Jornalista Sharlot Sandin gira a roda da vida. Feliz aniversário, Japa!!! – @SharlotSandim!

Sempre digo aqui que gosto de parabenizar neste site as pessoas por quem nutro amor ou amizade. Afinal, sou melhor com letras do que com declarações faladas. Acredito que manifestações públicas de afeto são importantes. Quem gira a roda da vida neste décimo sexto dia de junho é a jornalista Sharlot Sandin, a nossa amada “Japa”. Ela é um dos meus grandes afetos e por isso, lhe rendo homenagens.

Sharlot é mãe do Mateus, filha da dona Sônia, jornalista e assessora de comunicação da Prefeitura de Pedra Branca do Amapari (ofício que ela desempenha com dedicação e competência). Conheci a Japa em 2008. De lá pra cá, fomos chegados, colegas de trampo, amigos e, há anos, somos irmãos de vida. Ela é das pessoas com quem posso contar, seja para trabalho, resolver problemas pessoais ou rirmos em uma mesa de bar com nossos amigos loucos.

Eu e Sharlot, em algum lugar do passado (acho que isso aí foi em 2011)

Além de profissional competente, Sharlot Sandin é uma mulher fantástica. Tenho a honra de ser seu amigo dessa pessoa que tem um grande coração.

Chegada num bom papo, regado a cerveja gelada, a moça foi uma de minhas excelentes companhias para as noites quentes de Macapá. Sua alegria e bom humor contagiam qualquer grupo ou ambiente.

Com a Japa, ao longo da nossa vida doida.

Ah, ela é cômica. Sabem aquelas pessoas que quando você lembra ou olha na cara, já dá vontade de rir de tanta presepada e histórias acumuladas durante uma vida feliz junto dela? Pois é, é a Japa.

Sharlot é inteligente, honesta, safa, malandra, palhaça, batalhadora, presepeira e uma mulher bonita. E não é só por conta desse rostinho porreta, mas sim pelas atitudes e caráter. Com ela, já ri, chorei e colecionei momentos maravilhosos dessa vida.

Com Sharlot, Bruna e Marcelle, noite dessas. Amo as três.

Sharlot nunca fez NADA que desabone sua conduta como minha amiga. Sempre me apoiou e ficou ao meu lado. E tento ser para ela, pelo menos 70%, esse amigo que a querida é para mim. A gente se ama e é recíproco!

Com a cabeça e o coração loucos, Sharlot é absurdamente de bem com a vida. Ela aproveita tudo que a vida lhe apresenta de forma porreta, com todas as cores, sabores e ligas que, quando vividas, geram memória afetiva. Sei bem, pois em muitas dessas vezes, tô com ela. Essa mulher deixa tudo mais leve com seu humor debochado e ilumina a caminhada.

Com Bruna e Japa, ontem.

Em resumo, Sharlot é uma das pessoas do meu coração e boto muita fé que esse “consideramento” é recíproco.

A Japa completa 39 anos hoje. Sharlot, querida amiga, que teu novo ciclo seja ainda mais paid’égua, feliz, produtivo e iluminado. Que sigas pisando forte em busca dos teus objetivos com essa garra, sabedoria, coragem e talento que lhe é peculiar. Que tenhas sempre saúde e sucesso junto aos seus amores. Tu te garantes e eu dou valor em ser teu amigo. Que a Força esteja contigo. Parabéns pelo teu dia. Feliz aniversário!

Elton Tavares

O dia que o Godão morreu – Crônica legal de Cíntia Souza republicada – (@hccintia)

Ilustração de Ronaldo Rony

Crônica de Cíntia Souza

O nó na garganta deixou meu corpo mole. Acordei em luto. A tristeza é algo que nos enfraquece de dentro para fora, sem nos dar chance de reagir. “Foi de repente”, “Eu falei com ele ontem”, “Disseram que foi o coração…mas também, mano!”, “É, a boemia cobra o preço”.

Meu amigo morreu. Meu parceiro morreu e a gente nunca viajou junto, digo, ao menos não para outros lugares. Por isso, não quero ficar com as lembranças, muito menos pirar com aquela lista de tudo o que não fizemos ou me punir por não saber aproveitar melhor o nosso tempo. Só a ideia me irrita. Está certo! Tenho problemas com a morte. Invejo kardecistas. Eles são tão serenos na hora da passagem. Eu acho que eles fingem.

Godão, Godão, se você estivesse aqui com certeza iria tirar um barato. O povo chorando, contando histórias, rindo, contando histórias e chorando. Interessante, todos têm algo para contar. E agora, como eu vou saber qual parte dessa biografia é real? Vai virar lenda, hein.

Além dos amados, da família firme e forte, será que você imaginaria que fulano viria até aqui? Beltrano também veio! Vixi, foram muitos encontros e desencontros. Eu queria que você pudesse ver isso. Tenho certeza que já imaginou o próprio funeral. Afinal, quem nunca?

Não faz muito tempo, talvez dois ou três meses, você postou algo sobre a sua rotina no trabalho e eu comentei citando a letra de uma música que a gente curte: “Eu desejo que você ganhe dinheiro, pois é preciso viver também. E que você diga a ele, pelo menos uma vez, quem é mesmo o dono de quem”. E você emendou: “Eu te desejo muitos amigos, mas que em um você possa confiar”.

