Cia Petit Dance apresenta “Marabatuque: a riqueza afro brasileira dançada no Amapá

A escola de dança Petit Dance vai apresentar, no Teatro das Bacabeiras, o terceiro espetáculo: “Marabatuque: a riqueza afro brasileira dançada no Amapá”. O trabalho conta a história dos negros no nosso estado, desde a chegada dos africanos passando pelos afrodescendentes e suas contribuições para a cultura amapaense.

Este ano, a escola traz um elenco com 74 bailarinos, com idades a partir de 2 anos. O trabalho com inclusão social da escola de danca Petit Dance quebra tabus e cresce de forma significativa para a realização destas crianças.

Pela primeira vez no Amapá, uma bailarina negra, Denise Trindade, será protagonista de um espetáculo e de um grande ballet de repertório, junto ao bailarino Will Martins. A Petit Dance também demonstrará seu trabalho de inclusão social com os bailarinos portadores de necessidades especiais.

Em 2017, Beatriz Aymore foi destaque. A bailarina tem paralisia cerebral e já foi protagonista do espetáculo de 2016. Nesta edição, a estreante é Maria Clara, adolescente de 14 anos, autista, que tem encontrado na dança uma grande alegria.

A companhia de dança se apresenta desde 2014. Em 2015, protagonizou o primeiro espetáculo inteiramente clássico do Amapá com o título “O conto de Sofia: Do mundo real para a magia da fantasia”. A apresentação foi baseada em temas como adoção e inclusão social. O trabalho emocionou o público. Em 2016, Petit Dance apresentou o espetáculo “Ruth Matos e Charles Pantoja no Mundo Mágico dos Tecidos e Bordados Traçado no Palco”.

Serviço:

Espetáculo de dança “Marabatuque: a riqueza afro brasileira dançada no Amapá”
Data: 09 de dezembro de 2017
Local: Teatro das Bacabeiras
Hora: 19h
Ingressos R$ 20,00

Contatos:
Escola Petit Dance, localizada na Antonio Coelho de Carvalho, Nº 2001, bairro Santa Rita (entre Hildermar Maia e Professor Tostes).
Telefone: 96-981256403
E-mail: jose.carlisle29@gmail.com
Instagram: @petitdanceoficial

Elton Tavares, com informações da CIA de Dança Petit Dance.

Projeção Cultural no Meio do Mundo promoverá oficina de teatro a artistas e produtores culturais

O projeto Projeção Cultural no Meio do Mundo, realizado pela Prefeitura de Macapá, por meio da Fundação Municipal de Cultura (Fumcult), promoverá oficina de teatro, nesta terça e quarta-feira, 5 e 6. O workshop será ministrado pelo ator carioca Júlio Adrião a artistas e produtores culturais locais, no Centro de Artes e Esportes Unificados (CEU das Artes), na zona norte de Macapá.

Ao todo, 30 profissionais e estudantes de teatro participarão da oficina, que acontecerá pela manhã e tarde, com início marcado às 8h. Ao final da parte prática e de conhecimento, o ator apresentará, no dia 7, “A Descoberta das Américas”, no CEU das Artes, às 19h. Mais informações sobre como se inscrever, acesse: www.fumcult.macapa.ap.gov.br.

O ator

Julio Adrião é carioca, ator, produtor e diretor teatral, formado pela Casa de Artes de Laranjeiras (CAL). Trabalhou na Itália com o Teatro Potlach. É vencedor do prêmio Shell de melhor ator, pela peça “A Descoberta das Américas”, ganhando fama e se tornando conhecido na dramaturgia em todo o país. Participou ainda da Minissérie “Amazônia” (Rede Globo) e foi convidado pela National Geographic (Inglaterra) para interpretar o traficante John, na série “Férias na Prisão” (Locked up abroad). Em 2010, interpretou o governador Gelino, em “Tropa de Elite 2”.

Serviço

Datas: 05 e 06/12 (terça e quarta-feira)
Local: CEU das Artes
Hora: 8h às 12h e das 14h às 18h
Endereço: Rua Carlos Lins Cortes, s/n – bairro Infraero II
Célio Alício
Assessor de comunicação/Fumcult

CEU das Artes apresenta mostra de teatro com entrada franca


O Centro de Artes e Esportes Unificados (CEU das Artes) traz ao público macapaense a mostra alternativa de teatro “Três Solos, Três Atores, Três Experiências”, a ser apresentada no período de 8 a 10 de novembro. Três grandes espetáculos teatrais serão encenados em três dias alternados, a partir das 20h, com entrada franca.

