Sobre a saudosa Drop’s Heroína (primeira banda de Rock formada somente por mulheres do Amapá)

Ontem (8), a cantora (Mini-Box Lunar) e agente cultural, Heluana Quintas, disse na rede social Facebook: “A Rebecca Braga foi a primeira menina da minha cidade que eu vi tocando rocknroll. Faz 22 anos”.

Rebecca respondeu logo: “Eu fui a primeira menina da minha cidade que vi tocando rock and roll. Foi bem difícil, mas acho que cumpri meu papel. E toda vez que apareciam meninas na cena, eu vibrava. Eu tenho vontade de fazer um doc sobre a cena do rock em Macapá”.

A publicação resultou em mais de 40 comentários legais sobre a Bel (minha velha amiga Rebecca Braga) e sua banda dos anos 90, a “Drop’s Heroína”. E resolvi republicar um textinho sobre:

Drop’s Heroína

A Drop’s Heroína surgiu do desejo das, então adolescentes, Rebecca Braga e Aline Castro em formar uma banda diferente, com uma proposta de agressividade teenage. Logo se juntaram a Lenilda e Sabrina. A formação mudou várias vezes. Sabrina deu lugar a Cristiane no contra-baixo, Suellen no teclado, e a última formação contou com Débora nos vocais e Dauci no baixo. A banda lutou contra o preconceito, já que era formada apenas por mulheres – nada convencional no Amapá.

Banda Drop’s Heroína tocando no Projeto Escadaria – Teatro das Bacabeiras (1996) – Foto “queixada” da cantora Rebecca Braga (ex-vocalista da Dro’ps). E lá se vão 22 anos…

A banda foi pioneira no feminismo do Rock amapaense. Suas apresentações eram sempre porretas, dignas de um público fiel que seguia a Drop’s onde quer que as heroínas fossem tocar.

A Drop’s não resistiu à saída da vocalista Rebecca Braga; tentou seguir em frente com uma substituta, mas a coisa não vingou. Apesar disso, a banda inspirou outras meninas e escreveu uma página importante do nosso rock. Ao primeiro grupo roquenrou formado por mulheres de Macapá, nossas saudosas palmas.

Em 2012, no extinto bar “Biroska”, rolou a festa “Noventinha”, com shows das bandas Little Big (eles não tocaram, mas isso é outra história), Drop’s Heroína e Os Franzinos – todas da mesma época. Infelizmente não fui, pois estava no município de Laranjal do Jari a trabalho. Uma pena.

Rebecca, Aline, Cris e Lenilda (acho que é o produtor Júnior Beltrão com elas na foto) – Banda Drop’s Heroína – Imagem “guelada” do Facebook da Lenilda.

Enfim, essa foi uma história vivida por muitos que viveram o Rock amapaense há mais de duas décadas. Aqueles anos ficaram guardados na memória e no coração de todos.

É, vez ou outra, “mascamos o chiclete Ploc da nostalgia” como diz Xico Sá. Falando em citações, existe uma que define a amizade que os integrantes das Little e Drop’s têm até hoje: “Bandas são mais que ajuntamentos de músicos; são reuniões de alma” – Jimmy Page.

Elton Tavares

Como hoje é sexta, sempre lembro do velho Liverpool Rock Bar (Nostalgia Rocker e tals).

Hoje é sexta-feira e toda sexta lembro do velho Liverpool Rock Bar, que foi um dos celeiros do rock amapaense. Fundado no final 2004, pelo seu Nelson e sua filha Vânia, o bar, mesmo sem estrutura, fez sucesso entre os amapaenses que gostam de rock and roll.

O Liver foi, até o final de 2009, o refúgio do underground amapaense. Um bar simples, entretanto, frequentado pelas pessoas mais descoladas da cidade. Na categoria “rocker”, foi o bar de rock mais duradouro da história de Macapá.

O Liverpool tinha mesas de bilhar adoradas por 90% dos frequentadores, bandas legais e tínhamos a certeza que íamos encontrar os amigos por lá.

No Liver iam músicos, skatistas, jornalistas, boêmios, malucos, caretas, homossexuais e heterossexuais. Era um local democrático, muito longe de uma “vibe” ou “point”. Alguns, mais exigentes, apelidaram o local de “Liverpalha”, mas viviam por lá.

Hoje temos locais melhores para curtir som, muito mais estruturados, refrigerados e tals, mas todos nós lembraremos do charme sujo que o Liver possuía. A gente quebrava tudo por lá (às vezes, literalmente). Saudades daquela bodega!

“O Rock é energia, o desejo ardente, as exultações inexplicáveis, um senso ocasional de invencibilidade, a esperança que queima como ácido” – Nick Horby – Romancista inglês.

