“Don’t You Forget About Me” (“Não se Esqueça de Mim”) – A Geração John Hughes (Por @RicardoMacapa)

Salve, pessoal !! Estou por aqui para compartilhar umas experiências que tive um tempo atrás com relação à música e cinema…

Às vezes o saudosismo me bate forte… E no final de 2014 fui surpreendido por um documentário que estava passando na HBO, “Don’t You Forget About Me” é o título desse documentário… Que retrata a vida e obra de John Huges, o qual não conhecia até ver aquele bendito documentário (vergonha…rsrs!).

Sinto-me envergonhado, pois não sabia que se tratava de uma pessoa que foi muito importante na minha adolescência… John Hughes foi criador, diretor, produtor e roteirista de inúmeros filmes que marcaram aquela fase de minha vida (e de muitos que vivenciaram os anos 80)… Filmes como “Gatinhas e Gatões”, “Mulher Nota Mil”, “A Garota de Rosa Shocking”, “Clube dos Cinco” (“The Breakfast Club”) e “Curtindo A Vida Adoidado” (“Ferris Bueller’s Day Off”), este último, meu preferido… Hughes se tornou referência do gênero teen movies dos anos 80.

A internet é algo incrível… Tantas coisas que vi, escutei e vivenciei antes dela, e só agora é que estou descobrindo do quê e de quem se tratava… Esse é o caso de John Hughes… Não sou cinéfilo, mas gosto demais de assistir filmes, e conheço alguns caras do cinema, os mais famosos pelo menos… George Lucas, Spielberg, Tarantino (porém, quem não os conhece, né??? rsrs !!!)… Mas John Hughes não… eu deveria tê-lo conhecido antes de sua morte em 2009… É algo que vou demorar pra me perdoar…

O referido documentário foi lançado no mesmo ano da morte de Hughes, e foi idealizado por um grupo de fãs desse gênio, que conhecia como poucos a alma e os corações dos adolescentes da década de 1980…

Em 2010, um filme fez grandes referências a Hughes: “A Mentira” (“Easy A”), protagonizado por Emma Stone (ruivinha muito linda)… Muito bom esse filme, recomendo! Ele não passou nos cinemas tupiniquins, e foi direto pras locadoras aqui no Brasil em 2012 ou 2013, não lembro bem…. Mas recomendo os dois, tanto o filme quanto o documentário…

A Mentira (“Easy A”):

Don’t You Forget About Me (Documentário):

O Documentário explica muita coisa que aconteceu na vida de Hughes… Uma delas foi o sumiço repentino dele de Hollywood, ficando recluso em sua cidade natal até sua morte… Muitos dizem que foi devido a muitas crítica negativas sobre os filmes dele feitas por alguns ‘críticos’ de cinema norte-americanos (uns babacas)… Algumas pessoas tem dificuldades de lidar com isso… Principalmente pessoas mais sensíveis…

Outra curiosidade que vi também no documentário: Hughes escolhia pessoalmente as músicas para compor a trilha sonora de seus filmes… Assim ele escolheu “Don’t You Forget About Me” do Simple Minds para fazer parte da trilha de “Clube dos Cinco” (“The Breakfast Club”), e que acabou virando o título do documentário em sua homenagem… E convenhamos, o cara tinha um bom gosto musical…

Simple Minds – Don’t You (Forget About Me):

 

Mas continuando meu praguejamento: como posso não ter conhecido o criador, produtor e roteirista de “Curtindo A Vida Adoidado” ??!!!… Parafraseando Mestre Yoda: falha minha imperdoável essa é… Como já disse, esse é meu filme preferido do universo Hughes, e acredito que seja o favorito de muitos também… Quem não viu alguma vez esse filme na Sessão da Tarde? A Globo cansou de passar, acho que só não passou mais do que “A Lagoa Azul”… rsrs :p !!!

“Curtindo A Vida Adoidado”, pra mim, foi um marco no estilo de fazer esse tipo filme… Quando Ferris Bueller (Matthew Broderick) vira pra câmera e começa a falar com você, é de espantar!!! rsrs! E fora a trilha sonora que é maravilhosa (escolha de Hughes, é claro)… Duas cenas são marcantes neste filme, com relação a trilha sonora. Para maioria a número 1: Na Parada da cidade – com “Twist And Shout” (Beatles); e para mim a número 2: Cena do Museu – com “Please, Please, Please (Let Me Get What I Want)” (The Smiths), mas com performance de The Dream Academy… Num instrumental que é de arrepiar!! Essa cena do museu marcante pra mim…

“Twist And Shout”:

“Please, Please, Please (Let Me Get What I Want)”:

Bom, é isso galera… Quem sabe começo a me perdoar, pois agora já sei quem foi John Hughes, e o quanto ele foi importante em minha vida, e na vida de muitos, acredito eu… Um abraço e Valew!!

