Mazagão completa 249 anos (minha família veio de lá).

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Como já publicado aqui hoje, Mazagão Velho completa 249 anos de fundação nesta sexta-feira. A minha família paterna veio do Mazagão, não do velho, mas do “novo” (que não tem nada de novo). Bom, vou falar um pouco da cidade e depois da relação do local com o meu povo.

O município de Mazagão tem uma história peculiar, rica em detalhes sobre o Amapá. Mazagão foi fundada porque o comerciante Francisco de Mello pretendia continuar com o comércio clandestino de escravos, mas pressionado pelo governador Ataíde Teive, resolveu cooperar, fornecendo índios para os serviços de construção da Fortaleza de São José, na capital do Amapá, Macapá.

Em retribuição, foi anistiado e agraciado com o título de capitão e diretor do povoado de Santana, mas, por conta de uma epidemia de febre, que acometeu os silvícolas, foi transferido para a foz do Rio Manacapuru, e, pelo mesmo motivo em 1769, para a foz do Rio Mutuacá. 67600_493165714105798_851665926_n Em 10 de março de 1769, D. José I, Rei de Portugal (POR), desativou a cidadela de Mazagão, na então colônia do Marrocos (MAR), 340 famílias sitiadas pelos mouros. Elas foram transferidas para Belém (PA). Para alojar estes colonos, o governador mandou construir um povoado às margens do Rio Mutuacá. Em 7 de julho de 1770, começaram a ser transferidos 136 famílias para a Nova Mazagão, hoje cidade de Mazagão Velho, como já denominava-se o lugar, pois desde o dia 23 de janeiro de 1770, havia sido elevado à categoria de Vila.

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Prefeitura de Mazagão – Foto: Elton Tavares

Na verdade, meu saudoso avô paterno, João Espíndola Tavares, nasceu na região do alto Maracá, no Sítio Bom Jesus, localidade de difícil acesso. Para se chegar ao local, as embarcações precisavam passar por muitas cachoeiras do município de Mazagão. E minha santa vó, Perolina Tavares, bisneta do senador do Grão Pará, Manoel Valente Flexa (que foi manda chuva em Mazagão no tempo que lamparina dava choque), também nasceu naquelas bandas. Ah, meu vô foi prefeito do Mazagão (preso em 1964, pela então “revolução”).

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Eu e meus avós paternos – Mazagão – 1978

Lá eles namoraram, casaram e constituíram família. Meu pai, Zé Penha e meus tios Maria e Pedro, nasceram no Mazagão. Os filhos mais novos do casal, Socorro e Paulo, nasceram em Macapá, onde minha família paterna é uma das pioneiras. Meu vô partiu em 1996 e meu pai depois dele, em 1998. Mas a família Tavares preserva a dignidade, o respeito e a amizade, fundamentais para a vida, aprendidos no Mazagão e trazidos para a capital amapaense.

Quando criança, fui ao Mazagão, mas não tenho essas lembranças na cachola. Retornei ao município em 2009, quando meu avô foi homenageado na Loja Maçônica da cidade, por ter sido um de seus fundadores. Depois em 2010, a trabalho, para cobrir a Inauguração da Ponte sobre o rio Vila Nova, na divisa da cidade com a vizinha Santana. E depois, em 2012, para a cobertura do aniversário de fundação da antiga vila (há exatos seis anos).DSCN0298

É, minha família paterna veio do Mazagão (na década de 50). De lá trouxe uma nobreza que admiro e muito me orgulho. Não sei explicar a sensação de ir lá, mas a senti todas as vezes. Parece um lugar que já estive há muito, muito tempo. Quem sabe noutra passagem por aqui. Do que tenho certeza, é que tais raízes nos deram muita cultura, histórias legais e respeito às tradições. Meus parabéns, Mazagão!

*Este texto é parte da monografia que escrevi para o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) de Comunicação.