A gente nunca foi do tipo que compartilha frases de Caio Fernando Abreu no Facebook (Hahaha). A gente vivia na vera…e como vivia. Éramos Carpe Diem total! Não sei se pelo fato de sermos jornalistas, mas fazíamos questão de registrar tudo. Tinha quem nos considerasse exibicionistas. Comédia! É injustiça tirar a vida daqueles que tentam aproveitá-la ao máximo. É isso o que revolta! E nós sabíamos aproveitar a vida como poucos.

Não sei por que conjuguei o verbo no passado. Afinal tudo isso foi apenas um sonho. Acordei fraca, com sede e com aquela aflição entranhada na alma. Passei a manhã pensando se aquele sonho teria algum sentindo, um significado especifico. Não encontrei nada até agora.

Durante a manhã falei com você pelo Messenger e fiz você prometer que não vai morrer. Você jurou.

O fato é que as pessoas morrem. Para quê, né?! Mas acontece. E sempre foi assim desde o começo. Dizem que teve um cara que foi e voltou, rasgou o véu, desceu a mansão dos mortos, mas depois ninguém nunca mais o viu. Há quem espere seu retorno.

Diante de tudo penso se há uma solução para encararmos a morte com naturalidade, simplesmente como a fase final e derradeira desse ciclo chamado vida, ou outro meio para anestesiar a dor da partida. Mas não sei se queria ver alguém retornar do lado de lá… Creio na cruz!

*Cíntia Souza é jornalista, sócia proprietária da Crível Comunicação e amiga minha. Texto republicado.

Fisioterapeuta Franci de Sousa gira a roda da vida. Feliz aniversário, querida amiga!

Sempre digo aqui que gosto de parabenizar neste site as pessoas por quem nutro amizade. Afinal, sou melhor com letras do que com declarações faladas. Acredito que manifestações públicas de afeto são importantes. É o caso da Franciane de Sousa, a popular “Franci”, uma querida amiga que gira a roda neste 10ª dia de junho. Uma mulher porreta e por isso lhe rendo homenagens pelo seu ano novo particular.

Conheci a Franci há algum tempo, por meio do seu esposo, o Serginho Silva, mas passei a ter contato com ela em 2023, quando comecei a trampar com seu marido. Ela é bacharel e fisioterapia, profissional da iniciativa privada,  esposa apaixonada, uma mulher batalhadora, trabalhadora, responsável, virada e super paid’égua em todos os aspectos.

Franci também é uma anfitriã exemplar, já que fui em algumas reuniões de amigos na casa dela e do Serginho. Em resumo, eles são dois queridos. Vez ou outra, preciso da Franciane e ela sempre ajuda. Sou grato pelo suporte, pois ela é, de fato, uma amiga para todas as horas.

Franci, fico feliz pelo seu ano novo particular. Que a força sempre esteja contigo. Que teu novo ciclo seja ainda mais produtivo, próspero e que tenhas sempre saúde e sucesso junto dos teus amores. Saúde, sucesso e sabedoria sempre!

Meus parabéns e feliz aniversário!

Elton Tavares

Cristovão Gama Júnior gira a roda da vida. Feliz aniversário, Sky! (@cristovaosky)

Sky, eu e Flávio (esses dois aí são muito amigos)

Sempre digo que gosto de parabenizar, neste site, as pessoas por quem nutro amizade. Afinal, sou melhor com letras do que com declarações faladas. Neste quarto dia de junho, Cristovão Gama Júnior, o popular “Sky” ou “Cris” (pra galera do trampo), gira a roda da vida e lhe parabenizo, pois se trata de um querido amigo e um cara demais paid’égua!

Cristovão é o motora/piloto da equipe de comunicação da Secretaria de Comunicação do Tribunal de Justiça do Amapá (Secom/TJAP). Quando o conheci, reconheci um rosto de mais de uma década atrás. Logo demos risada da tal situação inusitada, impublicável aqui.

Também sempre digo que tenho a sorte de fazer amizades onde trabalho. Foi assim em vários órgãos públicos que assessorei. E no Tribunal de Justiça do Amapá, instituição onde labuto desde o início de 2023, não é diferente. Há um anos e quatro meses, eu e Sky somos da mesma equipe, mas parece que faz muito tempo que dividimos pautas e muitas alegrias.

Claro que, às vezes, ficamos mordidos um com o outro. Quando o assunto é política então, não dá pra bater papo com ele. Mas, faz parte (risos).

Galera do grupo “Velharia” (ala idosa da Secom TJAP), na celebração de hoje, 4 de junho, do niver do querido Cris (Sky ou Cristina).

O aniversariante é lutador de artes marciais, amante de carros e entendedor quando o assunto é automotivo ou jiu-jitsu. Ex-taxista, também já trampou nas áreas administrativas de empresas privadas e até como segurança (o cara é porrudo e ninja). Cris é um figura prestativo, desenrolado e irreverente. Um cara trabalhador e justo, parceiro e, sobretudo um homem do bem.

No início de nossa convivência, estava mais para um observador. Daqueles que mais escuta do que fala. Depois da gente se entrosar, saquei que o Sky é responsável, boa praça, sempre com um sorriso no rosto e uma palavra positiva. Sim, Cristovão é um baita cara porreta, que tem um coração gigante. Apesar do pouco tempo que o conheço, já o considero um amigo.

