Do bem? Nem tanto…

Em 2008, viajei até Manaus (AM) para um treinamento na sede da Rede Amazônica. Lá, conheci fuguras magnificas, mas uma delas se tornou uma grande amiga, a Juçara Menezes. A Miau, como a chamo carinhosamente, foi a pessoa que me treinou na época que iniciei no Portal Amazônia. 
Eu a odiava, mas com o passar do tempo, saquei que seus puxões de orelha ajudaram na formação do meu texto. A Jú agora tem blog, ela é ácida, sarcástica e muito inteligente (eu adoro isso), o seu endereço virtual é o http://pulganafarinha.blogspot.com/
 De lá retirei o texto abaixo, pois me indentifico com os malvados (risos). Leiam:

Do bem? Nem tanto…
                                                                                                                      Por Juçara Menezes
Gosto dos do mal, admito. Eles são mais fascinantes, convenhamos, mas há também os anti-herois igualmente encantadores. Os caras fazem o que é certo, com a leve diferença de execução.
Wolverine é do bem, mas nem tanto. Em suas histórias em quadrinhos, ele simplesmente mata seus oponentes. Ora, existe melhor jeito para exterminar esta raça, acabando com o mal pela raiz?
O médico Gregory House, do seriado de mesmo nome, é o melhor profissional do mundo fictício. Ele não desiste até achar a cura das enfermidades de seus pacientes, sempre os tratando com ironia e seus subordinados como tal, além de ter uma paixão nada secreta pela diretora do hospital, com quem vive às turras.
Dexter Morgan apareceu na minha vida e veio para ficar. O oficial forense é um serial killer que segue um código: matar somente assassinos que por falha da justiça, estão a solta. É um rapaz que presta um bom serviço a comunidade, no fim das contas, ajudando a tirar o lixo. Queria como meu vizinho.
E o Poderoso Chefão? Minha frase predileta: “O homem que não tem tempo para a família não é um homem de verdade!”.Na contramão, também tenho tendências a crueldades e coisas afins, mas só em pensamento. Faço de tudo para não prejudicar os outros e morro de medo de ter uma arma. Sabe Deus o que poderia acontecer, num momento de fúria (se bem que na última vez que vi uma, quase tive um troço).
As definições de bem e mal acabam se confundindo com estes personagens. Acho ótimo porque eu não assisto TV para achar o sentido da vida, mas para ter distração e inflar a vontade secreta de fazer igualzinho…
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    podecrer, gostei do texto.
    também sempre curti os anti-heróis.
    talvez o meu preferido seja o hiper-fodástico han solo, da trilogia original star wars. ele é uma espécie de cowboy-contrabandista-encrenqueiro que só pensa em si mesmo e tem a nave (millenium falcon) e as falas mais legais de todo o filme, além de ter como co-piloto o igualmente fodão CHEWBACCA.
    e não podemos esquecer do maior anti-herói de todos os tempos: o vovô do mal clint eastwood. basta ver qualquer filme do dirty harry ou os western spagetti do sergio leone que se percebe o nível de bad ass do cara.

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