TURISMO BOTÂNICO E FLORAL EM SANTANA – Texto de Fernando Canto

Foto: Fernando Canto

Texto de Fernando Canto

Ir à casa de pessoas que gostam de plantas dá uma sensação de paz e de alegria, disse minha mulher Sônia, ao chegarmos na casa dos amigos Fernando e Elainy, na antiga vila do Staff da Icomi, no município de Santana. O enorme terreno com uma casa muito conservada da vila, com seus ladrilhos e esquadrias de madeira com basculantes e venezianas originais, dá uma ideia do que como viviam as pessoas nos tempos áureos daquela companhia que ao mesmo tempo em que explorava e vendia nossos minérios era o orgulho amapaense do sentido do progresso em um Território Federal recém-criado.

Casal de amigos (do Fernando e Sônia e meus também) e donos da “casa-verde-floral”, Elainy e Fernando. Foto do arquivo pessoal do Fernandinho.

É verdade que não vim aqui falar da casa, mas não pude deixar de observar as calçadas perfeitamente decoradas com pedaços de lajotas e ladrilhos tão bem assentados por experientes e profissionais pedreiros. O banheiro central possui uma banheira autêntica da época, um pouco desgastada pelo tempo e uma pia ornada de mosaicos prosaicos (aí não poderia deixar de rimar, né?); o piso de madeira também dá a dimensão do aproveitamento da matéria-prima local: amazônica em sua essência.

Rosas do Deserto – Foto: Fernando Bedran

Elainy se preparava para pegar um voo no Aeroporto Internacional de Macapá e logo se despediu. Nosso interesse era adquirir uns pés de rosa do deserto para presentear amigas da Sônia. E Fernando tinha uma canteiro que mais parecia um jardim clonal, com pés dessa planta em vários tamanhos. Ele apresentou algumas das plantações como as mangueiras, cujos frutos quase se arrastam pelo chão e fazem a alegria dos inúmeros passarinhos que por lá habitam, tais como pipiras, suís, bem-te-vis e sabiás, que têm até ninho na parede próximo ao teto da casa. Camaleões entram por cima dos muros assim como eventualmente os macacos-pregos da reserva ecológica vizinha que surgem,sempre brincalhões, nas copas de além muro do terreno.

Foto: Fernando Canto

Os pés de coqueiros, cajueiros, limão, romã e até pau-brasil emergem do tapete verde da grama do quintal em harmônica paisagem cuidadosamente planejada, como um resultado de uma aula de paisagismo botânico de Burle Marx. Entre caramanchões e a luz refletida pela piscina, pés de plantas decorativas e medicinais, também estão ali esperando as mãos dedicadas dos que amam os vegetais e, consequentemente, a natureza, essa deusa milagrosa da vida que o homem comum ainda não entendeu a razão do seu reinado no planeta. Samambaias balançam soltas em seus vasos aéreos, são avencas, cama de deus menino, azuis e simples; rosas vermelhas, rosas rosas, rosas do deserto, cana fichi, espada de são jorge, espada de santa bárbara, trevo vermelho, bougainvilles misto, vermelho e amarelo, dinheiro em penca, uma parreira, e dentro de uma velha antena parabólica inúmeros pés de onze horas coloridos. Há tantas espécies de flores e plantas que não saberia dizer o nome de todas. E eu nem contei que no quintal dois filhotes de Pit Bull crescem sem alarde para proteger a propriedade dos amigos do alheio.

Ao meio de uns goles da cerveja domingueira uma boa conversa sobre plantas e flores surge assim como um prazer inenarrável que dá sentido à vida no gesto da libação necessária para que a amizade também cresça como elas, pois tudo na vida precisa de cuidado para sobreviver. Elas estão lá na forma pura de suas energias e no seu permanente conteúdo perfumando de poesia neste domingo chuvoso sob a linha do equador. Tudo isso dá, mesmo, paz e alegria.

Feliz aniversário, Inês Vale!

Hoje aniversaria a servidora pública, bacharel e RH, filha Cacilda da vó Cacilda, irmã predileta da minha mãe, cristã, mas fã de cervas geladas, apreciadora de samba, criadora de cachorros e minha tia, Inês Vale.

Eu e Inês somos amigos. Nossa diferença de idade não é tão grande e por isso convivemos muito. Claro que não somos tão próximos quanto fomos há alguns anos, mas a gente se gosta e se respeita. Se um precisar do outro, nos ajudamos sem pestanejar.

Ela é a melhor amiga de minha mais que maravilhosa mãe. Trata-se de uma mulher forte, honesta, trabalhadora e batalhadora. Uma pessoa sorridente e prestativa. Sobretudo, uma figura do bem.

