Cultura e lazer com segurança: Luau na Samaúma é nesta sexta-feira (31)

O Ministério Público do Amapá (MP-AP), em parceria com a Prefeitura Municipal de Macapá (PMM), realizarão nesta sexta-feira (31), na Praça Samaúma (em frente à Procuradoria-Geral de Justiça – Promotor Haroldo Franco), o Luau na Samaúma . O evento multicultural visa aproximar a população do órgão ministerial, ocupar espaços na capital amapaense e fomentar lazer e cultura com segurança às famílias de Macapá.

As bandas e artistas que tocarão no Luau, bem como os grupos de dança, expositores e empreendedores, serão em sua maioria formado por jovens. A iniciativa atende a uma reivindicação dos movimentos sociais, que apresentaram a demanda ao MP-AP, em uma Roda de Conversa entre a instituição e seus representantes.

O evento marca a abertura dos luais em 2018, com uma programação musical para gostos diversos, variadas representações artísticas.

Confira a programação que iniciará às 17h:

Contação de histórias com Angêla de Carvalho e contadores do Programa de Leitura (Proler)
Mariza e Tio Nescau, da Escola de Leitores
Discotecagem com Selecta Branks
Apresentação de grupos de marabaixo
Rap de Maniva Venenosa e Zion
Apresentação do violonista Nitai Santana
Rock autoral de Diego Moura
Pop Rock com a banda Sislop
Grupo de Marabaixo da Juventude
Exposição de grafitagem ao vivo com Ashley Moura, Moara Negreiros e Kash Alves.

Haverá também comercialização de artesanato com a Feira Preta do Instituto de Igualdade Racial (Improir) e do projeto Mulheres que fazem da Coordenadoria de Mulheres, além de livros, discos de vinil, comidas típicas e de food trucks; exposições de quadros, fotografias, objetos antigos e mostra de arte da galeria ArteAmazon.

O evento contará também com esportes radicais: samaúma kendama; BMX e Skate. A noite terá, ainda, a participação do Grupo de Voluntários do Greenpeace em Macapá, que montará um quebra-cabeça informativo sobre o dano da exploração de petróleo na foz do Rio Amazonas e os riscos ao ecossistema.

O Luau repetirá a fórmula que agradou ao público e contou com a presença maciça da sociedade em 2017. Participe e traga a sua família!

SERVIÇO:

Luau na Samaúma
Data: 31 de agosto de 2018.
Hora: a partir das 17h
Local: Praça da Samaúma, em frente a Procuradoria-Geral de Justiça – Promotor Haroldo Franco, na Rua do Araxá.

Elton Tavares
Assessoria de Comunicação do Ministério Público do Amapá
Contato: (96) 3198-1616
E-mail: [email protected]

Hoje rola música de Os Pinducos e apresentação de dança do Grupo Flor Pequena, no Norte das Águas

Hoje (19), a partir das 18h, no bar e restaurante Norte das Águas, vai rolar show da banda Os Pinducos e apresentação de dança do Grupo Flor Pequena.

Direto das ilhargas de Macapá, Os Pinducos possuem um repertório tipicamente nortista e para remexer sua domingueira com muito carimbó, Cacicó e outros ritmos. O Grupo Flor Pequena trabalha performance com músicas e danças tradicionais da Amazônia.

Foto: Márcio Ferreira

Norte das Águas

O Norte das Águas é um dos mais conceituados pontos turísticos de Macapá, que fica situado às margens do rio Amazonas, no Complexo Marlindo Serrano (Araxá). O estabelecimento serve boa comida (o restaurante conta com a excelente culinária do chef Claudio Peres), cervejas enevoadas e drink’s variados. Além do atendimento porreta. Tudo às margens ventiladas do Amazonas, o nosso riozão bonito.

Serviço:

Show de Os Pinducos e apresentação de dança do Grupo Flor Pequena
Local: Norte das Águas, localizado no Complexo do Araxá, na zona Sul de Macapá.
Data: 19/08/2018
Hora: a partir das 18h.

Elton Tavares

Uma Política Própria pela Identidade Cultural: o protagonismo da Confraria Tucuju em Macapá” – por @faguedan

A professora da Universidade Federal do Amapá (Unifap) e doutoranda da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), com pesquisa de tese em Políticas Públicas de Cultura, Fátima Guedes, participou no início de agosto de 2018 do XIV Encontro de Estudos Multidisciplinares em Cultura (ENECULT), realizado em Salvador (BA). Durante o ENECULT, a educadora amapaense apresentou um artigo que diz respeito à sociedade civil com o título: “Uma Política Própria pela Identidade Cultural: o protagonismo da Confraria Tucuju em Macapá”.

Fátima Guedes e Telma Duarte, no Enecult 2018, em Salvador (BA).

