Festival Nacional de Quadrilhas e Quadra Junina amapaense serão anunciados nesta sexta-feira pela Fefap

Nesta sexta-feira, 23, a Federação das Entidades Folclóricas do Amapá (Fefap) lança oficialmente o calendário da Quadra Junina 2018, que inicia em abril, com os pré-festivais, e encerram em julho, com a final do campeonato estadual. A presidente da entidade, Daiana Roniele, na mesma ocasião, irá apresentar o projeto do Festival Nacional de Quadrilhas do Meio do Mundo, que acontece pela primeira vez na região norte, realizado pela Comissão Nacional da Quadra Junina, e pela Fefap, em agosto. O evento será no auditório do Museu Sacaca, às 18h.

A Quadra Junina do Amapá e realizada há dez anos pela Fefap, chamada de Arraiá no Meio do Mundo, com a participação de grupos tradicionais e estilizados, formado por pessoas de todas as idades e de todo o estado. O primeiro Arraiá aconteceu na área da Expofeira Agropecuária, na rodovia JK, e de lá foi para o entorno da Fortaleza de São José de Macapá e Ginásio Avertino Ramos, e com o crescimento foi para o Sambódromo, onde os grupos disputam os títulos estadual e municipais, após as disputas nos Polos.

A Fefap foi fundada há 18 anos e atualmente agrega mais de 100 grupos filiados em 14 municípios, que trabalham o ano inteiro para participar das disputas. Os grupos são divididos em Polos municipais, no total 4, reunindo quadrilhas de municípios próximos. A quadra junina oficial da Federação inicia assim que os grupos vencedores são anunciados, ou seja, em 2017 começou em agosto, com a escolha dos temas que serão trabalhados neste ano, promoções e troca de brincantes e profissionais da quadra junina, e durante o ano inteiro movimenta este setor cultural cumprindo uma importante missão social, principalmente com jovens de áreas de risco.

O crescimento da quadra junina no Amapá levou a Fefap a trabalhar para que o meio do mundo fosse palco do Festival Nacional, e no ano passado, quando o estado chamou a atenção do Brasil pela organização, grandiosidade e beleza do evento, foi possível articular emenda parlamentar para a festa. Estarão garantidos no Festival as 12 finalistas do Arraiá do Meio do Mundo e as 12 melhores do Brasil, escolhidas pela Comissão Nacional.

No lançamento oficial da quadra junina amapaense e do Festival Nacional, o Correios irá apresentar o selo comemorativo dos 10 anos do Arraiá do Meio do Mundo, com arte do designer amapaense Danilo Madureira. “É uma homenagem do Correios ao Arraiá, que hoje desponta como um dos grandes destaques culturais do Amapá, que movimenta o comércio, abre frentes de trabalho para profissionais da área, aquece o setor de serviços de ambulantes, transporte alternativo e começa a somar no turismo cultural, principalmente com o Festival, que atrai público de todo o Brasil”, disse Daiana Ronieli.

No evento desta sexta-feira, 23, estão confirmadas a presença membros da Comissão Nacional, entre eles o presidente Carlos Brito, além de autoridades locai e nacionais, e dos Poderes estadual e municipais.

Ascom/ FEFAP
Fotos: Márcia do Carmo

Hoje rola Roda de Batuque no Norte das Águas

Neste domingo (18), a partir das 17h, no bar e restaurante Norte das Águas, será realizada a mais uma edição da Roda de Batuque. Idealizado pelo Grupo Bandaia de Batuque e Marabaixo, em novembro de 2015 e com direção musical de João Amorim, o evento visa o fortalecimento de ritmos, musicalidade e cultura locais. Os encontros sempre foram são sucesso de público e crítica. A entrada será gratuita.

Então está marcado, às margens do Rio Amazonas, domingo rola essa ótima oportunidade para quem é de dança e quem curte Batuque, Marabaixo, Zouk, Bandaiae Cacicó.

“Venha dançar com a gente nesta grande festa popular, com muita gengibirra, saião, toalha, cores e muita gente bonita e feliz. Marabaixo, Zuok, Bandaia e Cacicó vão botar o povo pra dançar”, destacou o músico e organizador, João Amorim.

Serviço:

Roda de Batuque no Norte das Águas – Complexo do Araxá
Local: Norte das Águas, localizado no Complexo do Araxá, na zona Sul de Macapá.
Data: 18/02/2018
Hora: a partir das 17h.