Meu saudoso pai ajudou a criar/educar a Inês. A gente é amigo desde que me entendo por gente. Enfim, este post é só para parabenizar e desejar à Inês tudo que ela conceitua como felicidade. Que tua vida seja longa e boa, tia. Saúde e sucesso pra ti.

Meus parabéns e feliz aniversário!

Elton Tavares

*Texto republicado. 

Meus parabéns, Jucicleber Castro! – @jucicleber

Hoje aniversária o produtor Cultural, engenheiro elétrico, incentivador da música amapaense, apoiador de manifestações artísticas, boêmio inveterado, além de amigo deste jornalista, Jucicleber Castro.

Jucicleber está sempre com um sorriso no rosto, ótimo humor, ideias inovadoras, boas intenções, excelente papo. Suas atitudes para comigo e com os que o cercam faz dele um porreta. Amigo dos amigos e justo com a geral. Gosto do sacana.

Hoje o amigo completa sua 48ª volta em torno do sol, mas tenho certeza que ele aproveitou pelo menos uns 50 anos dentro deste tempo, pois como eu, é um cara que gosta da vida e de viver.

Castro, mano velho, que tenhas sempre saúde e sucesso na tua caminhada. E que tua estrada da vida seja longa e iluminada. Talento, humildade e paideguice para seguir como o baita cara que és, tens de sobra. Então que a felicidade seja rotina na tua existência.

Meus parabéns pelo seu dia, amigo.  Feliz aniversário!

Elton Tavares

 

Meus parabéns, Marcelo Lima! (aniversário do cinegrafista que mais dividiu trampo comigo)

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Eu e Marcelo Lima – Comunidade de Pau Mulato (próxima ao Arquipélago do Bailique) – 2011 – Foto: Márcia do Carmo

Hoje é aniversário do repórter cinematográfico, filho pai e avô amoroso, ex colega de trabalho, vascaíno sofredor, mão-de-vaca, sósia do Amado Batista e querido amigo meu, Marcelo Lima.

Marcelo fez parte da antiga equipe de jornalismo da TV Amapá. O cara é, além de experiente e competente cinegrafista, batalhador, trabalhador e responsável.

Trabalhei dois anos com o Marcelo na assessoria de comunicação do Governo do Amapá. Juntos cobrimos os mais variados eventos, percorremos as estradas do Estado, fomos aos 16 municípios e dezenas de localidades. Certamente, foi o repórter cinematográfico com quem mais dividi os corres do trampo.

Trampamos durante dias e noites, tomamos sol e chuva, dividimos comida, rachamos quartos de hotéis e nos ajudamos incontáveis vezes, tudo para que o trabalho fosse executado com sucesso.

Eu ficava muito puto quando estávamos dentro de um avião e ele dizia: “gordo, essa porra não cai, fica frio”. Mas eu seguia “cabreiro” até o destino, pois detesto voar. De aeronave monomotor ou bimotor então, é pânico. Mas o Marcelão ficava sempre impávido.

A gente já até quase morreu na estrada, avião monomotor dando sacode, lancha já bateu em pedras, ficamos em atoleiros, mas se for contar todas as histórias que vivemos com a Marcinha e Mariléia, não termino esse texto de parabéns.

Por tudo que vivemos, o cara virou meu brother. Apesar de ser um grande furão, já que não participa das nossas reuniões há tempos, o homem de “partinha” (ele usa um pequeno toldo enrolado em cima da testa) é consideradão por mim.

Marcelo Lima teve um problema de saúde há pouco tempo, mas graças a Deus ele já tá bem e deve tá por aí, fazendo das suas (ali é atentado!). Hoje o brother completa 50 anos.

Marcelo, mano velho, que teu novo ciclo seja ainda mais porreta. Que sigas com saúde e sucesso junto dos teus amores. Que não te falte forças ou sabedoria pra gerir teus atos. Tu és um cara que admiro e que sempre estará na galeria dos grandes amigos que fiz nessa louca área de atuação.

Parabéns pelo teu dia, meu amigo. Feliz aniversário!

Elton Tavares

Feliz aniversário, Ivana Cei – @IvanaCei

Quem lê este site sabe: gosto de parabenizar amigos. Independente se são figurões ou não. Hoje felicito a filha, mãe, irmã e esposa amorosa, atuante e competente promotora de Justiça do Ministério Público do Estado do Amapá (MP-AP) e escritora, além de querida amiga deste editor, Ivana Cei.

Trabalho com a doutora Ivana há quase dois anos. Nunca tinha escrito um texto de aniversário para o ela, pois tinha medo de ser jogado pelos idiotas de plantão na vala comum dos puxa-sacos, mas deixei de bobagem.

Inspiradora, inteligentíssima, gente fina e justa, Ivana Cei é uma mulher sensacional. Aliás, cheguei no MP-AP, instituição que muito me orgulha trabalhar, por meio de um convite dela. Sou sempre grato e tento estar a altura da responsabilidade.

Querida Ivana, que neste novo ciclo a senhora seja ainda mais iluminada. Que tenhas sempre saúde e sucesso, além dessa sabedoria reconhecida.

Você é uma querida amiga e este breve depoimento é pra registrar meu apreço, respeito e admiração. Parabéns pelo seu dia e feliz aniversário!

Elton Tavares

Ronaldo Rodrigues, que também é Ronaldo Rony, gira a roda da vida. Feliz aniversário, R.R.!!

O homem que possui dois seres geniais em um só corpo, inicia seu novo ciclo. O escritor, roteirista, documentarista, cronista, cineasta, ilustre colaborador deste site, Ronaldo Rodrigues, que também é o quadrinista, pai do Capitão Açaí, entre outros tantos personagens e cartunista, Ronaldo Rony, gira a roda da vida hoje. Pai do Pedro e do Artur, remista e brother deste editor, R.R. completa nesta quarta-feira, 53 risonhos invernos (com cara de 40, pois o sacana não fica velho).

Já disse e repito, o figura é um artista ímpar, tanto redigindo, quanto atuando no vídeo ou desenhando seus cartuns. A genialidade do figura é tão caralhenta quanto sua paideguice, pois o cara é demais porreta. Paraense de nascimento e já amapaense no coração, Ronaldo é um genial louco varrido. Ele se equilibra bêbado, mas nunca cai na vala de uma vida ordinária. Original como poucos, Rony é um cara que admiro. Dono de uma mente brilhante, tenho a sorte e a satisfação de receber, vez ou outra, crônicas e contos seus para publicação neste site.

Ronaldo é um cara tranquilo de mente barulhenta. Sempre inquieto, instigado, inventivo, surpreendente e perspicaz. Crítico ácido e bem-humorado, brinca com tudo. Ri de todos e até dele próprio, sempre de forma inteligente e espirituosa. Sempre com uma crônica bem redigida ou cartum visceral, o maluco faz a nossa alegria, pois somos fãs do seu trabalho. Gosto muito dele. É um cara honesto, trabalhador e do bem.

Além de tudo já escrito e descrito aí em cima, Ronaldo é um cartunista premiado dentro e fora do Brasil, ele possui quatro livros publicados, é decano do Coletivo Quadrinhos do Amapá e veterano do movimento audiovisual amapaense, entre outras facetas.

R.R, também é, assim como eu, um farrista exemplar, boêmio incorrigível e frequentador dos melhores e piores bares de Macapá, sempre com boas e más companhias, dono de bom papo e alegria de viver. Aliás, dividir cervejas com Rony em qualquer boteco, é um lance paid’égua.

Enfim, este texto é pra deixar registrado e carimbado a minha admiração, respeito e amizade por Ronaldo Rodrigues (e Ronaldo Rony, claro).

Mano, tu és um baita cara, bicho. Que tenhas sempre saúde e sucesso junto aos seus amores. Enfim, que tudo que caiba no seu conceito de felicidade se realize. Parabéns pelo teu dia e feliz aniversário!

Meus pais me levaram até o alto da colina e me disseram:- Ei, garoto! Esse é o mundo. Vá lá e tente se divertir!” – Ronaldo Rodrigues, que também é Ronaldo Rony.

Elton Tavares

*Precisamos de uma foto nova, Ronaldo. 