A apresentação contou com a ilustre presença da advogada Telma Duarte, presidente da instituição. Leiam:

Uma Política Própria pela Identidade Cultural: o protagonismo da Confraria Tucuju em Macapá”

Por Fátima Lúcia Carrera Guedes

Este trabalho reúne informações de fatos episódicos históricos, de trabalhos acadêmicos, de entrevistas de campo, de conversas, observações e de referências bibliográficas pertinentes ao tema. Tem por intuito esboçar alguns aspectos que cremos se configurarem o viveiro de subsídios onde se encontram as possibilidades de reflexões iniciais para a construção de uma política cultural com bases na identidade amapaense, especificamente macapaense, pelo menos no que tange à ideia de cultura expandida concebida pela Constituição de 1988 – a qual possibilitou, inclusive, poder estar escrevendo sobre participação, intervenção e protagonismo da sociedade civil, foco deste trabalho.

Fátima Guedes e Telma Duarte, no Enecult 2018, em Salvador (BA).

Com base no processo engendrado em torno da tentativa de descobrir a identidade macapaense e diante do contexto de ausência de política pública de cultura em Macapá, apontamos a Confraria Tucuju como a organização cultural da sociedade civil que construiu “sua” própria política de cultura, intervindo e protagonizando, oportunamente, inúmeras ações que mudaram o estado de ânimo do macapaense no campo cultural e que cremos abalizar um trajeto e um repertório de elementos culturais robusto a ser, ainda hoje, tomado, assimilado e sistematizado pelo poder público no intuito de assentar suas políticas públicas de cultura.

Meu comentário: em 8 de junho de 2016, a Confraria Tucuju completou 20 anos de atividades em Macapá. Também foi o último ano que a entidade realizou a Batalha de Confetes no Carnaval. A última festa de aniversário da capital promovida foi em 2014 e desde 2013 que não ocorre os Saraus e nem os Concertos de Verão. Todos estes eventos eram tradicionais e organizados instituição. Que revitalizou o Largo dos Inocentes e auxiliou no tombamento da Igreja São José.

O artigo enaltece a atuação da Confraria Tucuju, que após 20 anos, encerrou suas atividades em 2017. Sim, uma pena que após duas décadas, a crise financeira nacional e a falta de apoio do poder público foram os motivos para o encerramento das atividades na saudosa instituição que tanto contribuiu para a nossa cultura.

Em resumo, toda homenagem à Confraria Tucuju é pouca, Telma Duarte foi incansável no trabalho de promoção, resgate e fortalecimento da nossa cultura. Uma pena que a falta de vontade de governantes e a crise tenham enfraquecido sua nobre atuação. Meus parabéns à Fátima Guedes pelo artigo e para a Confraria Tutcuju, pelo que fez em nossa história, costumes e memória. É isso!

Elton Tavares

SÃO JOAQUIM DO CURIAÚ, ORA PRO NOBIS – Crônica de Fernando Canto de 2017, republicada por motivos que a festa começa hoje!

Batuque marca a Festa de São Joaquim, na comunidade quilombola do Curiaú (Foto: Gabriel Penha/Arquivo G1)

Crônica de Fernando Canto

Dona Chiquinha do Bolão foi a festeira de uma das mais bonitas festas populares do Amapá: a de São Joaquim do Curiaú, realizada a partir do último dia 09, na sua residência. Uma multidão prestigiou os rituais religiosos que apresentam as ladainhas e a folia do santo, no aguardo do tradicional Batuque que ocorre até a manhã do dia seguinte.

Creio que a beleza da festa está justamente na tradição, preservada nos seus mais importantes passos, como a ladainha, cantada e respondida num latim prosaico, passada de pai para filho. A ladainha, como se sabe, é uma prece musicada onde se demonstra devoção a um santo e se evoca a sua proteção; espécie de litania. Os cantadores do Curiaú, como o principal deles, seu João da Cruz, acrescentam ou subtraem palavras nem sempre fáceis de pronunciar, mas o entoar gregoriano do canto realiza o propósito de sua interpretação que é a fé e o louvor ao santo. A fé, aliás, permite a impressionante concentração dos presentes, que sob a autoridade do mestre dos foliões lhe rendem obediência no decorrer das ações. Uma delas é chamar perante o altar do santo pessoas da comunidade que não tiveram bom comportamento durante o ano e precisam demonstrar humildade e reconhecimento público dos seus erros. Os agentes populares do sagrado, ainda são respeitadíssimos pela comunidade e têm uma vida familiar e condutas exemplares.

Foto: Mariléia Maciel

A folia é de origem portuguesa e encerra o ritual com antigos cantos devocionais de louvação aos santos. Antigamente consistia num agrupamento de homens que saia a colher donativos para a festa, com um porta-estandarte ou alferes-da-bandeira à frente do cortejo. No Curiaú o grupo de músicos executa instrumentos de cordas e de percussão como violão, cavaquinho, sino, querequexés, pandeiros e tambores em dois ritmos diferentes. A principal folia executada traz versos comuns a muitas outras folias de santos e de reis existentes em quase todo o Brasil: “Da cepa nasceu a vara / da vara nasceu a flor/ Ô nasceu flor, nasceu São Joaquim/ que é para o nosso Redentor”. E lá fora explodem foguetes enquanto o ritmo trinário e o canto secular repercutem no cerrado, enclausurando a devoção imorredoura.