Elton Tavares

Macapá 260 anos: dançadeiras de Marabaixo são homenageadas no Residencial Jardim Açucena

Como parte das comemorações dos 260 anos de Macapá, o Município homenageou nesta terça-feira, 30, às dançadeiras de Marabaixo. Elas carregaram durante anos a cultura do estado do Amapá, por meio do batuque e do Marabaixo. Essa uma forma de valorizar as famílias tradicionais e homenagear aquelas que já faleceram, deixando suas marcas na cultura.

Antônia do Carmo Costa, filha de Belarmina Tavares da Silva e representante da comunidade de Campina Grande, disse que representar todas as homenageadas, sejam elas açucenas ou familiares, é muito emocionante. “Este é um momento único, pois estamos passando para nossos netos e bisnetos a nossa cultura, que vem passando de geração para geração”, disse.

A cerimônia contou com a presença dos familiares das 13 marabaixeiras, que darão nome às ruas, avenidas e centros comunitários do Jardim Açucena, que será entregue nesta sexta-feira, 2. O primeiro residencial onde os nomes dos logradouros públicos serão predominantemente de mulheres.

Laura Ramos, vice-presidente do Conselho de Igualdade Racial, disse que eventos como este são importantíssimos para o Amapá. “É muito bom ver nossas marabaixeiras sendo homenageadas desta forma. Essas mulheres foram muito além do toque da caixa de Marabaixo, pois muitas delas levaram nossa cultura para o espaço da educação”, destacou.

Cada família recebeu uma placa para marcar a homenagem feita pela prefeitura. O diretor-presidente do Instituto Municipal de Promoção da Igualdade Racial, Maykom Magalhães, destacou que evento como este mostra a importância que tem a cultura do Marabaixo e suas famílias tradicionais. “Este momento tem uma simbologia muito grande, porque essas mulheres, além de dançadeiras de Marabaixo, são militantes da cultura”, enfatizou.

O senador Davi Alcolumbre destacou que em Macapá 70% de sua população se denomina negro ou pardo. “Logo, esse evento tem uma simbologia muito importante para a história do Amapá, pois homenageia personalidade e famílias tradicionais da nossa cultura”. A programação contou com a apresentação de Joãozinho Gomes, que leu uma poesia que remetia ao aniversário de Macapá; de Osmar Jr. e Amadeu Cavalcante, que cantaram Rosa Branca Açucena.

Clécio Luís lembrou que não está sendo entregue apenas prédios, e sim habitação digna para a população que precisa. “Aqui todas as ruas são nomes de dançadeiras de Marabaixo. Isso faz sentido para as famílias homenageadas, mas, principalmente, para aqueles que irão morar nesse residencial. Esse é um conceito de cidade criativa que nós fizemos no São José, onde homenageamos operários, e no Mestre Oscar Santos, onde foram homenageados canções e compositores amapaenses”, finalizou.

O evento contou ainda com a apresentação de grupos tradicionais de Marabaixo e com a presença da coordenadora municipal de Políticas Públicas para as Mulheres, Anne Pariz; coordenadora do Comitê Gestor do Programa Minha Casa, Minha Vida do Município de Macapá, Mônica Dias; deputados estaduais Paulo Lemos e Pedro DaLua, e dos vereadores Gian do NAE e Caetano Bentes.

Homenageadas

Nomes escolhidos para as ruas do residencial:

Eugênia Ferreira de Jesus – Tia Iô;
Geralda Prazeres dos Santos – Tia Geralda;
Antônia Venina da Silva – Mãe Venina;
Maria Pereira da Costa – Dona Militina;
Belarmina Tavares da Silva – Tia Bela.

Nomes escolhidos para os centros comunitários, condomínios, subestação de água, quadra poliesportiva, quadra de areia e uma avenida:

Venina Francisca da Trindade – Tia Veca;
Maria Manoela Rodrigues – Maria Máximo;
Honorina da Silva Ramos – Tia Honória;
Áurea Lina Barbosa – Tia Sinhá;
Maria Ondina da Silva Santos – Tia Ondina;
Maria Clemência da Silva – Tia Clemência;
Maria da Paz da Silva Damasceno – Dona Maria da Paz;
Maria Eleonor da Silva – Tia Eleonor.

