Como hoje é sexta, sempre lembro do velho Liverpool Rock Bar (Nostalgia Rocker e tals).

Hoje é sexta-feira e toda sexta lembro do velho Liverpool Rock Bar, que foi um dos celeiros do rock amapaense. Fundado no final 2004, pelo seu Nelson e sua filha Vânia, o bar, mesmo sem estrutura, fez sucesso entre os amapaenses que gostam de rock and roll.

O Liver foi, até o final de 2009, o refúgio do underground amapaense. Um bar simples, entretanto, frequentado pelas pessoas mais descoladas da cidade. Na categoria “rocker”, foi o bar de rock mais duradouro da história de Macapá.

O Liverpool tinha mesas de bilhar adoradas por 90% dos frequentadores, bandas legais e tínhamos a certeza que íamos encontrar os amigos por lá.

No Liver iam músicos, skatistas, jornalistas, boêmios, malucos, caretas, homossexuais e heterossexuais. Era um local democrático, muito longe de uma “vibe” ou “point”. Alguns, mais exigentes, apelidaram o local de “Liverpalha”, mas viviam por lá.

Hoje temos locais melhores para curtir som, muito mais estruturados, refrigerados e tals, mas todos nós lembraremos do charme sujo que o Liver possuía. A gente quebrava tudo por lá (às vezes, literalmente). Saudades daquela bodega!

“O Rock é energia, o desejo ardente, as exultações inexplicáveis, um senso ocasional de invencibilidade, a esperança que queima como ácido” – Nick Horby – Romancista inglês.

Elton Tavares

Festa “Não Era Isso Que Tu Queria?”

Desde que o mundo é mundo…A terra ficou plana e os discos voadores viraram retas aladas. E eu, fiquei perdido por aqui e me encontraram lá no Lontra. Não Era Isso Que Tu Queria?

Tu te enxerga melhor fora da ilha e isso que queremos. Nos ver e nos conectar em simbiose sonora com o bregoso marcante do norte feat, o rock psicadélico das montanhas do tumucumaque avec, experimentações sonoras de Macapetas, com inserções das batidas sonoras caribenhas, com infusão no tacacá aqui da beira do maior rio do mundo, empinando aquela rabiola.

Vivemos em um momento onde precisamos gritar para que nos ouçam. E fazemos isso microfonados aos cubos mágicos e amps interdimensionais. Que levam nossa mensagem as mais distintas duplas de orelhas.

Curtiu? Bora? Não Era Isso Que Tu Queria?

ATRAÇÕES

Stereovitrola AP
O Sósia
Romã
Maniva Venenosa
Indiegentes
#DjHipsterdoGarimpo

BAR

#BarLugardoCaralho
Salve Júpiter Maçã ó/
Copão de Itaipava 5$
Água 2$
Vinho 3$
Refri 3$

SERVIÇO:

Festa Não Era Isso Que Tu Queria?
Dia: 30/04/2019
Local: Avenida Padre Júlio s/n ((Sede da Maracatu da Favela))
Hora: 18h
Ingressos: R$ 10, 00
Informações 096 – 991913491
Realização [email protected] produções

Assessoria de comunicação
Texto: Manoel Fabrício
Artes por Rodrigo Santos

Hoje rola Rock and Roll em Macapá: banda Tia Biló se apresenta no Bar do Nêgo

Hoje (13), a partir das 22h, no Bar do Nêgo, vai rolar show da banda Tia Biló. Certamente será uma noite de muito Rock and Roll nacional e gringo no melhor quiosque do Complexo Beira Rio.

A Tia Biló é formada por Ozy Rodrigues (guitarra e vocal), Marcio Gama (baixo e vocal), Junior Caxias (Bateria) e Wylliame Barros (teclado). Eles sempre fazem apresentações em alto nível. A banda toca cover bem feito e possui trabalho autoral.

O nome do grupo foi tirado de uma poesia da renomada poeta do Amapá, Alcinéa Cavalcante (fazendo referência à uma das pioneiras na disseminação da cultura do Marabaixo e do Batuque no Estado). Com cinco anos de existência, a Tia Biló lançou o CD “Antes do apagar das luzes”, em março de 2019.

Com muito trabalho, empenho, descontração e talento, os caras ganharam notoriedade e lutam para marcar também na cena do rock autoral amapaense. Recomendo!

Serviço:

Show da banda Tia Biló no Bar do Nêgo
Local: Bar do Nêgo, localizado no Complexo Beira Rio, orla de Macapá, na Avenida Beira Rio (segundo quiosque de quem vem da Praça do Coco, em frente ao Macapá Hotel).
Data: 13/04/2019
Hora: a partir das 22h.

Elton Tavares

Discos que formaram meu caráter (parte 11) – Ramones – Ramones (1976)

 
E ai amiguinhos, como vão vocês? Espero que bem.
 
Bom sem muitas delongas, vamos ao que interessa, de forma crua, visceral e como pede a rapidez e a simplicidade dos três acordes lhes apresento: RAMONES, disco homônimo da grande banda de New York, percursora do punk que foi gravado em 1976.
Na corrida desde 1974, fazendo shows pelo underground nova yorkino, mas precisamente no histórico “pub” CBGB, não demoraria muito para  os Ramones começarem a chamar atenção da indústria fonográfica. Os caras assinam em 1975 com a obscura Syre Records e já em 76 nos brindam com o primeiro registro do punk rock.
 