Depois das obrigações religiosas, foliões e convidados reúnem-se para assistir e participar do Batuque. Os batuqueiros primeiro esquentam o couro dos tambores em uma fogueira, instalam-se no centro do salão onde um cantador (solista) executa os “ladrões” cujos refrões são respondidos em coro pelos dançarinos e assistentes que dançam ao redor deles. São dois tambores compridos, escavados no tronco de macacaueiro, chamados de “amassador”, que faz a marcação, e “repenique”, que arranja e boleia o ritmo. Pandeiros rusticamente confeccionados com fichas de refrigerantes, couro de carneiro envolto numa haste arredondada de cacaueiro, também preenchem o ritmo em contratempo, enriquecendo o Batuque tradicional. Os “ladrões” são as músicas nas quais as letras sempre contam uma história de algum membro da comunidade, tirando-lhe (roubando-lhe) a privacidade e trazendo-a a público.

Foto: Mariléia Maciel

Conhecida até no exterior, a festa deveria receber uma atenção maior das autoridades da área que, por desconhecimento, não a incluem no tal “Ciclo do Marabaixo” apesar de ter uma ligação ancestral e ritual semelhantes com este. Mesmo fora do calendário da festa do Divino é, a meu ver, a festa popular que merece mais reconhecimento por tudo o que representa para aquele quilombo e para a nossa cultura. Infelizmente ainda não teve o carinho e o respeito dos poderes públicos para torná-la tão importante como o carnaval, o Marabaixo ou as micaretas e folias dos baianos que anualmente invadem nossa cidade. São Joaquim, ora pro nobis.

*Crônica de 2017, republicada por motivos que a festa começa hoje!

Hoje é o Dia Mundial do Rock !! (origem da data e história do estilo)

Amamos Rock and Roll e hoje (13) é o Dia Mundial do Rock. No dia 13 de julho de 1985, o produtor Bob Geldof organizou o “Live Aid”, um show histórico e simultâneo, realizado em Londres (ING) e na Filadélfia (EUA). O objetivo era o fim da fome na Etiópia.

Em 2005, Bob Geldof organizou o Live 8, para pressionar os líderes do G8 a perdoar a dívida externa dos países mais pobres Desde então, o dia 13 de julho passou a ser conhecido como Dia Mundial do Rock. Vamos resumir a ópera (tudo bem, é um resumão, mas vocês vão curtir):

Sr. Jazz e Sra. Blues

Há cerca de 70 anos, um casal de velhinhos, casados desde o fim da segunda guerra, ambos de pele escura, donos de vozes graves e um jeito simpatissíssimo, risonhos e alegres, que adoram “mexer as cadeiras”, como eles mesmos dizem, brigavam com uma vizinha, a Senhora Música Clássica. É, o Sr. Jazz e Sra. Blues não eram fracos.

Reza a lenda que quando eles saiam por aí juntos, ninguém era de ninguém, e por isso, até hoje é difícil saber quem são os verdadeiros pais dos quatro garotos que brotaram dessa relação tão moderna. O Rockabilly, Rock Progressivo, Hard rock e Rock Pop.

Rockabilly

Rockabilly, o irmão mais velho, herdou dos pais a incansável vontade de dançar. Na adolescência andou muito com um dos seus irmãos, o Rock Pop. Usava calça boca de sino, topete e óculos escuros, mesmo quando não fazia sol. Fez um tremendo sucesso entre as garotas quando jovem, mas se tornou um velho gordo.

Rock Pop

O Rock Pop está sempre na moda, mas quando quer dizer algo, se perde em suas contínuas mudanças de opinião. Já andou com todos os seus irmãos, mas sempre teve problemas com o Rock Progressivo. O que se sabe, é que ele está sempre montado na grana e quem anda com ele, sempre se dá bem financeiramente. Rock Pop é viciado em dinheiro e se vende por qualquer coisa. É normal ouvir falar por aí que ele é um enganador, mas nunca ninguém conseguiu uma prova concreta.

Rock Progressivo

O Rock Progressivo, por sua vez, está na cara, no corpo e no jeito de ser de um legítimo filho do Sr. Jazz e Sra. Blues. É um cara exibicionista, adora se “amostrar”, fazendo inúmeras loucuras. Às vezes, fica chato por demorar muito tempo em suas loucuras, só porque é difícil de fazer. Isso causa irritação em muitas pessoas, mas no fundo, é um cara bacana.

Hard Rock

O Hard Rock é o mais revoltado da família. Às vezes, no meio da diversão se torna meio dançante. Cabeludo, adora usar lenço na cabeça, maquiagem e vive fazendo poses homossexuais. Alguns o chamam de gay, outros dizem que ele só se comporta assim para causar impacto. O que se sabe é que na adolescência, ele era ninfomaníaco e usou e abusou das drogas. Mas logo casou e teve dois filhos. O primogênito Heavy Metal e o caçula Punk Rock.

Heavy Metal
Punk Rock

No meio disso tudo, a vizinhança comenta que o Sr. Blues teve um namoro sério com uma ativista política, e dessa relação surgiu o Rock, simples assim. Um rapaz afoito, naturalista e espontâneo. Nunca teve papas na língua e dizia exatamente aquilo que pensava. Às vezes era muito relaxado, tentou ser igual ao pai, mas não teve sucesso nessa tentativa e se frustrou. Surgindo daí um sentimento de revolta meio contido, que só era observado nas entrelinhas.