Os espetáculos em cartaz são:

“Shirra”, com Maurício Maciel, no dia 8 de novembro;

“A viagem do brincante”, com Flávio Gonçalves, no dia 9 de novembro;

“Desmontagem: rascunho das poéticas do ator”, com Raphael Brito, no dia 10 de novembro.

A mostra tem apoio da Fundação Municipal de Cultura (Fumcult) e o acesso gratuito será viabilizado mediante a retirada de senhas uma hora antes do início de cada espetáculo.

Serviço:

Datas: 8, 9 e 10/11
Hora: 20h
Local: CEU das Artes
Endereço: Rua Carlos Lins Cortês, s/n – Infraero II (CEU das Artes)

Assessoria de comunicação da Prefeitura Municipal de Macapá

Sesc Amapá apresenta espetáculo A Mulher do Fim do Mundo

A premiada peça teatral retrata a mulher contemporânea

O Sistema Fecomércio, por meio do Sesc Amapá, apresenta no dia 27 de outubro o espetáculo “A Mulher do Fim do Mundo”. O espetáculo foi um dos selecionados para compor a edição de 2018 do Sesc Amazônia das Artes.

Sob a classificação de 16 anos, o evento terá entrada franca, iniciando às 20h, no salão de eventos do Sesc Araxá.

O espetáculo é um solo com reflexão brutal sobre a mulher contemporânea e sua figura de resistência diária, diante de seus conflitos internos e de uma cultura machista, a qual tem que impor a todo o momento uma política que valide seu corpo e o seu discurso enquanto ser significante na sociedade, apresentado pela Associação Artística Cultural Casa Circo.

Sobre os Artistas

A Associação Artística Cultural Casa Circo é uma companhia que dialoga com Circo, Dança e Teatro, além de ser um espaço de instrução em arte circense, fundada em 2015. A Companhia utiliza esta expressão para subsidiar suas montagens. A Casa Circo é formada por artistas que já possuem uma vasta trajetória na arte do Circo, da Dança e do Teatro. Ana Caroline – Bailarina – atriz e Artista Circense. Jones Barsou – Ator – Diretor e Artista Circense e Marcos Sales – Performer.

Serviço:

Coordenadoria de Cultura
Fone: (96) 3241-4440 (Ramal – 239)
Coordenadoria de Comunicação e Marketing
Email: ascom@sescamapa.com.br
Fone: (96) 3241-4440 (Ramal – 235)

Performance ‘Além do Rio’ traz mito grego para teatro universitário (hoje é a segunda noite de apresentação)

Por Carlos Alberto Jr.

O mito grego de Medeia, personagem conhecida pelo empoderamento e crueldade, ganha uma releitura que une as culturas africana e amazônida por meio de uma performance em Macapá. O experimento teatral “Além do Rio” será apresentado gratuitamente nesta segunda-feira (18) e na terça-feira (19), às 20h, na galeria de artes da Universidade Federal do Amapá (Unifap).

“Além do Rio” narra a história da rainha africana Medeia que é trazida para o Brasil e torna-se amante do navegador Jasão. Pouco tempo depois ele que se casar com uma esposa de cor branca e de relevante posição social. Para isso, rompe sua ligação com Medeia e quer levar os filhos.

A rainha enfurecida e dilacerada pela situação utiliza-se de todos os meios para não se ver vencida. O rancor e o desejo de vingança transitam pela ilha em um misto de ódio, dor, fúria e traição.

“Usamos o texto do dramaturgo Agostinho Olavo, que exalta duas coisas predominantes no curso, mulheres e negros. Tanto a obra original quanto a nossa performance, tem como objetivo desmistificar conceitos e quebrar paradigmas estéticos e políticos no teatro”, disse Raphael Brito, diretor do experimento.

Performance ressalta o empoderamento negro e feminino (Foto: Raphael Brito/Arquivo Pessoal)

No processo de criação da performance, os alunos passaram um dia na lha de Santana, a 17 quilômetros da capital, para despertar a capacidade de revisitar as próprias raízes culturais dos atores e vivência na ambientação do texto.