Adryany Magalhães
Assessora de comunicação/PMM
Fotos: Max Renê

Município prestará homenagem às tradicionais dançarinas de Marabaixo

Como parte das comemorações dos 260 anos de Macapá, nesta terça-feira, 30, o prefeito de Macapá, Clécio Luís, prestará homenagem às tradicionais dançarinas de Marabaixo, que emprestarão seus nomes para batizar as ruas, centros comunitários, condomínios, subestação de água, quadra poliesportiva, quadra de areia e uma Avenida do Residencial Jardim Açucena. As famílias das homenageadas farão um tour no local para conhecer de perto a obra e as vias do habitacional, marcado para as 8h.

O diretor-presidente do Instituto Municipal de Promoção da Igualdade Racial, Maykom Magalhães, enfatizou a preocupação do Município pela valorização das dançarinas. “A prefeitura, desde o início da gestão do prefeito Clécio, tem tido a preocupação de dar nome de pessoas populares, com saberes populares, aos residenciais. Foi assim no Mestre Oscar e no residencial São José. Como a nossa cultura popular é muito pulsante e o Marabaixo é nosso, desta vez, pensamos homenagear não só as famílias, mas também essa cultura. Como o nome do residencial é Jardim Açucena, que remete às açucenas, que são as dançadeiras do Marabaixo, aquelas senhoras que vestem suas saias longas para dançar nas festividades, o Município irá homenagear 13 famílias. Isso é importante para que o munícipe e o morador do residencial conheçam quem foram as pessoas que muito contribuíram para a formação da nossa cultura”, conta.

A representante da comunidade de Campina Grande, Delcilene do Carmo Costa, neta de Belarmina Tavares da Silva, manifesta-se muito satisfeita pelo reconhecimento da gestão municipal. “Para nós, do quilombo de Campina Grande, é uma honra sermos homenageados, por meio do nome da nossa avó, por ela ser uma das primeiras moradoras de Campina Grande e ajudou muito pelo fortalecimento e divulgação da nossa cultura, deu visibilidade à festividade de nossa senhora das Dores, e tudo começou a partir daí na nossa comunidade. O primeiro tocar dela ainda se encontra vivo, o Idalízio Pereira Cabral, e é motivo de orgulho termos o nome dela como uma das ruas do Jardim Açucena”, relata.

Nomes escolhidos para as ruas do residencial:

Eugênia Ferreira de Jesus – Tia Iô (Santa Ria – Favela);
Geralda Prazeres dos Santos – Tia Geralda (Laguinho);
Antônia Venina da Silva – Mãe Venina (quilombo do Curiaú);
Maria Pereira da Costa – Dona Militina (Maruanum);
Belarmina Tavares da Silva – Tia Bela (quilombo de Campina Grande).

Nomes escolhidos para os centros comunitários, condomínios, subestação de água, quadra poliesportiva, quadra de areia e uma avenida:

Venina Francisca da Trindade – Tia Veca (Laguinho);
Maria Manoela Rodrigues – Maria Máximo (comunidade de Ilha Redonda);
Honorina da Silva Ramos – Tia Ondina (Laguinho);
Áurea Lina Barbosa – Tia Sinhá (comunidade São Francisco do Matapi);
Maria Ondina da Silva Santos – Tia Ondina (Laguinho);
Maria Clemência da Silva – Tia Clemência (comunidade de São Tomé do Alto Pirativa);
Maria da Paz da Silva Damasceno – Dona Maria da Paz (distrito do Coração);
Maria Eleonor da Silva – Tia Eleonor (comunidade do Rosa).

A entrega do Jardim Açucena faz parte da programação de aniversário da cidade e acontecerá no dia 2 de fevereiro, às 7h. O residencial é o maior já construído pela Prefeitura de Macapá, contemplará 1.500 famílias e foi erguido com recursos do programa Minha Casa, Minha Vida, do Governo Federal, com contrapartida do Município.

Cliver Campos
Assessor de comunicação/Improir
Contatos: 98126-0880 / 99175-8550
Foto: Max Renê

Hoje rola III Roda de Batuque no Norte das Águas

Neste domingo (28), a partir das 17h, no bar e restaurante Norte das Águas, será realizada a III Roda de Batuque de 2018. Idealizado pelo Grupo Bandaia de Batuque e Marabaixo, em novembro de 2015 e com direção musical de João Amorim, o evento visa o fortalecimento de ritmos, musicalidade e cultura locais. Os encontros sempre foram são sucesso de público e crítica. A entrada será gratuita.

Então está marcado, às margens do Rio Amazonas, domingo rola essa ótima oportunidade para quem é de dança e quem curte Batuque, Marabaixo, Zouk, Bandaiae Cacicó.