* Ricardo Ribeiro, amigo apaixonado por Cinema e Rock’n’roll.

Baile de máscaras reúne programação alternativa de carnaval em Macapá

Por Carlos Alberto Jr

Sempre como opção alternativa no carnaval, o Espaço Caos – Arte e Cultura promoverá o tradicional baile de máscaras hoje (10), na Zona Sul de Macapá. Na quinta edição, o baile “Quanto Riso, oh! Quanta Alegria” terá shows de artistas locais com sucessos que vão das tradicionais marchinhas de carnaval ao pop.

O baile também terá roda de conversa sobre o tema “News e manipulação de informação” e um concurso de fantasias, valendo como premiação uma vaga em um curso de fotografia. A programação tem ainda batalha de confetes, apresentações circenses e pinturas em neon.

A banda Pinducos – que é inspirada no “rei do carimbó”, Pinduca; o cantor pop Jhimmy Feiches e a banda de rock psicodélico Stereovitrola serão as atrações musicais do baile.

Também está confirmada apresentação do DJ Fúria Negra, com uma playlist voltada para black music brasileira e americana. Os ingressos da festa serão vendidos na portaria ao custo de R$ 8.

Baile terá batalha de confetes, pinturas de neon, atrações circenses e musicais em Macapá (Foto: Carlos Alberto Jr/G1)

Serviço:

5ª edição do baile “Quanto Riso, oh! Quanta Alegria”
Data: 10 de fevereiro (sábado)
Local: Espaço Caos – Arte e Cultura (Rua Leopoldo Machado, nº 4004, bairro Beirol)
Hora: 19h
Entrada: R$ 8
Classificação indicativa: 18 anos

Fonte: G1 Amapá

5ª edição da festa “Quanto Riso, oh! Quanta Alegria”: baile de carnaval do Caos promete uma festa inesquecível

Por Delleon Sampaio

O Espaço Caos – Arte e Cultura promoverá o tradicional baile de máscaras no dia 10 de fevereiro às 18 horas, em Macapá. Na 5ª edição, o baile “Quanto Riso, oh! Quanta Alegria” contará com artistas locais, que vão do rock às tradicionais marchinhas de carnaval.

O baile já é tradição em Macapá e é uma oportunidade para os amantes da cultura alternativa. “O baile de carnaval do Caos é uma experiência linda e livre”, disse João Matos, frequentador das últimas edições da festa.

Caos é composto por seis grupos independentes do Amapá, onde desenvolvem atividades ligada a música, fotografia, audiovisual, quadrinhos e grafite. O local é sede dos grupos Coletivo AP Quadrinhos, Clube de Cinema, Fotógrafos Anônimos, Festival Imagem-Movimento, Liberdade ao Rock e 100ID, que decidiram ter a experiência de sustentar um espaço para produzir e fomentar o cenário cultural amapaense.

Serviço: 

Baile Quanto Riso, oh! Quanta Alegria 5ª edição
Data: 10 de fevereiro
Local: Espaço Caos – Rua Leopoldo Machado 4004. Bairro Beirol, 68902-020 Macapá
Hora: 18h
Entrada: R$ 8,00

Fonte: A Gazeta

Contos, causos e histórias do Cleomar

Meu amigo Cleomar Almeida é um competente engenheiro. O cara também é a personificação da pavulagem e gentebonisse, presepeiro e boçal como poucos que conheço. Um figura divertido, inteligente, gaiato, espirituoso e de bem com a vida. Dono de célebres frases como “ajeitando, todo mundo se dá bem” e do “ei!” mais conhecido dos botecos da cidade. Quem conhece, sabe. Selecionei alguns de seus relatos na rede social Facebook. Boa leitura:

Luta garganteada

Comparo a luta do Lyoto Machida dessa madrugada a um pé de porrada que me meti certa vez quando moleque, só consegui acertar a primeira, daí pra frente só apanhei, mas apanhava como quem está ganhando, garganteando o tempo todo. Ao final, todo quebrado, ainda avisei ao meu quase algoz: Isso é pra tu aprender a não mexer com que tu não conhece! Ninguém entendeu nada, mas muita gente achou que saí vencedor daquela peleja.