Elton Tavares

Discos que Formaram meu Caráter (Parte 38) – “Tears Roll Down (Greats Hits 82-92)”…Tears For Fears (1992) – Por Marcelo Guido

Por Marcelo Guido

Muito bem moçadinha vivente e alegre deste mundo inebriante e consciente, o espetacular viajante muito louco das ondas sonoras vem com sua nave repleta de histórias, para trazer a vocês mais um disco marcante.

É com muita honra que apresento a vocês:

“Tears Roll Dow”, coletânea que pegou o melhor do trabalho dos caras do Tears For Fears entre os anos de 1982 e 92.

Palmas pra ele!

Formada em 1981 na Inglaterra, pelos remanescentes do Graduate (banda legal) Roland Orzabal e Curt Smith o Tears For Fears (TFF) já gozava de um reconhecimento mundial e sucesso pela extrema qualidade da obra, um dos marcos na segunda invasão britânica nas paradas americanas, que foi promovida pela então recém criada MTV.

Conhecida por ser umas das precursoras no uso de sintetizadores e batidas eletrônicas – onda que varreu o rock nos anos 80 e ficou conhecida como “new wave” -, a banda se mostrou sempre contundente no que fez, seus discos nunca deixaram a desejar, o debut (uiuiui) “The Hurting” (1983) alcançou, logo na primeira semana, o Disco de Ouro nas paradas da terra da Rainha. O segundo, o excelentíssimo “Songs From The Big Chair” (1985), já de cara levou logo multiplatina nos EUA e na Inglaterra, ou seja, o mundo era dos caras.

A fama alcançada, levou-os a serem convidados a se apresentar no “Live Aid” em 1985, o que acabou não rolando por problemas contratuais; eles foram substituídos em última hora pelos rapazes do George Thorogood and the Destroyers. Esta apresentação, que seria histórica, rolaria no JFK Stadium na Filadélfia.

Então como já escrito, material para uma coletânea já existia. Dez anos de banda na crista da onda, com vários sucessos tocados a esmo nas rádios – sim rock tocava na rádio (pasmem) – já me fazia ter um interesse pela banda. Mas era daquelas bandas “música legal, mas quem toca?” (risos).

Conheci esse belo exemplar de bons sons em um velho e bom churrasco (um frango e milhares de latas de antártica), lá por 1996, naquele esquema “escuta isso aqui”. Puta merda, o disco do sol na capa. Sim, confesso meu total desconhecimento até aquele momento sobre os caras. Josean Torres me passou. E eu ouvi, na segunda feira estava adentrando a importadora Nely Monte, onde comprei meu exemplar das mãos do Gilson Rodrigues (o cara mais parecido com meu irmão que eu).

Ao ouvir a primeira “Sowing The Seeds of Love”, me veio a memória afetiva, quase que nítida do clipe que passava na programação da Tv Equatorial, que transmitia a programação da finada Manchete (Jaspion, Jiraya e afins)

Deixemos as lágrimas pelos anos que não voltam mais pra trás e vamos dissecar o elemento sonoro:

“Sowing The Seeds Of Love”, uma destacada canção de amor, mas que fala das várias formas como esse amor pode ser vencedor ou não. “Everybody” “Whants To Rule The Word”, clássica para embalar o namorinho, trilha sonora de muito romance. “Woman in Chains”, a bateria eletrônica já te chama a dançar.

“Shout”, com certeza a porta de entrada para muitos que gostam da banda. “Head over hells”, uma declaração de amor puro, para a pessoa merecedora. “Mad World”, critica a procura pela perfeição, é difícil viver em círculos no mundo louco. “Pale Shelter”, a proteção dada por alguém, mas você não esta satisfeito. “I Believe”, as lições que as dores das derrotas na vida nos passam. “Laid so Low”, até então inédita, foi gravada especialmente para este disco. “Mothers Talk”, as mudanças que o tempo faz você sofrer. “Change”, clássica e dançante, não faltava nas festinhas. “Advice For Young At Heart”, uma relevante ode sobre o tempo.

Genial! Sensacional! Com certeza, alguma dessas músicas já tocaram um período ou mais na vida de cada um que está lendo essas frases tortas que estão sendo escritas.

O cara que não conhece esse disco nem tem que se candidatar a ter uma medalha de foda.

As batidas eletrônicas, mescladas (hummm) com as letras tortuosas dos caras mostraram estar em sintonia perfeita em toda carreira da dupla.

Entre idas e vindas, a banda continuou e continua relevante até os dias atuais. Este disco foi relançado em 2005 com um disco bônus, álbum duplo. Com edições das músicas sendo remixadas, versões novas e atualizadas, mas a icônica capa com o sol está lá.

