Valeu, 2018! Sobre várias vidas em um ano (minha retrospectiva amalucada)

Esse ano foi de muito, muito trabalho, graças a Deus. E de firmar parcerias, desatar nós e reforçar laços de amizade. Em alguns momentos, pensei em abandonar de algumas coisas e de outras desisti mesmo. A gente precisa se reinventar e até fazer o jogo do contente. Assim como em outros anos, amei, me ferrei, trampei valendo, viajei, vi shows de rock, apoiei manifestações artísticas, escrevi muito, fotografei e pirei em pelo menos 100 dos 365 dias deste ciclo que termina hoje.

Apesar de mais uma vez não ter tido Desfile pelo Piratão, rolou a doida e festiva Banda. Curti cinemas e barzinhos, fiz alguns amigos e poucos desafetos (tem que rolar sempre), além de uma porrada de doidices. Conheci novas cidades e culturas. Aprendi muitas coisas novas e estive muitas vezes mal acompanhado dos meus loucos e queridos amigos. ‘Croniquei’, divulguei cultura, agulhei e tal e coisa. E coisa e tal. Ah, fiz várias homenagens aos meus.

A eleição presidencial teve o pior resultado possível e sigo na esperança de estar errado sobre o presidente eleito democraticamente. Mas aqui reafirmo que não votei nele. Aliás, a loucura fez devotos no pleito deste ano.

Perdemos a Copa, mas o Campeonato Mundial de 2018 foi porreta demais. Não somente pelo futebol em si, mas pelas reuniões com amigos e familiares.

Meu sentimento em relação a 2018 é de dever cumprido no campo profissional e pessoal. Aprendi muito. Ajudei pessoas próximas e estranhas, fui ajudado por conhecidos e gente que nem me conhece. Estreitei importantes laços profissionais, alcancei reconhecimento na minha área de atuação. Fiz novos amigos e me afastei de gente que pensava que eram meus amigos.

Consegui sobreviver aos meus excessos, causados por paixão pela vida intensa, pois sempre quero tudo muito. Também driblei os que são puro insulto contínuo, mau humor, fofoca, amargor. Gente que só reclama, xinga e destila chatice. Acham bonito ser assim. Só elas acreditam nisso. Eles são todos parte de uma enorme conspiração de babaquice. Desses, só tenho pena, pois de certo que tiveram um ano palhoça.

Minha família segue saudável e feliz e sou grato por isso. Minha Maitê tá linda e sabida. Sou o tio mais feliz do mundo. Teve muita felicidade neste ano tão intenso e poucas tristezas. Segui honesto e falando a verdade, e o melhor de tudo, fiz quase todas as coisas que tive vontade. Ah, fiquei mais gordo (foda, mas as comidinhas e cervejas tavam demais firmeza).

Prenderam o médium que está mais para João do Demônio e se Deus quiser, ele ficará trancafiado até o fim de sua sebosa existência. Brasília seguiu com seus absurdos. Amapá idem. Porém seguimos lutando por um Estado, país e mundo melhor. Sempre com o bom combate e muito trabalho, além de esperança obstinada.

Deveria ser assim: toda vez antes de cometer um erro na vida, uma linha vermelha apareceria e poderíamos clicar e obter alternativas recomendadas. Como não é, caímos e levantamos.

Assim como todos os anos, 2018 não podia acontecer sem percalços, mas tudo é lição de vida e história. Encerro este ano com saldo positivo, pois ser feliz é o mais importante. E reafirmo, sou um cara feliz pra caralho, pois como disse Yoda: “Aliada minha é a Força. E poderosa aliada ela é.”

Como o amanhã não nos pertence, e ninguém que conheço saca de futurologia, a única coisa que peço pra mim e para todos que amo é saúde para que possamos escrever mais alguns capítulos da história tragicômica de nossas vidas.

Por isso, vale o que vier, como dizia, o Velho, Tim! Obrigado, Deus, Universo, ou seja lá o nome da força que rege tudo isso aqui. Valeu, 2018!

Somos todos aprendizes duma arte que nunca ninguém se torna mestre” – Ernest Hemingway.

Elton Tavares

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