Viva sua vida e deixe que os outros cuidem das deles. E ponto.

Com algumas pessoas, nos desentendemos, com outras brigamos e algumas, é melhor nos livrarmos mesmo. Afinal, se não precisamos um do outro, não há razão de ser continuar com uma amizade de fachada com alguém que fala mal de você pelas costas pra Deus e todo mundo. 
 
Sobe essa figura, em especial, não sei se sempre foi uma pessoa escrota ou tornou-se. Sei lá, tá demais nojenta!
 
Pior que surfa na onda dos outros, pois não é nada e vive na sombra de outra pessoa, que aliás é um puta profissional, mas tem humildade. Por isso, resolvi republicar um texto escrito há tempos sobre o comportamento deste ser “iluminado”. Saquem: 
 
Meu irmão, Emerson Tavares, não possui Twitter ou Facebook. Ele diz que é só fofoca. Eu já acho as redes sociais bem divertidas, interativas e coisa e tals. Mas, às vezes, o mano está coberto de razão. Por conta da super exposição (estou incluído no grupo de pessoas que adoram postar muitas fotos e comentários), os vampiros sociais sugam nossas forças, tramam e inventam.
 
Tudo bem que olhamos, curtimos, concordamos ou discordamos uns dos outros no mundo virtual. Mas daí ficar fissurado nos passos de alguém por puro desejo de fofocar. Ou ouvir um comentário sujeira e sair espalhando a rodo, convenhamos, é ridículo! 
 
É triste, mas fato que nas redes sociais, ao invés de interação, diversão e informação, rola um disse-me-disse, um trolóló, mimimi, um papo furado, enfim, um bafafá dos diabos sobre a vida alheia (talvez pra compensar o vazio, inutilidade ou futilidade dos fofoqueiros em questão). 
 
Os fofoqueiros promovem uma inquisição social, com suas tochas e fogueiras, ávidos por queimar as pessoas que elegeram “bruxas”, por pensar ou agir diferente dos referidos babacas. 
 
Como diz o adágio popular: ” expectativa é a mãe de todas as decepções”. Portanto, não crie. Muito menos se meta onde não é chamado e muito menos da sua conta. Acho feio isso em mulher, “alvará” em barbado. 
 
Já tem um tempo que tento me manter longe de fofoca. Aprendi, do pior jeito, que é melhor não se meter na vida dos outros. Mesmo que sejam seus amigos ou familiares. 
 
Sobre isso, parafraseio meu amigo Ronaldo Rodrigues: “todos os meus pecados são públicos! Os que omiti são para consumo dos mais íntimos. Que vejam que sou livre e deixo-os com suas mentalidades medievais. Deixem que pensem, que digam, que falem. Fofoca para quem precisa de fofoca”. 
 
Viva sua vida e deixe que os outros cuidem das deles. E ponto. É isso!
 
Ah, lembre-se sempre, as pessoas mudam e as tretas passam. Já errei várias vezes e agora tento viver em paz comigo e com os que me cercam. Experimente, é tão bom!
 
Elton Tavares
*Republicado, pois a doente não pára!

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