Antes que falem algo do tipo, “Ah, coletânea não vale”, eu digo: Foda-se! Esta obra está longe de ser um caça níqueis. É um serviço didático para apresentar uma banda do caralho. Um belo cartão de visitas, assim como “Standing on a Beach” (Disco do velho na capa) do The Cure e os The Best Of 1 e 2 do The Smiths.

Este texto é dedicado a todos aqueles que andaram no “Maldito”, um chevette preto que aterrorizou a cidade na década de 1990.

*Marcelo Guido é Jornalista, Pai da Lanna e do Bento, maridão da Bia.

Discos que formaram meu caráter (parte 36) – “Metallica (Black Álbum – 1991)” – Por Marcelo Guido

Por Marcelo Guido

Muito bem moçada, estamos de volta neste obscuro universo dos discos, nesta nave muito louca com este viajante que vos escreve de algum ponto distante da galáxia. Inebriantemente posso dizer a vocês aumentarem o som que hoje é dia de porrada. Com muita honra que eu trago para vocês:

Metallica (Black Álbum) palmas pra ele.

Corria o ano sagrado de 1991, como já disse algumas vezes o ano que todos os deuses da boa música estavam do lado das bandas e providenciaram uma safra imensa de clássicos. 1991 é realmente um marco na história dos bons discos.

E o Metallica foi contagiado por essa nevoa de inspiração e veio com essa bomba (no ótimo sentido) de boas canções.

Já aclamados como uma super banda no universo do Metal e consolidados com uma multidão de fãs no mundo todo, os caras do Metallica já tinham provado a todos que o som pesado era a praia deles, os excelentes “ Kill Em Mall” (1983), “ Ride The Lightning” (1984), “Master Of Puppets” (1986) e “…And Justice For Hall” (1988) não deixavam dúvidas que os caras de San Francisco não brincavam em serviço quando o assunto era bater cabeça.

Mas como continuar arrebentando nas paradas e tendo uma continuação no bem sucedido trabalho sem parecer repetitivo? Talvez com essa dúvida na cabeça os caras voltam ao estúdio para preparar um novo disco. A atenção tinha que ser milimétrica, o metal já começava a ser ameaçado pelo grunge de Seattle e as bandas daqueles caras sofridos com blusa de flanela também já estavam alcançando o mainstrean , o recado era claro, quem não tivesse a coragem de tentar, iria ficar para trás.

Cartas na mesa, opções claras, ficar no mundinho metal e usufruir sabe lá por quanto tempo da confortável posição já conquistada ou partir para novas águas rumo a um desconhecido caminho.

E assim, no dia 12 de agosto de 1991 , os caras surpreenderam os fãs e o mercado da música deixando de lado o Thrash Metal e se colocando de vez no Heavy Metal .

Vamos ao que interessa e dissecar logo esse míssil sonoro:

O disco começa com a sombria “ Enter Sadman”, uma explanação sobre os sonhos ruins. “ Sad But True”, nem todas as verdades são boas. “ Holier Than Thou”, faça sempre uma autocrítica, você não é melhor que ninguém , “ The Unforiven”, até onde podemos culpar alguém que sempre foi sabotado pela vida. “Wherever I May Roan”, opção de ser só, sem compromisso. “Don`t Tread On Me”, para assegurar a paz é preciso estar preparado para guerra. “ Through The Never”, temos fome de estar vivo. “Nothing Else Matters”, nada mais importa, somos o que somos. “Of Wolf and Man”, somos nosso próprio lobo, sempre vagamos. “ The God That Failed”, siga o Deus que falhou. “ My Friend Of Misery” a diversão de um homem é o inferno do outro. “ The Struggle Within”, procure sempre o melhor dentro de você.

Antes de tudo um disco que abre portas, medalha de ouro 18 quilates na categoria “foda”.

Maior sucesso da banda, disco de rock mais vendido de todos os tempos, a banda nunca vendeu menos de 1000 cópias por semana desde o seu lançamento. Todos os 5 singles lançados ficaram entre os 100 mais vendidos da Bilboard.

O que isso quer dizer? Que realmente os caras fizeram bem em se reinventar e quem não tem coragem está fadado à mesmice. Os caras realmente tiraram o pé, mas fizeram um disco ruim? Porra nenhuma.

Confesso que no começo estranhei , mas tive que aceitar e dar o braço a torcer pro trabalho dos caras. Incrivelmente como este álbum me tocou. E sei que muitos começaram a escutar o Metallica depois dele. E se até aquele teu primo esquisito fã de Duran Duran passou a escutar Metallica, paciência.