“Venha dançar com a gente nesta grande festa popular, com muita gengibirra, saião, toalha, cores e muita gente bonita e feliz. Marabaixo, Zuok, Bandaia e Cacicó vão botar o povo pra dançar”, destacou o músico e organizador, João Amorim.

Serviço:

Roda de Batuque no Norte das Águas – Complexo do Araxá
Local: Norte das Águas, localizado no Complexo do Araxá, na zona Sul de Macapá.
Data: 28/01/2018
Hora: a partir das 17h.

Elton Tavares

Caminhada contra intolerância religiosa percorre ruas e avenidas do centro de Macapá

A III Caminhada das Bandeiras contra a intolerância religiosa percorreu ruas e avenidas do centro da capital amapaense com muito axé, banho de cheiro batuque e oferendas para Orixá Exu, na tarde de domingo, 21. O evento é promovido pelas casas e congregações ligadas a religiões de origens africanas e faz parte das comemorações ao Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa, que reúne movimentos religiosos e culturais em prol do reconhecimento e valorização da religiosidade afroameríndia, pelo combate ao racismo religioso e à intolerância no país e no estado do Amapá.

“O objetivo deste ato é fazer um grito em protesto contra a intolerância religiosa, principalmente contra as religiões de matriz africana, que são rotuladas com culto aos demônios e não sabemos que não existe nada disso. É dever do Município apoiar essas iniciativas, pois essas pessoas fazem parte de Macapá, cumprem seus deveres, pagam seus tributos, merecem respeito e devemos combater todo tipo de intolerância racial e religiosa”, disse o diretor-presidente do Instituto Municipal de Promoção da Igualdade Racial, Maykom Magalhães.

A mãe de santo Nina Souza, da Comunidade Religiosa Encanto de Iemanjá, evidenciou a finalidade da caminhada. “Temos que agradecer a todos que se vestiram de branco, vieram e estão entendendo qual o sentido de estarmos aqui. Precisamos trabalhar a cultura da paz, respeitar nossos irmãos, das outras casas e congregações, não é só no dia 21 de janeiro, tem que ser um trabalho contínuo”.

O filho de santo Alessandro Brandão avaliou os avanços da caminhada. “Depois da primeira, conseguimos a implantação da Delegacia Específica contra Crimes de Racismo e Intolerância Religiosa. Este ano, abordamos o tema da educação, para que o ensino da cultura afro-religiosa chegue dentro das escolas, não somente no mês de novembro, mas em toda a grade curricular”.

Cliver Campos
Assessor de comunicação/Improir
Contatos: 98126-0880 / 99175-8550
Fotos: Max Renê

Hoje rola Roda de Batuque no Norte das Águas

Neste domingo (21), a partir das 16h, no bar e restaurante Norte das Águas, será realizada a II Roda de Batuque de 2018. Idealizado pelo Grupo Bandaia de Batuque e Marabaixo, em 2016, e com direção musical de João Amorim, o evento visa o fortalecimento de ritmos, musicalidade e cultura locais. Os encontros sempre foram são sucesso de público e crítica. A entrada será gratuita.

Então, hoje às margens do Rio Amazonas, tem essa ótima oportunidade para quem é de dança e quem curte Batuque, Marabaixo, Zouk, Bandaiae Cacicó.

“Venha dançar com a gente nesta grande festa popular, com muita gengibirra, saião, toalha, cores e muita gente bonita e feliz. Marabaixo, Zuok, Bandaia e Cacicó vão botar o povo pra dançar”, destacou o músico e organizador, João Amorim.

Serviço:

Roda de Batuque no Norte das Águas – Complexo do Araxá
Local: Norte das Águas, localizado no Complexo do Araxá, na zona Sul de Macapá.
Data: 21/01/2018
Hora: a partir das 16h.

Elton Tavares

Onze transformistas concorrem ao Miss Amapá Gay Universo 2018

Por Fabiana Figueiredo

Onze transformistas, com idades entre 19 e 26 anos, vão concorrer ao título de Miss Amapá Gay Universo 2018 em março. Os candidatos foram apresentados à sociedade, ainda sem as indumentárias, na quinta-feira (11), em um evento num shopping no Centro de Macapá.

É a terceira vez que o concurso é realizado no estado. Os concorrentes são profissionais do ramo da beleza, que se propõem a encarar a passarela, transformados em personagens femininas criadas por eles. Eles são da capital, Vitória do Jari e Mazagão.