Meus parabéns, Black Sabbá! (aniversário do velho e querido @sabba37)

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Eu e Black Sabbá, no Underground Rock Bar (2014)– Foto: Fernando França

Hoje (16) é aniversário do pai dedicado, técnico em segurança do trabalho, músico, maluco das antigas e velho amigo meu, Black Sabbá. Sebastião mora em Icoaracy (PA) há mais de uma década, onde leva uma vida tranquila com a família. Mas nos anos 80, 90 e primeira metade dos anos 2000, ele agitou e muito, em Macapá. Hoje o roqueiro chega aos 47 janeiros.

Conheci o Black na primeira metade dos anos 90. Ele não é somente mais um doidão porreta dos muitos que conheci na vida, é um cara Rock n’ Roll demais. Por onde passa, com toda sua conhecida performance de rock-star-maluco-do-gueto-feliz-pra-caralho, Black canta, malandramente, clássicos dos anos 80.

O figura é conhecido na capital amapaense com Black Sabbá, uma alusão a banda inglesa Black Sabbath (tanto que ele também usas dois “B’s”).

Eu, Alan Yared e Black Sabbá (niver do Lula Jerônimo) – 16/02/2015 – Foto: Fernando França

Vascaíno fervoroso, um dia Black me disse que sua opção por torcer pelo clube cruzmaltino se deu depois que ele levou um cascudo de um cidadão que vestia a camisa do rival, Flamengo, na época que ele era garoto e trabalhava como engraxate.

Junto com Jony, Guri e Jessi, Black fundou banda “Prisioneiros do Lar”, nos anos 80. O grupo se apresentava em todo lugar da antiga Macapá. Era uma banda com muita atitude e energia, canalizada através de seu vocalista. Black era e é um cantor estiloso, performático e carismático. Sempre com um sorriso no rosto e bom humor invejável.

Vez ou outra, Black pinta em Macapá e toda vez tenho o imenso prazer de encontrá-lo e batermos o velho papo molhado, sempre muito porreta.

Resumo da ópera-rock, Black é um cara cheio de pavulagem, amor e paideguice. Um amigo diz que a gente troca juventude por sabedoria. É o caso de Sabbá, que hoje em dia continua o cara legal pra caralho que sempre foi, só que muito mais safo.

Enfim, Sebastião, que sigas nessa louca estrada de tijolões amarelos chamada de vida (e que ela seja muito longa) com muita saúde e essa alegria absurda que tens. Meus parabéns, Black. Feliz aniversário, mano velho!

Elton Tavares

Frases, contos e histórias do Cleomar (Parte III)

Meu amigo Cleomar Almeida é um competente engenheiro. O cara também é a personificação da pavulagem e gentebonisse, presepeiro e boçal como poucos que conheço. Um figura divertido, inteligente, gaiato, espirituoso e de bem com a vida. Dono de célebres frases como “ajeitando, todo mundo se dá bem” e do “ei!” mais conhecido dos botecos da cidade. Quem conhece, sabe. Na mesma linha das PRIMEIRA e SEGUNDA edições sobre seus papos no Facebook, mais uma vez selecionei alguns de seus relatos na referida rede social. Boa leitura:

Papo com Deus

– Se eu pudesse falar com o Criador só teria uma pergunta. Chefe, o Senhor vai precisar mesmo desses carapanãs? Fooooolego, tá demais.

Sobre a doidice da política

– Prometi que ia dar um tempo, sério, mas quando tu vês o Faustão dando esculacho e lição de moral é porque a coisa tá ruim de verdade. Vai vendo, é só o começo.

– Deixa eu ver se entendi direito. Biroliro emprestou 40 paus pra o motora que tinha 1.2 milhão na conta, é isso mesmo?

– Bizonharo babando o ovo do Trump e ele diz que tá sem tempo pra vir na sua posse. Cadê o “consideramento”?

– Na goiabeira já vi muita coisa, só não vi um ninho de caba-tatu. Infelizmente, as cabas me viram e eu, por tabela, quase vi Jesus.

– Rosa, azul… vão ficar dando confiança pra doido agora?

– Como diria o ilustríssimo Dr. Papaléo, quem tem com o que me pagar, com o ferro será ferido.

Falando de WhatsApp

Em 2019 vou parar de levar ideia com quem não deixa essa porra azular, acho falta de “consideramento”.