“O texto está ambientado em uma comunidade que vive nos entornos de uma mata, para isso usamos esses modos para criar caminhos criativos e sinestésicos para o artista”, ressalta Brito.

A performance fecha a 4ª edição da Mostra de Experimentos, evento que reuniu atividades práticas de alunos do curso de licenciatura em teatro da Unifap. A escolha de “Além do Rio” para conclusão da mostra se deu pela importância cultural e de representatividade feminina.

Fonte: G1 Amapá

Nos dias 18 e 19 de setembro: Curso de Teatro da UNIFAP apresenta experimento cênico “ALÉM DO RIO”

O Curso de Teatro da Inverdade Federal do Amapá (UNIFAP) apresenta experimento cênico “ALÉM DO RIO” nesta segunda e terça-feira, dias 18 e 19 de setembro, respectivamente, na Galeria de Artes da UNIFAP, ambas as apresentações às 20h. A entrada será franca nas duas noites de encenação teatral.

O espetáculo é resultado da disciplina de Interpretação II, com direção do professor Mestre Raphael Brito. A apresentação ocorrerá dentro IV Mostra de Experimentos, que visa divulgar os trabalhos cênicos oriundos das disciplinas ministradas no período de 2017 e acontece no final de todo período letivo.

Este ano contém programação de trabalhos de direção e interpretação e de um momento importante para o Curso que é a prática de montagem da primeira turma de Licenciatura em Teatro da UNIFAP.

Fonte: Pena&Pergaminho

O curso de Teatro apresenta sua primeira montagem no palco do Teatro das Bacabeiras

Foto: Alex Silveira

O espetáculo intitulado “Avenida Marcos Barbosa, 2014” será apresentado nos dias 29 e 30 de agosto, às 19h30, no Teatro das Bacabeiras. A montagem é resultante da disciplina “Prática de Montagem I” e inicia o processo de conclusão do ciclo de formação da primeira turma do curso. A entrada é franca para toda a comunidade.

Sendo a primeira de duas práticas de montagem, o trabalho possibilita aos estudantes vivenciar a experiência de um processo de montagem de um espetáculo cênico, levando em consideração todos os aspectos de uma montagem profissional, desde a preparação do elenco, passando pelas questões de produção e culminando na realização de sessões para o público externo da Universidade, ocupando equipamentos culturais da cidade.

“Avenida Marcos Barbosa, 2014” é uma livre adaptação de quatro textos do premiado dramaturgo cearense e professor da Universidade Federal da Bahia, Marcos Barbosa. Em um jogo de colagem, fragmentos das peças “Curral Grande”, “Avental todo sujo de ovo”, “Minha irmã” e “Quase nada” são costurados em uma grande colcha de retalhos dramatúrgica, onde a unidade se compreende enquanto elemento constituinte de uma multiplicidade.

Assim, questões recorrentes nos textos de Marcos Barbosa se potencializam ao transitarem por histórias e personagens que, em sua singularidade, deixam pistas da sua mais profunda condição humana. Um jogo entre a palavra e o silêncio, um quebra-cabeça que une o dito e o por dizer. Enfim, uma radiografia precisa do homem como ele é na sua mais profunda essência. E tudo isso, visto do melhor lugar: de dentro do lar de cada um deles.

SINOPSE:

Quantas vezes e de quantas formas diferentes é possível morrer em uma mesma vida?

Avenida Marcos Barbosa, 2014 investiga uma variação de possibilidades de morrer.

Quatro lares são retratados em cena, cada um experienciando modos diversos de morte. Nenhum melhor que o outro, todos encurralados numa mesma armadilha: o outro. Tudo inicia quando o silencio da madrugada de uma avenida perdida no mundo é interrompido pelo som de um tiro no momento em que um de seus antigos moradores retorna depois de mais de duas décadas fora. Regresso, partida, saudade, alívio, medo, poder, questões de gênero, relações familiares, desigualdade social, todos são susceptíveis aos mesmos dilemas. No final, chegam à conclusão de que antes de amar o outro, ama-se primeiro a si próprio.