“São pessoas que contribuem de alguma forma para a economia do estado, como cabeleireiros e maquiadores, que realmente trabalham e que merecem reconhecimento e respeito. Esse é um momento de mostrar que além do lado feminino, também há o intelectual e o social”, falou o coordenador do concurso, Clezio Vilhena.

O concurso vai avaliar o processo de transformação, trajes masculino e feminino, o resultado final da intervenção, passarela, oratória e atuação social. Os candidatos devem ser transformistas, que se produzem como mulher para desfilar e participar de festas, e devem ser ligados ou terem criado projetos sociais, para qualquer seguimento da sociedade, não somente à comunidade LGBT.

Onze transformistas são candidatos ao Miss Amapá Gay 2018 (Foto: Max Geovanny/Divulgação)

Até o momento de encararem a passarela, os candidatos vão visitar apoiadores, farão uma ação social juntos, presença em eventos sociais, e enfrentarão júri técnico, que vai somar pontos para a data do concurso.

A disputa será no dia 11 de março, no Teatro das Bacabeiras, no Centro, às 20h. Os ingressos para o evento serão comercializados a partir da quarta-feira (17).

O vencedor do concurso vai receber coroa e faixa da Miss Amapá Gay Universo 2017, que também é a Miss Brasil Gay Universo 2017, Isis Goulart, interpretada pelo professor de inglês, cabeleireiro e maquiador Diego Santos.

Ele também ganhará passagem de ida e volta, hospedagem, alimentação e a inscrição na etapa nacional do concurso de beleza.

“Convido os leitores a se fazerem presentes no evento, para prestigiar a 3ª edição do Miss Amapá Gay Universo. No ano passado, o representante do Amapá teve a oportunidade de disputar o concurso nacional e levou o título de Miss Brasil Gay 2017. Já agradeço todos aqueles que vão assistir a esse grande show de beleza”, finalizou Vilhena.

Serviço:

Miss Amapá Gay Universo 2018
Dia: 11 de março (domingo)
Hora: às 20h
Local: Teatro das Bacabeiras
Ingressos: estarão à venda a partir do dia 17 de janeiro
Informações: (96) 99155-3485 / 99129-8367

Fonte: G1 Amapá

‘Hip-Norte’ reúne batalhas de rap e break em evento cultural na periferia de Macapá

Por Carlos Alberto Jr.

Oficinas de break, apresentações de DJs, exposição de grafite e batalhas de rap estão entre as atividades que fazem parte da programação da 1ª edição do projeto “Hip-Norte”, que inicia nesta sexta-feira (29) e segue no sábado (30), em uma área de periferia no bairro Brasil Novo, Zona Norte de Macapá. O evento é uma realização dos grupos “Batalha da Bandeira” e “Batalha do Milharal”.

A programação está prevista para iniciar às 15h, nos dois dias, na Unidade de Policiamento Comunitário (UPC) do bairro. De acordo com a organização, o objetivo é propagar a cultura do hip-hop e despertar a consciência social dos moradores da área, que é uma das mais perigosas da cidade.

“A ação é voltada com o cunho social e cultural da realidade da juventude carente na região. Além disso, o evento é uma forma de expor as formas de expressões desses jovens, sejam pelas rimas, grafite ou pelo break”, ressalta Karinny Magalhães, uma das organizadores.

A programação inicia com som mecânico de DJs, vai para as exposições de grafite, ação social de corte de cabelo e brechós. Por volta das 18h, iniciam as batalhas de rap.

Evento acontece nos dias 29 e 30 de dezembro, na UPC do bairro Brasil Novo (Foto: Karinny Magalhães/Batalha da Bandeira)

“Organizamos eliminatórias e quem for se apresentar no evento serão os melhores nas categorias individual e em dupla”, explicou Karinny.

No dia 30 acontece uma roda de conversa sobre o projeto social “Batalha do Milharal” e do Circuito de Rimas Improvisadas, que busca dar espaço para a cultura do hip-hop no maior número de regiões da capital e de Santana.

“O Circuito Rimas é uma tentativa de integrar o maior número de grupos voltados para a cultura do hip-hop, e de forma organizada, realizar eventos em diversos pontos de Macapá e Santana. Na região Zul aconteceu o ‘Rei do Congós’, por exemplo, e agora acontece o ‘Hip-Norte’. Essas são ações que descentralizam os grandes eventos e vão para onde realmente estão esses atores”, finaliza Karinny.

O evento encerra com uma oficina de break e com as finais das batalhas para definir quem são os “Reis da Zona Norte”. Toda a programação, incluindo a ação de corte de cabelo, é gratuita.