Dependendo do seu humor, ele não tá nem aí para nada. Fala de igualdade e exalta idéias comunistas. Este teve dois filhos com uma namorada linda e problemática. O Grunge e o Hard Core.

O Hard Core adora andar de skate pela casa, quebrando tudo, porém é um cara organizado, gosta de filmes de surf e tem o corpo todo tatuado. Às vezes fica meio EMOtivo e reclama muito da vida, mas todos sabem que é por causa da namorada que o trai o tempo todo.

Grunge

O Grunge é melancólico por natureza, também reclama muito da vida. Está na puberdade e por isso a sua voz desafina constantemente. Ele costumava levar a vida de uma forma suicida, anda dizendo para todo lado que nada importa…nevermind!!

Heavy

O Heavy Metal é um alcoólatra fortão, cheio de tatuagem de caveira pelo corpo. Adora andar a toda velocidade na sua Harley Davidson. É uma aficionado pela Mitologia Nórdica, Ocultismo e odeia a Igreja Católica. Alguns dizem que ele tem um pacto com o Diabo. Pois tem uma voz grave, mas quando grita, fica tão aguda que é capaz de quebrar os vidros do espelho. Tem fama de malvado, mas na verdade, não é. Trata-se de um cara gente boa, que se dá bem com todo mundo. Ele teve vários filhos: Thrash , Melódico, Prog Metal, Death, Black, Doom, Gothic, todos são muito unidos.

E isso aí, demos uma viajada, mas o que importa é que amamos o Rock and Roll. O estilo é fundamental para nós e nossos amigos. Costumamos comparar o Rock com o Universo. Os dois estão em constante expansão e em alta velocidade. Dizem por aí que o Rock morreu, ele nunca morre, só está em constante mudança, assim como nossas vidas.

É o velho lance de superar momentos difíceis, voltar com força total. Assim Raul, o pai do rock nacional, inventou o termo “metamorfose ambulante”. Ele se descreveu como pessoa e usou isso para explicar o rock and roll. O rock é imortal, ele nos salva da mesmice, basta protegê-lo de mãos erradas. Enfim, viva o rock and roll!

*Texto escrito há sete anos a quatro mãos por mim, Elton Tavares e André Mont’Alverne, nosso antigo colaborador.

Reportagem sobre a festa junina no estado do Amapá, produzida pelos acadêmicos da Unifap

Mais uma contribuição para a valorização cultural amapaense. Assistam essa reportagem sobre a festa junina no estado do Amapá, produzida pelos acadêmicos Fernando Pereira, Maurício Gasparini e Mellina Garcia, sob orientação da professora Elisângela Andrade, do curso de Jornalismo da Universidade Federal do Amapá (Unifap). Meus parabéns pelo belo trabalho!

Assistam:  

*Colaboração do jornalista Sávio Leite. 

 

Hoje rola Roda Bandaia no Norte das Águas

Hoje (1º), a partir das 17h30, no bar e restaurante Norte das Águas, será realizada a mais uma edição da Roda Bandaia. Idealizado pelo Grupo Bandaia de Batuque e Marabaixo, em novembro de 2015 e com direção musical de João Amorim, o evento visa o fortalecimento de ritmos, musicalidade e cultura locais. Os encontros sempre foram sucesso de público e crítica. A entrada será gratuita.

Vai rolar o som do Grupo Bandaia e convidados; Saião para as açucenas, Gengibirra , cerveja Artesanal Trina e mais de 10 rótulos diferentes.

“A Roda de Bandaia é uma das coisas mais lindas que existem atualmente nesta cidade. É a balada de quem curte dançar ao som de música popular amapaense. Sob a força de uma energia linda, há quase três anos o músico João Amorim idealizou esse projeto e de lá pra cá vem fazendo acontecer e crescer ao lado de outros músicos e parcerias“, comentou a jornalista Andreza Gil.

Foto: Márcio Ferreira

Norte das Águas

O Norte das Águas é um dos mais conceituados pontos turísticos de Macapá, que fica situado às margens do rio Amazonas, no Complexo Marlindo Serrano (Araxá). O estabelecimento serve boa comida (o restaurante conta com a excelente culinária do chef Claudio Peres), cervejas enevoadas e drink’s variados. Além do atendimento porreta. Tudo às margens ventiladas do Amazonas, o nosso riozão bonito.

Enfim, quem curte Batuque, Marabaixo, Zouk, Bandaia e Cacicó vai curtir. Recomendo!

Serviço:

Roda de Batuque Bandaia – Complexo do Araxá
Local: Norte das Águas, localizado no Complexo do Araxá, na zona Sul de Macapá.
Data: 01/07/2018
Hora: a partir das 17h30 (mas, a partir de 13h30, rola violão e voz).