Foda-se a polícia Headbanger, sim este disco marcou o fim para muitos fãs, mas o começo para milhares. E o Metallica provou ser uma banda autêntica, sem ligar para opinião de ninguém.

Vida Longa ao Heavy Metal.

* Marcelo Guido é Jornalista, Pai da Lanna Guido e do Bento Guido e Maridão da Bia.

Rock’n’roll no Sankofa: bandas Sloth, The Malk e Além do Rádio tocarão no Ensaio aberto

Hoje (6), a partir das 21h, no Sankofa, vai ter Ensaio Aberto. O evento consiste em um grande show de Rock, com apresentações das bandas Sloth, The Malk e Além do Rádio. O piseiro promete ser uma das melhores festas de Rock’n’roll de 2019.

Sobre as bandas

A Além do Rádio é uma banda com uma proposta de fugir do “mais do mesmo” e tocar o lado “B” dos hits das bandas oitentistas. Com um repertório diversificado, eles são muito bons. O grupo é formado por Ewerton Dias (guitarra base e vocal), Fernando Cabral (guitarra solo), Maycon Silva (baixo) e Júnior (jotaerre) na bateria.

A Malk começou sua trajetória em 2001. O nome THE MALK é uma homenagem a Stephen Malkmus, um músico estadunidense fundador da banda americana de rock alternativo Pavement. A banda é formada por Adriano Joacy (guitarra e backing vocal), Rafael Queiroz (guitarra), Nilson Montoril (baixo), Cleyson Paiva (teclados) e Arley Costa (bateria). Já disse e repito, graças aos Deuses e aos demônios do Rock and Roll, os caras voltaram aos palcos.

A Sloth é uma das bandas com mais tempo de trajetória do Rock local, pois foi criada em 1994. Os caras tocam metal e outras coisas. O grupo, que já contou com várias formações, é composto por Paulo Ricardo (vocal), Michel Salvador (guitarra), Rulan Leão (baixo e vocais) e Túlio Mariano, o “Joelhinho” – que comanda a bateria da Sloth desde sua criação.

Sobre o Ensaio aberto

“O ensaio aberto começou na minha casa, com a ideia de fazer um rock and roll na virada do ano de 2009. A princípio, eram só eu e dois amigos: Augusto Zagalo, e o Ariosvaldo Jr (o “Jotaerre”). Mas aí foram chegando alguns vizinhos que curtiam o rock e que também tinham banda, e foram ficando e tocando. Nos anos seguintes, os amigos já perguntavam se faríamos novamente… E assim foi crescendo. Minha casa ficou pequena e a brincadeira mais cobrada.

De lá pra cá, convidamos amigos que têm banda, que cantam, que tocam ou que, simplesmente, querem se divertir com o bom e velho rock and roll oitentista na confraternização de final de ano. Em 2013, foi o último ano que fizemos na minha residência. Uma espécie de despedida do nosso grande amigo Jork Man (foi o último lugar que ele tocou – seu último ‘piseiro’ – no dia 5 de janeiro daquele ano, uma semana depois do ensaio aberto, ele faleceu).

Os demais ensaios passaram a acontecer nas casas de amigos da banda ou de alguns integrantes das bandas, até que, em 2018, conseguirmos realizar a brincadeira no Clube dos Oficiais da polícia.

Excepcionalmente, faremos no Sankofa. Nos anos anteriores, os convidados levavam sua amizade, e sua cerveja pra curtir tudo de graça, mas o evento cresceu e como será realizado em uma casa noturna, é necessário cobrar ingresso”, pontuou o músico Ewerton Dias.

É o que sempre digo: se você quer tocar cover, faça bem feito. E essas três bandas são excelentes, cada uma em seu estilo. Certamente, teremos diversão garantida. É isso mesmo, Rock’n’roll da melhor qualidade na orla de Macapá. Bora lá!

Serviço:

Ensaio aberto, com as bandas de rock Sloth, The Malk e Além do Rádio
Data: 06/12/2019
Local: Sankofa – localizado na Rua Beira Rio 1488, Orla do Santa Inês, zona sul de Macapá.
Hora: a partir das 21h
Ingressos até dia 26 de novembro, por apenas R$ 10 nazis.
Mais informações pelo telefone: 96 98100-4307 (Ewerton)

Elton Tavares

Sucessos de Chico Cesar, Paulinho Moska, Lenine e Zeca Baleiro: músico Wedson Castro apresenta show “4 por 1”, no Sankofa, neste sábado (23)

Neste sábado (23), a partir das 21h, no Sankofa, o cantor e músico Wedson Castro e sua banda, apresentarão o show “4 por 1”. A apresentação musical terá no repertório sucessos de Chico Cesar, Paulinho Moska, Lenine e Zeca Baleiro, quatro gênios da música popular brasileira.