Fonte: G1 Amapá

I Tambores do Quilombo celebra riqueza afro do Amapá

Por Andreza Teixeira, da Agência Amapá

A população afrodescendente do Amapá celebra as riquezas de sua cultura e o fomento da economia informal com o I Tambores do Quilombo que acontece durante dois dias em Macapá, 26 e 27 de dezembro, na Avenida Mário Cruz, no Centro. A iniciativa inclui a apresentação de 59 grupos de comunidades tradicionais amapaenses e reúne desfile afro, batalhas de hip-hop e apresentações de danças como marabaixo, batuque e sairê. O público pode, ainda, conhecer ritos de matriz africana e de candomblé.

O evento é organizado por uma comissão de representantes dos segmentos incluídos na programação e tem o apoio do Governo do Amapá, que investiu R$ 330 mil, através da Secretaria de Estado da Cultura (Secult). Deste montante, 60% é destinado ao pagamento dos cachês aos grupos envolvidos.

A chefe de gabinete da Secult, Oriene Sussuarana, explica que o I Tambores do Quilombo surgiu a partir de um anseio da sociedade civil e foi elaborado de forma participativa, envolvendo todas as comunidades que são, em sua maioria, quilombolas. “Com isso, o Governo do Amapá valoriza a população afrodescendente e demonstra respeito à diversidade religiosa”, ressaltou.

Uma das organizadoras, Patrícia Costa, reitera que o evento tem a proposta de reunir as comunidades tradicionais. “São dois dias de evento para rufar os tambores em Macapá”, enfatizou.

Valorização cultural

A programação desta terça-feira, 26, iniciou com a apresentação de ritos de matriz africana, para desejar êxito ao evento. Um dos participantes foi o pai de santo Marcos Ribeiro, que é babalorixá de candomblé. Ele afirmou que a ação estimula a valorização das religiões de origem africana e ajuda a diminuir o preconceito. “Esta é uma oportunidade que nos permite mostrar nossa tradição e nossa forma de trabalho. E, com certeza, contribui para desconstruir a imagem negativa que algumas pessoas têm sobre esta religião”, avaliou.

Após os ritos, o público pôde assistir às apresentações de batuque, marabaixo e sairê. A cantora e dançarina Alice Reis, 11 anos, é da Vila de Mazagão Velho, no município de Mazagão e representou o grupo Raízes do Marabaixo Infantil, que inclui participantes de 2 a 15 anos de idade. Alice faz parte de uma família de marabaixeiros e conta que o amor pela dança iniciou quando ela dava os primeiros passos.

A menina não conteve a emoção ao se apresentar no I Tambores do Quilombo. “Quando eu estava no palco, a sensação que eu tive em ver as crianças do meu grupo dançando foi muito boa. Estávamos tentando nos apresentar em Macapá há um ano e meio. É muito emocionante trazer um pouco da nossa cultura para cá”, confessou.

O autônomo José Araújo, 64 anos, assistiu às apresentações acompanhado da neta Stefani, de 4 anos. Para ele, eventos como estes são importantes para celebrar a diversidade e valorizar as tradições do povo amapaense. “Trouxe minha neta para que ela conheça um pouco mais sobre nossa cultura”, disse.

O I Tambores do Quilombo segue nesta quarta-feira, 27, com desfile afro, apresentações de danças e batalhas de hip-hop. Além de fortalecer e difundir a cultura afro, o evento fortalece a geração de emprego e renda ao atrair dezenas de empreendedores, fomentando a economia informal.

*Fotos: André Rodrigues

Projeto oferece aulas gratuitas de balé para crianças em habitacional de Macapá

Primeira conquista foi a apresentação no Teatro das Bacabeiras (Foto: Cayton Farias/Arquivo Pessoal)

No centro comunitário do habitacional São José, na Zona Sul de Macapá, não há barras para apoios e exercícios e nem espelhos para notar os próprios erros e corrigi-los. Mas esses detalhes não impedem que 50 crianças da comunidade, entre 2 e 14 anos, tenham aulas gratuitas de balé e busquem aperfeiçoar as técnicas aprendidas.

O projeto “Bailarinas do São José” iniciou há apenas três meses, tímido, com a intenção de espalhar conhecimento sobre a dança, mas acabou se ampliando e envolvendo os pais e a comunidade, que ajudam a comprar as roupas e as sapatilhas, nas apresentações das meninas e dos meninos em shoppings, Teatro das Bacabeiras e espaços públicos.