Nortista e frio

Tem felicidade maior do que chegar a noite em casa, ligar a central de ar no 17, se meter debaixo do cobertor mais grosso que tiver e passar a noite inteira entrevado, brigando com o frio? Nortista é um bicho estranho mesmo.

Avaliações anuais

Dando uma avaliada no ano de 2017 e levando em consideração a merda que foi 2016 me veio na mente o refrão da música de Rio Negro e Solimões ” Tá ruim mas tá bão “. E vai melhorar mais ainda.

Em 2018 eu quero mais é perder, perder menos tempo com gente que não vale a pena, perder menos dinheiro com coisas desnecessárias e finalmente, perder uns dez quilos, de preferência sem ter nenhum membro amputado. Bora perder !!!

Brasileiro

Ainda ontem, conversando com dois amigos sobre violência, porte de armas, política… Surge a melhor definição sobre nós.
– Cleomar, brasileiro é doido!!!
Pronto, acabou a discussão.

Bar de corno

Daquelas histórias que só acontecem numa mesa de bar. Dia desses, estávamos eu e um amigo, jogando aquele papo furado, contando mentira, falando mal da vida dos outros e é claro, tomando aquela cerveja bem gelada, quando descem de um carro, cinco cabôcos, com visíveis sinais de embriaguez, como diz um outro amigo meu, e em alto e bom som um deles ao passar por nós grita: É aqui o Empório do Índio, o bar que só dá corno? Eu em resposta à pergunta do nobre cidadão respondi: Sim, inclusive acabou de desembarcar mais uma carrada neste exato momento. Foi um pára pra acertar, o cabra ficou puto, queria brigar. Quem fala o que quer…

Passando bem

Outro dia, assistindo ao noticiário local, vejo o repórter relatando uma tentativa de homicídio, em que a vítima havia sido alvejada por três tiros de arma de fogo mas, segundo o repórter, passava bem. Porra, quem levou três tiros não pode estar passando bem, passando bem está o cara que ganhou 7 milhões na mega sena, passando bem, tá o namorado da Paola Oliveira. Quem levou três tiros e sobreviveu, no máximo, tá levando muita largura.

Mercado

Aí tu sais pra comprar um peixe e chegando no Mercado, dá de cara com umas “mini-aparelhagens” espalhadas pelos boxes, umas tocando hino de igreja, outras pagode e outras aquele brega rasgado, todas com o volume até o “talo”. Acrescente a isso algumas doses de ressaca, a agonia é tanta que o cabôco até esquece o que foi fazer.

Fim dos tempos

Mais uma da série ” Fim dos tempos “. Conversando agora a pouco com um amigo e ele me conta:
– Te contei que meu pai foi assaltado na frente de casa?
– Não, como foi isso?
– Porra, meu pai acorda cedo e com mania de velho, vai varrer as folhas da mangueira em frente de casa, numa dessas, dois malandros de bike, foram pra cima do coroa.
– E aí, o que aconteceu?
– Um dos malacos entrou com ele em casa e fez uma geral, enquanto o outro “reparava” lá na frente. Nessa geral o malandro achou 700 contos.
– E aí?
– Aí que o que tava com meu pai sussurrou no ouvido dele: Não fala pro lá da frente que eu peguei os 700.
Rapá, é ladrão roubando ladrão.
Fim dos tempos mesmo!

Sono e fome

Tenho a certeza de que sono e fome são dois grandes amigos que se juntam pra me sacanear. O sono diz para a fome, vou sair de perto e você pula com os dois pés no peito dele. O golpe é tão certeiro, que já caio dentro da geladeira.

Hoje rola Quinta Jazz no Norte das Águas

O Quinteto Amazon Music, pilotado pelo multi-instrumentista Finéias Nelluty, se apresenta hoje (1), a partir das 21h, na Quinta Jazz do Bar e Restaurante Norte das Águas. A noite contará com participação especial do músico Marcos Cardoso. Portanto, o convite está feito para os amantes da boa música curtirem um som legal às margens do Rio Amazonas. A entrada será franca.