Apesar do Cris não tomar uma gota de birita, pois já saiu comigo e bebeu litros de água e alguns refrigerantes, ele tira um gosto que é uma beleza (risos). Aliás, o brother é bom de remo (igualmente a mim), pois entre uma cobertura de pautas externas e outros trampos do corre diário, a gente para em alguma padaria ou lanchonete pra dá-lhe num pastel, coxinha ou misto-quente.

Com o Cristovão no trampo. Um grande cara, não somente pelo tamanho, mas pela paideguice.

O Cris é um excelente profissional. Mas acredito que o melhor papel que ele desempenha é o de pai, pois fala de forma amorosa de seu filho, o jovem Hugo Torres. Ainda não conheço o moleque, mas se tiver pelo menos 30% da gentebonisse do Sky, já tá valendo. Em resumo, eu e Cristovão construímos uma amizade bacana, com muito respeito e parceria.

Ah, deixo aqui registrado que o Sky é o cara que cumpre toda e qualquer missão dada no trampo e fora dele (risos). Às vezes, o brother é até chamado carinhosamente por nós, amigos do trampo, de “Cristina”, de tão meigo que o figura é (mais risos).

Meus parabéns pelo teu dia, Cristovão. Que teu novo ciclo seja ainda mais paid’égua. Que sigas com essa sabedoria e coragem pisando forte em busca de seus objetivos. Que tudo que couber no teu conceito de sucesso se realize. Que a Força sempre esteja contigo. Que tua vida seja longa, Cris. Feliz aniversário, brother!

Elton Tavares

Kise Machado gira a roda da vida. Feliz aniversário, amiga! – @KiseMachado!

Com a Kise, em 2017

Sempre digo aqui que gosto de parabenizar neste site as pessoas por quem nutro amizade. Afinal, sou melhor com letras do que com declarações faladas. Acredito que manifestações públicas de afeto são importantes. É o caso da Kisiane Machado, a popular “Kise”, uma querida amiga que gira a roda neste 1ª de junho. Uma mulher porreta e por isso lhe rendo homenagens pelo seu ano novo particular.

Não lembro o ano que conheci a Kise, mas de certo, faz mais de 30 anos. Ela estudava com minha prima Lorena e nosso encontro aconteceu na Macapá dos anos 90.

Trata-se de uma filha amorosa da dona Lourdes, mãe orgulhosa da Vitória e namorada apaixonada da Luciana. Kise também é gestora e servidora pública, profissional competente, responsável e dedicada. Uma mulher virada e super paid’égua em todos os aspectos.

Kise é humanista, fotógrafa das boas, amante de cervejas especiais e de culinária refinada, além de ilustre moradora do Oiapoque (AP). A broda também é torcedora fervorosa do Papão (o maior time de futebol do Norte do Brasil), ex-colega de trampo e fã de aviação.

Trampei com a Kise na Prefeitura de Macapá, em 2013, e quando assessorei o senador Randolfe, em 2017. Ela é trabalhadora, sincera, prestativa, espirituosa, alegre, engraçada e inteligente.

Com a Kise, em 2023

Em resumo, se é que dá pra resumir a Kise, a aniversariante é uma pessoa porreta demais. Sobretudo uma mulher do bem. Uma daquelas amizades que vale a pena levar para a vida toda, pois ela é caralísticamente gente fina. Vez ou outra, nos encontramos. E é sempre um papo porreta.

O tempo passou, a poupança Bamerindus levou o farelo e meu “consideramento” para com essa amiga nunca acaba. E sei que é recíproco!

Kise, “tu saaaabes, Patinhas”. Fico feliz pela tua vida que se renova hoje. Que a força sempre esteja com você. Que tu sigas pisando forte em busca de teus objetivos. Que teu novo ciclo seja ainda mais produtivo, próspero e que tenhas sempre saúde e sucesso junto dos teus amores.

Parabéns pelo teu dia e feliz aniversário!

Elton Tavares

Professora Ana Maria gira a roda da vida. Feliz aniversário, querida!

Com Dona Ana, uma querida.

Sempre digo aqui que gosto de parabenizar neste site as pessoas por quem nutro amizade. Afinal, sou melhor com letras do que com declarações faladas. Acredito que manifestações públicas de afeto são importantes. É o caso da dona Ana, uma querida que gira a roda da vida neste 31 de maio. Uma mulher gente fina demais. Por isso lhe rendo homenagens.

Dona Ana é professora, especialista em educação infantil, educação artística, o acordeom como recurso didático. Começou ainda jovem no ofício de educar. Também é contadora de histórias, musicista tocadora de acordeon, colaboradora no espaço mais lúdico da Biblioteca Pública Elcy Lacerda, a sala de literatura infantil.

Sua história de décadas dedicadas à Educação e Arte do Amapá, que lhe rendeu o “I Prêmio Pan Amazônia, Professores Transformadores”, resultou em um documentário (que vocês poderão assistir no final desta publicação).

Ah, Ana Maria foi colega da minha mãe, Lúcia, no curso em Pedagogia e Orientação Educacional, pela Universidade Federal do Pará (Ufpa), no então Núcleo da Ufpa em Macapá, que depois se tornou Universidade Federal do Amapá (Unifap).