Com 29 minutos de duração e um orçamento pífio algo em torno de U$ 6.400 (naquela época as grandes bandas gastavam milhões de dólares nas produções de seus álbuns), é um dos discos mais influentes da história do rock em todos os tempos.
 
Dado como uma incerteza comercial por não ter feito sucesso nenhum nos EUA, o disco tem como principal particularidade mostrar, que o rock é cru, e não erudito. O rock estava chato, com muitos solos intermináveis de guitarra, o caminho poderia ser tenebroso, é como costumo dizer, “Progressivo falhou, graças ao Ramones, em seu nefasto objetivo de acabar com o rock”. Graças a esse Lp (saudosismo por minha conta) os caras foram parar em Londres. E bandas como The Clash e Sex Pistons chegaram à conclusão que não estavam sozinhas e puderam dar a cara tapa.
Uma simplicidade básica caracteriza o disco do começo ao fim, coisa difícil em uma  época onde histórias de dragões solos intermináveis de guitarra (oh, coisinha chata) e epopeias épicas eram uma constante no cenário (Chupa  Led Zeppelin). Os caras simplesmente desmontaram tudo e deixaram somente oque realmente interessava. Ou seja, atitude e bom som. Apesar da curta duração das musicas, a lembrança tocante que nos faz lembrar o rock dos anos 50 dão certo ar polido e saudosista e por que não uma dose de “doçura” nas melodias. As letras falam de coisas banais, que poderiam acontecer comigo ou com qualquer um de vocês, por isso é tão mágico, que chega ate a ser comum.
 
Dissecando a bolacha:
 
O calhamaço ferrenho é agressivo começa com Joey berrando na sensacional “Blitzkrieg Bop”, que fala dos ataques nazistas na segunda grande guerra, nos apresenta ao velho e bom “Hey ho, lest go” grito de chamada para batalha, vai para insanidade juvenil de “Beat On The Brat”, quem nunca quis bater em um moleque com um taco?
 
 Chega em “Judy is Punk”, história de amor deveras bizarra, de um punk e uma anã, trava tudo e um relaxada em “I Wanna Be Your Boyfriend”, baladinha de amor, o cara só queria uma namorada, nos leva a “Chain Saw”, o que o tédio e uma serra elétrica não podem produzir no Texas? Fala sobre o prazer de cheirar cola (ops) em “Now I Wanna Snif Some Glue”, avisa que existe algo obscuro em porões na singela “I Don`t Wanna Go Down To The Basement”.
Segue com Babacas e mais babacas em “Loudmouth”, esculhambando com CIA (temida central de inteligência americana) em “Havana Affair”. “ Listen to My Heart”, nos apresenta ao velho e bom 1,2,3,4… (Dee Dee, berrando), “53rd And 3rd”, biográfica, fala dos tempos que Dee Dee Ramone teve que se virar como michê nas ruas de Nova York, “Let`s Dance”, um clássico de David Bowie  nas voz de Joey. Joey grita oque não quer em “I Don`t Wanna Walk Around With You”, e chega ao final com  “Today Your Love, Tomorrow The Word”, como podemos dizer, uma coisa de cada vez.
Com todo esse universo, juvenil e caseiro, os caras abriram as portas para muita gente. Confesso que o Punk Rock me atrai nisso, na simplicidade. Bom para os que se atrevem a entender de rock, tem que passar por isso.
 
Os magrelos de Nova York tem que ter um espaço relativo em sua estante ou em seu computador (tempos modernos esses).
 
Com capa em preto e branco, simplicidade a risca, conteúdo altamente inflamável, “Ramones” (1976) é o documento oficial do punk.
 
E aprendam, sem querer ser repetitivo: “Toda vez que o Rock ficar chato, vai recorrer ao punk  para se salvar”. RAMONES FOREVER!
 
Marcelo Guido é punk, pai da Lanna e Bento, marido da Bia, jornalista e professor.

Especial New Metal: nesta sexta-feira (5), rola show da banda Toxodonte no The Black Rock Bar

Nesta sexta-feira (5), a partir das 223h, no The Black Rock Bar, vai rolar show da banda Toxodonte. O grupo apresentará um repertório com os sucessos do rock no estilo Nw Metal, com um setlist formado por covers dos grupos System of a Down, Linkin Park, Limp Bizkit, Slipknot, Disturbed, R.A,M, Mudvayne, Papa Roach entre outros grupos do gênero.

A Toxodonte é formada por Ângelo kevin (baixo), Anderson Coutinho (bateria), Élder santos (guitarra) e kamilo dias (vocal), além de mais três participações de músicos convidados. A banda está bem ensaiada e promete uma apresentação em alto nível.

De acordo com Kamilo Dias, com 3h de sonzeira, serão quase 50 musicas com base no documentário Metal Evolutiom. Certamente será uma noite firmeza para quem curte essa vertente do “roquenrou”.