Quinteto Amazon Music

O grupo musical conta com Fineias Nelluty ( teclado),Paulinho Queiroga (Bateria), Alan Gomes Gomes (Baixo) e Edson Costa Fabinho (Guitarra). A banda, formada por músicos consagrados dentro e fora do Amapá, possui a proposta de promover a música instrumental na capital amapaense. O repertório do Amazon Music é repleto de canções, em estilos diversificados como MPB, Jazz, Blues e MPA.

Norte das Águas

O Norte das Águas é um dos mais conceituados pontos turísticos de Macapá, que fica situado às margens do rio Amazonas, no Complexo Marlindo Serrano (Araxá). O estabelecimento serve boa comida, cervejas enevoadas, drink’s variados e hospeda a Quinta do Jazz desde 2007, com atendimento diferenciado aos seus frequentadores.

Serviço:

Jazz do Quinteto Amazon Music
Data: 01/02/2018
Hora: a partir das 21h.
Entrada: franca, mas talvez role um couvert.
Local: Bar e Restaurante Norte das Águas, localizado no Complexo do Araxá, zona Sul de Macapá.

Elton Tavares

Hoje rola segunda levada da escola de samba Piratas da Batucada, na orla de Macapá


Hoje (28), a escola de samba Piratas da Batucada promoverá a segunda “Levada Zona Sul” na orla de Macapá. A realização faz com que o Carnaval 2018 não passe em branco para os milhares de piratas e amantes da agremiação, além dos amantes da maior festa cultural do Amapá e Brasil. A concentração será a partir das 15h no Complexo do Araxá.

Assim como na primeira levada, os brincantes poderão curtir a bateria nota 10 do Piratão, sambistas e dançarinos da escola e trio elétrico, que entre outros sambas, tocará o samba-enredo do Rei do Carnaval.

Acho ótimo que o Piratão promova esses eventos, abertos para a população, já que a Liga Independente das Escolas de Samba do Amapá (LIESAP), órgão com a única missão de organizar e promover o Carnaval, não o fará DE NOVO.

Serviço:

2ª Levada Zona Sul da escola Piratas da Batucada
Data: 28 de janeiro (hoje)
Hora: 15h (concentração)
Local: Complexo do Araxá

Elton Tavares

Hoje rola Roda de Batuque na orla de Macapá

Neste domingo (14), a partir das 17h, no Norte das Águas, será realizada a Roda de Batuque. Idealizado pelo Grupo Bandaia de Batuque e Marabaixo e com direção musical de João Amorim, o evento visa o fortalecimento de ritmos, musicalidade e cultura locais. Os encontros sempre foram são sucesso de público e crítica. A entrada será gratuita.

Então, hoje às margens do Rio Amazonas, tem essa ótima oportunidade para quem é de dança e quem curte Batuque, Marabaixo, Zouk, Bandaiae Cacicó.

“Venha dançar com a gente nesta grande festa popular, com muita gengibirra, saião, toalha, cores e muita gente bonita e feliz. Marabaixo, zulk, Bandaia e Cacicó vão botar o povo pra dançar”, destacou o músico e organizador, João Amorim.

Serviço:

Roda de Batuque no Norte das Águas – Complexo do Araxá
Local: Norte das Águas, localizado no Complexo do Araxá.
Data: 14/01/2018
Hora: a partir das 17h.

Elton Tavares

‘Levada’ do Piratão quer reunir mais de 8 mil pessoas na orla de Macapá

Por Jorge Abreu

A orla de Macapá vai ganhar as cores amarelo e azul neste domingo (14). Será o primeiro ensaio aberto ao público da escola de samba Piratas da Batucada. A “levada” vai percorrer a orla de Macapá e espera reunir mais de 8 mil pessoas.

A concentração está marcada para 16h, no complexo do Araxá. O término do percurso será na quadra do “Piratão”. Um trio vai acompanhar o público e a escola deve levar interpretes oficiais, bateria, casal de mestre-sala e porta-bandeira, passistas e

De acordo com o presidente da Piratas da Batucada, Marcelo ‘Zona Sul’, o evento antecipa a festa em homenagem aos 10 anos do samba-enredo da escola de samba carioca Beija-Flor de Nilópolis que homenageou o Amapá.

Percurso será na rola de Macapá até a Caverna do Pirata (Foto: Divulgação)

“Ano passado, organizamos o primeiro ensaio em cima da hora, o público superou nossas expectativas com cerca de 8 mil pessoas. Ao todo, fizemos seis levadas na orla. Agora, queremos um número maior de brincantes”, disse, entusiasmado.

