O dia que o Godão morreu – Crônica legal de Cíntia Souza – (@hccintia)

Por Cíntia Souza

O nó na garganta deixou meu corpo mole. Acordei em luto. A tristeza é algo que nos enfraquece de dentro para fora, sem nos dar chance de reagir. “Foi de repente”, “Eu falei com ele ontem”, “Disseram que foi o coração…mas também, mano!”, “É, a boemia cobra o preço”.

Meu amigo morreu. Meu parceiro morreu e a gente nunca viajou junto, digo, ao menos não para outros lugares. Por isso, não quero ficar com as lembranças, muito menos pirar com aquela lista de tudo o que não fizemos ou me punir por não saber aproveitar melhor o nosso tempo. Só a ideia me irrita. Está certo! Tenho problemas com a morte. Invejo kardecistas. Eles são tão serenos na hora da passagem. Eu acho que eles fingem.

Godão, Godão, se você estivesse aqui com certeza iria tirar um barato. O povo chorando, contando histórias, rindo, contando histórias e chorando. Interessante, todos têm algo para contar. E agora, como eu vou saber qual parte dessa biografia é real? Vai virar lenda, hein.

Além dos amados, da família firme e forte, será que você imaginaria que fulano viria até aqui? Beltrano também veio! Vixi, foram muitos encontros e desencontros. Eu queria que você pudesse ver isso. Tenho certeza que já imaginou o próprio funeral. Afinal, quem nunca?

Não faz muito tempo, talvez dois ou três meses, você postou algo sobre a sua rotina no trabalho e eu comentei citando a letra de uma música que a gente curte: “Eu desejo que você ganhe dinheiro, pois é preciso viver também. E que você diga a ele, pelo menos uma vez, quem é mesmo o dono de quem”. E você emendou: “Eu te desejo muitos amigos, mas que em um você possa confiar”.

A gente nunca foi do tipo que compartilha frases de Caio Fernando Abreu no Facebook (Hahaha). A gente vivia na vera…e como vivia. Éramos Carpe Diem total! Não sei se pelo fato de sermos jornalistas, mas fazíamos questão de registrar tudo. Tinha quem nos considerasse exibicionistas. Comédia! É injustiça tirar a vida daqueles que tentam aproveitá-la ao máximo. É isso o que revolta! E nós sabíamos aproveitar a vida como poucos.

Não sei por que conjuguei o verbo no passado. Afinal tudo isso foi apenas um sonho. Acordei fraca, com sede e com aquela aflição entranhada na alma. Passei a manhã pensando se aquele sonho teria algum sentindo, um significado especifico. Não encontrei nada até agora.

Eu e Cíntia – 2018

Durante a manhã falei com você pelo Messenger e fiz você prometer que não vai morrer. Você jurou.

O fato é que as pessoas morrem. Para quê, né?! Mas acontece. E sempre foi assim desde o começo. Dizem que teve um cara que foi e voltou, rasgou o véu, desceu a mansão dos mortos, mas depois ninguém nunca mais o viu. Há quem espere seu retorno.

Diante de tudo penso se há uma solução para encararmos a morte com naturalidade, simplesmente como a fase final e derradeira desse ciclo chamado vida, ou outro meio para anestesiar a dor da partida. Mas não sei se queria ver alguém retornar do lado de lá… Creio na cruz!

Cíntia Souza, jornalista, sócia proprietária da Crível comunicação e amiga minha. Texto republicado, pois tem dias que a gente morre um pouco mesmo.

Feliz aniversário, Gabriela Dias!

Gosto de parabenizar amigos, pois declarações públicas de amor, amizade e carinho são importantes pra mim. Hoje gira a roda da vida a mãe da Maria Ísis, turismóloga, professora, cerimonialista, apaixonada por animais, apreciadora de Rock and Roll, minha comadre, além de querida amiga, Gabriela Dias, a “Gabi”.

Já tem mais de 19 anos que eu e Gabi nos tornamos amigos. Claro que a gente já brigou algumas vezes e nos decepcionamos mutuamente nestas quase duas décadas de brodagem.

Nossa relação é cheia de curvas, idas e vindas, mas cheia de lembranças felizes e poucos momentos ruins. A gente se afasta por um tempinho e depois nos juntamos de novo. Mas o importante é que, mesmo não estando sempre juntos, temos uma amizade recíproca e verdadeira.