Serviço:

Especial New Metal, com a banda Toxodonte
Local: The Black Rock Bar (Avenida Timbiras, Nº 85 – Beirol)
Hora: a partir das 23h
Data: 05/04/2019.

Elton Tavares

25 anos do lançamento do disco Raimundos (1994 foi um grande ano mesmo) – Por Marcelo Guido

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Hoje, 2 de abril, completam exatos 25 anos do lançamento do disco Raimundos (1994). Raimundos foi o disco de estreia do da banda homônima (que fez estrondoso sucesso), lançado em 1994 pelo selo Banguela Records, criado pela banda paulista Titãs em parceria com Carlos Eduardo Miranda.

Apesar do clipe da música “Nega Jurema” ser de produção precária, a pedidos do público, ele participou da escolha da audiência na MTV, para representar o Brasil nos Estados Unidos, que concorreu nada mais, nada menos, com o videoclipe “Territory”, da banda mineira de thrash metal Sepultura (que saiu vencedora).

Para celebrar esse clássico álbum do Rock Nacional, republico o texto do amigo Marcelo Guido.

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Discos que formaram meu caráter (Parte 2) – Raimundos (1994)

Então amiguinhos, estamos aqui de novo para falar de mais uma bela “bolacha”, que com certeza fez muita gente, assim como eu, também botar a cabeça pra balançar, poguear e pirar conforme a música.

O disco em questão trata-se de “Raimundos”, primeiro álbum da banda homônima (qualquer semelhança com Ramones não é mera coincidência) que veio do Distrito Federal dar uma nova cara para o Rock Brazuca, no começo dos já longínquos anos 90.

O momento histórico da música brasileira não era lá aquela maravilha, diga-se de passagem, sertanejo e um tal de “new pagode” tomavam conta de todas as paradas musicais naquela época, realmente era um verdadeiro cenário de terror para os fãs do velho e bom rock and roll.raimundos-1

As bandas nacionais sobreviventes dos anos 80 já se encontravam naquele esquema de “vamos fazer um disco conceitual, e sair em turnê para tocar o que a gente já gravou”, patético. (Menção honrosa para os excelentes “Descobrimento do Brasil de 93 da Legião Urbana e “Titanomaquia” dos Titãs, também do mesmo ano”).

Nesse sombrio cenário vê que aparece do cerrado, quatro moleques que falam palavrão a torto e a direito, trazendo uma energia que faltava para aquele angu enjoativo que se tornou a música brasileira.

imagesProduzido pelo Carlos Miranda e lançado pelo selo “Banguela” dos Titãs, “Raimundos” chegou fácil a 150 mil copias. Além disso, o álbum foi inovador por mostrar para nós o “forrócore”, a mistura do forró tradicional com o hardcore, coisa nunca tentada antes.

Meu primeiro contato com o disco foi através de meu grande amigo, Adriano Bago (que hoje também é um Guarani Kaiowa), que em um esquema “brodagem” me presenteou com uma fita gravada onde se encontrava a balada de duplo sentindo “Selim”.

Quando ouvi aquilo pela primeira vez, pensei: “Que porra é essa???”. Tratava-se de algo inovador, os versos da canção que diziam “Eu queria ser o banquinho da bicicleta pra ficar bem no meio das pernas…” era tão novo que me fazia lembrar que ser o caderninho da menina já estava muito ultrapassado. Aquilo sim era Rock, ou melhor, aquilo eu queria ouvir.

Recheado de palavrões, chegou de dois pés e colocou os caras no cenário nacional que era muito difícil na época, já que não tinha ninguém dançando de shortinho coreografias pré-ensaiadas.

O disco mostrou de cara que a banda tinha muito a dizer, o que se tornaria fato no decorrer da década, “Puteiro em João Pessoa” abre o disco contando logo história de uma transa adolescente (virou quadrinho nas mãos do Angeli), vai para “Palhas do Coqueiro”,”MM`S”, que tem a participação do João Gordo, “Nega Jurema” que vem descendo a ladeira trazendo uma sacola de Maria “Tonteira”, enfim, um discaço.

Antes de tudo, é importante falar que o disco remodelou o cenário musical e influenciou praticamente todas as bandas que se formaram depois na década de 90. Considero “Raimundos “como obra fundamental porque a molecada mandou à merda todos os conceitos reinantes na época, com suas guitarras barulhentas pra caralho (será que posso usar esse termo no site do Elton?), letras sujas e bateria passado por cima de tudo com muito orgulho. Foda-se a surdez (opa de novo).

“Puteiro em João Pessoa, MM`S, Be-a-bá”, “Marujo”, “Selim”, realmente entraram no gosto da garotada que estava na rua nos anos 90.“Raimundos” nos mostrou também, que não era mais legal parecermos ingleses como nos anos 80, que legal mesmo era chamar o Zenilton pra tocar….“Por isso que o Raimundos nunca vai se acabar”.

* Marcelo Guido, é Punk, Pai da Lanna e Bento, Jornalista, Professor e Marido da Bia.

