Um ano sem o Rei do Pop

                                                            Por Elton Tavares
Amanhã (25) fará um ano que o rei da música pop mundial, Michael Jackson, foi para Caiena (expressão local para morte, como subir no telhado, abotoar o paletó, bater as botas e etc). O artista começou sua carreira nos anos 60, empresariado pelo pai, formou com os irmãos a banda “Jackson 5”, nos anos 70 começou uma carreira solo de muito sucesso que chegou ao seu ápice nos anos 80, quando bateu todos os recordes de venda com os hits “Billie Jean” e “Thriller”.

Jackson foi ídolo de milhões de pessoas, o cara foi cantor, compositor, dançarino, coreógrafo, produtor e empresário, enfim, foi foda! Mas Michael era um cara estranho, figura pública e ao mesmo tempo intrigante. Aquele sujeito casou com a filha do Elvis Presley (vê se pode?), Lisa Presley, gravou com Paul MacCartney, deixou de ser negro (fato atribuído a doença vitiligo) e mudou sua cara, ele era realmente notável, pelas atitudes e ações.

Também foi um grande filantropo e humanitário, pois doou milhões de dólares, durante toda sua carreira, a causas beneficentes. Mas também foi processado várias vezes por abuso sexual (pedofilia). Afinal, Michael Jackson era mocinho ou bandido, excêntrico ou doido varrido? Até fundou uma “terra do nunca” (Neverland, nome em alusão ao conto de Peter Pan), uma fazenda que era um verdadeiro parque de diversões, cheia de garotinhos para “brincar” com o cara que não queria envelhecer.

Suas jaquetas vermelhas, luva brilhosa e complexas técnicas de dança marcaram minha geração. Já adulto, mesmo não gostando da musicalidade de Jackson, reconheço sua importância para a música e evolução dos videoclipes. Entretanto, acho que ele era muito perturbado e queria mesmo era dar o fora de sua vida. Tudo, quando o assunto era o Rei do Pop, foi grandioso, até o seu funeral, realizado somente no dia 7 de julho de 2009.

Michael Jackson foi uma controvérsia ambulante, ele prejudicou muito sua imagem pública. Na época de sua morte, eu não liguei muito, estava mais preocupado com o meu TCC, só sei que os programas de TV e rádio se tornaram um saco. Michael Jackson foi grande, o melhor no seu ramo, mas seu passado foi negro, literalmente negro (risos).

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *