Rock autoral amapaense: conheça e curta o som da banda VM Rock

A VM Rock, título que faz referência de forma lúdica ao nome de Augusto Máximo, fundador da banda, nasceu em 2014, sempre com letras profundas, que trazem reflexões sobre a vida.

O grupo que trabalha com o rock nacional já tem em sua discografia o EP “Extended Plays” (2017), e o sucesso de “Amanhã”, lançado ainda neste ano.

Nós da Arte Brasileira convidamos os integrantes da banda para uma entrevista especial.

Confira logo após o vídeo abaixo:

Pessoal, primeiramente, muito obrigado por aceitarem essa entrevista. A primeira pergunta, vocês trazem mensagens de valorização à vida, não é? Como chegaram nessa temática?

Augusto (vocal): Muitíssimo obrigado pela oportunidade, nós ficamos realmente empolgados para falarmos um pouquinho sobre nós aqui! Este tipo de espaço é que fortalece a cena independente, e tem colaborado para o crescimento de novos artistas nacionais.

Falar de valor a vida não foi nada pretensioso no começo, talvez tenha sido uma fase de composição otimista, quando eu escrevia músicas como mensagens de auto superação. Mensagem estas que expressavam cenas da vida cotidiana, valores e sonhos. Só quando estávamos no meio do processo de gravação do primeiro trabalho, o EP “Bendita Água”, que repensamos nas propostas conceituais e, junto, a ideia brilhante de usarmos estas músicas para abrir um projeto de conscientização em escolas e outros espaços públicos. Um projeto chamado “Viva Mais”, a ideia de não apenas ser uma banda para tocar músicas de entretenimento invadiram nossas cabeças e, por um bom tempo, foi nossa principal motivação de tocarmos estas músicas.

Do que mais falam as letras de suas canções?

Augusto: Histórias e diálogos internos. As inspirações para a maioria das letras têm sido minhas experiências pessoais ou aquilo que eu gostaria de dizer para mim mesmo, isso não é uma regra, mas a banda tem confiado plenamente em meu trabalho quando se trata de criar letras. Estas composições retratam fases da minha vida, momentos que, com certeza, muitos se identificam, pois também já passaram. Exemplo: “Eu sei”, é um subjetivo diálogo sobre perdão – nela usei a figura do meu pai – foi criada na época em que eu o reencontrei após 20 anos. Outro exemplo é a “Janela e Porta”, relata minha fase no Ensino Médio, enquanto entre amigos e irresponsabilidades estava lutando contra uma crise respiratória, ao mesmo tempo que procurava um meio para firmar minha própria identidade.

Sergiomar (produtor e guitarrista): Felizmente não paramos por aí, novas canções foram surgindo que dialogavam sobre a luta contra a crise de ansiedade, depressão e drogas. Atualmente estamos abordando novas temáticas e o público pode esperar muitas novidades vindas por aí. Começando pelo Single “Amanhã”, com certeza sentirão o amadurecimento nas letras e arranjos. Sentirão o descentralizar do eu lírico para outras temáticas universais, valores humanos, reflexão sobre os desafios da vida; o que queremos realmente fazer, compor para expressar através da música o que as pessoas querem dizer e guardam para si; ou aquilo que deveria ser dito e ninguém o diz – “Desafiador demais!”.

Vamos polemizar. Vocês começaram a lançar trabalhos autorais em 2017. O que vocês acreditam que nesses quase dois anos, tem mudado na música de vocês, na música brasileira, e até mesmo no nosso país como um todo?

Sergiomar: Amadurecemos a nível instrumental e letra. Resolvemos deixar nossos arranjos mais enxutos, pois, por meio do EP, conseguimos definir bem para onde devíamos caminhar. O primeiro trabalho funcionou de forma experimental e durou o tempo necessário para formarmos um conceito e uma equipe mais sólidos.

Jaime (guitarrista): Nesta nova fase, nos desafiamos a ir além, escolhemos a música “Amanhã” para abrir as portas daquilo que ainda está por vir.