Foi lindo: com show que celebra os 30 anos dos álbuns “Dois” e “Que país é este”, a Legião Urbana emociona milhares de fãs em Macapá

Foto: Sal Lima

Ontem (30), no CetaEcoHotel (apesar de ser no CetaEcoHotel, o pior lugar para um show), a Legião Urbana fez uma apresentação irretocável. Com a turnê que celebra os 30 anos dos discos “Dois” e “Que país é este?”, a maior banda do Rock Nacional fez o que todos nós, fãs, esperávamos: botou pra quebrar e emocionou o público com suas canções de amor e protesto.

Os álbuns trintões são dois dos mais cultuados pelos fãs da Legião. A banda é formada pelos remanescentes Dado Villa Lobos (guitarra) e Marcelo Bonfá (bateria), que tocam junto com Lucas Vasconcellos (guitarra e violão); Roberto Pollo (teclados); Mauro Berman (no baixo) e e André Frateschi ( vocal e gaita).

Foto: Sal Lima

Além do Ceta, outra coisa ruim da noite foi ter perdido as apresentações da cantora Silmara Lobato e da banda Dezoito21, artistas amapaense e queridos amigos, que abriram a noite rocker. Desculpem, queridos, eu estava no trampo.

De volta à Legião, os caras cumpriram o prometido. Assim como o primeiro show na capital amapaense, em 2016, a banda provou o motivo de ser um fenômeno da cultura Rock Brasil. Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá são figuras lendárias e icônicas da maior banda de rock de todos os tempos e é redundante dizer que tocam muito (demais). Os outros músicos idem.

Foto: Sal Lima

E o André Frateschi. Porra! Aquele bicho é uma usina de energia porreta! Canta, toca gaita, faz performances quase teatrais (o cara é ator também) e ainda deu um recado fundamental: “Ditadura nunca mais”.

O recado político da Legião foi essencial, pois muitos garotos (e velhos) estão perdidos e apoiam o lado errado, após acidente histórico na política ocorrido em 2018, que colocou esse senhor no mais alto cargo nacional e que bate palmas para absurdos do passado, trabalha pelo cerceamento dos direitos básicos e vai na contra o livre pensamento.

Foto: Sal Lima

Aliás, a Legião Urbana sempre lutou pela liberdade. Canções como “Que País é Este?”, “Geração Coca-Cola” e “Veraneio Vascaína” (essa última do Aborto Elétrico, gravada pelo Capital Inicial, mas também tocada pela Legião), entre tantas outras músicas de protesto contra o Regime Militar provam isso.

E nós? Em outro texto, eu disse: “A Legião Urbana somos nós, os fãs”. Caralho, a gente também botou pra quebrar. Rolou muito coro, aplausos, sorrisos, lágrimas. A gente tava feliz demais. Só entende quem é fã e ali, no Ceta (apesar do Ceta), era o local pra pessoas assim, legionários.

Foto: Sal Lima

Canções como Angra dos Reis, Eduardo e Mônica, Faroeste Caboclo, Índios, Quase sem querer, Tempo perdido e, claro Que país é este? Tiveram emocionante participação do público. Ainda rolou músicas de outros discos, como Giz e Há tempos, entre outras.

Foto: Sal Lima

Sabem, sempre fui fã da Legião Urbana. As músicas embalaram noites memoráveis, quando andei com os loucos e foi trilha de amores inesquecíveis. Estar ali, ontem, fez mais uma vez a vida valer a pena. Além de ter sido um encontro de velhos amigos. Deu pra abraçar a malucada das antigas por lá.Quem não foi, perdeu. Força sempre!

URBANA LEGIO OMNIA VINCIT (Legião Urbana Vence Tudo)!

Elton Tavares

Turnê de 30 anos dos álbuns ‘Dois’ e ‘Que País é Este?’: hoje rola show da banda Legião Urbana em Macapá

Foto: Fernando Schlaepfer

Por Victor Vidigal

Difícil conhecer algum brasileiro adulto que não tenha escutado as músicas “Que País é Este?”, “Tempo Perdido” ou “Faroeste Caboclo”. São esses e outros clássicos que o público de Macapá poderá curtir no show da Legião Urbana, hoje (30), em um hotel no distrito da Fazendinha, a 7 quilômetros da capital.

A apresentação faz parte da turnê que comemora os 30 anos de lançamento dos dois álbuns mais icônicos da banda brasiliense: “Dois” e “Que País é Este?”, lançados, respectivamente, em 1986 e 1987.

Para matar a vontade do público em ver os ídolos tocando ao vivo canções que marcaram a adolescência de muitas pessoas nos anos 1980, a Legião Urbana volta à cidade depois de quase três anos da última apresentação em terras tucujus.

“O sentimento de saudosismo é muito forte nas pessoas, muita gente querendo ver os ídolos de perto. Foi por esse eterno sucesso da banda que resolvemos trazer a Legião mais um vez para a cidade”, explica o organizador do show, Américo Neto.

Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá, integrantes originais da Legião Urbana, se apresentam em Macapá — Foto: Fernando Schlaepfer

Além dos fundadores Dado Villa-Lobos (guitarra) e Marcelo Bonfá (bateria), a formação atual conta com o ator André Frateschi (vocal), e os músicos convidados Lucas Vasconcellos, Mauro Berman e Roberto Pollo.