Apesar da trajetória brilhante como educadora e artista, boto fé que Ana Maria desempenha ainda melhor os papéis de mãe do Clécio, Clícia, Cliciane, tia da Mara, avó da Clara Flor e outros que não conheço, além de amiga de seus genros (sim, pois a Mara é como se fosse filha dela), Enrico e Yurgel.

Sou amigo de quase toda essa galera e eles me fizeram admirar e gostar dessa lindeza de senhora. E pelos nossos felizes encontros, acredito que esse “consideramento” é recíproco.

Dona Ana, que seu novo ciclo seja ainda mais paid’égua. Que sigas com essa sabedoria e alegria. Saúde sempre. Parabéns pelo seu dia e feliz aniversário!

Elton Tavares

Jornalista Ziulana Melo gira a roda da vida. Feliz aniversário, amiga! – @ziulanamelo

Eu e Bruna (minha esposa) com o casal de amigos, Ziulana Melo e Helder Carneiro – A Banda 2023

Sempre digo aqui que gosto de parabenizar neste site as pessoas por quem nutro amizade. Afinal, sou melhor com letras do que com declarações faladas. Acredito que manifestações públicas de afeto são importantes. É o caso da Ziulana Melo, uma querida que gira a roda da vida neste 31 de maio. Uma mulher gente boa e parceira. Por isso lhe rendo homenagens.

Ziulana Melo é jornalista (radialista e colunista) e diretora de jornalismo do Sistema Diário de Comunicação. Com ela, tenho uma relação de amizade e respeito, mesmo a gente com pouco contato fora do campo profissional.
Sou grato por todo o apoio que ela e o grupo Diário do Amapá me deu por onde passei na minha carreira de assessor de imprensa. Sim, desde 2010, eles são meus parceiros. Gratidão mesmo.

Ziulana é amante de boa música, literatura, politizada, incentivadora da cultura, entre outras paideguices que lhe são peculiares. Ela é prestativa, educada, trabalhadora, inteligente e gente fina. Sobretudo, uma mulher do bem e excelente profissional. Gosto muito dela!

Nem lembro ao certo em que ano conheci Ziulana Melo, mas ela e Marlio, seu irmão, fazem parte de minha memória afetiva, já que nossos pais eram amigos quando éramos crianças.

Ziulana também é a esposa apaixonada do advogado e radialista, também meu amigo, Helder Carneiro, com quem tem um lindo casal de filhos.

Ziulana, querida, que tu tenhas sempre saúde e sucesso junto aos seus amores. Que sigas na jornada com essa coragem e vontade de vencer. Que teu novo ciclo seja ainda mais feliz, produtivo e iluminado. Que sigas pisando firme e de cabeça erguida em busca dos teus objetivos. Que tudo que couber no teu conceito de sucesso se realize. Que a Força sempre esteja contigo. Parabéns pelo teu dia e feliz aniversário!

Elton Tavares
*Obs: Ziulana, precisamos de mais fotos juntos.

Fernando Canto, o maior escritor do Amapá, gira a roda da vida pela 70ª vez. Feliz aniversário, Mestre! – @fernando__canto

Sabem, eu nem sei precisar o momento em que me tornei amigo de Fernando Canto. Digo, amigo mesmo, dele me ligar numa tarde ou numa manhã e falar de algo novo que escreveu, leu ou escutou. Realmente não lembro o momento exato, mas graças a Deus aconteceu. Bom, é 29 de maio e esse cara, que é uma das pessoas que mais me orgulho em ter entre os meus afetos, gira a roda da vida. Por ser esse ser sensacional, rendo-lhe homenagens em seu aniversário (Sempre que chega o vigésimo nono dia desse mês, me pergunto: “como vou escrever um texto para o cara mais foda que eu conheço nesse lance de escrita?”). Mas vamos lá.

Sempre digo que o Fernando Canto é o meu herói literário. O Fernando se tornou meu Charles Bukowski particular, que reúne em uma só pessoa um gênio (sem pavulagem) da escrita e um exemplo da boa boemia malandra.

Arte de Ronaldo Rony

Ser amigo dele pra mim é uma honra sem tamanho. O fato dele ter escrito os prefácios dos meus dois livros – um lançado em 2020 e o outro em 2021 – muito me honra. Conversar com esse cara é sempre divertido e um aprendizado. Até quando estamos falando nossas corriqueiras bobagens, durante nossos encontros etílicos memoráveis. Há muitos anos, Canto deixou de ser o padrasto/pai de amigos e se tornou um grande parceiro de vida. Aliás, tenho amor, admiração e gratidão por ele e por Sônia, sua esposa. Eles, além de afetos, são apoiadores e incentivadores meus.

Fernando Pimentel Canto é compositor, cantor, músico, jornalista, sociólogo, professor doutor, poeta, contador de histórias, causos e estórias, contista e cronista brilhante, apreciador e incentivador de arte, sociólogo, imortal da Academia Amapaense de Letras (AAL) e presidente da AAL, escritor “imparável”, boemista, amante do carnaval, biriteiro considerado, mocambo, membro fundador do Grupo Pilão, flamenguista e ex-atacante do Flamenguinho (time do Laguinho dos anos 60, onde segundo ele, o saudoso craque “Bira Burro” foi seu reserva), militante cultural e servidor da Universidade Federal do Amapá.