FICHA TÉCNICA:

Direção: Flávio Gonçalves
Textos: Marcos Barbosa
Adaptação: Flávio Gonçalves
Operadora de luz e som: Larissa Godoy
Figurinos: O elenco
Concepção de cenário: Flávio Gonçalves
Confecção de cenário: Josaphat Barbosa
Concepção de luz: Flávio Gonçalves Músicas: Clara Nunes

REALIZAÇÃO: Universidade Federal do Amapá Curso de Teatro – Licenciatura – Turma 2014.
APOIO: Teatro das Bacabeiras
ELENCO: Adriana Rodrigues, Ana Martins, Bruno Coutinho, Carla Thaís, Dayse Amaral, Frank de Jesus, Hugo Santos, Ivan De Paula, Jaqueline Bastos, Jayne Alves, Larissa Pinheiro, Lídia Patrícia
Luciane Souza, Mayco Sá, Marina Brito, Mauro Santos, Veerney Nunes, Washington Silva.

Informações:
Coordenação do curso de Teatro: 4009-5162

CIA Bem Te Vi e CIA de Artes Tucujú Espetáculo Cárcere

A CIA Bem Te Vi e CIA de Artes Tucujú apresentam pela primeira vez em Macapá nos dias 06 07 de setembro o espetáculo: CÁRCERE, um solo do artista Vinícius Piedade, que já foi apresentado por quase todo o Brasil e em países como Alemanha, China, Estados Unidos, Portugal e Suiça.

SINOPSE:

Cárcere apresenta uma semana na vida de um pianista que estando no cárcere (PRIVADO DA LIBERDADE E DE SEU PIANO) será refém numa rebelião iminente. Ele vive em ritmo de contagem regressiva e suas expectativas, impressões, lembranças, reflexões e sensações são expressadas por ele num diário que inicia numa segunda-feira e termina quando estoura a rebelião, um domingo.

Valor do Ingresso
Inteira: 30 Reais
Meia: 15 Reais

Contatos para informações e compra de ingressos:

99101 7831 – Também Whatsapp (Allan Gomes)
9125 9383 – Também Whatsapp (kássia Modesto)

Companhia Cangapé embarca em nova temporada de circulação pela Amazônia

Após percorrer os estados do Acre, Tocantins, Maranhão, Piauí e Roraima, a Cia Cangapé parte para a nova etapa de circulação que abrange o Pará, Amazonas e Mato Grosso com apresentações gratuitas do espetáculo “Se deixar, ela canta!” e a realização da Oficina de Introdução à Arte da Palhaçaria em Manaus (AM).

Neste ano a Companhia representa as artes cênicas do Amapá na 10ª edição do Sesc Amazônia das Artes, iniciativa do sistema S que promove o intercâmbio cultural envolvendo dez estados da Amazônia Legal e convidados. O circuito é uma alternativa de acesso aos bens culturais por meio do estímulo à difusão e à valorização da diversidade das linguagens artística, bem como do autoconhecimento da cadeia produtiva regional.

Na sexta-feira (11), a Cia. Cangapé se apresenta no Centro Cultural Sesc Boulevard, em Belém (PA), depois a viagem continua até o Amazonas, onde o espetáculo “Se deixar, ela canta!” acontecerá na Praça Riachuelo da cidade de Manacapurú (AM) na terça-feira (15). Ainda no Amazonas, a Cia. realizará uma oficina de introdução à arte da palhaçaria na capital, Manaus. Esta etapa encerrará no Sesc Arsenal, em Cuiabá (MT) com apresentação do espetáculo no Domingo dos Pais, 13.

Com onze anos de atividades culturais no Amapá dignos de prêmios regionais e nacionais de reconhecimento artístico na cidade de Macapá, em especial nas áreas de grande vulnerabilidade social como o bairro do Araxá, a Cia. Cangapé aposta no espetáculo “Se deixar, ela canta!”. Proposta artística iniciada a partir de uma brincadeira interna do grupo, mas que se tornou pesquisa de trabalho, resultado de investigações sobre o teatro gestual e o cinema mudo.