Nas duas horas de apresentação, os roqueiros vão tocar, na íntegra, as 22 músicas que compõem os dois discos. Segundo a organização, a expectativa é que 3 mil pessoas assistam ao show. O grupo deve entrar no palco por volta de meia-noite.

Antes da atração principal, a banda Dezoito 21 faz a abertura do show com muito rock tocando músicas autorais e clássicos do gênero.

Serviço:

Show Legião Urbana 30 anos de ‘Dois’ e ‘Que País é Este?’
Data: 30 de março (sábado)
Abertura dos portões: 21h
Local: Ceta Ecotel (Avenida Raul Lopes, 2727, distrito da Fazendinha, Macapá)
Ingressos:
Arena: R$ 50 (meia)
Calçada: R$ 60 (meia)
Camarote Prime: R$ 70 (meia) – cerveja liberada de 21h às 23h;
Camarote Diretoria: R$ 130 (meia) – cerveja liberada apenas durante o show da Legião Urbana);
Camarote Executivo: R$ 3 mil (para 15 pessoas)
Postos de vendas: Casa do Pão de Queijo (Macapá Shopping); Quiosque Ochi (Amapá Garden Shopping) e Visual Fashion (Macapá e Santana)

Fonte: G1 Amapá

Rock autoral amapaense: conheça e curta o som da banda VM Rock

A VM Rock, título que faz referência de forma lúdica ao nome de Augusto Máximo, fundador da banda, nasceu em 2014, sempre com letras profundas, que trazem reflexões sobre a vida.

O grupo que trabalha com o rock nacional já tem em sua discografia o EP “Extended Plays” (2017), e o sucesso de “Amanhã”, lançado ainda neste ano.

Nós da Arte Brasileira convidamos os integrantes da banda para uma entrevista especial.

Confira logo após o vídeo abaixo:

Pessoal, primeiramente, muito obrigado por aceitarem essa entrevista. A primeira pergunta, vocês trazem mensagens de valorização à vida, não é? Como chegaram nessa temática?

Augusto (vocal): Muitíssimo obrigado pela oportunidade, nós ficamos realmente empolgados para falarmos um pouquinho sobre nós aqui! Este tipo de espaço é que fortalece a cena independente, e tem colaborado para o crescimento de novos artistas nacionais.

Falar de valor a vida não foi nada pretensioso no começo, talvez tenha sido uma fase de composição otimista, quando eu escrevia músicas como mensagens de auto superação. Mensagem estas que expressavam cenas da vida cotidiana, valores e sonhos. Só quando estávamos no meio do processo de gravação do primeiro trabalho, o EP “Bendita Água”, que repensamos nas propostas conceituais e, junto, a ideia brilhante de usarmos estas músicas para abrir um projeto de conscientização em escolas e outros espaços públicos. Um projeto chamado “Viva Mais”, a ideia de não apenas ser uma banda para tocar músicas de entretenimento invadiram nossas cabeças e, por um bom tempo, foi nossa principal motivação de tocarmos estas músicas.

Do que mais falam as letras de suas canções?

Augusto: Histórias e diálogos internos. As inspirações para a maioria das letras têm sido minhas experiências pessoais ou aquilo que eu gostaria de dizer para mim mesmo, isso não é uma regra, mas a banda tem confiado plenamente em meu trabalho quando se trata de criar letras. Estas composições retratam fases da minha vida, momentos que, com certeza, muitos se identificam, pois também já passaram. Exemplo: “Eu sei”, é um subjetivo diálogo sobre perdão – nela usei a figura do meu pai – foi criada na época em que eu o reencontrei após 20 anos. Outro exemplo é a “Janela e Porta”, relata minha fase no Ensino Médio, enquanto entre amigos e irresponsabilidades estava lutando contra uma crise respiratória, ao mesmo tempo que procurava um meio para firmar minha própria identidade.

Sergiomar (produtor e guitarrista): Felizmente não paramos por aí, novas canções foram surgindo que dialogavam sobre a luta contra a crise de ansiedade, depressão e drogas. Atualmente estamos abordando novas temáticas e o público pode esperar muitas novidades vindas por aí. Começando pelo Single “Amanhã”, com certeza sentirão o amadurecimento nas letras e arranjos. Sentirão o descentralizar do eu lírico para outras temáticas universais, valores humanos, reflexão sobre os desafios da vida; o que queremos realmente fazer, compor para expressar através da música o que as pessoas querem dizer e guardam para si; ou aquilo que deveria ser dito e ninguém o diz – “Desafiador demais!”.

Vamos polemizar. Vocês começaram a lançar trabalhos autorais em 2017. O que vocês acreditam que nesses quase dois anos, tem mudado na música de vocês, na música brasileira, e até mesmo no nosso país como um todo?

Sergiomar: Amadurecemos a nível instrumental e letra. Resolvemos deixar nossos arranjos mais enxutos, pois, por meio do EP, conseguimos definir bem para onde devíamos caminhar. O primeiro trabalho funcionou de forma experimental e durou o tempo necessário para formarmos um conceito e uma equipe mais sólidos.