Sobre Wedson Castro

Na segunda metade dos anos 90, Wedson e seu irmão Geison Castro, com alguns caras que não lembro agora, formaram a banda Dezoito 21. Com composições próprias, roquinho simples, sincero e de boa qualidade, venceram o I Festival Jovem da Canção (Fejoca).

Anos depois, Wedson Castro, iniciou sua carreira solo e, desde então, se apresenta na noite amapaense.

Para este sábado, o cara está afiado, bem ensaiado, e promete executar composições dos quatro artistas. Vamos lá ver o show do brother, que surpreende como cantador e tocador.

Serviço:

Músico Wedson Castro apresenta show “4 por 1”
Data: 23/11/2019
Local: Sankofa, localizado na Rua Beira Rio 1488, Orla do Santa Inês, zona sul de Macapá.
Hora: a partir das 21h
Mesas R$ 40,00
Ingressos individuais: R$ 15,00
Mais informações: 96 9114-2698 (Wedson)

Elton Tavares

Blues e Rock’n’roll: banda Canícula Blues se apresenta hoje (22), no Scorpion Snooker Bar

Nesta sexta-feira (22), a partir das 23h, no Scorpion Snooker Bar, vai rolar show da banda Canícula Blues. O power trio é formado por Ronilson (ex ManoBlues Band), que é um monstro na guitarra; Luiz Sabioni (Ex O Sósia), que manda muito bem no contrabaixo e o André Cantuária – que ainda toca na banda O Sósia – e mete o pau nos couros da bateria. Os caras são músicos talentosos e estão bem ensaiados. A apresentação terá a duração de mais ou menos 2h, com repertório porreta.

O grupo começou a tocar há uns dois anos. Eles se apresentaram na Universidade Federal do Amapá, Festival de Jazz 2019, no Norte das Águas e no Bar do Vila, no mês passado. Entre as influências e artistas de quem a Canícula Blues executa as canções estão: Eric Clapton, Steve Ray Vaughan, BB king, Robert Johnson, Santana, Jimmy Hendrix, Raul Seixas e Fred king.

Quem faz música é foda. É o caso da Canícula Blues, que mistura o estilo musical que nomeia a banda com Rock’n’roll.

Dizem que “Ninguém consegue toca blues honestamente de barriga cheia”. Pois é, a banda está com fome de Blues e de Rock. E o faz com maestria.

Serviço:

Show da banda Canícula Blues
Local: Scorpion Snooker Bar, localizado na Avenida Cora de Carvalho, Nº 1812
Data: 22/11/2019
Hora: a partir das 23h
Couvert artístico (por sinal muito justo) no valor de R$ 3,00.

Elton Tavares

Neste sábado (9), rola “Especial The Cure”, com a banda The Malk, no Scorpion Snooker Bar

A banda The Malk voltou oficialmente em setembro passado. Após o estrondoso sucesso de público e crítica do show realizado no Bar do Vila, com o especial The Cure, o grupo de rock volta neste sábado (9), no Scorpion Snooker Bar, novamente com o tributo aos heróis ingleses oitentistas. O show começará às 23h e terá a duração de mais de duas horas, com o melhor do The Cure no repertório.

O The Cure é a mais influente banda oitentista e a mais importante no cenário gótico/pós-punk. E fazer um cover de um dos grupos mais cultuados do mundo não é pra qualquer bandinha, não.

A banda The Malk é formada por Adriano Joacy (guitarra e backing vocal), Rafael Queiroz (guitarra), Nilson Montoril (baixo), Cleyson Paiva (teclados) e Arley Costa (bateria). Já disse e repito, graças aos Deuses e aos demônios do Rock and Roll, os caras voltaram aos palcos.

História da The Malk

A Malk começou sua trajetória em 2001 numa feira de informática da então Faculdade Seama. Após essa apresentação receberam convites para outras tocadas. O nome THE MALK é uma homenagem a Stephen Malkmus, um músico estadunidense fundador da banda americana de rock alternativo Pavement. A The Malk embalou muitas noites memoráveis em Macapá tocando (e lotando) locais como o Cana Café, o Butekno Café, a boate Etna, o saudoso Liverpool Rock Bar e o bar Biroska.

O baixista Nilson Montoril escreveu algumas canções, mas o projeto de música autoral da The Malk não foi em frente (Os fãs ainda tem esperança). A banda encerrou as atividades quando o Sandro Malk (primeiro vocalista) foi embora de Macapá, em 2006, para morar em Curitiba (PR). Em 2011 retornaram aos palcos, se reunindo novamente para fazer uma apresentação na festa “Overdose anos 80/90” e “Rock in Rod’s”, mas sem continuidade, por questões pessoais dos integrantes.