Sim, eles já se apresentam, e são incentivados por três jovens professores voluntários que desde 2015 desenvolvem projetos sociais de teatro e dança voltados para crianças. O coordenador é Cayton Farias, que fala com entusiasmo dos frutos desse trabalho.

“A mãe de uma criança me procurou no Facebook e perguntou se poderíamos dar aulas no residencial por um preço acessível. Ela me contou da carência do local e dos pequenos que não tinham como pagar. Fomos conhecer e nos apaixonamos. Por isso, o projeto vai muito além de aulas de balé, é um resgate de valores das famílias, tira a criança de qualquer risco social e dá a elas expectativa de buscar o melhor da vida”, fala emocionado.

Farias lembra que a primeira conquista foi fazer as crianças pisarem pela primeira vez no palco do Teatro das Bacabeiras, no dia 30 de Outubro, a apenas 20 dias do início das aulas.

“Elas ficaram encantadas e todos que assistiam se emocionaram. Foi um momento único e mágico. A partir disso elas começaram a ser convidadas a participarem de eventos dentro do conjunto e também nos shoppings da cidade. Nos enche de orgulho”.

Foto: Cayton Farias/Arquivo Pessoal

A mãe que levou o balé para o conjunto também é síndica de uma das quadras do residencial. Auricélia Ferreira conta que a ideia inicial era de conseguir matricular a filha, Emily, mas a possibilidade de envolver mais pessoas a empolgou.

“Com a ajuda de outros pais e maes consegui mobilizar mais crianças e fazer com que a prefeitura passasse também a apoiar a iniciativa. Na comunidade nós temos muitas pessoas ruins, que acabam levando nossos filhos para o lado do mal, mas também temos muita gente boa, e o projeto faz com que as crianças foquem no balé em vez de estarem pensando em outras coisas”, diz Auricélia.

As aulas acontecem aos sábados, a partir das 10h, e Auricélia faz questão de acompanhar atenta a evolução da filha. Para Emily, de 11 anos, é a realização de um sonho.

“No meu caso eu já fazia balé, gosto de dançar desde os dois anos e eu adoro estar ali, junto com minhas amigas. A gente aprende, dança e é perto de casa, por isso é também mais seguro”, expressa a pequena bailarina.

Segundo Auricélia, em fevereiro do próximo ano vão abrir novas inscrições. Mas é bom lembrar que as aulas são exclusivas para moradores do residencial São José. Mais informações podem ser buscadas no centro comunitário do conjunto, nos horários das 8h às 12h e das 14h às 17h.

Fonte: G1 Amapá

Cia Petit Dance apresenta “Marabatuque: a riqueza afro brasileira dançada no Amapá

A escola de dança Petit Dance vai apresentar, no Teatro das Bacabeiras, o terceiro espetáculo: “Marabatuque: a riqueza afro brasileira dançada no Amapá”. O trabalho conta a história dos negros no nosso estado, desde a chegada dos africanos passando pelos afrodescendentes e suas contribuições para a cultura amapaense.

Este ano, a escola traz um elenco com 74 bailarinos, com idades a partir de 2 anos. O trabalho com inclusão social da escola de danca Petit Dance quebra tabus e cresce de forma significativa para a realização destas crianças.

Pela primeira vez no Amapá, uma bailarina negra, Denise Trindade, será protagonista de um espetáculo e de um grande ballet de repertório, junto ao bailarino Will Martins. A Petit Dance também demonstrará seu trabalho de inclusão social com os bailarinos portadores de necessidades especiais.

Em 2017, Beatriz Aymore foi destaque. A bailarina tem paralisia cerebral e já foi protagonista do espetáculo de 2016. Nesta edição, a estreante é Maria Clara, adolescente de 14 anos, autista, que tem encontrado na dança uma grande alegria.

A companhia de dança se apresenta desde 2014. Em 2015, protagonizou o primeiro espetáculo inteiramente clássico do Amapá com o título “O conto de Sofia: Do mundo real para a magia da fantasia”. A apresentação foi baseada em temas como adoção e inclusão social. O trabalho emocionou o público. Em 2016, Petit Dance apresentou o espetáculo “Ruth Matos e Charles Pantoja no Mundo Mágico dos Tecidos e Bordados Traçado no Palco”.