Fernando, Bruna (minha esposa), Sônia (esposa do Fernando) e eu.

Com 17 livros publicados (de crônicas, poesia e contos); composições autorais e outras com grandes nomes da música amapaense; ensaios teatrais, entre outras incontáveis contribuições para a cultura e resgate histórico do Amapá, além de cargos importantes ao longo de sua carreira, Canto é um ardoroso partidário da causa cultural tucuju. O “Cidadão Amapaense” mais amapaense que a maioria dos que aqui nasceram. Quem não o conhece ainda, ou não é do Amapá ou ‘bom sujeito não é’ – com a devida licença poética.

Fernando Canto gira a roda da vida pela 70ª vez (bela marca). Ele é um dos Mestres da Cultura amapaense, pois possui contribuições incalculáveis para a Literatura e para a Música do Amapá, da Amazônia e do Brasil. O branco mais preto do Laguinho, bairro que tanto ama, divulga, canta e representa. O cara é a memória das artes tucujus. Ele é um acervo vivo de nossa identidade cultural. E, para mim, o maior escritor vivo do Amapá.

O mais legal do Canto é ser um cara Phoda, mas com humildade, tranquilidade sem deslumbre e fineza ímpar. Desprovido da arrogância e boçalidade de muitos – que não possuem nem metade do talento e da bagagem cultural dele. Ainda existem os críticos a ele, mas geralmente são movidos pela inveja de seu sucesso e passam com vírgulas em lugares errados de seus próprios textos. Fernando Canto é um intelectual sem frescura, que respeita as pessoas. Um grande artista das letras e um baita caboclo gente fina! Tenho muito orgulho de ser amigo dele.

Macapá possui pessoas especiais, seres que, em alguns casos, mesmo não nascidos aqui, para cá vieram e, como diz FC, ‘pegaram de galho’. Graças à passagem tridimensional que existe nessa cidade no Meio do Mundo, também conhecida como Linha do Equador. Hoje é dia de ficarmos felizes pela vida do “Papai Smurf”, como o chamamos no grupo “Fuleiragem com Cerveja”.

Fernando Canto é o maior artista das letras, um dos grandes da música e um mestre. Trata-se de um gênio generoso. Mas mais que isso, ele é um exemplo de como ser um homem bom, íntegro e justo.

Em resumo, pra mim, Fernando é família. É conselheiro, é amigo, é confidente, é parceiro literário e de vida. Canto, querido, que Deus conserve tua saúde. Que teu novo ciclo seja ainda de mais sucesso, se é que isso é possível. Que tu sigas por muitas décadas com o amor da tua esposa, filhos, netos e dos amigos, como este jornalista. Não à toa, a gente te ama. Meus parabéns pelos 70 anos, mestre e feliz aniversário!

Elton Tavares

O Fernando de todos nós – Crônica porreta de Carlos Bezerra (*) sobre Fernando Canto

Fernando Canto, com o título de Cidadão Amapaense – Foto: Sônia Canto

Por Carlos Bezerra (**)

Sou um homem de sorte, para a tristeza dos meus inimigos, que eu os tenho e muitos., pois não aceito compactuar com a lassidão moral que devasto o mundo no geral e o Brasil no particular, recusei-me a morrer há uns anos atrás, de modo que continuo vivo, lépido e lampeiro.

Graças a isso tive o privilégio de participar do lançamento do livro “O Bálsamo e Outros Contos Insanos”, do escritor amapaense (o Pará das nossas origens que me perdoe) Fernando Canto.

Fernando Canto – Caricatura do artista plástico e ilustrador J. Márcio. Colorida pelo designer Adauto Brito.

Foi uma noite de gala para a nossa incipiente, mas nem por isso, menos viçosa Cultura. Presentes, amigos de todos os naipes. Escritores, compositores, poetas e cantadores, alguns já de renome, outros nem tanto, mas todos, ímpares nos seus campos de atuação. Uma noite de alegria, de confraternização, de fé e de esperança nos destinos da nossa tão maltratada terra. Noite de música. O Grupo Pilão, impecável como sempre, nos remete para a beleza e a angústia das nossas florestas ancestrais. A presença de Manoel Sobral, Zaide, Obdias, Jamil, Luiz Guedes, Hélio Pennafort, Bomfim Salgado, Isnard Lima, Graça Vianna, Manoel Bispo, Vitória, Hernani Guedes, Zé Miguel, entre tantos outros, nos dá ideia dos que compareceram para levar o abraço, o carinho e o incentivo ao nosso escritor do qual o Brasil ainda ouvirá falar. É possível que esteja possuído do puxa-saquismo mais deslavado mas, um dos meus credos é o de que os meus amigos não têm defeitos. Quanto aos inimigos, se não os tiverem, eu arranjo um.

Fernando Canto é uma das mais belas páginas do livro extraordinário chamado Amapá. O Amapá das ruas poeirentas, do motor de luz na praça da igreja, do Trapiche Eliezer Levy, da Doca, do Merengue, da Piscina Territorial, da nossa juventude perdida que não voltará jamais, nem ela nem as ruas seguras e casas idem, pela ausência de maldade dos macapaenses de então. Fernando torna mais verdadeira a afirmação do nosso poeta maior, Álvaro da Cunha, quase esquecido mas nem por isso menor: “A lua minguante do Amapá, brilha mais do que a lua cheia de qualquer outro lugar”.