Amapalidades

– Em outros lugares: Você acha certo o que fez?
Em Macapá: Ei bonito, tua mãe não te vende?

– Nortista é um bicho estranho, passa o ano reclamando do calor infernal dessas bandas, aí chega o inverno e neguinho passa mal, baixou de 30 graus sujeito já acha que mora na Sibéria, quer andar de sobretudo e cachecol. Eu por exemplo tô a três dias com reumatismo por conta desse frio ártico. Soube até que acharam um cara congelado lá pelos Alpes da Serra do Navio. Dá nem pra sair de casa mais. Eu hein!

Companhia de Energia e outras falhas de serviço

– Na hora de propor aumento na tarifa é uma piranha, na hora de consertar a porra da energia é uma aranha. CEA sua quenga.

– Porra CEA, bem na hora do Axé Pelô??

Parece praga, toda vez que vai embora a energia, o celular tá com menos de 10% de bateria e não tem comida pronta. Fôlego!!

Provolone

– Daí tu estás de boa no boteco, quando na mesa ao lado o cabôco fala alto pra se aparecer pra gatinha que o acompanha: garçom, traz um tira gosto de queijo POMODORO, aquele que tem cheiro de meia velha. VTF!

Círio de Nazaré

Foto: Márcio Pinheiro

– Esse fim de semana a gente faz merda, daí semana que vem a gente sai na corda e pede pra Nossa Senhora ajudar.

Coerência

– Às vezes um bom “vai tomar no cu” resolve a bronca toda.

Economia

– Eu, na minha jaranice, resolvi pegar os sabonetes mais baratos que vi no supermercado esse mês, me lasquei! Acho que são feitos de cerol, areia, pó de mármore ou algo parecido, tu vais passando e o bicho vai arrancando a pele junto, a única vantagem é que acho que não vou precisar comprar esse mês, dos dez que comprei, só usei dois e já passei pro sabão Cutia em barra, que tá mais suave.

Ócio

– Se a vadiagem fosse remunerada, já teria feito uma grana preta, só nesse sábado.

Meus parabéns, Alessando Nunes! (@alessandonunes)

Com o Côxa, na Banda – 2015

Quem gira a roda da vida nesta segunda-feira (14), é o pai dedicado de três lindas moças e irmão parceiro do Diogo, maluco das antigas e brother deste editor, Alessando Nunes. O popular e considerado da galera, ”Côxa”. Essa figuraça completa 40 janeiros de vida hoje.

Coxa é um doido varrido, no bom sentido, querido por todos. Um cara trabalhador, que alia a boemia e trampo com responsa. Ele é, sobretudo, um homem de bem.

Com o Alessando em 2018

É muito difícil eu encontrar Côxa, mas quando rola, é sempre uma festa. E regada a muita cerveja, papo porreta e boas risadas. E isso aconteceu na última sexta-feira (11), quando tomamos dezenas de litros de chopp e nos divertimos com amigos.

Nem lembro quando, em qual circunstancia ou onde conheci o Alessando Nunes. Só sei que faz tempo e que foi por meio do Bruno Mont’Alverne (Babolha), amigo que temos em comum. A gente bebeu incontáveis cervas no antigo bar que ele tinha com o irmão, na orla de Macapá, o “Mururé”, lá pelas bandas do “Maguila”. Aliás, ali vimos o sol nascer muitas vezes.

Na nossa última “controada”. Foi firme!!

Carismático como poucos, o Côxa é um moleque de 40 anos, dono de uma paideguice e bom humor irradiantes. Sempre com sua malandragem fina, consegue seguir na vida pelos atalhos que os pregos não conseguem enxergar. Dou valor no maluco.

Este pequeno texto é para registrar o apreço, amizade e respeito que nutro por Alessando. Côxa, mano velho, que teu novo ciclo seja ainda mais iluminado, com saúde e sucesso. Parabéns pelo teu dia e feliz aniversário. De resto, “tu saaaabes, patinhas” (risos).

Elton Tavares

Três vivas para Marcelo Sá!

O defensor do meio ambiente, humanista, militante cultural, guia de turismo, mestre na viração, entre outras tantas qualidades que possui, Marcelo Sá, aniversaria hoje. O maluco das antigas, skatista presepeiro, safo, viajante e nosso querido “Vampiro” ou “Sérgio Malandro” é um brother porreta.