Ao contrário do EP, que foi gravado de forma caseira, estamos agora em um estúdio profissional (HM Studio), queremos explorar toda a potencialidade do som que estamos produzindo.

Wellison (baixista): O atual cenário da música brasileira ainda é instável para bandas independentes como nós e ainda lutamos com fato de estarmos bem isolados das “centrais brasileiras” onde as oportunidades são mais visíveis. Porém deixamos de ter isso como o maior obstáculo de nossa carreira, já que estamos na fase de maior democratização da música brasileira através das redes sociais e os demais meios tecnológicos. Somos bem otimistas e acreditamos que a banda é o público que tem. Estamos construindo um público super parceiro, eles têm contribuído demais fazendo com que nossa música viaje o Brasil todo antes de nós. Estamos convictos de que o dia de chegarmos nesses lugares está perto.

A primeira música que vocês lançaram chegou até mesmo em algumas rádios do sudeste, não é? Como foi a recepção do público para uma banda nova que estava surgindo no pedaço?

Augusto: Uma surpresa para nós! Quando dizemos “Oi! Somos uma banda aqui do Amapá!… No extremo norte do Brasil” é um espanto, pois é incrível o que a internet nos proporciona esse “atalho dimensional” a lugares tão longínquos. E quando vemos a reciprocidade ficamos orgulhosos de nós mesmos, de estarmos na direção certa.

Wellison: Até hoje, quando recebemos mensagens de nosso público em outras regiões do Brasil, não só do sudeste, ficamos bem surpresos. Talvez não mensurássemos o alcance que nossas músicas podem ter.

Sergiomar: A banda estreou com a música “1 Co 13”, tendo mais de mil visualizações no primeiro mês de seu vídeo de lançamento no Youtube e chegando a tocar em rádios no sudeste do país, como por exemplo a rádio Graviola (Rio de Janeiro), no programa para bandas de rock “Mundo Independente”.

E desde aí temos recebido mensagens do nordeste, do sul e de outros lugares que nem imaginávamos ter tanta visibilidade.

E hoje, como vocês estão sendo reconhecidos?

Augusto: Poderia soar pretensioso ao definir como estamos sendo reconhecidos, mas posso dizer como esperamos estar sendo. Como já havíamos dito, somos do Amapá e, sejamos francos, ainda há muita dificuldade de viajar para outros estados já que as passagens aéreas são de alto custo e outros meios também são custosos (sem contar os obstáculos da música independente no Brasil), por isso, prefiro achar, que a luta pelos nossos ideais e conquistas estejam inspirando a outras bandas e artistas de nossa região a não desistir.

Felippe Kaleb (baterista): Vemos a gente como uma banda que não quer apenas tocar para entreter, mas esperamos que nossas músicas levem uma mensagem de reflexão e ajude as pessoas a se encontrarem como seres humanos. Queremos levar um pouco da nossa terra para o restante do país e, quem sabe, do mundo!

Sergiomar: Estamos aqui para provar que é possível fazer da música nossa diversão e profissão, que mesmo vindo de um estado tão subestimado, mesmo com tanta ausência de cena para o rock, é possível acreditar que a música não é apenas um sonho, é uma realidade. Mas já ficamos satisfeitos quando alguém diz “Saca essa banda lá do Amapá! É muito boa!”, estar levando o nome de nosso estado ou região já é um orgulho para nós.

Qual trabalho que vocês consideram o mais importante (ou mais influente) da discografia da banda?

Jaime: Com certeza é a música “Amanhã”, pois ela é a primeira obra publicada que reflete o amadurecimento em que obtemos depois destes 2 anos. Por isso, resolvemos investir em uma produção de maior qualidade. Gravada em estúdio profissional, contamos com a produção musical do ilustre Hian Moreira, que foi fundamental para que nosso som falasse a altura do que compomos. Lançamos esta música pelo Youtube no dia 28 de janeiro, em formato single. E já conta com a nova formação: Augusto Máximo (vocal); Felippe Kaleb (batera); Jaime Lopes (guitarra); Sergiomar Jr. (guitarra); e Wellison Monteiro (baixo).