Elton Tavares

‘Memórias Dançadas’ reproduz trechos de espetáculos de balés do AP com nova roupagem

Grupo amapaense Graham Cia de Dança realiza espetáculo Memórias Dançantes,em Macapá (Foto: Graham Cia de Dança/Divulgação)

Por Rita Torrinha

Um espetáculo de balé intitulado “Memórias Dançadas” vai reunir no sábado (30), no Teatro das Bacabeiras, em Macapá, seis companhias amapaenses para celebrar o estilo e também os 23 anos de existência da Graham Cia de Dança, um dos mais tradicionais grupos do estado, formado apenas por mulheres.

Para relembrar essas mais de duas décadas de produção cultural, a diretora e coreografa da Graham, Cleide Façanha, conta que convidou amigos que dividem com ela o amor pela arte de bailar. São cinco companhias que reproduzirão versões de performances lançadas ao longo desses anos.

“Vamos apresentar ao público amapaense, através das produções dos nossos convidados, inéditas leituras coreográficas, a partir das temáticas e músicas utilizadas pela Graham no repertório”, explicou Cleide.

Em 1h20 de espetáculo, a companhia contará com as participações do Ballet D’Paula (coreografia Amigas), Cia de Dança Anete Peixoto (coreografia Primavera), Cia de Dança Coaracy Nunes (coreografia Caminhos), Cia Jovem Agesandro Rêgo (coreografia Revolution) e Grand Jeté Cia de Dança (coreografia União).

A anfitriã apresentará fragmentos do espetáculo “De Corpo e Alma”, última criação do grupo, que conta com trilha sonora autoral do músico amapaense Paulo Bastos.

Segundo Cleide Façanha, recursos audiovisuais também serão usados para contar a história da Companhia Graham, que foi fundada em 19 de setembro de 1995.

Serviço:

Espetáculo Memórias Dançadas
Data: 30 de junho (sábado)
Hora: 20h
Local: Teatro das Bacabeiras
Classificação: livre
Ingressos: R$ 30 (Inteira) e R$ 15 (meia)

Fonte: G1 Amapá

Confirmado Festival Estadual do Arraiá do Meio do Mundo para o Sambódromo, de 30 de julho à 7 de agosto

A Federação das Entidades Folclóricas do Amapá (Fefap) anunciou oficialmente que o Festival Estadual junino do Arraiá no Meio do Mundo será no Sambódromo, em Macapá, com a disputa entre os 36 grupos da categoria Estilizada e 10 da categoria Tradicional. O evento seria realizado no município de Santana, porém o Conselho Deliberativo de Presidentes da entidade decidiu, por unanimidade, mudar para a capital. Os concursos acontecem de 30 de junho à 7 de julho, a partir das 19h, na área principal do Sambódromo.

Os presidentes do Conselho Deliberativo desistiram da realização do Festival Estadual em Santana, alegando intromissão de pessoas que não fazem parte da Federação e nem das instituições parceiras na administração do evento. Antes do Festival Estadual, que seria de 23 à 29 de junho, no estádio Vilelão, algumas autoridades tentaram criar tumultuo incitando a população para obrigar a Fefap a liberar a bilheteria, o que não pode ser feito em razão da necessidade de arrecadação de renda para manutenção dos eventos da entidade.

“A proposta de Fefap foi de descentralizar o Festival Estadual, e levar para outros municípios, onde os efeitos positivos da quadra junina pudessem ser sentidos, como na geração de renda, emprego temporário, movimentação do turismo cultural, e proporcionar entretenimento para a população. Mas infelizmente nossa instituição, foi martirizada com posicionamentos de pessoas com fins políticos, para fazer média com a população. E isso não podemos aceitar, e para evitar transtornos no Festival, trouxemos de volta para Macapá”, disse a presidente Daiana Ronieli.

O Arraiá no Meio do Mundo é realizado há dez anos pela Fefap, que é formada pela presidência, diretores e presidentes de cerca de 80 grupos de todo o estado. O Arraiá inicia ainda em abril, com os pré-festivais nos polos municipais, concursos para escolher a Corte Junina, seletivas nos polos, e Festival Estadual. Em todos os eventos são cobrados ingressos a preços populares, e quadrilheiros ligados à grupos da Fefap pagam com desconto. A renda arrecadada é dividida entre a Federação e grupos federados, e investido nas despesas.

“Vamos retornar para o Sambódromo e realizar mais uma vez uma festa brasileira no meio do mundo, com direito à shows feitos pelas quadrilhas juninas, que estarão disputando os títulos após meses de trabalho e ensaios, é o resultado de muito esforço e dedicação de todos. As disputas na maioria das vezes é o único momento em que um jovem pode ser aplaudido de pé, tem os holofotes voltados para ele, ali esses são os atores principais, e esta emoção queremos passar para o público que com certeza irá ao sambódromo”, disse Daiana.

Do Festival Estadual da categoria Estilizada, de 30 de junho à 3 de julho, participam os 36 grupos selecionados nas disputas nos Polos Municipais Leste, Norte e Macapá, e os do Polo Jari, que não realizaram a seletiva por transtornos com as chuvas. Os grupos tradicionais são 10, e se apresentam no dia 4 de julho, quando também são avaliados pela banca de jurados. De 5 à 7 de julho são realizadas as seletivas entre as mais bem avaliadas no quesito Estilizadas, e no dia 7 as campeãs são anunciadas.