Serviço:

Espetáculo de dança “Marabatuque: a riqueza afro brasileira dançada no Amapá”
Data: 09 de dezembro de 2017
Local: Teatro das Bacabeiras
Hora: 19h
Ingressos R$ 20,00

Contatos:
Escola Petit Dance, localizada na Antonio Coelho de Carvalho, Nº 2001, bairro Santa Rita (entre Hildermar Maia e Professor Tostes).
Telefone: 96-981256403
E-mail: [email protected]
Instagram: @petitdanceoficial

Elton Tavares, com informações da CIA de Dança Petit Dance.

Espetáculo ‘Volta ao Mundo’ vai mostrar danças de diversos países em Macapá

Espetáculo ‘Volta do Mundo’ vai reunir cerca de 300 bailarinos (Foto: Cia Kadosh/Divulgação)

Por Jorge Abreu

Fazer o público viajar por diversos países sem precisar sair da cadeira é a proposta do espetáculo ‘Volta ao Mundo’. Danças dos quatro cantos da Terra vão compor o evento que será realizado no dia 7 de dezembro, a partir de 19h, no Tetro das Bacabeiras, em Macapá.

Cerca de 300 bailarinos da companhia Kadosh e outros convidados vão apresentar danças urbanas e de salão, além de balé clássico e contemporâneo, seguindo um enredo de viagens com histórias de vários países.

De acordo com a presidente do instituto Kadosh, Karla Priscila, o evento foi inspirado nas conquistas da companhia, sendo elas a certificação internacional de dança e a seleção de dois bailarinos, que ganharam bolsas para um curso nos Estados Unidos.

“A proposta do espetáculo é fazer o público embarcar a uma viagem por vários países conhecendo a cultura deles, tudo através da arte. Vamos sair do Amapá, com a dança indígena, e passar pelos quatro cantos do mundo”, contou.

Os ingressos estão sendo vendidos no valor de R$ 10, na companhia Kadosh, localizado no 3º piso da Igreja Assembleia de Deus, a Pioneira, na Avenida Tiradentes, nº 532, bairro Central.

Serviço

Espetáculo de dança Volta ao Mundo
Dia: 7 de dezembro
Horário: 19h
Ingressos: R$ 10
Posto de Vendas: Cia Kadosh (3º piso da Igreja Assembleia de Deus, a Pioneira – Av. Tiradentes, nº 532, bairro Central)

Fonte: G1 Amapá

Hoje é o Dia do Samba

 

Hoje é o Nacional Dia do Samba, o gênero musical mais brasileiro de todos e amado pelos boêmios do nosso país. Apesar de fã de Rock, também aprecio um bom sambão. Desde que não seja pagode meloso (aquele estilo de música que possui as vogais como base), tocado na maioria dos locais.

De acordo com o conceito: o Samba é um gênero musical, derivado de raízes africanas surgido no Brasil e tido como o ritmo nacional por excelência. É uma das principais manifestações culturais populares brasileiras.

O Samba se transformou em símbolo de identidade nacional. Dentre suas características originais, está uma forma onde a dança é acompanhada por pequenas frases melódicas e refrões de criação anônima.

O gênero nasceu no Recôncavo Baiano e foi levado, na segunda metade do século XIX, para a cidade do Rio de Janeiro pelos negros que migraram da Bahia e se instalaram na então capital do Império. O samba se tornou, em 2005, um Patrimônio da Humanidade, de acordo com a United Nation Educational, Scientific and Cultural Organization (Unesco).

Amo o Samba, o gênero é brilhante. Cresci ao som deste estilo, com o velho Chico Buarque, Vinícius de Moraes, Paulinho da Viola, entre outros monstros sagrados da nossa música.

Durante o Carnaval, o samba corre nas veias dos foliões, ritmo oficial da festa da carne. Amo essa época e só pra lembrar: sou Piratão).

Origem do Dia do Samba

De acordo com a lenda popular, o Dia do Samba foi criado em homenagem ao sambista Ary Barroso, compositor da música “Na Baixa do Sapateiro”, uma ode à Salvador, capital da Bahia.

O vereador baiano Luís Monteiro da Costa foi quem instituiu a data, marcando o dia em que Ary Barroso visitou a Bahia pela primeira vez. em 1940.

Desde então, o Dia do Samba é comemorado principalmente em Salvador e no Rio de Janeiro, onde organizam-se festas e shows em homenagem ao ritmo.images (1)

A canção diz ainda que “quem não gosta de samba, bom sujeito não é”. Às vezes, sou ruim da cabeça e doente do pé ( quando alguma unha encrava), mas gosto do bom e velho Samba.

Viva o Samba e os sambistas!

Elton Tavares

Fonte: Calendar