bem, representada pela embaixadora no Amapá, Daiz Nunes, reuniu na escola do Judiciário com vários representantes dos órgãos públicos em defesa da mulher, dentistas do bem e acadêmicos de odontologia, além das chapas que concorrem a eleição deste ano ao conselho Regional de Odontologia (CRO) e UNIODONTO para apresentar o projeto Apolônias do Bem.

O Apolônias do Bem oferece tratamento odontológico integral e gratuito à mulheres que vivenciaram situações de violência e tiveram a dentição afetada durante as agressões. O mesmo foi apresentado na manhã desta segunda-feira e deixou os presentes surpresos e felizes ao conhecerem um projeto tão grandioso que devolve a autoestima da mulher vitima de violência doméstica.

Segundo a doutora Daiz Nunes a meta é que o Apolônias do Bem seja implantado ainda no segundo semestre deste ano no Estado do Amapá, “A gente tem meta para o segundo semestre, pois há os tramites para conseguirmos parcerias, uma vez que há mulheres que perderam seus dentes e precisam de especialidade que tem um custo muito alto. Então vamos reunir forças para garantir parcerias e mobilizar os dentistas voluntários específicos para o atendimento da mulher que deve ser concluído em um ano”, enfatizou a embaixadora.

A servidora do Juizado de Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher da Comarca de Macapá, psicóloga Ana Júlia Lima de Barros, elogiou o projeto e reiterou que o Juizado deverá entrar nesta parceria para fortalecer o projeto que ajuda a mulher a reconstruir sua dignidade.

Segundo a representante da ONG no Amapá, o intuito de defender esta causa não é elevar a sua própria imagem, mas sim, fazer jus a profissão. “Considero a odontologia a área mais importante, pois a gente reclama tanto da valorização mais a gente não se insere não se mostra como importante para a sociedade, e é nesse momento que o projeto nos mostra como necessidade básica de que essas mulheres precisam da gente para sobreviver em alguns momentos, porque elas se sentem muito mal com a falta de dente, afirmou Daiz.

Além disso, para que o projeto seja implantado de fato, é preciso à união de todos, “O projeto não funciona só com a minha vontade, a gente precisa realmente de parceiros, todos reunidos”, conclui a dentista Daiz Nunes.

Ficou definido que haverá outras reuniões para verificar as necessidades para que o projeto seja implantado no Amapá e assim beneficiar mulheres vitimas de violência doméstica no Estado.

Assessoria de comunicação

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