Jornalista Carlos Bezerra – Foto: Tribuna Amapaense.

O Brasil e o mundo tiveram muitos Fernando: o Noronha, o Católico, O Lopes, o Dias, o de Magalhães, o de Melo e atualmente o Cardoso. Nós, amapaenses, tivemos mais sorte. O nosso Fernando é Bálsamo, é literalmente Canto.

(*) Crônica publicada no jornal Diário do Amapá. Macapá, sexta-feira e sábado, 18 e 19 de agosto de 1995.
(**) Jornalista e cronista amapaense, in memoriam.

Carta de Alcinéa Cavalcante para Fernando Canto

Poetas Fernando Canto e Alcinéa Cavalcante. Uma amizade de décadas

Macapá, 29 de maio de 2024

Querido amigo Fernando Canto, escrevo-te estas mal traçadas linhas para te parabenizar pelo teu aniversário. Agora és setentão. Que coisa boa!

Vi que as comemorações começaram sábado passado com uma linda homenagem feita por escritores, poetas, amigos e fãs. Acompanhei tudo pela Internet (essa coisa maravilhosa da comunicação). Foi linda a homenagem. No dia seguinte falando sobre com o nosso amigo Elton Tavares disse a ele que qualquer homenagem feita a você ainda é pouco diante do que você fez e faz não só pela cultura, mas pelo Amapá.

Mas nesta missiva nem quero ficar falando sobre tua importância para esta terra que você adotou e que te adotou com orgulho. Todo mundo sabe da tua importância e acho que tens consciência disso.

Alcinéa Cavalcante e Fernando Canto. Meus amigos demais queridos na foto do também brother Flávio Cavalcante.

Quero falar de nós, dos velhos e atuais tempos. Das décadas da nossa amizade. Volta e meia lembro da nossa juventude. Lembras quando nos conhecemos? Pois eu lembro. Foi no Grêmio Jesus de Nazaré. Nossa! Faz tanto tempo. Éramos tão jovens! Eu magrinha, calça boca de sino (nem mostra aquela foto rsssss), tu cabeludo, cinto com fivelão à moda Roberto Carlos rssss. E a gente começando a rabiscar nossos primeiros poemas. Os meus tão infantis. Mas você já se mostrava superior a todos nós, pois seus poemas já eram verdadeiros poemas (ainda guardo com carinho aquele teu livro mimeografado. É uma relíquia).

As reuniões no Grêmio, a missa na noite de domingo eram momentos de muita alegria e depois, mais alegria, com as festinhas no Grêmio e tu, ali, jovem guarda, tocando guitarra no conjunto. Égua, mano, ser guitarrista naquela época era top demais. Depois te vi no Mocambos, vieram os festivais, a percussão com o pilão (aquele festival foi inesquecível) no auditório da Rádio Difusora e eu na primeira fila te aplaudindo e cobrindo para o Jornal do Povo.

Veio o grupo Pilão, as tua dezenas de livros (mas o meu xodó ainda é Telas e Quintais, embora não seja o melhor dos melhores), e a gente aqui e acolá se encontrando, trocando afetos e renovando a amizade. Cá pra nós, nossa amizade é muito bonita, né?

E a tua amizade com o papai, hein!… Alcy gostava demais de ti e da tua escrita. Pense num cara que tinha muito muito muito carinho por ti.

O tempo passando e a gente nunca se perdeu um do outro. Hoje estamos juntos numa academia de letras presidida por ti. Me orgulho e encho a boca para dizer que és o presidente.

Alcinéa e Fernando, dois gênios imortais da Academia Amapaense de Letras.

Eu tenho muita coisa pra falar da nossa amizade, do orgulho que tenho de ti, da ternura que nos abraça (para de mexer no meu cotovelo, rapaz rssss), mas aí isso já não seria uma cartinha. Seria um jornal.
Mano, feliz aniversário! E já tô imaginando o teu centenário. Nós dois velhinhos contando histórias de antigamente kkkkkkkkkkkk

Jornalista Elton Tavares, publicitária Bruna Cereja, poeta Alcinéa Cavalcante e o aniversariante, Fernando Canto, durante encontro em 2024

Te desejo que todos os teus dias sejam recheadinhos de saúde, animados como tua escola Boêmios do Laguinho (se fosse verde-rosa seria melhor), plenos de amor, belos como as rodas de marabaixo (lembrei da Marabaixeta), lindos como tuas canções, poemas, contos, crônicas… ah, Nando Canto, nem vou dizer tudo tudo tudo que te desejo porque tu sabes.

Um beijo grande pra ti.
Deus te abençoe!

Alcinéa Cavalcante

(P.S- Se tiver algum erro faz de conta que nâo viste, pois não vou revisar essa carta. Carta não se revisa. Né?, principalmente a que se escreve com o coração. Mais beijos pra ti. 

Canto 70 anos – Por Marcelo Guido – @Guidohardcore

Por Marcelo Guido

Canto, para o Aurélio, ponto, ângulo, linha de convergência ,superfície. Ato de produzir sons utilizando a voz.