PROGRAMAÇÃO DO FESTIVAL ESTADUAL

Local: Sambódromo
Hora: 19h
Ingresso individual: R$ 6,00
Mesa: R$ 40,00
Área Vip: R$ 10,00

30 de junho – Sábado: Cruzeiro do Sul, Verde e Amarelo, Flor Junina, Minha Flor, Flor da Mocidade, Explode Coração, Fogo e Folia, Estrela Junina (MCP) e Estrela Santanense.

1º de julho – Domingo: Pequena Dama, Fuzuê Junino, Tradição Junina, Explosão Junina (PG), Gaviões do Norte, Luar do Sertão, Explosão Junina (MCP), Art’s da Amazônia, Coração Brasileiro.

2 de julho – segunda-feira: Guerreiros de Fogo, Simpatia da Juventude, Estrela Junina (FG), Revelação, Renovação Junina, Estrela Brasileira, Constelação Junina, Reino de São João, Coração Valente.

3 de julho – Terça-feira: Encanto Junino, Império Amapaense, Coração Vitoriense, Magia da Juventude, Sorriso Cristalino, Fera Negra, Audácia Junina, Fera do Jari, Coração Vermelho e Branco.

4 de julho – Quarta-feira: Considerados dos Matutos, Lacração Junina, Coração Caipira, Os Bagunçados dos Matutos, Aventureiros do Norte, Filhos dos Matutos, Xodó Junino, Rosa dos Ventos.

Mariléia Maciel
Assessoria de Comunicação
Fotos: Márcia do Carmo

Esclarecimento à respeito da transferência do Festival Estadual da Quadra Junina de Santana para Macapá

– A Federação das Entidades Folclóricas do Amapá (Fefap) é a instituição que há 10 anos realiza o concurso de quadrilhas juninas no Amapá, e hoje se orgulha de manter um evento de grande porte que mobiliza centenas de pessoa de todo o estado, promovendo a cultura legítima do Brasil e fazendo com que jovens e adolescentes despertem para esta identidade.

– A quadra junina no Amapá tem uma particularidade muito importante, que é seu berço, a periferia, de onde vem 80% dos brincantes, que se tornam dançarinos, misses, artistas, artesãos, maquiadores, costureiros, estilistas e mais uma série de profissões que são os pilares que dão vida aos temas trabalhados por cada grupo. Cada jovem que faz parte de um grupo de junino, é um que estará afastado dos riscos sociais, drogas e crimes, ele aprende a se esforçar para competir, ganha uma nova família e passa a ser útil para a sociedade, e têm a oportunidade de ter uma profissão e emprego.

– Trabalhamos durante o ano inteiro, somos mais de 80 grupos aquecendo o mercado formal e informal, fazemos promoções, sorteios, vendas, a cada evento é dada oportunidade para pais e mães de famílias que podem levar seus carros ambulantes para comercializar, os moto-táxis e outros transportes também têm a renda aumentada, a cada polo nos municípios lotamos hotéis, os comerciantes vendem seus produtos como em nenhuma outra época.

– Com ou sem recursos públicos, fazemos o Arraiá no Meio do Mundo, e o dinheiro investido não paga a metade dos custos dos grupos, estrutura, serviços e pessoal. Para fazermos os espetáculos é preciso boa vontade, amor, dedicação, esforço e verba.

– Assim como o carnaval em todo o país, que recebe incentivos financeiros para promoverem a cultura e multiplicar o recurso em emprego, fomento ao turismo, cultura e diversão, e que cobram a entrada, no Amapá a quadra junina não é diferente. Cada quadrilheiro ou pessoa que gosta de assistir as quadrilhas sabem que tem que pagar um preço simbólico para prestigiar grandes espetáculos. Nos Polos Municipais, Festival Estadual e concursos para escolha da Corte Junina, a bilheteria funciona. É com o dinheiro da bilheteria que a Fefap sobrevive, promove eventos, paga funcionários, compra café, água, papel, tinta, internet, e uma série de despesas mais.

– Para os grupos se apresentarem é preciso vencer uma série de problemas, das quadras escolares que não são liberadas, o que nos obriga a ensaiar nas ruas escuras, correndo risco de assalto e chuva. Temos que contratar profissionais da quadra junina, como estilistas, marcadores, historiadores, dançarinos, temos que ter som. Temos que ter dinheiro para comprar tecidos e acessórios, sapatos e adereços. Garantimos o respeito da população, e hoje o movimento junino é o único que não depende 100% de recursos públicos para promover as apresentações.

– O município de Santana foi escolhido para ser o palco Festival Estadual do Arraiá no Meio do Mundo, com a possibilidade real de sentir os efeitos econômicos e sociais do evento, como ter o comércio movimentado, renda aumentada, receber um público alegre, que gosta de festa brasileira. Mas infelizmente, por questões políticas de pessoas que tentaram utilizar a Fefap como apelo midiático para a população, fomos obrigados a mudar o endereço do Festival.