No enredo, a trupe constrói a narrativa a partir da corporeidade e numa trama ambientada no universo clownesco com intervenções musicais do cancioneiro popular. A Palhaça Perualda vivida pela atriz Alice Araújo, desafia os parceiros de cena, o Palhaço Mulambo (Washington Silva) e Palhaço Chimbinha (Mauro Santos) e mas nesse show de talentos quem ganha é o público que tem diversão garantida.

Serviço:

Circulação Cia. Cangapé – 10ª Sesc Amazônia das Artes
PARÁ – BELÉM
11/08 (Sexta-feira)
Espetáculo: “Se deixar, ela canta!”
Local: Centro Cultural Sesc Boulevard
Horário: 18h
15/08 – (Terça-feira)
AMAZONAS – MANACAPURÚ
Espetáculo “Se deixar, ela canta!”
Local: Praça Riachuelo Manacapuru
Horário: 19h
AMAZONAS – MANAUS
16 e 17/08 (quarta e quinta-feira)
Oficina Introdução a arte da palhaçaria
Local: A definir (Sesc Amazonas)
Horário: 16h às 20h
MATO GROSSO – CUIABÁ
13/08 (Domingo)
Local: Sesc Arsenal
Horário: 20h

Paulo Rocha
96 99189-1081 (Vivo)
96 98412-4600 (Claro)

‘Somos resistência’, diz mestre do teatro de bonecos reconhecido em livro do Iphan

Aguinaldo José Gomes de Mélo, o Mestre Guiga, é destaque em livro do Iphan (Foto: Reprodução/Rede Amazônica)

 

Por Fabiana Figueiredo

Um ator e diretor pernambucano, que mora há mais de 30 anos no Amapá, foi destaque em um livro do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) que reconhece os mestres do teatro de bonecos em todo o país. Aguinaldo José Gomes de Mélo, o Mestre Guiga, de 59 anos, acredita que o registo é o reconhecimento dessa arte de contar histórias, que resiste ao passar dos anos.

“Nós que fazemos a arte de bonecos somos a resistência. Passam governos, políticas, mas o teatro de bonecos se mantem vivo. É interessante porque ele está retomando o Brasil de novo. E o teatro de bonecos tem uma importância fundamental para a educação, para a história do Brasil”, descreveu o mestre.

Guiga aprendeu a rte de produzir bonecos e criar histórias ainda jovem, quando morava no Nordeste (Foto: Reprodução/Rede Amazônica)

Guiga aprendeu a arte de contar histórias através dos fantoches com outros mestres nordestinos. Eles também são reconhecidos no livro “Teatro de Bonecos Popular do Nordeste”, que premiou 40 artistas que marcaram a história dessa manifestação cultural.

“Nesse livro existem grandes mestres do teatro de bonecos do Brasil e alguns foram meus mestres. Eu sou o mais novo do livro, a maioria tem muito mais tempo de trabalho do que eu. Então é muito prazeroso ter participado disso, mesmo morando aqui no Amapá há mais de 30 anos”, comentou.

Nascido em Pernambuco, Mélo começou a produzir os bonecos e montar as histórias ainda jovem. Em Macapá, o mestre usa a arte principalmente para alegrar e passar ensinamentos a crianças de várias idades, entre os da cidade e ribeirinhos.

Livro do Iphan está disponível gratuitamente na internet (Foto: Reprodução/Rede Amazônica)

“O interesse é divulgar cada vez mais o teatro de bonecos já que a gente tem um registro em livro. Eu acho que o Iphan deve entregar esse livro para escolas, bibliotecas, e continuar o trabalho, e é muito legal fazer com que essa arte continue”, finalizou Guiga.

O livro “Teatro de Bonecos Popular do Nordeste” está disponível para download gratuito no site do Iphan.

*Com informações da Rede Amazônica no Amapá.

Fonte: G1 Amapá

Espetáculo teatral “Novo Amapá” retorna ao palco dia 9 de junho


A Companhia SuperNova volta ao palco do Teatro das Bacabeiras dia 9 de junho com o espetáculo Novo Amapá. A peça é o olhar artístico sobre o maior naufrágio fluvial da história brasileira. O acidente ocorreu no dia 6 de janeiro de 1981 no Rio Cajarí (proximidades da fronteira entre o Estado do Amapá e Pará) quando o barco Novo Amapá naufragou deixando cerca de 600 vítimas.