Quais são os planos para o futuro da VM Rock?

Augusto: Pretendemos lançar um clipe do single “Amanhã” ainda neste primeiro semestre pela empresa audiovisual Youwide Records. Em seguida, focaremos em entregar para nosso público mais músicas em formato single até o final deste ano; depois compactá-las em um álbum com outras faixas inéditas.

Sergiomar: Estamos, também, mirando festivais nacionais e internacionais, como por exemplo, EDP Live Bands Brasil ‘19, seletiva para bandas novas que desejam tocar em Portugal. Mais novidades seriam as vendas de camisas e outros acessórios com a marca da banda. Com isso, pretendemos criar coleções com as frases marcantes das nossas letras e motivacionais.

Vocês têm alguma (ou algumas) histórias ou curiosidades para nos contar referente ao trabalho de vocês?

Augusto: No início deste ano inauguramos a entrada de dois novos membros: Felippe Kaleb e Jaime Lopes. Eles são daqueles tipos de músicos que toda banda brigaria para ter, tal como são excelentes parceiros no trabalho como músicos profissionais virtuosos. Felippe (baterista) é irmão do nosso guitarrista e produtor, Sergiomar Jr, e os três têm uma banda de thrash metal, o Profetika, que já estão na cena underground há 10 anos; e, antes mesmo de terem este projeto, já tínhamos tentado formar uma banda com os mesmos integrantes que fazem parte da VM Rock hoje, isso mesmo! Há 10 anos atrás era para ter surgido, mas não aconteceu porque tive que fazer uma viagem não planejada e morar por um tempo distante dessa galera.

Depois de tocarmos em outros projetos, finalmente voltamos a nos encontrar e, pela primeira vez, esses amigos, com mais ou menos 20 anos de amizade, se reúnem para fazer a música que sempre sonhamos.

Fiquem à vontade para falarem algo que eu não perguntei e que vocês gostariam de ter dito.

Sergiomar: Provavelmente a galera tenha se perguntado o significado do nome da banda. É curioso, pois sempre tem alguém que nos faz esta pergunta. Trata-se de uma proposta rejeitada de título escolhido para um álbum, o primeiro EP deveria ser chamado de “Volume Máximo”, fazendo um trocadilho com o nome do vocalista e idealizador do projeto, Augusto Máximo. Apenas em 2018 que ao nome foi acrescentado “rock”, no intuito de diferenciá-la de demais artistas ou grupos artísticos com o mesmo nome.

Fonte: Revista Arte Brasileira

Apoie o trabalho da banda VM Rock seguindo as redes sociais do grupo:

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Meu comentário: quem me conhece sabe: sou um amante do Rock and Roll e um entusiasta do Rock Amapaense. Há alguns dias, o amigo (músico integrante da banda Dezoito21) Geison Castro, me marcou em uma publicação sobre a VM Rock. Por conta da correria do trampo, deixei pra depois e somente ontem fui sacar e escutar o som dos caras. Gostei bastante. Parabenizo os moleques (no bom sentido da palavra, pois chamo de moleques todos os que são mais novos que o gordão aqui). Podem contar com o apoio do site Blog De Rocha, Sucesso! (Elton Tavares).

Há cinco anos na estrada, banda Tia Biló lança primeiro CD com músicas para ‘ensinar a viver’

Banda Amapaense lançará primeiro CD — Foto: Tia Biló/Divulgação

Por Victor Vidigal

Com cinco anos de estrada, a banda Tia Biló lança hoje (16) o primeiro álbum do grupo, o CD intitulado “Antes do Apagar das Luzes”. A apresentação vai ocorrer com a realização de show em um bar na Zona Central de Macapá.

Fruto de trabalho independente, o álbum tem 10 canções autorais que passeiam pelo pop/rock, com letras que buscam “ensinar a viver”, como define o vocalista Ozy Rodrigues.