Gabriela é muito gente boa, inteligente, honesta, dramática, falante, às vezes meio chata, mas sempre uma boa pessoa. Com a chegada da Maria, ela se tornou uma mãe amorosa e zelosa.

Gabi é uma mulher de boa índole e trabalhadora. Também é palhaça, bruta, meiga, sem frescura e uma excelente companhia pra conversas descontraídas e desabafos pesados. Ela sabe que não sou tão atencioso ou paciente, mas que se precisar, pode contar comigo.

Aliás, quando precisei da amizade dela, o ombro, ouvidos e conselhos sempre estiveram à minha disposição. Sou muito grato por isso!

Gabriela, que tua estrada da vida seja longa, repleta de realizações pessoais e profissionais. Que tu encontres alguém bacana para amar e que sejas sempre feliz ao lado da Maria e seus demais amores. Que teu novo ciclo seja ainda mais porreta.

Sabes que se precisar, é só chamar.

Parabéns pelo teu dia. Feliz aniversário!

Elton Tavares

Pimenta Brimo: tempero apimentado do Fernando Bedran (recomendo)

O amigo Fernando Bedran está comercializando garrafas de pimenta, com molho feito pelo mesmo. PimentArte do Brimo é o nome da marca. Sempre compro e recomendo, pois o sabor é muito porreta!

As garrafas contém:

– Pimenta malagueta
– Azeite extra virgem
– Alho in natura e em flocos
– Ervas finas: alecrim, tomilho, salsa, manjericão, louro, açafrão, louro, noz-moscada, gengibre, sal marinho.

 PimentArte do Brimo

As Garrafas podem ser compradas a R$ 15,00 (150 ML), R$ 30,00 (250 ML) e R$ 50,00 (500 ML). Falar com o próprio “alquimista”, Fernando Bedran, no telefone: 99114-8333

Texto Mariléia Maciel, com edição de Elton Tavares

Parabéns, Rejane Melo!

Hoje gira a roda da vida a mãe da Beatriz e da Isabella, irmã da Rô, capitã do Corpo de Bombeiros Militar do Amapá (CBM/AP), médica, com destacada atuação no SAMU, boêmia do Laguinho, amante de boa música, carnaval, cervas enevoadas e bares com amigos, além de querida amiga deste jornalista, Rejane Melo.

Eu e Rejane nos conhecemos há mais de 25 anos. Sempre nos demos bem, mas a aproximação rolou de uns anos para cá. Ela é uma mulher honesta e trabalhadora, que consegue manter o equilíbrio entre a loucura de não ser convencional e a sabedoria de administrar a vida com serenidade e responsabilidade. A moça tem uma calma invejável (risos). Se tem uma pessoa “good vibes” que conheço, é essa mulher.

Rejane é uma queridona, sempre de bem com a vida, seja em seu trabalho ou em momentos de lazer. Além de uma mãe exemplar de duas princesas lindas.

Ela é uma mulher inteligente e gata. Louca por sua família, por seu trabalho e seus amigos, é dedicada em tudo que se propõe. Vive da maneira que lhe apraz, sempre malandramente sorridente. Além de sua paideguice, cinismo, sarcasmo, ótimas sacadas e papo bacana, ela também é prestativa.

Rejane, querida amiga, que sigas com essa sabedoria que lhe é peculiar. Que tua vida seja longa. Que teu novo ciclo seja ainda mais paid’égua. Que sigas com essa garra e alegria que são marcas suas. E sempre com saúde e sucesso. Parabéns pelo teu dia e feliz aniversário!

Elton Tavares

Jornalista amapaense vai apresentar o ‘Jornal Nacional’ no próximo sábado (12)

Aline Ferreira apresentará o Jornal Nacional

Um dos mais antigos e conceituados telejornais da América Latina terá a excepcional apresentação de um casal de jornalistas neste sábado (12).

Um desses ‘ancoras’ será a amapaense Aline Ferreira, que irá dividir a bancada com o jornalista Fabian Londero, da NSC, da afiliada da Globo em Santa Catarina (SC).

Aline – que é natural da cidade de Santana (AP) – será a nossa representante estadual. Ela foi escolhida para compor a programação em homenagem aos 50 anos do ‘Jornal Nacional’, transmitido pela TV Globo para mais de 60 milhões de telespectadores.

Para a amapaense, a expectativa tem sido grande para o momento, onde já vem recebendo dezenas de mensagens de apoio de amigos e colegas de profissão.

A sua participação começará a partir das 20h10, e durante 25 minutos, estará com o colegas de bancada repassando as principais informações e acontecimentos do dia.

Fonte: blog Santana do Amapá

Meu comentário: como jornalista, fico feliz pela querida colega. Tive vários contatos profissionais com a apresentadora e dizer que ela é competente é redundante. Sucesso, Aline. Bota pra quebrar!

Feliz aniversário, Arilson Freires!!

Com os jornalistas Max Miranda e Arílson Freires – TV Amapá – 2015

Hoje aniversaria o pai e marido dedicado, boleiro, poeta, cronista, jornalista, editor, apresentador e repórter (oficial da Rede Globo em Macapá) da TV Amapá e ilustre santanense, Arilson Freires. Além de competente e experiente profissional (com décadas de carreira), o cara é um amigo. A ele devo alguns aprendizados e muitos favores no âmbito profissional.

Aliás, falar que o Arilson Freire é bom e é algo redundante. O cara é fera! Ele foi o meu primeiro chefe no jornalismo, em 2008, quando tive uma passagem curta pela Rede Amazônica. O experiente jornalista, que comandou por muito tempo as redações da emissora no Amapá, sempre me tratou muito bem, mesmo quando eu era foca (iniciante).

Lembro bem do dia em que cheguei lá e fiz o teste com o Arilson. Era para uma vaga para o Portal Amazônia, site de notícias da Rede Amazônica, que na época tinha correspondente no Amapá. Foi um texto de tema livre e certamente o artigo ficou uma merda.

Eu e o jornalista Arilson Freires Gomes a bordo de um monomotor (2011). Foto: Marcelo Lima.

Mas Freires foi gentil e explicou como a matéria deveria sair. E assim seguimos no trabalho por mais de um ano, com ele na supervisão. Foram tempos de absorção de conhecimento com Arilson e demais colegas jornalistas.

Sempre admirei Arilson como profissional. Após alguns anos de convívio, em que pedi cobertura de tudo que era pauta, até para as menos relevantes (coisa de assessor de comunicação), sempre contei com a ajuda providencial do jornalista, tenho Arilson Freires em alta conta.

Com o Arilson, em uma pauta, em 2017.

Construímos uma amizade bacana, com muito respeito e parceria. E tanto pelo admirável jornalista, quanto pelo cara simples e gente boa que ele é, hoje lhe rendo homenagens. Parabéns pelo seu dia, amigo. Que tenhas sempre sucesso e saúde junto aos seus amores.

Feliz aniversário, mano velho!

Elton Tavares

Hoje Andrew Punk gira a roda da vida. Feliz aniversário, primo! – @andrewpunk

O artista Andrew Punk gira a roda da vida nesta segunda-feira (30). Tenho certeza que meu “primo” muda de idade feliz da vida, pois sua mãe, minha querida tia Vera, está em casa e com a saúde reabilitada. Aliás, também estou felizão por isso.

Andrew é pai do Vitor, irmão do Allison e da Alice, filho caçula da tia Vera e do saudoso tio Aílson. O cara é designer dos bons, desenhista Phoda, artista talentoso, torcedor esperançoso do fluminense, servidor da Câmara de Vereadores de Macapá, amante de fuscas, Rock and Roll e uso de barba estilo viking, além de meu primo e amigo, Andrew Punk.

Punk é um cara trabalhador, responsável e batalhador. Ele não é meu primo de sangue, mas por afinidade, pois nossos pais são amigos desde que me entendo por gente. Andrew também é um cara espirituoso, engraçado, bem-humorado, chegado numa cerveja e aprecia marombar, pois o bicho tá porrudo.

Conheço o Andrew a vida toda. A gente não anda junto, mas se gosta bastante. O moleque, no melhor sentido da palavra, é um cara porreta. Além de inteligente, sabe ser engraçado na zoação real e virtual sem ser chato (tem nego que enche o saco em dois minutos de conversa e também pira na internet pra chamar a atenção). Não é o caso do Punk; ele manda bem na tirada de barato.

Enfim, Andrew Punk. “Tu saaaabes”, Patinhas! Que a força sempre esteja com você. Que tu tenhas sempre saúde e sucesso junto aos seus amores.

Meus parabéns e feliz aniversário!

Elton Tavares

25 de setembro – Por Mariléia Maciel – @MarileiaMaciel

Esperei acabar este dia, 25 de setembro, quando meu pai completa 7 anos e quatro meses de partida, a minha amiga querida Raimundinha Ramos, 1 ano e 11 meses, e seu Arin, 11 meses, pra dizer de Marco Antônio, que nesta data que nunca esqueço, também partiu para as estrelas.

Marquinhos eu conheci bem novinho, era sobrinho de uma vizinha, que sempre visitava, e ainda “taludo” começou a fazer rádio. Lembro primeiro dele na Rádio Equatorial, perto de casa, no tempo que escutávamos o radinho como quem acessa hoje a internet, com intensidade. Eu ouvia o Marquinhos, assim como ouvia o Costa Chaves, o Everaldo, Domiciano Gomes, Arnaldo Araújo, Hélio Penafort, Joaquim Ramos. A voz poderosa, grave, firme, e a gente aqui, do outro lado, nem sabia quem estava do outro lado do rádio, mas já nos encantávamos com o poder da voz.

Eu jamais imaginei que aquele moleque branquelo, de cabelo cacheado, olho azul, óculos de grau, jeito de nerd, era o dono daquela voz que eu ouvia no rádio. Fui ligar a pessoa à voz bem depois, já como operária da comunicação, meados dos anos 90, quando tive a oportunidade de trabalhar junto com o Marquinhos no Governo do Estado, ele na produção dos programas de rádio, e eu, assessora de comunicação.

Uma vez perguntei se ele lia as cartas que recebia, e ele disse que todas. Então me chateei, porque eu tinha deixado uma cartinha pedindo música para ele e o Valdecir Bittencourt, e nunca foi lida. Culpei a recepcionista, claro. Acompanhei seu namoro e casamento, descobri que era irmão e amigo de pessoas de meu convívio, fizemos inúmeras farras, noitadas, com muitas histórias pra contar.

Marquinhos sempre sereno, sensato, brincalhão, com a piada pronta, com ou sem graça, mas riamos do mesmo jeito, porque a amizade permite momentos assim. O encontrei com outra grande colega, Stephany (nunca acerto escrever o nome) namorando de mãos dadas, achei lindo que continuava o romântico do programa Transas do Coração, apaixonado incorrigível, que bom!

Mas a vida é cheia de caminhos e descaminhos, então nos distanciamos, sem perder a essência de sonhadores e perseguidores de notícias. Marcos hoje nos deixou, seguiu, e fico com um aperto no peito por não ter tirado um tempinho pra visitá-lo, dar um cheiro, um abraço.

Guardo em mim as lembranças de um parceiro maravilhoso metódico e engraçado, piadista e romântico, daquelas pessoas que achamos que nunca morrem, porque têm a alma liberta de rancores e maldades, é um ser humano comum, com erros e medos, mas acima de tudo, completos como pessoa.

Siga em paz meu querido, leve minhas mensagens de amor para meus amores que aí habitam, e desejo muito que seja bem recebido para a vida eterna. Depois a gente se encontra. Bjs

Essa foto foi tirada nos anos 90. Dela já chorei por Leal e Jorge Ernani, meus parceiros com quem muito aprendi. Gratidão e agradecimentos por tudo o que vivi e vivo com meus amigos.

Mariléia Maciel

Meus parabéns, Bruno Jerônimo!

Existem amigos que, mesmo distantes, são sempre irmãos de vida. Hoje aniversaria um desses caras. Trata-se do pai da linda Moara, produtor, apoiador do audiovisual, além de velho e querido amigo, Bruno Jerônimo.

Conheci o cara em meados de 1999, como o “filho do Lula”, um velho amigo do meu falecido pai. Pernambucano, o cara é um esperançoso torcedor do “isporti”. Sim, Brunão é um cabra da peste e dos brabos.

Apesar de todas as doidices que fizemos juntos, nossa amizade não é só farra. A gente já se ajudou muito nessa vida. Bruno foi meu chefe e me deu apoio. Nunca mudamos nossa relação por conta do trabalho, o que foi muito legal.

Jerônimo é, como o pai, um cara sincero, honesto, que diz verdades na cara, mas é fiel aos amigos. O respeito que tenho por esse cara é grande, pois ele valoriza os brothers.

Brunão, hoje em dia a gente pouco se vê e pouquíssimas vezes conversamos, mas sabes que lhe tenho em alta conta. “Tu saaaaabes…”, a gente é brother.

Apesar das nossas divergências sobre pessoas, situações ou visão de mundo, que não são muitas, nossa amizade não tem “semiclausfaustia”. Desejo tudo de melhor pra você, mano velho. Saúde e sucesso sempre!

Elton Tavares

Nota de Pesar do Sindjor/AP pelo falecimento do jornalista e radialista, Marco Antônio de Brito

Marco Antônio – Fotos do Facebook do jornalista

O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Amapá (SINDJOR) e a Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ) comunicam com pesar o falecimento do jornalista e radialista, Marco Antônio Araújo de Brito, ocorrido nesta quarta-feira, 25, em sua residência. Formado em Comunicação Social, Marco Antônio deixa uma extensa contribuição no jornalismo amapaense com passagens por rádios, tvs, assessorias de imprensa etc.

O velório está previsto para ocorrer a partir da tarde desta quarta-feira, 25, na residência da família, na Avenida Coaraci Nunes, entre as Ruas General Rondon e Tiradentes, Centro. O sepultamento será na quinta-feira, 26, às 9h, no cemitério de São José, no bairro Santa Rita.

Em nome da categoria, o SINDJOR e a FENAJ externam os mais sinceros sentimentos à família enlutada.

*03/02/1969
+25/09/2019

Macapá, 25 de Setembro de 2019

Parte da minha turma de jornalismo do Seama. Da esquerda para direita estão: eu (cortado ), Eduardo Neves, Marco Antonio, Keila Góes, Adryany Magalhães, Poliana Tavares, Doris Muniz e Aridelso Gomes. Novembro de 2008.

Sobre Marco Antônio

Sobre o Marcão, morreu hoje muito mais que um bom jornalista, radialista e colega de profissão. Marco Antônio era um cara do bem e de bem. O conheci na faculdade Seama, onde estudamos Comunicação juntos. Ele já era um comunicador experiente ao entrar na Academia, queria somente aprimorar seus conhecimentos e assegurar a graduação.

Nunca andei com o Marcão, mas sempre me dei bem com ele. Em uma relação de respeito e amizade recíproca.

Em 2016, meio da correria do trabalho, encontrei com ele. Até aquele dia, não sabia que meu colega de faculdade e velho amigo estava de volta a ativa. Ele estava trabalhando na produção da Rádio Difusora de Macapá e esteve comigo lá no TRE-AP, onde eu era assessor de comunicação.

Eu e Marcão, em 2016

Marcão se recuperava de uma Acidente Vascular Cerebral (AVC) que quase o matou em 2014. Mas ele teve outro AVC em 2019.

Marco Antônio foi boa gente, trabalhou com várias gerações de profissionais e sempre ajudou que pode. Que o brother siga em paz e que Deus conforte seus familiares e afetos. Valeu, Marcão!

Elton Tavares

O Equinócio de Primavera e o meu amigo Fernando Canto

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Foto: Márcia do Carmo

Em Macapá acontece o Equinócio de Primavera. O fenômeno ocorre duas vezes ao ano, em março batizado como Equinócio das Águas, por conta do aumento do nível das águas e em setembro. O solstício marca o início das estações e faz com que o dia e a noite durem igualmente 12 horas. O segundo equinócio de 2019 aconteceu nesta segunda-feira (23). O momento marca o início da Primavera, em que a terra se inclina fazendo com que a Linha do Equador fique mais próxima da direção do sol.

Em 2012, quando cobri o acontecimento, o Equinócio ocorreu exatamente às 11h49 do dia 22 de setembro daquele ano. A luz do sol ultrapassou a linha imaginária do Equador, por dentro do obelisco do Monumento do Marco Zero. O fenômeno é visualizado em Macapá, única capital brasileira cortada pela linha que divide a terra em dois hemisférios: Norte e Sul. É um belo espetáculo!