A montagem é inspirada no texto “Triste Janeiro”, do ator e dramaturgo Joca Monteiro, que através de poemas faz homenagens aos envolvidos no acidente.

Além da teatralidade, o espetáculo inclui performances e instalações visuais, a multilinguagem chama a atenção ao passo que o enredo de emociona o público, mesmo sem se utilizar de cenas fortes, sinistras ou trágicas. O contexto histórico funesto é transformado numa encenação poética e lírica permitindo assim um espetáculo muito mais suave aos olhos do público.

O espetáculo

No espetáculo, além da poesia, o trabalho tem influências do teatro físico, conta ainda com inserção de vídeos e foi construída por meio de diversos processos de experimentações artísticas coletivas. O público é levado a viajar nos sonhos e encantos da infância, onde o “puc puc puc” dos barquinhos dão ao homem o prazer da libertação e as águas tornam-se a porta para descobertas e anseios de “palmo a palmo” conquistar mundo.

Na luta por este sonho, o homem se torna coisa, carga, engrenagem de um sistema mecânico que o explora de todas as formas e nos acontecimentos mais corriqueiros. Apesar de condicionado à exploração, o homem não perde a sua essência humana, sofre os amores e as perdas, mas não submerge a esperança por dias melhores.

Serviço:

Espetáculo “Novo Amapá”
Local: Teatro das Bacabeiras
Dia: 9 de junho
Horário: 20h
Ingressos: R$ 10
Classificação: Livre

Contato: 99144-5442 Adryany Magalhães/ Assessoria de Comunicação

Espetáculo “Novo Amapá” retorna ao Teatro das Bacabeiras nesta sexta-feira,9

A Companhia SuperNova volta ao palco do Teatro das Bacabeiras nesta sexta-feira,9, as 20h, com o espetáculo Novo Amapá. A peça é o olhar artístico sobre o maior naufrágio fluvial da história brasileira. O acidente ocorreu no dia 6 de janeiro de 1981 no Rio Cajarí (proximidades da fronteira entre o Estado do Amapá e Pará) quando o barco Novo Amapá naufragou deixando cerca de 600 vítimas. A montagem é inspirada no texto “Triste Janeiro”, do ator e dramaturgo Joca Monteiro, que através de poemas faz homenagens aos envolvidos no acidente. A entrada custa R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia) e pode ser adquirido com o elenco da peça ou no dia do espetáculo na bilheteria do Teatro.

No espetáculo, além da poesia, o trabalho tem influências do teatro físico, conta ainda com inserção de vídeos e foi construída por meio de diversos processos de experimentações artísticas coletivas. O público é levado a viajar nos sonhos e encantos da infância, onde o “puc puc puc” dos barquinhos dão ao homem o prazer da libertação e as águas tornam-se a porta para descobertas e anseios de “palmo a palmo” conquistar mundo.

Na luta por este sonho, o homem se torna coisa, carga, engrenagem de um sistema mecânico que o explora de todas as formas e nos acontecimentos mais corriqueiros. Apesar de condicionado à exploração, o homem não perde a sua essência humana, sofre os amores e as perdas, mas não submerge a esperança por dias melhores.

Serviço:

Espetáculo “Novo Amapá”
Local: Teatro das Bacabeiras
Dia: 9 de junho
Horário: 20h
Ingressos: R$ 10
Classificação: Livre

Contato: 99144-5442 Adryany Magalhães/ Assessoria de Comunicação

 

Espetáculo circense Palafita é atração no ultimo dia do Aldeia de Artes Sesc

Por Kellven Vilhena

Como parte do XII Aldeia de Artes Sesc Povos da Floresta, o projeto Palco Giratório terá sua atividade de encerramento nesta sexta-feira (26) com o espetáculo Palafita do grupo Fuzuê de Fortaleza (CE) às 20h no Teatro das Bacabeiras, com entrada gratuita.

“Palafita” trata de uma proposição de equilíbrio entre dois corpos, ora sobre mãos e pés, ora reconstruindo formas de estar no outro. O trabalho cria a subjetividade da proteção, uma maneira de habitar os terrenos não estáveis da condição humana. A classificação é de 16 anos.