“O CD em si é cheio de mensagens de vida, mensagens de como faz para se viver. E a ideia é oferecer um show com muita energia positiva para quem for prestigiar”, disse Ozy.

A vontade de produzir e lançar um disco surgiu há três anos. Mesmo diante de dificuldades financeiras, a banda conseguiu realizar o sonho.

CD ‘Antes do Apagar das Luzes’, da banda Tia Biló — Foto: Tia Biló/Divulgação

“Esse lançamento é a materialização de um pensamento que surgiu três anos atrás. É a realização de um sonho para todos da banda. A gente foi produzindo aos poucos, tendo como referencial o nosso estado financeiro”, relatou Ozy.

O registro do material foi feito em quatro estúdios diferentes: duas músicas foram gravadas em São Paulo e o restante foi produzido em estúdios locais.

Durante o show, os músicos prometem tocar as dez faixas do álbum, além de covers de artistas que influenciaram o quarteto, como Legião Urbana, Cazuza, Raul Seixas e Ira.

O público ainda poderá curtir as bandas de rock Tio Zé e Dezoito 21, que farão a abertura do show principal.

Serviço:

Show de lançamento do CD “Antes do Apagar das Luzes”
Data: 16 de março (sábado)
Local: Donna Antônia ( Avenida General Gurjão, 85, Centro, ao lado do Teatro das Bacabeiras)
Hora: 22h
Ingressos: R$ 15 (individual); R$ 60 (mesa)
Venda do CD: R$ 10

Fonte: G1 Amapá

Carnaval alternativo com Rock and Roll, Brega Rock e Carimbó: vem aí o Baile dos Hermanos

Para quem busca uma alternativa no carnaval 2019, a Duas Telas Produções vai produzir uma programação com muito Rock and Roll, Brega Rock, Carimbó e claro, as tradicionais marchinhas de salão. O Baile dos Hermanos é uma opção de carnaval diferenciada que tenta busca agregar apreciadores de diversas vertentes da música, assim como coloca a zona norte de Macapá no circuito de eventos com alto nível de produção. Para esta noite festiva teremos como atrações as Bandas Bloco Ventura, O Sósia e Os Pinducos, com a participação especialíssima do cantor Mauro Cotta.

O Baile dos Hermanos está marcado para hoje (4), a partir das 20 horas, no Chalé Japiím, no bairro Renascer I. Prepare sua fantasia, traga sua disposição para ser feliz e dançar em uma noite de muita energia positiva!

Serviço:

BAILE DOS HERMANOS
Atrações:
Banda Bloco Ventura
Banda O Sósia
Banda Os Pinducos
Participação Especial: Mauro Cotta
Local:Chalé Japiím, Rua Italiota 1509 – Renascer I
Hora:A partir de 20 horas
Posto de Vendas:Loja Norte Rock – Vila Nova Shopping
Ingressos Individuais: R$ 25,00 (Antecipado 1° lote)
Camarote: R$ 500,00 (8 pessoas + 01 balde com 10 de cerveja lata)
Informações: (96) 99113-9341 (whatsapp)

Assessoria de comunicação

Feliz aniversário, Hanna! – @hanna_paulino

Hoje é aniversário da mãe da Lohanna, vocalista das bandas Drusa, Voxx Voyage e Hidrah,  além de querida amiga deste jornalista, Hanna Paulino.

A moça é inteligente, muuuito gente boa, possui alto astral e bom humor invejável, além de bem resolvida. É, a Hanna emana positividade. Ela é uma mulher muito trabalhadora e talentosa. Uma moça jovem, mas muito responsável com seu trabalho e querida por seus amigos.

Com toda certeza, Hanna é a melhor cantora de Rock and Roll do Amapá. A menina é uma verdadeira estrela e tenho o prazer de ser seu amigo, além de fã.

Hanna, queridona, desejo que você siga com todo esse sucesso e que tenhas saúde pra usufruir dele, sempre. Meus parabéns e feliz aniversário!

Elton Tavares

*Texto republicado, mas de coração. 