Jaime (guitarrista): Nesta nova fase, nos desafiamos a ir além, escolhemos a música “Amanhã” para abrir as portas daquilo que ainda está por vir.

Ao contrário do EP, que foi gravado de forma caseira, estamos agora em um estúdio profissional (HM Studio), queremos explorar toda a potencialidade do som que estamos produzindo.

Wellison (baixista): O atual cenário da música brasileira ainda é instável para bandas independentes como nós e ainda lutamos com fato de estarmos bem isolados das “centrais brasileiras” onde as oportunidades são mais visíveis. Porém deixamos de ter isso como o maior obstáculo de nossa carreira, já que estamos na fase de maior democratização da música brasileira através das redes sociais e os demais meios tecnológicos. Somos bem otimistas e acreditamos que a banda é o público que tem. Estamos construindo um público super parceiro, eles têm contribuído demais fazendo com que nossa música viaje o Brasil todo antes de nós. Estamos convictos de que o dia de chegarmos nesses lugares está perto.

A primeira música que vocês lançaram chegou até mesmo em algumas rádios do sudeste, não é? Como foi a recepção do público para uma banda nova que estava surgindo no pedaço?

Augusto: Uma surpresa para nós! Quando dizemos “Oi! Somos uma banda aqui do Amapá!… No extremo norte do Brasil” é um espanto, pois é incrível o que a internet nos proporciona esse “atalho dimensional” a lugares tão longínquos. E quando vemos a reciprocidade ficamos orgulhosos de nós mesmos, de estarmos na direção certa.

Wellison: Até hoje, quando recebemos mensagens de nosso público em outras regiões do Brasil, não só do sudeste, ficamos bem surpresos. Talvez não mensurássemos o alcance que nossas músicas podem ter.

Sergiomar: A banda estreou com a música “1 Co 13”, tendo mais de mil visualizações no primeiro mês de seu vídeo de lançamento no Youtube e chegando a tocar em rádios no sudeste do país, como por exemplo a rádio Graviola (Rio de Janeiro), no programa para bandas de rock “Mundo Independente”.

E desde aí temos recebido mensagens do nordeste, do sul e de outros lugares que nem imaginávamos ter tanta visibilidade.

E hoje, como vocês estão sendo reconhecidos?

Augusto: Poderia soar pretensioso ao definir como estamos sendo reconhecidos, mas posso dizer como esperamos estar sendo. Como já havíamos dito, somos do Amapá e, sejamos francos, ainda há muita dificuldade de viajar para outros estados já que as passagens aéreas são de alto custo e outros meios também são custosos (sem contar os obstáculos da música independente no Brasil), por isso, prefiro achar, que a luta pelos nossos ideais e conquistas estejam inspirando a outras bandas e artistas de nossa região a não desistir.

Felippe Kaleb (baterista): Vemos a gente como uma banda que não quer apenas tocar para entreter, mas esperamos que nossas músicas levem uma mensagem de reflexão e ajude as pessoas a se encontrarem como seres humanos. Queremos levar um pouco da nossa terra para o restante do país e, quem sabe, do mundo!

Sergiomar: Estamos aqui para provar que é possível fazer da música nossa diversão e profissão, que mesmo vindo de um estado tão subestimado, mesmo com tanta ausência de cena para o rock, é possível acreditar que a música não é apenas um sonho, é uma realidade. Mas já ficamos satisfeitos quando alguém diz “Saca essa banda lá do Amapá! É muito boa!”, estar levando o nome de nosso estado ou região já é um orgulho para nós.

Qual trabalho que vocês consideram o mais importante (ou mais influente) da discografia da banda?

Jaime: Com certeza é a música “Amanhã”, pois ela é a primeira obra publicada que reflete o amadurecimento em que obtemos depois destes 2 anos. Por isso, resolvemos investir em uma produção de maior qualidade. Gravada em estúdio profissional, contamos com a produção musical do ilustre Hian Moreira, que foi fundamental para que nosso som falasse a altura do que compomos. Lançamos esta música pelo Youtube no dia 28 de janeiro, em formato single. E já conta com a nova formação: Augusto Máximo (vocal); Felippe Kaleb (batera); Jaime Lopes (guitarra); Sergiomar Jr. (guitarra); e Wellison Monteiro (baixo).

Quais são os planos para o futuro da VM Rock?

Augusto: Pretendemos lançar um clipe do single “Amanhã” ainda neste primeiro semestre pela empresa audiovisual Youwide Records. Em seguida, focaremos em entregar para nosso público mais músicas em formato single até o final deste ano; depois compactá-las em um álbum com outras faixas inéditas.

Sergiomar: Estamos, também, mirando festivais nacionais e internacionais, como por exemplo, EDP Live Bands Brasil ‘19, seletiva para bandas novas que desejam tocar em Portugal. Mais novidades seriam as vendas de camisas e outros acessórios com a marca da banda. Com isso, pretendemos criar coleções com as frases marcantes das nossas letras e motivacionais.

Vocês têm alguma (ou algumas) histórias ou curiosidades para nos contar referente ao trabalho de vocês?