No show de setembro, eles arrebentaram no Especial The Cure. Foi uma noite cheia de viagens no tempo, nas canções, alegrias e reencontros de velhos amigos, tudo no climão introspectivo. Ficou aquele sentimento de: “caralho do show!”. Vale repetir a dose. Bora lá!

Serviço:

Especial The Cure, com a banda The Malk
Local: Scorpion Snooker Bar, localizado na Avenida Cora de Carvalho, Nº 1812
Data: 09/11/2019
Hora: a partir das 23h
Entrada individual: R$ 10,00
Mais informações: 96-98124 0850 (Adriano)

Elton Tavares

HOJE: Vila do Rock volta com tradicional festa de Halloween no Bar do Vila

Uma noite assombrada regada a doces, travessuras, fantasias e muito rock and roll. Assim será o open bar de Halloween que está sendo produzido pelo Bar do Vila e vai acontecer HOJE, 02 de novembro, das 23h às 03h da manhã. A proposta é retornar com eventos trazendo atrações locais e que são sucesso entre o público amapaense.

No palco serão duas atrações, banda Sistema Feudal e DJ Insane, “teremos também a premiação para a melhor fantasia de halloween com uma bolsa integral do curso de inglês da escola Minds”, contou Manuh Coutinho, uma das produtoras do evento.

Manuh explica que a produtora Vila do Rock está retornando com as produções culturais, “a produtora iniciou em 2011 e, em novembro de 2018, inauguramos o bar do Vila, nosso histórico todo vem da produtora, nada melhor que voltar em grande estilo, apresentando para o nosso público um evento especial”.

Macapá conhece bem a marca da produtora Vila do Rock pelas festas que ela já realizou na capital. A produtora Vila do Rock nasceu com a ideia de fornecer entretenimento alternativo para os fãs do Rock e, desde então, vem conquistando mais fãs para seus eventos.

Com a abertura do Bar do Vila, as produções do Vila do Rock deram uma freada e agora a promessa é retornar com toda a força novamente. O bar agrada vários estilos, a proposta é ser um local onde todos se sintam acolhidos, era um sonho antigo dos integrantes do Vila do Rock, “era um sonho, conversamos sobre isso várias vezes, mas sempre faltava alguma coisa, ou dinheiro ou incentivo, queríamos um lugar mais alternativo, mais uma opção na verdade, porque atualmente só existem alguns bares que tem a mesma dinâmica que a gente e o nosso público gosta”.

Desde de a abertura os organizadores do Bar do Vila vem experimentando vários estilos, a intenção é ser mais abrangente, “nós observamos nosso público e vamos abrindo espaço na nossa programação para o que agrada e dando lugar para outros experimentos”.

Com quase um ano de abertura do bar os organizadores resolveram voltar com a produtora realizando mais uma edição Open bar de Halloween, “nosso público, tanto do bar como da produtora, pode esperar um evento organizado, com pontualidade é diversão garantida”, finalizou Manuh.

Serviço: 

Telefone de Contato: 99112 1330
Postos de venda: Sorveteria Santa Clara, Loja Norte Rock, Bar do Vila
(Texto: Araciara Macedo)

Cover de Queen realizará pocket show gratuito no Amapá Garden

Ocorre nesta sexta-feira (01), a partir das 19h30, show gratuito da banda Queen Tribute Brazil, na praça de alimentação do Amapá Garden Shopping, que fica localizado na Rodovia JK, bairro Universidade. É a primeira vez que a banda se apresenta no Norte do Brasil.

Queen Tribute Brazil – o rock britânico deixou sua marca na história quando Freddie Mercury e companhia formaram uma das maiores e mais inovadoras bandas de rock de todos os tempos: o Queen. Todos os estilos musicais se misturavam às suas composições e a cada ano novas surpresas hipnotizavam seu crescente público.

Em 1991, os integrantes formaram a primeira banda cover de Queen no Brasil, o Queen Cover. Nessa época a banda recebeu o apoio da gravadora EMI, e de fãs clubes.

Assessoria de comunicação

Rock autoral amapaense: chega o álbum físico “Macacoari, Rio Triste”, o novo disco da banda stereovitrola

Em março de 2019, dissemos aqui neste site que a banda de rock autoral stereovitrola tinha disponibilizado três canções de seu novo CD, denominado “Macacoari, Rio Triste”. Pois é, ontem (23), o vocalista, guitarrista e líder do grupo, Patrick Oliveira, anunciou que o álbum físico, com sete faixas, chegará neste sábado (26). De acordo com o compositor e músico, o lançamento ocorrerá em dezembro.