Não falando de qualquer “Canto”, mas do Fernando, que nesta altura da vida , no dia de hoje esta a comemorar 70 primaveras.

O Fernando , o Canto e uma figura exemplar , no âmbito profissional , nem se comenta , sociólogo, excelente professor, uma superfície de saber, onde o ângulo da magnitude nos levar a pensar o quanto é honesto o seu ato se compartilhar a sabedoria.

70 primaveras , que podem ser repartidas em atos , como um verdadeiro espetáculo. Sim, a vida do cara parece ter sido escrita , por um ser tal o próprio. São na realidade 25.550 dias vividos , e salientamos com muito humor , respeito e perseverança. O Fernado , o Canto parece ser um personagem de Joice , Calado , Hemingway , Amado ou Marques. E sério, parem para ler a “Odisséia”, ” O Velho e o Mar” , ” Bar Dom Juan” , Capitães de Areia ou ” 100 Anos de Solidão ” que vocês encontrarão o Canto em alguma página.

Uma verdadeira convergência, algo que beira o folclórico, sim realmente uma lenda urbana . Ele antes de tudo faz o que ? O carnaval. Sendo com periquitos na mangueira , com cheques do Jaconias ou com um atabaque, bandeira e camisa da Universidade do Samba, Boêmios do Laguinho , dizem que nutre um amor cavalar pela parte Laranja do bairro do lago pequeno, mas isso não é crime. Aliás ele é o branco mais preto daquelas bandas.

Por falar em Boêmios, sim boêmio dos bons , inclusive intinerante , o ser fantástico deveria andar com uma capa, por ser um verdadeiro mago.

Consegue transcender e permanecer em meios distintos , como ao lado de figuras importantes do cotidiano local , nacional e até ao lado de famigerados como esse que esta escrevendo , o Elton Tavares, o Cleomar dentre outros seres escusos que aí da zombam nesta terra. Ou seja , com a mesma categoria que coloca o arroz com o polegar na colher usa também e muito bem os talheres de salada.

O bicho , tem uma banda. É sério, o Fernando não tem Canto só no nome, ritmo e poesia pulsam de dentro dele, o nome do conjunto ” Pilão “, quase maluco , e com eles trouxe a pororoca, o povo da maloca tudo isso atravessando a verde mata e esperando o estrondo do pau a se partir. Uma viagem.

Fernando Canto, entre os jornalistas Elton Tavares e Marcelo Guido – Foto: Maksuel Martins

Esse cara faz parte dos ” Adoradores do Sol”, e um ” Balsamo” , dizem que já ” Fedeu e Morreu” deu ” A Água Benta do Diabo” pra ” O Centauro e as Amazonas ” tudo isso em ” Tempos Insanos” onde ” O Marabaixo ” parece ser mais ” Literatura das Pedras “.

O Fernando Canto , não chega ele simplesmente baixa , como uma entidade que é, tem vários nomes ” Papai Smurff ” , ” Barbosa ” , ” Barba ,Cabelo e Bigode “, ” Irmão ” , mas antes de mais nada pra mim , é só o Tio Fernando mesmo.

Parabéns Tio.

Fotojornalista Flávio Lacerda gira a roda da vida. Feliz aniversário, amigo!

Sempre digo que o jornalismo me deu muitos amigos. Sim, trouxe inimigos também, mas pra estes eu não ligo. Também sempre digo aqui que gosto de parabenizar neste site as pessoas por quem nutro amizade. Afinal, sou melhor com letras do que com declarações faladas. Acredito que manifestações públicas de afeto são importantes. Hoje, uma dessas figuras paid’éguas, com quem tenho a honra e o prazer de trabalhar, muda de idade. Quem roda a roda da vida neste 29 de maio é Flávio Lacerda. Um cara gente boa. Dou valor nesse sacana.

Flávio é fotógrafo e editor (áudio e vídeo) da Secretaria de Comunicação do Tribunal de Justiça do Amapá. Mais que um colega de trabalho, o considero um amigo. O moleque (no melhor sentido da palavra) é um cara do bem, competente, qualificado e bom de trampo. Claro que às vezes a gente até se encaralha um com o outro, mas faz parte. Lacerda se garante no que faz e é de bom trato com os colegas, como é o correto.

Conheci o Flávio há alguns anos. Antes mesmo de trampar com ele, o brother me ajudou incontáveis vezes com imagens das pautas diárias.

Adoro fotografar, mas sou somente um apertador de botões. Tenho sorte de ser amigo de bons fotógrafos – o Flávio é um deles. Ah, ele também é produtor cultural e entusiastas da música eletrônica, pois promove festas que são elogiadas por este público em Macapá. O moleque é multifacetado!

Além de talentoso, é bom filho e pai amoroso do Demétrio e da Vitória. Lacerda é um figura discreto, mas sagaz, trabalhador e batalhador. Um figura que cumpre as missões dadas e gosto disso em nossa equipe.

Flávio amigo, tenho muito ‘consideramento’ por ti e acho que é recíproco. Que teu novo ciclo seja ainda mais paid’égua. Que sigas com essa garra, sabedoria, coragem e talento em tudo que te propões a fazer. Que a Força sempre esteja contigo. Saúde e sucesso sempre, mano. Parabéns pelo teu dia. Feliz aniversário!