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Foto: Max Renê

Além do calor, show de luzes solares e florescer da natureza, o Equinócio sempre me lembra do amigo Fernando Canto. O escritor, poeta, entre outras tantas coisas porretas, é apaixonado pelo fenômeno natural, como também morre por amores de muitas coisas da nossa Macapá. O amigo até escreveu um livro, em 2004, e o batizou de EquinoCIO.

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Foto: Raimundo Fonseca

Dono de frases como: “E cá estou: no mais profundo mar. Sem culpas. Mudando como o sol na manhã de um equinócio da primavera”; “Que o sol em seu esplendor, neste Equinócio de Primavera, nos dê energia para enfrentar o trabalho e iluminar nossos passos pela vida”, “Do outono ou da primavera. Depende de que lado do mundo você está. Escolha o meio” ou parte de um poema: “Ao meio-dia, assombro-me em segredo – Encolhidinho – no equinócio da alma”, Fernando Canto segue a descrever poeticamente o equinócio com mais luz que ele próprio.

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Foto: Márcia do Carmo

Certa vez, pela rede social Facebook, Fernando disse-me: “brother, um bom dia de equinócio pra você. Muita energia e sinta-se A-sombrado (sem-sombra ao meio dia). Constate isso. Acho que da mesma forma como os paraenses saúdam seus conterrâneos dizendo “Bom Círio”, nós, do Amapá deveríamos dizer “Boa Luz para você” ou “Bom equinócio, minha nega”.

Aí pensei: esse cara é mesmo porreta, “fouuuu”!

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Eu e Fernando Canto – Foto: Sal Lima

Ainda bem que temos muita beleza natural e fenômenos como o equinócio, que acontecem duas vezes ao ano. E ainda melhor que temos pessoas como Fernando Canto, que vivem a cultura e a magia do Amapá e que acontecem o ano todo. Hoje, o espetacular fenômeno rolou às 4h50 (horário de Brasília). Portanto, boa luz pra você!

Elton Tavares

Hoje é o Dia da Visibilidade Bissexual! – Por @cellenunes

Criado em 1999, por ativistas dos direitos bissexuais dos Estados Unidos, o dia 23 de setembro celebra a Visibilidade Bissexual no mundo inteiro. E apesar da discussão liderada pelos representantes do “B” da sigla LGBT ter ganhado grande espaço ao longo dos anos, muitos são os estigmas impostos sobre essa comunidade, chamados de “promíscuos”, “indecisos”, “complicados” e “confusos”, (Pré) conceitos que não passam de estereótipos negativos que precisam ser combatidos, muito mais hoje, no dia em que visibilidade é sinal de luta e resistência.

Invisíveis

Além da invisibilidade e do preconceito, de acordo com o American Institute of Bisexuality (AIB), a maioria dos bissexuais não sai do armário por estarem em relacionamentos com alguém do sexo oposto e não são abertos sobre sua orientação.

Respeito

O mais coerente quando pensamos em discussão sobre orientação sexual é entender que respeito deve pautar qualquer conceito, mesmo que este fuja da nossa compreensão pessoal.

Então, nesse dia em que mais uma celebração por liberdade e escolha tem seu dia registrado no planeta, que os membros desse segmento encontrem apoio entre os que amam e segurança para demonstrar o que trazem dentro de si. Que políticas públicas sejam voltadas para a comunidade LGBT como um todo, e que dentro da própria comunidade, não haja espaço para o preconceito e o desamor.

Marcelle Nunes – Jornalista
Com informações do American Institute of Bisexuality e Agência Brasil.

Hoje é o Dia do Contador – Meus parabéns aos profissionais (principalmente aos meus familiares contadores)

Hoje (22) é o Dia de Contador. A data é celebrada em 22 de setembro por conta da criação do curso de Ciências Contábeis no Brasil, instituída em vinte e dois deste mesmo mês de 1945, por meio do decreto nº 7988, assinado pelo então presidente Getúlio Vargas. A comemoração entende-se também ao apóstolo, São Mateus (festejado em 21/09), que foi cobrador de impostos e, por isso, é considerado o padroeiro da profissão.