Augusto: No início deste ano inauguramos a entrada de dois novos membros: Felippe Kaleb e Jaime Lopes. Eles são daqueles tipos de músicos que toda banda brigaria para ter, tal como são excelentes parceiros no trabalho como músicos profissionais virtuosos. Felippe (baterista) é irmão do nosso guitarrista e produtor, Sergiomar Jr, e os três têm uma banda de thrash metal, o Profetika, que já estão na cena underground há 10 anos; e, antes mesmo de terem este projeto, já tínhamos tentado formar uma banda com os mesmos integrantes que fazem parte da VM Rock hoje, isso mesmo! Há 10 anos atrás era para ter surgido, mas não aconteceu porque tive que fazer uma viagem não planejada e morar por um tempo distante dessa galera.

Depois de tocarmos em outros projetos, finalmente voltamos a nos encontrar e, pela primeira vez, esses amigos, com mais ou menos 20 anos de amizade, se reúnem para fazer a música que sempre sonhamos.

Fiquem à vontade para falarem algo que eu não perguntei e que vocês gostariam de ter dito.

Sergiomar: Provavelmente a galera tenha se perguntado o significado do nome da banda. É curioso, pois sempre tem alguém que nos faz esta pergunta. Trata-se de uma proposta rejeitada de título escolhido para um álbum, o primeiro EP deveria ser chamado de “Volume Máximo”, fazendo um trocadilho com o nome do vocalista e idealizador do projeto, Augusto Máximo. Apenas em 2018 que ao nome foi acrescentado “rock”, no intuito de diferenciá-la de demais artistas ou grupos artísticos com o mesmo nome.

Fonte: Revista Arte Brasileira

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Meu comentário: quem me conhece sabe: sou um amante do Rock and Roll e um entusiasta do Rock Amapaense. Há alguns dias, o amigo (músico integrante da banda Dezoito21) Geison Castro, me marcou em uma publicação sobre a VM Rock. Por conta da correria do trampo, deixei pra depois e somente ontem fui sacar e escutar o som dos caras. Gostei bastante. Parabenizo os moleques (no bom sentido da palavra, pois chamo de moleques todos os que são mais novos que o gordão aqui). Podem contar com o apoio do site Blog De Rocha, Sucesso! (Elton Tavares).

Há cinco anos na estrada, banda Tia Biló lança primeiro CD com músicas para ‘ensinar a viver’

Banda Amapaense lançará primeiro CD — Foto: Tia Biló/Divulgação

Por Victor Vidigal

Com cinco anos de estrada, a banda Tia Biló lança hoje (16) o primeiro álbum do grupo, o CD intitulado “Antes do Apagar das Luzes”. A apresentação vai ocorrer com a realização de show em um bar na Zona Central de Macapá.

Fruto de trabalho independente, o álbum tem 10 canções autorais que passeiam pelo pop/rock, com letras que buscam “ensinar a viver”, como define o vocalista Ozy Rodrigues.

“O CD em si é cheio de mensagens de vida, mensagens de como faz para se viver. E a ideia é oferecer um show com muita energia positiva para quem for prestigiar”, disse Ozy.

A vontade de produzir e lançar um disco surgiu há três anos. Mesmo diante de dificuldades financeiras, a banda conseguiu realizar o sonho.

CD ‘Antes do Apagar das Luzes’, da banda Tia Biló — Foto: Tia Biló/Divulgação

“Esse lançamento é a materialização de um pensamento que surgiu três anos atrás. É a realização de um sonho para todos da banda. A gente foi produzindo aos poucos, tendo como referencial o nosso estado financeiro”, relatou Ozy.

O registro do material foi feito em quatro estúdios diferentes: duas músicas foram gravadas em São Paulo e o restante foi produzido em estúdios locais.

Durante o show, os músicos prometem tocar as dez faixas do álbum, além de covers de artistas que influenciaram o quarteto, como Legião Urbana, Cazuza, Raul Seixas e Ira.

O público ainda poderá curtir as bandas de rock Tio Zé e Dezoito 21, que farão a abertura do show principal.

Serviço:

Show de lançamento do CD “Antes do Apagar das Luzes”
Data: 16 de março (sábado)
Local: Donna Antônia ( Avenida General Gurjão, 85, Centro, ao lado do Teatro das Bacabeiras)
Hora: 22h
Ingressos: R$ 15 (individual); R$ 60 (mesa)
Venda do CD: R$ 10

Fonte: G1 Amapá

Carnaval alternativo com Rock and Roll, Brega Rock e Carimbó: vem aí o Baile dos Hermanos

Para quem busca uma alternativa no carnaval 2019, a Duas Telas Produções vai produzir uma programação com muito Rock and Roll, Brega Rock, Carimbó e claro, as tradicionais marchinhas de salão. O Baile dos Hermanos é uma opção de carnaval diferenciada que tenta busca agregar apreciadores de diversas vertentes da música, assim como coloca a zona norte de Macapá no circuito de eventos com alto nível de produção. Para esta noite festiva teremos como atrações as Bandas Bloco Ventura, O Sósia e Os Pinducos, com a participação especialíssima do cantor Mauro Cotta.