Serviço:

Levada Zona Sul da escola Piratas da Batucada
Data: 14 de janeiro (domingo)
Hora: 16h (concentração)
Local: Complexo do Araxá

Fonte: G1 Amapá

SACI MANDA AVISAR QUE TEM CARNAVAL, SIM SENHOR!

O Bloco Saci Pererê completou no último dia 10, 46 anos de criação. Para comemorar esses anos de muita irreverência, alegria e amizade, a diretoria do bloco programou o retorno das famosas “Domingueiras do Saci”, já para hoje (14), a partir das 14h, na lendária esquina do Bar Xodó com o Lennon (General Rondon com Iracema Carvão Nunes – Centro). O local sempre foi ponto de concentração dos Sacis, independente de ser época de carnaval, ou não.

Com o retorno das domingueiras vem junto também o tradicional “arrastão” pelas ruas do Centro de Macapá. “Vamos tentar”, brincou Peixinho, um dos fundadores do bloco. Aproveitando o retorno do carnaval do Pererê, os “Sacis” reinauguram o famoso “Bar Xodó”, que volta a ser o local de concentração das Domingueiras do Saci.

Então tá combinado: Domingo tem carnaval do Saci Pererê, a partir das 14h, no Bar Xodó.

Haverá venda de abadá, ao preço de R$ 20,00.

Tica Lemos
Assessoria de comunicação

Espetáculo Novo Amapá volta ao palco do Teatro das Bacabeiras

Por Adryany Magalhães

Pelo sétimo ano o espetáculo Novo Amapá volta ao palco para relembrar um dos maiores naufrágios da Amazônia. A peça será encenada no dia 6 de janeiro as 20h, no Teatro das Bacabeiras.

O espetáculo teatral é o olhar artístico sobre o maior naufrágio fluvial da história brasileira. O acidente ocorreu no dia 6 de janeiro de 1981 no Rio Cajarí (proximidades da fronteira entre o Estado do Amapá e Pará) quando o barco Novo Amapá naufragou deixando cerca de 600 vítimas.

A montagem é baseada no texto “Triste Janeiro” do jovem ator e dramaturgo Joca Monteiro que através de poemas homenageia todos os envolvidos naquele acontecimento. A direção fica por conta de Marina Beckman. Paulo Rocha assume a direção de arte.

Além da poesia, o trabalho tem influencias do teatro físico, conta ainda com inserção de vídeos e é construída por meio de diversos processos de experimentações artísticas coletivas.

Na peça o público é conduzido a viajar nos sonhos e encantos da infância, onde o “puc puc puc” dos barquinhos dão ao homem o prazer da libertação e as águas tornam-se a porta para descobertas e anseios de “palmo a palmo” conquistar mundo. Na luta por este sonho, o homem se torna coisa, carga, engrenagem de um sistema mecânico que o explora de todas as formas e nos acontecimentos mais corriqueiros.

Apesar de condicionado à exploração, o homem não perde a sua essência humana, sofre os amores e as perdas, mas não submerge a esperança por dias melhores.

Serviço

Espetáculo Novo Amapá
20h no Teatro das Bacabeiras
Dia 6 de Janeiro de 2018
Ingresso: R$ 10,00

Contato: Adryany Magalhães
Ascom Cia. SuperNova – 991445442

Com ‘King Kong’ de 11 metros, circo estreia temporada em Macapá

‘King Kong’ promete transformar cada sessão em um turbilhão de emoções (Foto: Circo Khronos/Divulgação)

O ano de 2018 começa com muita diversão em Macapá com a chegada do circo ‘Khronos’. Para uma temporada especial e inédita na cidade, o picadeiro receberá atrações tradicionais misturadas com tecnologia. O espetáculo estreia na sexta-feira (5), a partir das 20h, no estacionamento de um shopping na Zona Sul da capital.

Segundo o diretor-geral do circo, Edilson Ribeiro, a atração deve permanecer na capital durante o mês de janeiro, com sessões diárias e horários para atender todos os públicos. Os ingressos variam entre R$ 15 e R$ 40.

Fundado em Goiás, e com apenas 8 anos, o circo já percorreu várias cidades de diferentes estados, como Bahia, Tocantins, Pará e Brasília. Essa é a primeira vez que a trupe goiana vem para o Amapá.