Elton Tavares

Difusora renegocia dívidas e retoma projeto de virar FM – Porreta, @anagirlene!

Diretora da Rádio Difusora de Macapá, jornalista Ana Girlene.

Por Seles Nafes

Um projeto antigo, que já passou por várias gestões, foi retomado recentemente pela atual diretora da Rádio Difusora de Macapá, a jornalista Ana Girlene: transformar a emissora numa FM, o que amplificaria a audiência da programação.

Desde que foi criada, em 1946 (três anos depois da criação do Território Federal), a RDM é uma emissora estatal de perfil educacional, comunitário e cultural, com forte apelo de prestação de serviços e muito ouvida no interior do Amapá e regiões ribeirinhas. Contudo, a transmissão é AM (Amplitude Modulada).

A AM foi a frequência que popularizou o rádio no Brasil, por se tratar de uma onda financeiramente mais viável, e ao mesmo tempo capaz de atingir mais aparelhos. Para se ter ideia, a Rádio Difusora, quando está funcionando em potência máxima, é ouvida em municípios na costa do estado do Pará.

Os pilotos da aviação civil também costumam relatar que usam a frequência 630 AM como estrada no céu até o Aeroporto Internacional de Macapá.

Ao passar a transmitir também em FM, a emissora quer ganhar em qualidade de som e escalar ao patamar das rádios mais comerciais, que possuem maior audiência na capital e nos demais municípios. Ao mexer nesse processo, a diretora descobriu que a tarefa não seria tão simples, porém, viável.

“Quando retomamos o projeto de buscar um canal FM para a Rádio Difusora, descobrimos que o processo de outorga nunca foi feito. Ou seja, a Radiobras nunca passou de ‘direito’ o sinal da Rádio Difusora para a própria Difusora, que continua vinculada à Empresa Brasileira de Comunicação”, explica a diretora.

Para retomar essa articulação, no entanto, foi necessário regularizar o passivo da Difusora, repleto de alvarás e impostos em atraso.

“Renegociamos essa dívida. Hoje está 99% pronto. Vamos mandar um requerimento que é o último passo para o processo voltar a andar”, revela a jornalista.

A expectativa é de que até o fim deste ano a Rádio Difusora esteja com o sinal de FM.

Fonte: Site do Seles Nafes.

Meu comentário: a jornalista Ana Girlene faz uma gestão de alto nível na RDM. Ela está empenhada em transformar a Rádio em FM e tenho certeza que conseguirá, pois tem apoio do governador Clécio e de vários parlamentares federais. Além disso, tem o respeito da imprensa local. Só orgulho dessa amiga, com quem tive a honra de trabalhar por quase cinco anos e aprender um pouco com ela. Sucesso, Ana! (Elton Tavares).

Repórter cinematográfico Irineu Ribeiro gira a roda da vida. Feliz aniversário, “Preto Velho”! – @irineuribeiro69

Eu e o velho amigo Irineu Ribeiro.

Sempre digo que o jornalismo me trouxe muitos amigos. Alguns inimigos também, mas isso faz parte. Tenho a sorte de já ter trabalhado com muita gente PHODA no jornalismo. São redatores, editores, fotógrafos e cinegrafistas experientes e talentosos, além de queridos. Uma dessas feras das imagens gira a roda da vida nesta segunda-feira (27), o jornalista cinematográfico Irineu Ribeiro, o “Preto Velho”.

Servidor público, basqueteiro, fã de Rock and Roll e brother querido, o nosso popular “Preto” é um cara honesto, prestativo, tranquilo, boa praça, dono de bom humor inabalável e gentebonisse nível ninja. Gosto muito desse sacana.

Irineu é um dos melhores cinegrafistas com quem trabalhei. Um cara trabalhador, de ótima índole, sempre com muita boa vontade para com os que lhe cercam. Ele é um puta profissional, me deu dicas importantes quando comecei a trabalhar em assessoria de comunicação.

Irineu é um batalhador, malandro (no sentido de não ser otário) e, sobretudo, um homem de bem.

Em 2010, quando comecei a trabalhar em assessoria de comunicação (sem saber nadinha dessa área de atuação) o preto velho foi uma das pessoas que me ajudou e que me ensinou. Eu tinha experiência em escrever para portais e produzir programa de rádio e Tv. Mas de assessoria, necas. O preto era o cinegrafista da Secom.

Irineu, eu, Clícia e Bruna, no meio do Marabaixo, em 2023

Na primeira pauta que fui cobrir com ele e com o fotógrafo Sal Manoel Lima de França (outro irmão que essa profissão me deu), peguei o microfone para entrevistar o então governador. Eu tremia, inseguro e tals. Irineu Ribeiro me deu um ralho bacana. Voltei pro eixo e o trabalho saiu. Preto velho sempre foi bom conselheiro e malandramente dava a letra pra gente se tocar. Virou brother. O levo sempre no coração.

Preto, mano velho, que tu tenhas sempre saúde, sabedoria, felicidades e sucesso. Que tua vida seja longa e tomara que um dia nós possamos trabalhar juntos novamente.

Meus parabéns pelo teu dia e feliz aniversário!

Elton Tavares