Rock Amapaense: os cinco anos da banda Tia Biló (meus parabéns aos caras)

Tia Biló, no início, em 2014.

A música é minha expressão artística favorita. Principalmente o rock. E falando em “Roquenrôu”, nesta mesma data, em 22 de fevereiro de 2014, foi formada a banda Tia Biló. Com a proposta inicial de fazer covers de “rock alternativo”, o grupo era formado por Ozy Rodrigues (guitarra e vocal), Marcio Gama (baixo e vocal), Anderson Coutinho (Bateria) e Allan Barcellar (guitarra solo).

Em 2015, com a saída de Barcelar, a banda virou um “power trio”

O nome do grupo foi tirado de uma poesia da renomada poeta do Amapá, Alcinéa Cavalcante (fazendo referência à uma das pioneiras na disseminação da cultura do Marabaixo e do Batuque no Estado). Atualmente a formação da banda conta com Ozy Rodrigues (guitarra e vocal), Marcio Gama (baixo e vocal), Junior Caxias (Bateria) e Wylliame Barros (teclado).

Há cerca de dois anos a Tia Biló começou seu projeto autoral. Passada meia década, após tocarem nos melhores bares e eventos do Amapá e com apresentações sempre em alto nível, o grupo lançará o CD “Antes do apagar das luzes” (o primeiro do grupo).

O lançamento ocorrerá no dia 16 de março de 2019, no bar Donna Antônia (centro de Macapá). O álbum contará com nove canções autorais e uma versão, ainda surpresa para os fãs da banda. Uma das canções já foi lançada nas redes sociais e denominada “Gallahell”, em homenagem ao guitarrista amapaense Régis Sanches.

Com muito trabalho, empenho, descontração e talento, os caras ganharam notoriedade e lutam para marcar também na cena do rock autoral amapaense.

Tia Biló 2019 – Rock Autoral

Desejo sucesso ao “Forasteiro” Ozy e ao punk-indie Márcio Gama (ambos amigos meus), bem como aos outros dois músicos do grupo. Faço minhas as palavras de Bono Vox, que certa vez enviou um bilhete para Black Francis com a mensagem: “lindo show rapazes, mantenham o fogo”.

Parabéns pelos cinco anos de Rock e pelo trabalho autoral que chega. Continuem botando pra quebrar!!

Elton Tavares

Especial Raimundos, Charlie Brow Jr. e Matanza: sábado rola show da banda Toxodonte no The Black Rock Bar

Neste sábado (09), a partir das 20h, no The Black Rock Bar, vai rolar show da banda Toxodonte. O grupo apresentará um repertório com os sucessos dos Raimundos, Charlie Brow Jr. e Matanza. Certamente será uma noite de muito Rock and Roll nacional e gringo da melhor qualidade. Serão mais de 2h sonzeira.

A Toxodonte é formada por Kamilo Dias (vocal), Everaldo Morais (guitarra), José Rafael (baixo) e Anderson Coutinho (bateria). A banda está bem ensaiada e promete uma apresentação em alto nível. Tá aí uma boa pedida para quem curte “roquenrou”.

Serviço:

Show da banda Toxodonte
Local:  The Black Rock Bar (Avenida Timbiras, Nº 85 – Beirol)
Hora: a partir das 20h
Data: 09/02/2019.

Elton Tavares

Seis atrações musicais: neste domingo (3), rola Rock Animal

Neste domingo (3), a partir das 16h, no Macapá Hotel, vai rolar 4º edição do Rock Animal.

O evento, iniciado em 2015, visa a arrecadação de fundos a União de Proteção aos Animais Costelinha (ONG UPAC), para ajudar animais com alimentação e tratamento veterinário.

O Rock Animal 2019 contará com seis atrações incríveis, as bandas Indigentes, Macacos Pelados, Purple Whale, Casablu, O Sósia, a cantora Alícia Sá e o duo de DJs Pupunha’s Glow. Tudo para agradar todos os gostos e, claro, para ajudar nossos bichinhos. Ingressos apenas R$10,00.