– Isso é lamentável, porque inviabilizar um evento deste porte em Santana, por questões mesquinhas e particulares, é andar para trás e esquecer toda nossa luta para chegarmos até aqui. Pagar ingresso não é exclusão nem exploração. O preço simbólico seleciona as pessoas que estarão assistindo, evita que famílias corram risco de assalto em meio à multidão. Pagar ingresso valoriza os quadrilheiros, que terão um público que estará ali para prestigiar, aplaudir, porque gostam. O valor viabiliza o evento, que não seria possível somente com investimentos de recursos públicos.

– Não precisamos de tumultuo nem de polêmica em uma evento que já é sucesso de público, e não vamos deixar que enodem o nome da nossa instituição por questões que não dizem respeito à quadra junina.

Agradecemos à todos que nos apoiam e entendem, pedimos desculpas ao povo de Santana, e convidamos para estarem presentes no Festival Estadual no Sambódromo, de 30 de junho à 7 de julho.

Daiana Ronieli – Presidente da Fefap
Presidentes de Grupos Juninos do Amapá

Hoje rola Roda Bandaia no Norte das Águas

Foto: Paulo Rocha

Hoje (24), a partir das 17h30, no bar e restaurante Norte das Águas, será realizada a mais uma edição da Roda Bandaia. Idealizado pelo Grupo Bandaia de Batuque e Marabaixo, em novembro de 2015 e com direção musical de João Amorim, o evento visa o fortalecimento de ritmos, musicalidade e cultura locais. Os encontros sempre foram sucesso de público e crítica. A entrada será gratuita.

Foto: Paulo Rocha

Vai rolar o som do Grupo Bandaia e convidados; Saião para as açucenas, Gengibirra , cerveja Artesanal Trina e mais de 10 rótulos diferentes.

A Roda de Bandaia é uma das coisas mais lindas que existem atualmente nesta cidade. É a balada de quem curte dançar ao som de música popular amapaense. Sob a força de uma energia linda, há quase três anos o músico João Amorim idealizou esse projeto e de lá pra cá vem fazendo acontecer e crescer ao lado de outros músicos e parcerias“, comentou a jornalista Andreza Gil.

Foto: Paulo Rocha

Norte das Águas

O Norte das Águas é um dos mais conceituados pontos turísticos de Macapá, que fica situado às margens do rio Amazonas, no Complexo Marlindo Serrano (Araxá). O estabelecimento serve boa comida (o restaurante conta com a excelente culinária do chef Claudio Peres), cervejas enevoadas e drink’s variados. Além do atendimento porreta. Tudo às margens ventiladas do Amazonas, o nosso riozão bonito.

Enfim, quem curte Batuque, Marabaixo, Zouk, Bandaia e Cacicó vai curtir. Recomendo!

Serviço:

Roda de Batuque Bandaia – Complexo do Araxá
Local: Norte das Águas, localizado no Complexo do Araxá, na zona Sul de Macapá.
Data: 24/06/2018
Hora: a partir das 17h30 (mas, a partir de 13h30, rola violão e voz).

Elton Tavares

Hoje é Dia/Noite de São João! (sobre o santo e a festa junina)

SÃO-JOÃO-BATISTA

Hoje é o Dia de São João. De acordo com a história, João Batista (Judeia, 2 a.C. — 27 d.C.) foi um pregador judeu do início do século I, citado pelo nos Evangelhos da Bíblia. Ele é considerado o santo maissao-joao-batistajpg3572012133138 próximo de Cristo, pois além de ser seu parente de sangue, Jesus foi batizado por João nas margens do rio Jordão.

O Evangelho de Lucas (Lucas 1:36, 56-57) afirma que João nasceu cerca de seis meses antes de Jesus; portanto, a festa de São João Batista foi fixada em 24 de junho, seis meses antes da véspera de Natal. Este dia de festa é um dos poucos dias santos que comemora o aniversário do nascimento, ao invés da morte, do santo homenageado.

Segundo a narração do Evangelho de Lucas, João Batista era filho do sacerdote Zacarias e Is8537sao_joao_batistaabel, prima de Maria, mãe de Jesus. Foi profeta e é considerado, principalmente pelos cristãos, como o “precursor” do prometido Messias.

Em sua missão de adulto, ele pregou a conversão e o arrependimento dos pecados manifestos através do batismo. João batizava o povo. Daí o nome João Batista, ou seja, João, aquele que batiza.

Aliás, ele batizou muitos judeus, incluindo Jesus, no rio Jordão, e introduziu o batismo d13535958_1216500701736292_110298172_ne gentios nos rituais de conversão judaicos, que mais tarde foram adaptados pelo cristianismo.

São João Batista é muito importante no Novo Testamento, pois ele foi o precursor de Jesus, anunciou sua vinda e a salvação que o Messias traria para todos. Ele era a voz que gritava no deserto e anunciava a chegada do Salvador. Ele é também o último dos profetas. Depois dele, não houve mais nenhum profeta em Israel.