O novo disco foi gravado na Zarolho Records, do Alan Flexa e masterizado em São Paulo, com o apoio financeiro da loja 2001 Eletrônica. Este é o quarto trabalho da stereovitrola. Segundo Patrick, a banda segue mantendo o experimentalismo e o rock não convencional como motivação.

“Estamos felizes com a chegada do álbum físico. Queremos lançar o disco em dezembro, com forte possibilidade de ser no Bar do Vila, e com participações de bandas que labutam no underground autoral rocker da city. O título do CD partiu do entendimento das insanidades mentais e pobreza gerada pelo processo de “gentrificação” dos interiores e cidades pequenas do Norte. Cantamos e tocamos o desespero pessoal do nortista. Estamos empolgados com este trabalho, que já está no YouTube. É uma forma de resiliência artística autoral, nessa cidade faminta de arte e cultura”, comentou Patrick Oliveira.

E pra quem quiser mais stereovitrola, esclareço que, para comemorar a chegada do disco físico, a banda fará uma live em sua página na rede social Facebook, às 19h deste sábado (26).

Sobre a stereovitrola

A banda existe há quase 15 anos. Lembro bem da primeira vez que vi uma apresentação do grupo, ainda com o “liguento” nos vocais e o Anderson na guitarra base. Foi no Lago do Rock, em 2004 (movimento criado por mim, Gabriela Dias e Arley Costa) e realizado na Praça Floriano Peixoto.

A stereovitrola é formada por Rubens (bateria), Marinho (contrabaixo), Wenderson-Matrix (sampler e sintetizadores) e Patrick Oliveira (guitarras, ruídos e vocais).

De lá pra cá, a stereo tocou em porrada de festivais dentro e fora do Amapá e hoje em dia promove festas em parceria com outras bandas que labutam no autoral amapaense.

A discografia da banda conta com três trabalhos 100% autorais, os discos “Cada Molécula de um Ser” (2006); “No Espaço Líquido” (2009) e “Simptomatosys” – 2013.

Saco a banda e gosto do som dos caras desde o início. Força sempre, stereo!

Elton Tavares

Ouça algumas faixas do novo disco aqui:

Nesta sexta-feira (25), rola o Especial – Clássicos do Rock Nacional e Internacional, com o cantor Jean do Carmo e banda, no Sankofa

Nesta sexta-feira (25), a partir das 21h, no Sankofa, vai rolar o Especial – Clássicos do Rock Nacional e Internacional, com o cantor Jean do Carmo e banda. A noite contará ainda com o pré-show Raul de os Intocáveis.

De acordo com o músico Jean do Carmo, o repertório do Especial terá um setlist com canções de Os Incríveis, Raul Seixas, Legião Urbana, Nenhum de Nós, Titãs, Cachorro Grande, The Beatles, Roy Orbison, Creedence, Jimi Hendrix, Dire Straits, Audioslave, Muse, entre outras músicas de bandas clássicas.

Sobre Jean do Carmo

Jean Carmo é cantor, instrumentista e compositor amapaense. Começou seu trabalho musical aos 13 anos de idade, tocando em igrejas. Depois integrou a banda Silver boys. Após um longo período tocando covers de bandas como The Beatles, Nirvana, Ramones, Pink Floyd entre outras.

Iniciou sua carreira autoral em 2012, com canções direcionadas para temática regional como valorização cultural e histórica do povo amapaense, mitologia amazônica e a preservação ambiental. Jean tem estilo próprio, combinando o blues, o rock e o funk dos anos 60 e 70, com ritmos regionais como o Marabaixo. Suas canções tratam de temas conhecidos na cultura e região amazônica

Em 2016 o artista lançou seu primeiro disco, denominado “Amazônidas” e em novembro de 2018, gravou o EP intitulado Outras Canções.

Apesar do viés autoral, Jean nunca parou de tocar e cantar o bom e velho Rock and Roll e é a soma de sua longa experiência musical que ele apresenta no show de hoje.

Serviço:

Especial – Clássicos do Rock Nacional e Internacional, com Jean do Carmo e banda
Data: 25/10/2019
Local: Sankofa, localizado na Rua Beira Rio 1488, Orla do Santa Inês, zona sul de Macapá.
Hora: a partir das 21h 🙂 “Raul de os Intocáveis”) e 23h começa o Especial.
Mesas R$ 50,00
Ingressos individuais: R$ 20,00
Mais informações pelo telefone: 96 99176-9978.