Um cara bem humorado, safo, trabalhador e batalhador do turismo amapaense, que mesmo com toda a beleza natural do Amapá, possui muita dificuldade.

Marcelo é um figura gente fina, tranquilo, prestativo, às vezes sem noção, mas sempre porreta. Eu e Vampiro nunca andamos muito juntos, mas sempre nos encontramos nos locais mais legais e com as pessoas mais paid’éguas.

Nem sei desde quando somos amigos e muito menos como isso aconteceu. Só que gosto do sacana. Que dizer, não somente eu, pois ele é consideradão pelos melhores doidos varridos e caretas legais deste lado do Amazonas.

Aí, mano velho, que teu novo ciclo seja ainda mais porreta e que teus corres sejam produtivos. Que sigas com saúde, sabedoria e sucesso . Parabéns pelo teu dia e feliz aniversário!

Elton Tavares

CURSO DE FOTOGRAFIA PARA INICIANTES

Pra quem estava ansioso/a aguardando a nova turma de nosso curso para fotógrafos iniciantes, a espera terminou! As inscrições para a turma de janeiro já estão abertas de forma presencial em nosso estúdio e também pela internet. São apenas 15 vagas disponíveis.

As aulas acontecerão no estúdio fotográfico do Foto Nunes no período de 14 a 18/01, no horário de 19h às 21h. O investimento no curso é de R$ 180,00.

Essa vai ser a primeira turma da versão 2.0 do curso que está com muitas novidades em seu conteúdo, como a realização de exercícios práticos em simulador de câmera de DSLR.

Serviço:

Curso Básico de Fotografia 2.0
Período: de 14 a 18/01
Horário: das 19 às 21h
Investimento: R$ 180,00
Pagamento presencial e on-line parcelável em 4x no cartão de crédito
Informações: 981183510 (whats)

Inscrições presenciais:
Foto Nunes – Av. Diógenes Silva, 1098, Trem

Link para inscrições on-line pelo PagSeguro para pagamento no boleto ou no cartão: https://pag.ae/7UurcRVG6

Feliz aniversário, Thay! – @ThaydiPaula

Hoje também é aniversário da flamenguista, colaboradora na Agência Nagib Comunicação e Marketing, jornalista e minha broda, Thay DiPaula. A moça é inteligente, responsável, trabalhadora, batalhadora, bem resolvida, às vezes meio ranzinza, mas gente fina.

Eu e Thay fizemos o curso de Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo juntos. Eu, sempre brigão, me bati com muitos colegas durante os anos de faculdade, mas também fiz amigos. Ela está entre os brothers.

Thay, querida, que seu novo ciclo da vida seja ainda mais iluminado. E que sigas com saúde e sucesso. Portanto, vida longa, com doses exageradas de equilíbrio e sabedoria. Meus parabéns e feliz aniversário!

Elton Tavares

*Texto republicado, mas de coração. 

Meus parabéns, Cleide Freires! – @cleidefreires

Cleide Freires (esquerda da foto), eu e a jornalista Mariléia Maciel – Novembro de 2016

Hoje aniversaria a mãe e esposa dedicada, jornalista, produtora e apresentadora dos jornais da TV Amapá, emissora afiliada da Rede Globo no nosso estado, além de querida amiga deste editor, Cleide Freires. Trata-se de uma das pessoas queridonas com quem tive a honra de estudar e trabalhar nesta nossa louca profissão.

Conheci a Cleidinha no curso de jornalismo da então Faculdade Seama, onde nos graduamos na mesma turma. Já sacava a moça da TV, pois ela tem vasta experiência e uma bonita trajetória neste nobre ofício. Depois, quando eu era foca (iniciante), tive contato com ela na Redação da TV Amapá.

Cleide é uma menina porreta, tranquila, prestativa, educada, trabalhadora, inteligente e gente fina. Ela é, sobretudo, uma mulher do bem e excelente profissional. Gosto muito dela!

Cleidinha, querida amiga, que teu novo ciclo seja ainda mais iluminado, parabéns pelo seu dia. Que tenhas sempre saúde e sucesso junto aos seus amores. Feliz aniversário!

Elton Tavares