Sensações e emoções no reencontro com amigos da infância no Barão – Por @gilvana_ap

Por Gilvana Santos

Esta data, 1º de julho de 2017, vai ficar para sempre nas memórias dos, agora cinquentões (só os meninos rsss), alunos e alunas das turmas do Jardim de Infância (1973) e 1ª série primária (1974) do Grupo Escolar Barão do Rio Branco. Amizades da infância e que guardam os melhores sentimentos construídos na inocência e que afloraram em uma noite inesquecível.

Longe de tentar traduzir em palavras a emoção vivida com os “coleguinhas do Barão”, porque seria muita pretensão, mas não poderia deixar de registrar, afinal esse é meu ofício. Momentos como esses devem ser eternizados de todas as formas possíveis, e aqui deixo a minha contribuição para o grupo, minha e do amigo jornalista Elton Tavares, do site “De Rocha”, que abriu o espaço.

Voltando à data, o dia foi longo, desde os preparativos até o ápice, com o reencontro na casa do Paulo Celso Nery, no bairro do Laguinho. Apesar do José Luiz Leitão ter tido a ideia de juntar todos, a partir de uma foto da turma do Jardim de Infância e das notícias da professora Rutinha, foi com a chegada da Lourdes Maria Guedes e do Júlio Leite, que moram em Belém-PA, que a coisa pegou fogo. Os dois chegaram com todo o gás, animando e mobilizando pelo grupo do whatsapp, criado para essa finalidade.

Nosso amigo Júlio Leite, filho do saudoso professor Geraldo Leite, há décadas não vinha ao Amapá, mas parecia que nunca tinha se afastado. Lembra de tudo e de todos. Sem contar seu astral maravilhoso que junto com a Maria Boa (este era o apelido da amiga Lourdes) contagiaram nosso grupo.

A dupla “paraense” foi às compras cedo com o anfitrião Paulo Nery e os amigos Sérgio Leitão e Paulo Paranaguá, que estavam na organização. Muitas selfies para o grupo e a pilha de carne e de cerveja só aumentava a cada registro. Tanto que o Júlio se arriscou a prever que dariam para ficarmos em confinamento por, pelo menos, quinze dias de festa kkkkkkkkkk. E, claro que com tanta animação o grupo tinha que ir parar às margens do nosso majestoso rio Amazonas para um bate-papo molhado. Cenário perfeito, foram logo mobilizando mais amigos, e a cada chegada, um brinde e uma foto para compartilhar no grupo.

Muitas lembranças boas, muitas risadas e grandes emoções nos reencontros. O Zé Luis que consegue ser mais “manteiga derretida” do que eu, que choro até com cenas de novelas, foi às lágrimas ao rever o amigo Júlio, esse por sua vez esgotou todo seu estoque. Já o Paulo Paranaguá estava com a memória afiada lembrando os apelidos da galera rsss fiquei sabendo até de um, que jamais havia imaginado e prefiro nem citar aqui, afinal, “cabelo de bacaba” e “ripa” – feminino de hippie rsss já me bastavam. Ah! Esses foram obras das mentes criativas do Eduardo Correa (Bundinha) e do Jorge Calandrini (Coisinha), respectivamente.

O dia estava perfeito e foi coroado à noite com a recepção, na festa, sendo feita pela Lourdes e Júlio vestidos com o mesmo “modelito” do uniforme da turma do Jardim e cantando musiquinha da época. Para completar, o Zé Luiz levou sua camisa original de uniforme e os boletins do Barão do Rio Branco. Foi pura emoção. Muito legal!

Paulo Nery caprichou na decoração e organização e teve a satisfação de receber o primeiro colega, o Francivaldo Araújo, que não havia confirmado presença e acabou indo, para nossa alegria. Depois veio a Áurea Batista de Sá com sua linda família, a Jorget Magalhães, eu e Sérgio Leitão (Bléi) que chegamos à mesma hora, a Laila Yared e a Mary Leitão, também acompanhada da família, e o Zé Luiz com o filho Júnior que logo elegi como fotógrafo oficial da festa. Completando nossa felicidade, aos 48 do segundo tempo, chegaram o Ricardo Pereira e a Ana Ruth Cambraia acompanhada do filho caçula, que à meia noite, deu um longo e fofo abraço na mãe, nos fazendo lembrar que já passava da meia noite, portanto, dia 2, data do aniversário da amiga de turma mais danada, mais divertida, mais espirituosa e boa de porrada que começava ali, conosco, a sua comemoração. Com direito a fogos de artifício a noite se prolongou com as recordações, muito riso e diversão.

Inesquecível, indescritíveis sensações e emoções. Tudo de bom. Obrigada amigos por me fazerem tão feliz!

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