O Palco Giratório celebra seus 20 anos em 2017, e é reconhecido no cenário cultural brasileiro como um importante projeto de difusão e intercâmbio das Artes Cênicas, intensificando a formação de plateias a partir da circulação de espetáculos dos mais variados gêneros, em todos os estados brasileiros, nas capitais e no interior, desde 1998. Muitos desses espetáculos dificilmente encontrariam, sem o apoio do Sesc, viabilidade comercial para apresentações nas diversas regiões do país.

Aldeia de Artes Sesc Povos da Floresta

Artes cênicas, música, dança e tradição seguem em mais uma edição Aldeia de Artes Sesc Povos da Floresta que em 2017 ocorre no período de 19 a 26 de maio em Macapá.

Promovido pelo Sistema Fecomércio por intermédio do Sesc Amapá, o XII Aldeia de Artes Sesc Povos da Floresta irá promover apresentações artísticas gratuitas, além de percorrer escolas públicas através de itinerância com grupo de tradição (Marabaixo e Batuque) em uma verdadeira maratona cultural.

As ações servem para oportunizar as produções artísticas e alavancar o cenário cultural amapaense promovendo e difundindo sempre o direito de participação e acesso à cultura.

Veja a programação de encerramento do XII Aldeia de Artes:

26 de Maio
Local: Espaço Recreativo Sesc Araxá
9h – Espetáculo: Divertssiment – Grahan Cia. De Dança

Local: Teatro das Bacabeiras
20h – Espetáculo Palco Giratório – “Palafita” – Grupo Fuzuê – Fortaleza (CE)
Entrada Franca – Classificação: 16 Anos

Local: Sesc Centro
21h – Encerramento com Shows Musicais
Ariel Moura
Brenda Melo
Grupo Bandaia
Classificação: Livre.

Coordenadoria de Comunicação e Marketing
Departamento Regional – Amapá
(96) 3241-4440 Ramal: 235

Em Macapá, espetáculo teatral relembra um dos maiores naufrágios da Amazônia

Por Carlos Alberto Jr.

Instalações visuais, teatralidade física e poesia compõem um espetáculo em Macapá que vai homenagear as mais de 300 vítimas do naufrágio do barco ‘Novo Amapá’, um dos maiores registrados na Amazônia, que neste ano completou 36 anos. A história será recontada no dia 9 de junho, no Teatro das Bacabeiras, no Centro da capital.

Com mudança de elenco, os atores da Cia. Supernova irão reinterpretar a triste história que marcou o Rio Cajari, nas proximidades da fronteira entre Amapá e Pará.

O espetáculo teatral é inspirado no texto “Triste Janeiro”, do ator e dramaturgo Joca Monteiro, que por meio de poemas, faz homenagem aos envolvidos no acidente.

A peça “Novo Amapá” é encenada há cinco anos e a novidade da próxima edição está nas performances e instalações visuais. O trabalho reúne diversas formas de arte para chamar a atenção de um enredo feito para emocionar mesmo sem se utilizar de cenas fortes, sinistras ou trágicas. O contexto histórico é transformado em poesia lírica permitindo assim um espetáculo muito mais suave aos olhos do público.

Espetáculo ‘Novo Amapá’ quer homenager vítimas do naufrágio (Foto: Cia. Supernova/Divulgação)

Tragédia

O naufrágio do barco Novo Amapá foi um dos maiores já ocorridos na Amazônia. A embarcação partiu de Santana às 14h e naufragou por volta de 21h do dia 6 de janeiro de 1981, após bater em um banco de areia no rio Cajari, próximo ao distrito de Monte Dourado, em Almerim no Pará, onde seria o destino final.

À época, a Capitania dos Portos havia registrado cerca de 150 passageiros, conforme lista cedida pelo despachante do barco.

A embarcação, segundo o inquérito marítimo nº 22.031, do Departamento Regional da Marinha no Pará, tinha 25 metros de comprimento com suporte para transportar no máximo 400 pessoas e meia tonelada de mercadoria. No entanto, ela teria partido do porto de Santana com mais de 600 passageiros e quase uma tonelada de carga comercial, informou investigação à época.

Serviço

Espetáculo “Novo Amapá”
Local: Teatro das Bacabeiras
Dia: 9 de junho
Horário: 20h
Ingressos: R$ 10
Classificação: Livre

Fonte: G1 Amapá