Outras religiões

Para alguns Espíritas, Elias reencarnou como João Batista. Mais tarde, teve outras experiências reencarnatórias como sacerdote druida entre o povo celta, na Bretanha. Depois como o reformador Jan Hus (1369-1415), na Boêmia. Na França foi Hippolyte Léon Denizard Rivail (1804-1869), o qual utilizava o pseudônimo Allan Kardec como codificador do Espiritismo. Sua última existência corpórea se deu no Brasil, nascido dia 23 de Fevereiro de 1911 com o nome de Oceano de Sá, mais tarde chamado de Yokaanam:. (fundador da Fraternidade Eclética Espiritualista Universal), reconhecido como tal por diversas escolas sérias e reconhecidas mundialmente, embora o mesmo não assumisse publicamente pois nunca achou necessário e não queria tirar proveito algum de tal reconhecimento.

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João Baptista é venerado como messias pelo mandeísmo, também considerado pelos muçulmanos como um dos grandes profetas do Islão. Na Umbanda, este santo é sincretizado como uma das manifestações do orixá Xangô, responsável por um agrupamento de espíritos que trabalha para a saúde e o conhecimento, que congrega médicos e cientistas. Já no Islamismo, é reverenciado pelos muçulmanos sunitas como sendo um dos seus profetas. O santo também é o padroeiro da Maçonaria (por conta da criação da entidade, em 24 de junho de 1717).

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Sobre a festa junina de São João

A festa se originou na Idade Média na celebração dos chamados Santos Populares (Santo António, São Pedro e imagesSão João. Os primeiros países a comemorá-las foram França, Itália, Espanha e Portugal. Anteriormente os festejos ocorriam por conta do solstício de verão, as quais marcavam o início da colheita. Nelas, ofereciam-se comidas, bebidas e animais aos vários deuses em que o povo acreditava. Um deles era Juno, esposa de Júpiter, que era considerada a deusa da fecundida. Nessas festas, chamadas “junônias”, as pessoas dançavam e faziam fogueiras para espantar os maus espíritos.

Os jesuítas portugueses trouxeram os festejos joaninos para o Brasil. As festas de Santo Antônio e de São Pedro só cimages (3)omeçaram a ser comemoradas mais tarde, mas como também aconteciam em junho, passaram a ser chamadas de juninas.

Nunca gostei de festas juninas, mas sei da importância delas na cultura brasileira. Gosto de algumas comidas típicas do período (vatapá então…nossa!), assim como adorava as bombas. Na época de moleque, era obrigado a dançar quadrilha. Aí ficava mais puto ainda com o mês de junho. Na foto, ali em cima, tô com meu irmão, Emerson Tavares, alegre por ter acabado a tortura infantil do “taran ran ran, taran ranIMG_20150624_022305 ran”.Hoje em dia, até vou, mas só se for a trabalho, para cobrir o evento.

Bom, o Dia de São João é celebrado com festas recheadas de muita dança, comida e alegria. Neste sábado, nas cidades nordestinas, onde a tradição é mais forte, as quadras ferverão ao som do forró (For All). Aqui no Norte, as fogueiras serão acesas também, com quadrilha e brocas legais. Enfim, para quem curte, é onda bacana.

Portanto, minhas homenagens ao santo e uma ótima festa aos amantes da quadra junina. Viva São João!

Elton Tavares
Fontes: Wikipédia, CruzTerraSanta e Calendarr Brasil.

Evolução no uso do jeans e contos de fadas inspiram mostra de dança em Macapá

Por Jorge Abreu

Uma mostra de dança vai reunir dois espetáculos, um de balé, inspirado em contos de fadas, e outro de jazz, que vai viajar no tempo para contar a história e evolução do uso do jeans. A programação será realizada de sexta-feira (22) até o domingo (24), no Teatro das Bacabeiras, em Macapá.

O espetáculo de jazz conta também com espaço para outros estilos como street dance, zouk e stiletto, que é a dança em cima de salto alto. A apresentação única acontece no primeiro dia da mostra, a partir de 20h.

Contos de fada inspiram tema de um dos espetáculos da mostra em Macapá (Foto: Carlos Alberto Jr./G1)

Já o balé vai abordar contos dos mais famosos personagens da Disney, entre elas Cinderela, Ariel, Peter Pan e Sininho, Rapunzel, Aladime Jasmine, Alice, Frozen, Branca de Neve e Chapeuzinho Vermelho.

Para o professor de dança Agesandro Rêgo, a promoção de eventos de dança leva a uma mudança da sociedade em relação a admiração pela cultura de artistas locais. Ele destaca que cerca de 200 bailarinos participam da programação.

“Por mais que a escola tenha uma plateia formada, a gente sempre espera lotar os 705 lugares do teatro. A população amapaense tem um olhar menos carinhoso com a dança, mas essa conquista desse público e o fazer cultural já deixam o elenco muito satisfeito”, destacou.

Mostra de dança em Macapá inclui espetáculos de balé e jazz (Foto: Carlos Alberto Jr./G1)

Serviço:

IX Mostra de Dança Agesandro Rêgo Escola de Dança

Espetáculo Jazz no Jeans
Data: 22 de junho

Espetáculo Contos e Encantos
Data: 23 e 24 de junho

Horário: 20h
Local: Teatro das Bacabeiras
Ingresso: R$ 20 (cada apresentação)

Fonte: G1 Amapa