O Baile dos Hermanos está marcado para hoje (4), a partir das 20 horas, no Chalé Japiím, no bairro Renascer I. Prepare sua fantasia, traga sua disposição para ser feliz e dançar em uma noite de muita energia positiva!

Serviço:

BAILE DOS HERMANOS
Atrações:
Banda Bloco Ventura
Banda O Sósia
Banda Os Pinducos
Participação Especial: Mauro Cotta
Local:Chalé Japiím, Rua Italiota 1509 – Renascer I
Hora:A partir de 20 horas
Posto de Vendas:Loja Norte Rock – Vila Nova Shopping
Ingressos Individuais: R$ 25,00 (Antecipado 1° lote)
Camarote: R$ 500,00 (8 pessoas + 01 balde com 10 de cerveja lata)
Informações: (96) 99113-9341 (whatsapp)

Assessoria de comunicação

Feliz aniversário, Hanna! – @hanna_paulino

Hoje é aniversário da mãe da Lohanna, vocalista das bandas Drusa, Voxx Voyage e Hidrah,  além de querida amiga deste jornalista, Hanna Paulino.

A moça é inteligente, muuuito gente boa, possui alto astral e bom humor invejável, além de bem resolvida. É, a Hanna emana positividade. Ela é uma mulher muito trabalhadora e talentosa. Uma moça jovem, mas muito responsável com seu trabalho e querida por seus amigos.

Com toda certeza, Hanna é a melhor cantora de Rock and Roll do Amapá. A menina é uma verdadeira estrela e tenho o prazer de ser seu amigo, além de fã.

Hanna, queridona, desejo que você siga com todo esse sucesso e que tenhas saúde pra usufruir dele, sempre. Meus parabéns e feliz aniversário!

Elton Tavares

*Texto republicado, mas de coração. 

Rock Amapaense: os cinco anos da banda Tia Biló (meus parabéns aos caras)

Tia Biló, no início, em 2014.

A música é minha expressão artística favorita. Principalmente o rock. E falando em “Roquenrôu”, nesta mesma data, em 22 de fevereiro de 2014, foi formada a banda Tia Biló. Com a proposta inicial de fazer covers de “rock alternativo”, o grupo era formado por Ozy Rodrigues (guitarra e vocal), Marcio Gama (baixo e vocal), Anderson Coutinho (Bateria) e Allan Barcellar (guitarra solo).

Em 2015, com a saída de Barcelar, a banda virou um “power trio”

O nome do grupo foi tirado de uma poesia da renomada poeta do Amapá, Alcinéa Cavalcante (fazendo referência à uma das pioneiras na disseminação da cultura do Marabaixo e do Batuque no Estado). Atualmente a formação da banda conta com Ozy Rodrigues (guitarra e vocal), Marcio Gama (baixo e vocal), Junior Caxias (Bateria) e Wylliame Barros (teclado).

Há cerca de dois anos a Tia Biló começou seu projeto autoral. Passada meia década, após tocarem nos melhores bares e eventos do Amapá e com apresentações sempre em alto nível, o grupo lançará o CD “Antes do apagar das luzes” (o primeiro do grupo).

O lançamento ocorrerá no dia 16 de março de 2019, no bar Donna Antônia (centro de Macapá). O álbum contará com nove canções autorais e uma versão, ainda surpresa para os fãs da banda. Uma das canções já foi lançada nas redes sociais e denominada “Gallahell”, em homenagem ao guitarrista amapaense Régis Sanches.

Com muito trabalho, empenho, descontração e talento, os caras ganharam notoriedade e lutam para marcar também na cena do rock autoral amapaense.

Tia Biló 2019 – Rock Autoral

Desejo sucesso ao “Forasteiro” Ozy e ao punk-indie Márcio Gama (ambos amigos meus), bem como aos outros dois músicos do grupo. Faço minhas as palavras de Bono Vox, que certa vez enviou um bilhete para Black Francis com a mensagem: “lindo show rapazes, mantenham o fogo”.

Parabéns pelos cinco anos de Rock e pelo trabalho autoral que chega. Continuem botando pra quebrar!!

Elton Tavares

Especial Raimundos, Charlie Brow Jr. e Matanza: sábado rola show da banda Toxodonte no The Black Rock Bar

Neste sábado (09), a partir das 20h, no The Black Rock Bar, vai rolar show da banda Toxodonte. O grupo apresentará um repertório com os sucessos dos Raimundos, Charlie Brow Jr. e Matanza. Certamente será uma noite de muito Rock and Roll nacional e gringo da melhor qualidade. Serão mais de 2h sonzeira.

A Toxodonte é formada por Kamilo Dias (vocal), Everaldo Morais (guitarra), José Rafael (baixo) e Anderson Coutinho (bateria). A banda está bem ensaiada e promete uma apresentação em alto nível. Tá aí uma boa pedida para quem curte “roquenrou”.

Serviço:

Show da banda Toxodonte
Local:  The Black Rock Bar (Avenida Timbiras, Nº 85 – Beirol)
Hora: a partir das 20h
Data: 09/02/2019.

Elton Tavares