Cada sessão tem duração de 1 hora e 30 minutos. A magia do mundo circense será apresentada através de balé aéreo, shows de malabares, palhaços, dança, mágicos e números de risco, como o clássico “globo da morte” e o “trono”.

No espetáculo também não faltará tecnologia: um dos números será o “Homem Lazer”, que faz um show pirotécnico com som e luz; o “King Kong”, um gorila mecânico com 11 metros de altura; além da participação de bonecos mecânicos que imitam dinossauros.

“Nossa principal atração é o ‘King Kong’, que tem uma participação bem teatral, que vai de encontro com os dinossauros, outros personagens amados e temidos pelo público. É um tanto assustador, assim como emocionante”, contou Ribeiro.

Nos dias de semana, o valor é de R$ 30 (inteira) e R$15 (meia). Aos fins de semana e feriados, custa R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia). Os estudantes e crianças pagam meia. Na semana, as sessões serão apenas às 20h30. Aos sábados, domingos e feriados, as sessões são às 16h, 18h e 20h30.

Serviço:

Circo ‘Khronos’ em Macapá
Estreia: dia 5 de janeiro (sexta-feira)
Período: durante todo o mês de janeiro
Horários: 20h30 (de segunda à sexta-feira); 16h, 18h e 20h30 (fins de semana e feriados)
Local: Estacionamento do Amapá Garden Shopping (Rodovia JK)
Ingressos: R$ 15 e R$ 30* (de segunda à sexta-feira); R$ 40 e R$ 20* (fins de semana e feriados)
*meia-entrada

Fonte: G1 Amapá

Curupira Vampiro promove ‘open bar’ para celebrar a chegada de 2018

A produtora Curupira Vampiro retornou as atividades em grande estilo em 2017, com o show de Pabllo Vittar, atual fenômeno da música pop. Para celebrar ainda mais e somar ao portfólio de sucesso, a produtora realizará, no dia 31 de dezembro, na Sede dos Magistrados, mais um grande evento open bar, para brindar a chegada de 2018.

Conhecida pelos bons serviços oferecido no ‘open bar’ que realiza, para o novo ano não poderia ser diferente. “A gente preza por um serviço de qualidade, porque sabemos que faz a diferença para o clientes, logo, faz sentido também como produtora oferecer o melhor open bar da cidade. Queremos ver todos se divertindo, dançando e cantando. E é que daremos as boas-vindas a 2018, e em grande estilo, junto com nosso público”, comenta o CEO da produtora, Thalis Rudah.

O cantor Jhimmy Feiches, considerado uma das maiores revelações musicais amapaense, abre a noite da virada, e as produtoras paraenses, “MeAchuta” e “Noize”, além do Dj residente, Luih Grangeiro, seguem animando a primeira festa da produtora de 2018.

A intenção dessa festa, de acordo com a produtora, é comemorar a volta da Curupira Vampiro, que celebra oito anos de realização de festas que renderam ao grupo credibilidade que também assinassem outras coproduções e, aliado a isto, reunir amigos e o melhor público para começar 2018 com o pé direito.

Contatos para entrevista:
Júnior Nery (96) 98127-1559
Jornalista (DRT 343-AP)
D1 Comunicação

Júnior Nery
Jornalista (DRT 343-AP)
+55 (96) 98127-1559
E-mail: [email protected]
Twitter: @jr_nery / Facebook/jrneryoficial

I Tambores do Quilombo celebra riqueza afro do Amapá

Por Andreza Teixeira, da Agência Amapá

A população afrodescendente do Amapá celebra as riquezas de sua cultura e o fomento da economia informal com o I Tambores do Quilombo que acontece durante dois dias em Macapá, 26 e 27 de dezembro, na Avenida Mário Cruz, no Centro. A iniciativa inclui a apresentação de 59 grupos de comunidades tradicionais amapaenses e reúne desfile afro, batalhas de hip-hop e apresentações de danças como marabaixo, batuque e sairê. O público pode, ainda, conhecer ritos de matriz africana e de candomblé.

O evento é organizado por uma comissão de representantes dos segmentos incluídos na programação e tem o apoio do Governo do Amapá, que investiu R$ 330 mil, através da Secretaria de Estado da Cultura (Secult). Deste montante, 60% é destinado ao pagamento dos cachês aos grupos envolvidos.