Na ocasião, a ONG receberá (de quem quiser doar) doações de material de limpeza e ração. Não importa quanto seja ou o que seja, basta que veja de coração.

Serviço:

4º edição do Rock Animal
Atrações: bandas Indigentes, Macacos Pelados, Purple Whale, Casablu, O Sósia, a cantora Alícia Sá e o duo de DJs Pupunha’s Glow.
Ingressos: R$ 10, 00.
Data: 03/02/2019.
Horário: a partir das 16h.
Local: Macapá Hotel (Avenida Santos Dumont, bairro Santa Rita)

Elton Tavares

Beatles Forever comemora 30 anos de carreira com dois shows em Macapá

Banda cover Beatles Forever se apresenta em Macapá nos dias 1 e 2 de fevereiro — Foto: Divulgação/Arquivo Alexandre Macanbira

Por Ugor Feio

Para marcar os 30 anos de carreira, os paraenses da banda cover “Beatles Forever” trazem para Macapá dois dias de shows. As apresentações ocorrem nos dias 1 e 2 de fevereiro, a partir das 21h, no Teatro das Bacabeiras.

O grupo, composto pelos artistas Alexandre Macambira, Marcos Rocha, Henrique Souza e Tom Menezes, apresenta a celebrada coletânea musical dos britânicos da banda The Beatles. Eles interpretam os cantores John Lennon, George Harrison, Paul McCartney e Ringo Star, respectivamente.

De acordo com o produtor musical e um dos integrante da banda, Alexandre Macanbira, o grupo tem um desafio duplo nas apresentações, por ter que interpretar e cantar como se fossem os próprios ídolos.

“Eu costumo dizer que nosso trabalho é dois em um, nos apresentamos a caráter, de terno, cantamos e tocamos os instrumentos. Nós dividimos os microfones e tentamos ser o mais fiel possível ao original, mas sem perder a particularidade do nosso conhecimento musical”, contou.

As performances na cidade vão contar com os hits ‘I Want to Hold Your Hand’, ‘She Loves You’, ‘All My Loving’, ‘Yesterday’, ‘Hey Jude’, além de ‘Lucy In The Sky With Diamonds’.

Os ingressos já estão à venda, no valor de meia entrada (R$ 20) para todos até o dia 31 de janeiro.

Serviço:

30 anos de Beatles Forever
Dias: 1 e 2 de fevereiro
Hora: 21h
Local: Teatro das Bacabeiras (Rua Cândido Mendes, 1087, Centro de Macapá)
Ingressos: R$ 20
Postos de venda: bilheteria do teatro e na Sorveteria Jesus de Nazaré Rua Leopoldo Machado, 737, no bairro Jesus de Nazaré)
Classificação: livre

Fonte: G1 Amapá

Bandas independentes ganham espaço em noite dedicada à música indie em Macapá

Por Ugor Feio

Os fãs da cena alternativa ganham noite dedicada à música indie durante um evento realizado em Macapá. As apresentações acontece na primeira edição do Cinematic Indie Rock, marcado para sábado (19), em um bar no bairro Beirol, na Zona Sul.

O evento contará com shows das bandas Índigo, Indigentes e Casablu. O evento é realizado pela produtora Frente Norte, dedicada a eventos com temáticas voltadas à valorização do rock no Amapá.

Segundo um dos organizadores da festa, Eddie Martins, o evento é apenas a primeira etapa de um festival de rock que está sendo organizado para Macapá em 2019.

Indiegentes é uma das bandas que vão se apresentar no ‘Cinematic Indie Rock’, em Macapá — Foto: Indiegentes/Divulgação

“Nós queremos fazer vários eventos neste ano voltados para quem curte rock. Essa é só a primeira etapa de um festival dividido em quatro partes. Nos próximos meses vamos divulgando as datas das novas festas”, contou.

Além de músicas autorais, as bandas também terão no repertório covers de grandes hits da cena indie e do rock alternativo, nacional e internacional.

Os ingressos serão vendidos a R$ 10 na portaria do evento. A classificação indicativa dos shows é 18 anos.