Elton Tavares

Quarta Pop Rock estreia no Norte das Águas com a banda Tia Biló

A partir desta quarta-feira, 16, o Norte das Águas abre espaço para o pop rock, e a estreia do projeto será com a Banda Tia Biló, em um show para o público que prestigia o local e para os fãs dos músicos e estilo musical. A banda escolhida é legítima do Amapá, tem seis anos de estrada, uma formação de categoria e repertório de astros brasileiros, bandas estrangeiras e também autorias. A partir de 21h a Tia Biló estará no espaço central do Norte das Águas.

O projeto entra no cardápio musical do Restaurante e Bar Norte das Águas, que agora, de quarta-feira à domingo, tem programação para atender públicos variados, do regional ao samba, e agora, pop rock. O estilo preenche uma carência de fãs, que tem poucas opções de casas de entretenimento com rock durante a semana, deixando os alternativos sem local para ouvir, dançar e cantar o bom pop rock.

A Banda Tia Biló tem história na noite amapaense e a formação é bastante conhecida dos roqueiros. Em 2014, o guitarrista Ozzi Rodrigues e o contrabaixista Márcio Gama, aproveitaram a amizade fortalecida pela paixão pelo rock para formar a banda, que no início fazia a festa nos bares com cover de grupos e roqueiros famosos. A formação atual é com Ozzi, Márcio, Willian de Barros e Júnior Castilho. Os músicos consideram 2019 um ano de conquistas importantes. Lançaram o primeiro disco autoral, o videoclipe em homenagem ao jornalista e roqueiro Régis Sanches, e se preparam para lançar o segundo clipe em 2020.

Para a estreia do projeto no Norte das Águas, Ozzi Rodrigues, líder da banda que ganhou o nome inspirado em um poema da escritora, poeta e jornalista Alcinea Cavalcante, confirma que será um show de interação entre a banda, público e o conjunto natural que cerca o Norte das Águas. “Será uma noite de verão refrescada pela brisa do rio Amazonas e nosso repertório, onde vamos tocar sucessos que são as influências da banda, como Paralamas do Sucesso, Titãs, Legião Urbana, The Police, Pink Floyd, U2, e claro, nossas músicas autorais”.

O projeto Pop Rock do Norte das Águas inicia às 21h, com entrada franca, e o menu caprichado do restaurante assim como o bar, disponíveis para o público. A partir de quinta-feira,17, a programação do Norte continua, com Quinta do Jazz, com o grupo Amazon Music; na sexta-feira tem Choro e Samba com o grupo Vou Vivendo; no sábado o público curte roda de samba e pagode com o Bom Kisó; e no domingo, após o almoço, animado por Venilton Leal e Deize Pinheiro, tem a Roda de Bandaia.

O Norte das Águas funciona no privilegiado Complexo Marlindo Serrano, orla do Araxá.

Mariléia Maciel
Assessoria de Comunicação

Cantora Hanna Paulino & banda Los Coveros apresentam: Especial Evanescence

Hoje (11), a partir das 23h, no Scorpion Snooker Bar, a cantora Hanna Paulino & a banda Los Coveros, apresentarão o “Especial Evanescence”. Para o show, os músicos reuniram os maiores sucessos dos álbuns da banda com todos os hits, além de musicais “Lado B” e covers feitos em turnês mundiais.

Com seu pop gótico, a banda Evanescence, surgida na segunda metade dos anos 90, vendeu 17 milhões de cópias em todo o mundo e a banda ganhou dois Grammys, incluindo o de Melhor Banda Nova.

Hanna Paulino & a banda Los Coveros

De acordo com Hanna Paulino, o show será emocionante, pois fará uma viagem no repertório dessa banda que marcou o rock dos anos 2000 e se mantém na ativa até hoje.

Já disse e repito: quando o assunto é Rock (e desconfio que muitos outros estilos), Hanna é imbatível. Ela é uma verdadeira estrela. A menina (que não é desse mundo) sempre arrebenta. Além, disso, os caras dos Los Coveros, banda formada pelo meu amigo Rafael Costta (guitarrista dos bons), Angelo Kevin (contrabaixo), Rudi Silva (teclado) e Julian Emerson (bateria), estão afiadíssimos para botar pra quebrar.

Faremos um especial inesquecível interpretando canções de uma das bandas de rock mais icônicas dos anos 2000. Temos certeza é de que será INESQUECÍVEL. Não percam!”, comentou Hanna Paulino.

Serviços:

Cantora Hanna Paulino & banda Los Coveros apresentam: Especial Evanescence
Local: Scorpion Snooker Bar, localizado na Avenida Cora de Carvalho, Nº 1812
Data: 11 de outubro de 2019
Hora: a partir das 23h
Ingressos 1º Lote: R$ 15,00
Posto de venda: Norte Rock (Villa Nova Shopping)
Mais informações: 96-98131-4668 (Hanna)

Apoio:

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Elton Tavares, com informações de Hanna Paulino.