A chefe de gabinete da Secult, Oriene Sussuarana, explica que o I Tambores do Quilombo surgiu a partir de um anseio da sociedade civil e foi elaborado de forma participativa, envolvendo todas as comunidades que são, em sua maioria, quilombolas. “Com isso, o Governo do Amapá valoriza a população afrodescendente e demonstra respeito à diversidade religiosa”, ressaltou.

Uma das organizadoras, Patrícia Costa, reitera que o evento tem a proposta de reunir as comunidades tradicionais. “São dois dias de evento para rufar os tambores em Macapá”, enfatizou.

Valorização cultural

A programação desta terça-feira, 26, iniciou com a apresentação de ritos de matriz africana, para desejar êxito ao evento. Um dos participantes foi o pai de santo Marcos Ribeiro, que é babalorixá de candomblé. Ele afirmou que a ação estimula a valorização das religiões de origem africana e ajuda a diminuir o preconceito. “Esta é uma oportunidade que nos permite mostrar nossa tradição e nossa forma de trabalho. E, com certeza, contribui para desconstruir a imagem negativa que algumas pessoas têm sobre esta religião”, avaliou.

Após os ritos, o público pôde assistir às apresentações de batuque, marabaixo e sairê. A cantora e dançarina Alice Reis, 11 anos, é da Vila de Mazagão Velho, no município de Mazagão e representou o grupo Raízes do Marabaixo Infantil, que inclui participantes de 2 a 15 anos de idade. Alice faz parte de uma família de marabaixeiros e conta que o amor pela dança iniciou quando ela dava os primeiros passos.

A menina não conteve a emoção ao se apresentar no I Tambores do Quilombo. “Quando eu estava no palco, a sensação que eu tive em ver as crianças do meu grupo dançando foi muito boa. Estávamos tentando nos apresentar em Macapá há um ano e meio. É muito emocionante trazer um pouco da nossa cultura para cá”, confessou.

O autônomo José Araújo, 64 anos, assistiu às apresentações acompanhado da neta Stefani, de 4 anos. Para ele, eventos como estes são importantes para celebrar a diversidade e valorizar as tradições do povo amapaense. “Trouxe minha neta para que ela conheça um pouco mais sobre nossa cultura”, disse.

O I Tambores do Quilombo segue nesta quarta-feira, 27, com desfile afro, apresentações de danças e batalhas de hip-hop. Além de fortalecer e difundir a cultura afro, o evento fortalece a geração de emprego e renda ao atrair dezenas de empreendedores, fomentando a economia informal.

*Fotos: André Rodrigues

Dark: o passado é determinado pelo futuro? – Por @giandanton

Por Gian Danton

Dark, a primeira produção alemã da Netflix, é uma das melhores histórias que já vi sobre viagens no tempo.

Ela parte de uma premissa que lembra muito Strange Things: o desaparecimento de um garoto em uma cidadezinha do interior e as investigações para encontrá-lo. O caso parece estar relacionado a outro desaparecimento que ocorreu no mesmo lugar, 33 anos antes.

Mas Dark é muito, muito mais adulto e, principalmente, muito mais profundo e igualmente mais complexo (e também muito mais difícil de entender). Há dezenas de personagens e, em alguns casos, suas versões de períodos diferentes em narrativas que muitas vezes correm paralelas, nos anos de 1953, 1986 e 2019. Isso certamente afastará os leitores mais desatentos. Não é difícil perder-se nesse emaranhado de presente, passado e futuro. E pode ser mais difícil ainda compreender as implicações científicas e filosóficas da história.

Durante muito tempo a Alemanha foi o berço de alguns dos mais importantes filósofos da humanidade, de Kant a Schopenhauer, em um processo que culminou em Nietzsche. Durante muitos anos dizia-se que só se podia filosofar em alemão. Da mesma forma, pode-se dizer que uma série como Dark só poderia surgir na Alemanha. É do caldeirão cultural, filosófico e histórico alemão que se forma essa estranha história que parte do princípio de que o futuro é capaz de transformar o passado. Mais do que isso: parte da premissa de que o futuro determina o passado, uma curiosa inversão do determinismo social e histórico.

Estruturada na forma de quebra-cabeça, em que o expectador vai aos poucos ligando as peças dessa estranha estrutura, é também uma série que faz pensar, inclusive sobre sua premissa básica: somos mesmo prisioneiros de um destino?

Fonte: blog do Ivan Carlo.