Serviço

1º Cinematic Indie Rock
Data: 19 de janeiro (sábado)
Local: The Black Rock Bar (Avenida dos Timbiras, nº 85, bairro Beirol – entre as ruas Leopoldo Machado e Jovino Dinoá)
Hora: a partir das 20h
Ingressos: R$ 10
Informações: (96) 98100-2188

Fonte: G1 Amapá

Hoje rola show da banda Toxodonte no Taverna Pub

Hoje (18), a partir da meia-noite, no Taverna Pub, vai rolar show da banda Toxodonte. Certamente será uma noite de muito Rock and Roll nacional e gringo da melhor qualidade. A apresentação contará com a presença vip do músico Henrique Cavallera, direto de Anápolis (GO).

A Toxodonte possui repertório que vai de Sistem of down, Raimundos, Matanza, Pantera e Charlie Brow Jr, entre outras muitas bandas no setlist, com duração prevista para 2h de muita sonzeira. A noite contará ainda com participações especiais de alguns outros cantores e músicos.

A Toxodonte é formada por Kamilo Dias (vocal), Everaldo Morais (guitarra), José Rafael (baixo) e Iam Rodrigues (bateria). A banda está bem ensaiada e promete uma apresentação em alto nível. Tá aí uma boa pedida para hoje.

Irei e recomendo!

Serviço:

Show da banda Toxodonte
Local: Taverna Pub, localizado na Avenida General Gurjão, Nº 507, centro de Macapá..
Hora: a partir de meia-noite
Data: 18/01/2019.

Elton Tavares

Nostalgia: como hoje é sexta, sempre lembro do velho Liverpool Rock Bar

Hoje é sexta-feira e toda sexta lembro do velho Liverpool Rock Bar, que foi um dos celeiros do rock amapaense. Fundado no final 2004, pelo seu Nelson e sua filha Vânia, o bar, mesmo sem estrutura, fez sucesso entre os amapaenses que gostam de rock and roll.

O Liver foi, até o final de 2009, o refúgio do underground amapaense. Um bar simples, entretanto, frequentado pelas pessoas mais descoladas da cidade. Na categoria “rocker”, foi o bar de rock mais duradouro da história de Macapá.

O Liverpool tinha mesas de bilhar adoradas por 90% dos frequentadores, bandas legais e tínhamos a certeza que íamos encontrar os amigos por lá.

No Liver iam músicos, skatistas, jornalistas, boêmios, malucos, caretas, homossexuais e heterossexuais. Era um local democrático, muito longe de uma “vibe” ou “point”. Alguns, mais exigentes, apelidaram o local de “Liverpalha”, mas viviam por lá.

Hoje temos locais melhores para curtir som, muito mais estruturados, refrigerados e tals, mas todos nós lembraremos do charme sujo que o Liver possuía. A gente quebrava tudo por lá (às vezes, literalmente). Saudades daquela bodega!

“O Rock é energia, o desejo ardente, as exultações inexplicáveis, um senso ocasional de invencibilidade, a esperança que queima como ácido” – Nick Horby – Romancista inglês.

Elton Tavares

Hoje rola Noite dos Sagitarianos no Bar Rodapé


Hoje (19), a partir das 23h, vai rolar a “Noite dos Sagitarianos”, no Bar Rodapé. A festa contará com diversas atrações musicais como: Michele Maycoth (autoral e sua playlist), Maniva Venenosa (autoral reggaeton, reggae, dub e funk) e Preto Jorge Antagonista (autoral rap e hip hop feat marabaixo) na programação. Autoral no poder!

A noite dos sagitarianos está na sua segunda edição. O evento é uma realização: [email protected] Produções em parceria com as irmãs Manu e Mi Cabral.

O Boteco Rodapé estará aberto desde às 19h, com cerva litrão enevoada e tira gosto daquele modelo. Tudo a preço justo.