O conceito de Contabilidade diz: “Ciência que tem como objeto de estudo o patrimônio das entidades, seus fenômenos e variações, tanto no aspecto quantitativo quanto no qualitativo, registrando os fatos e atos de natureza econômico-financeira que o afetam e estudado suas consequências na dinâmica financeira. Tais profissionais possuem conhecimentos avançados de matemática financeira, organização, precisão e leis tributárias. De acordo com a doutrina oficial brasileira, organizada pelo Conselho Federal de Contabilidade, a contabilidade é uma ciência social, da mesma forma que a economia e a administração. História Fabricação de cerveja no Egito antigo, com escriba registrando o número de garrafas produzidas.

Há relatos de que as primeiras manifestações contábeis datam de cerca de 2.000 a.C, com os sumérios. Num mercado baseado na troca de mercadorias, a contabilidade servia para definir quanto alguém possuía de uma determinada mercadoria e qual o valor de troca dessa mercadoria em relação a outra. Mas a contabilidade só foi reconhecida como ciência propriamente dita no início do século XIX. Por longo período sua história se confundiu com os registros patrimoniais de organizações mercantis e econômicas e até os dias de hoje é possível se notar alguma confusão entre a ciência contábil e a escrituração de fatos patrimoniais”.

Família de contadores

Minha família possui seis profissionais da área. Eles fazem os registros contábeis, cuidam de documentação, abertura e fechamento de empresas; prestam assessoria, fazem declarações de imposto de renda de pessoas físicas e jurídicas; Escriturações; Demonstrações contábeis; Análises de balanços, etc. Tudo muito difícil para mim, sou somente um contador de histórias (risos).

Mas eles manjam. E muito, pois todos são bem sucedidos, graças a Deus e ao talento de cada um.

Portanto, hoje rendo homenagens ao meu irmão mais que maravilhoso, Emerson Tavares, meus primos, Adriano e Marcelo e meus tios Maria , Paulo e Dacivone. Todos profissionais respeitados e competentes. Não sou eu que digo isso, são os clientes e a ótima reputação deles dentro do mercado que atuam.

Em nome dos contadores de minha família, congratulo essa tão importante categoria profissional para a sociedade. Que vocês sigam contabilizando sucesso e que no fechamento o balanço seja positivo sempre. Parabéns!

Elton Tavares

Lúcia Pimentel gira a roda da vida. Feliz aniversário, tia querida!

Além de minha mais que maravilhosa mãe, outra Lúcia habita o coração deste gordo: a Pimentel, minha tia e amiga muito querida. Mãe afetuosa e dedicada da Danielle, esposa e parceira do Pedro Aurélio, irmã apaixonada, advogada, zootecnista, fazendeira, servidora da Caesa, esperançosa torcedora do Clube Náutico Capibaribe, cuidadora de animais (principalmente cavalos), ela é, sobretudo, uma mulher do bem.

Trata-se de uma mulher inteligentíssima, bonita, honesta, trabalhadora, carismática, prestativa, desprovida de frescura, discreta autêntica, bem resolvida, de gênio forte – o que não interfere em sua aura boa, pois ela também consegue ser doce. Sim, a Lúcia é uma pessoa sincera em suas opiniões, daquele jeito franco sem ser grosseiro que a gente adora.

Não lembro de nenhum momento da vida em que a Lúcia me decepcionou ou me aborreceu. Pelo contrário, ela gosta de mim como sou: farrista, desbocado, gordo eteceteras e tals. Quando estou com ela e tio Pedro, aproveitamos o nosso tempo juntos da melhor forma. São sempre risos e conversas porretas. Aliás, gosto de ter os dois por perto.

Na música “Amor pra recomeçar”, do Roberto Frejat, o cantor diz: “eu te desejo muitos amigos, mas que em um você possa confiar”. Na Lúcia eu confio. Mais que isso, a admiro e respeito.

Lúcia, queridona, que tua louca estrada de tijolos amarelos que chamamos de “vida” seja longa e sempre feliz. Que sigas com essa sabedoria invejável, muita saúde, paz e prosperidade. A gente te ama, pois escrevo isso em nome de nossa família, que ficou ainda melhor quando você chegou.

Parabéns pelo teu dia e feliz aniversário!

Elton Tavares