Serviço:

A Noite dos Sagitarianos
Local: Bar Rodapé
Endereço: Rua Hildemar Maia, esquina com a Avenida Presidente Vargas, no bairro Santa Rita.
Data: 19/12/2018
Hora: a partir das 23h.
Realização: [email protected] Produções em parceria com as irmãs Manu e Mi Cabral.

HOJE: ‘Noel Rock’ reúne sete bandas em especial natalino em Macapá

Banda Stereovitrola será uma das atrações da Noel Rock em Macapá, no sábado (15) — Foto: Stereovitrola/Arquivo

Por Carlos Alberto Jr

As festas são sempre marcadas por grandes confraternizações, seja em família ou entre amigos. No caso do Noel Rock, a proposta é a promoção de uma festa para os fãs de diversos gêneros do estilo musical. O evento será sábado (15), a partir das 20h, num bar localizado na Zona Sul de Macapá, e contará com sete bandas, entre covers e autorais.

De acordo com a organização, os artistas foram convidados de modo a agradar os mais variados tipos de público que frequentam eventos de rock na cidade, como alternativo, indie, metal e o hardcore.

Com mais de 14 anos de estrada, a Stereovitrola (rock alternativo) é a banda mais antiga a participar, mas o evento também dá espaço para grupos mais novos, como a Indigo (indie rock) e os Indiegentes (indie rock). As bandas Reativo (hardcore), Garuda (groove metal), Firesnake (hard rock) e Macacos Pelados (rock alternativo) completam a festa.

Como se trata de uma festa natalina, o ingresso, que custa R$ 10, pode ser pago com um brinquedo de igual valor, que será doado a uma instituição de caridade.

Serviço:

Noel Rock
Data: 15 de dezembro (sábado)
Hora: 20h
Local: The Black Rock Bar (Avenida Timbiras, Nº 85 – Beirol)
Ingressos: R$ 10 ou um brinquedo no mesmo valor
Informações: (96) 98100-2188

Fonte: G1 Amapá

Gambiarra – a festa do FIM

Após uma maratona audiovisual, o Festival Imagem-Movimento encerra sua 15º edição com a Festa Gambiarra. Nela, cinco atrações de diversos estilos musicais terão espaço para interagir com o público e celebrar o audiovisual independente brasileiro. O encerramento do evento acontecerá hoje (15), a partir das 19h, no Sintracom, localizado na Avenida Iracema Carvão Nunes, nº 644, Centro. A entrada será de apenas R$5.

Abrindo a festa, o grupo Pinducos apresenta em seu repertório composições autorais, mesclado a ritmos tradicionais do Norte do Brasil, como o Carimbó e o Marabaixo. Em seguida, é a vez da Maniva Venenosa, que em sua curta carreira, já conquistou o público com seu reggaeton autoral e fusões de reggae, dub e funk. O coletivo de Rap Máfia Nortista, que faturou o Prêmio Gengibirra de Audiovisual em 2016 com o clipe “Macapá Quebrada”, também traz seu rap autoral com doses de Marabaixo para o palco da Gambiarra. Após, a banda Passa o Wi-Fi toca seu som autoral, aliado ao bom e velho samba temperado pelo suingue de quem aposta firme nas várias vertentes da música brasileira-mundial. Encerrando a noite O Sósia manda seu repertório de músicas autorais, Rock psicodélico e clássicos do brega em versões instigadas.

O ponto alto da festa será a divulgação do vencedor do 4º Prêmio Gengibirra de Audiovisual que leva para casa R $ 1.000,00 de incentivo e um troféu cujo desenho é de autoria do artista plástico paraense, Aog Rocha. Este ano o Festival fez uma importante parceria com a Amora Filmes, que fornecerá suporte técnico ou consultoria para o desenvolvimento de um projeto, a critério do vencedor optar entre os dois.

SERVIÇO:

GAMBIARRA – A FESTA DO FIM
Data: 15 de dezembro
Hora: 19h
Local: Sintracom, (Avenida Iracema Carvão Nunes, nº 644, Centro)
Entrada: R$5
Evento para maiores de 18 anos

Mary Paes
Festival Imagem-Movimento