Feliz aniversário, Bruna Cereja! – @cerejamarketing e @GrandesLabias

Sempre digo que gosto de parabenizar amigos em seus natalícios, pois declarações públicas de amor, amizade e carinho são importantes pra mim. Quem gira a roda da vida nesta quinta-feira (2) é a Bruna Cereja.

A querida aniversariante é publicitária, diretora da Agência Cereja Marketing e especialista em Marketing digital. Uma excelente profissional. Além disso, é apreciadora de bons vinhos e boas cervejas, viajante do mundo e parceira de boas conversas e papos furados na Banca Rios Beer Cervejaria (momentos sempre cheios de alegria, som porreta e muita cerveja).

A Bruna também é humorista-crítica do Twitter. Suas lambadas digitais e doidices cômicas são impagáveis. Ela parece uma doida varrida, mas é uma pessoa safa, que sabe bem o que quer.

Conheci a Bruna há uns oito anos, quando fomos colegas de trampo na comunicação do Governo do Amapá. Nos encontramos algumas vezes em reuniões de pauta e outras pelos botecos de Macapá. Já fiquei puto com ela e ela comigo, mas gosto muito da maluca.

Em resumo, a menina é inteligentona, sarcástica (apesar do sobrenome de fruta doce, às vezes ela é bem amarguinha) e muito engraçada. Cereja é dona de bom papo e humor refinado. Divirto-me com suas sacadas e colocações. Ela é realmente uma figuraça.

Enfim, Bruna, tu sabes que a gente discorda de uma porrada de coisas, mas gosto de ti e acredito que é recíproco. Que neste novo ciclo, tu tenhas ainda mais motivos para sorrir. Que tenhas sempre sucesso e saúde junto aos seus amores, e que sigas pisando forte em busca dos teus objetivos.

Parabéns pelo teu dia e feliz aniversário!

Elton Tavares

Belchior e a Música das Esferas – Por Fernando Canto (dois anos sem o poeta)

Musico Belchior em 1977.

O cantor e compositor Belchior morreu há dois anos (quando soubemos, pois na verdade ele foi para as estrelas no dia 29 de abril de 2017), em Santa Cruz do Rio Grande do Sul, aos 70 anos.  Naquela manhã, acordei com a triste notícia de seu desencanto. Sempre fui seu fã, mas há alguns anos, me tornei mais ainda por conta da convivência com uma das pessoas que mais idolatravam o artista. E hoje o “tempo andou mexendo com a gente, sim”.

Poeta brilhante, artista louco, compositor fantástico, entre tantas outras coisas sensacionais que Belchior foi e é, dificilmente eu conseguiria descrever a importância dele para a música e cultura brasileira. Mas o Fernando conseguiu. Fica aqui nossa homenagem com essa crônica do Canto:

Belchior e a Música das Esferas – Por Fernando Canto

Por Fernando Canto

“Deixando a profundidade de lado” eu sempre fui fã desse cara cearense, que hoje faz 70 anos. Assisti pela primeira vez a um show dele no Projeto Pixinguinha, no Centro de Convenções João de Azevedo Picanço, em 1984. Ele cantou seus sucessos “Como Nossos Pais” e “As Paralelas” ao lado de Zizi Possi, outra cantora que também admiro muito. O que me chamou atenção no seu visual eram as meias coloridas, a cabeleira e o vasto bigode, que parecia ter vindo de uma nave da Tropicália. Aliás, a “roupa colorida” era tida como elemento constituinte da corporalidade do ethos tropicalista.

Passaram-se alguns anos, ainda na mesma década, ele tocou no final de um festival universitário da canção no ginásio de esportes Avertino Ramos. Cantava no palco. Eu estava lá na arquibancada. Um sujeito que estava do meu lado gritava para ele, pedindo atenção. De repente jogou uma lata de cerveja na direção do palco que atingiu o cantor. Antes dos seguranças chegarem para expulsá-lo perguntei-lhe por que fizera aquilo. O cara chorava e dizia: – Eu sou fã dele, queria apenas que ele me ouvisse. Queria que ele tocasse “A Palo Seco” ou “Rapaz Latino Americano” e, mas ele não me ouviu. E gritava: – Desculpa, desculpa. Eu não queria fazer isso…, enquanto era arrastado para fora. Logo a seguir o cantor ilustrava o ambiente reverberador do ginásio com a música solicitada pelo fã compulsivo – quase um psicopata – e cruel:

“Eu sou apenas um rapaz latino-americano/ sem dinheiro no banco/ sem parentes importantes/e vindo do interior/ POR FAVOR NÃO SAQUE A ARMA/ NO SALOON, EU SOU APENAS O CANTOR. / MAS DEPOIS DE CANTAR/ VOCÊ AINDA QUISER ME ATIRAR/ MATE-ME LOGO, À TARDE, ÀS TRÊS/ Que à noite eu tenho um compromisso e não posso faltar/ Por causa de vocês”.

Depois do seu episódico desaparecimento há quase três anos, quando especulações sobre sua vida emergiram de forma negativa, só podemos perguntar “Onde está Wally?”, no meio dessa multidão insensível. Onde está Belchior? O cara que sabia sobre a descoberta pitagórica da Música das Esferas, da harmonia dos planetas no cosmo, tanto que fez questão de usar trecho do poema “Via Láctea” do parnasiano Olavo Bilac (“Ouvir estrelas? Ora direis, Certo”). O cara-cabeça do “Pessoal do Ceará” que compunha com Fagner e revolucionou a MPB.

Sete décadas. Cabalísticamente sete para um cara que tinha “25 (2+5=7) anos de sonho e de sangue/ E de América do Sul”. Que trazia sua identificação nordestina presa ao dorso do seu cavalo que eram as embarcações pesqueiras de velas do Mucuripe, canção dele e de Fagner. Esse mesmo cara que transitava entre o sonho e a realidade de uma forma surpreendente, pois essa trajetória não tem suas âncoras presas ao real, tal como pensamos. Ele que escreveu “Se você vier me perguntar por onde andei/ No tempo que você sonhava”, e sua realidade respondia: “De olhos abertos lhe direi/ Amigo eu me desesperava” (A palo seco); ele que falava num sonho que “viver é melhor que sonhar” e respondia no mesmo verso sua realidade que “Viver é melhor que sonhar” (Como nossos pais). Todo indica um paradoxo, em que o dono do discurso parece estar perturbado e que quer fazer saber que “sons, palavras são navalhas”.

Não sei por onde anda esse rapaz de 70 anos. Queria vê-lo agora aqui, em um palco montado na praia de Iracema, desafiando o tradicional, para me encantar com o seu diferenciado e inédito canto nordestino, mostrando novamente ao Brasil o resultado positivo de seu desafio, que se constituiu em fazer algo mais significante para a beleza da música popular brasileira. E sem o preconceito regional que carregava.

O artista mirava seu próprio devir, pois “era alegre como um rio […] MAS VEIO O TEMPO NEGRO E, À FORÇA, FEZ COMIGO/ O MAL QUE A FORÇA SEMPRE FAZ. / Não sou feliz, mas não sou mudo:/ Hoje eu canto muito mais” (Galos, noites e quintais). A ele me refiro pelo seu percurso de anunciador de um discurso nostálgico, que louvo por dizer assim, coisas que ficaram na memória: “GENTE DE MINHA RUA/ COMO EU ANDEI DISTANTE/ QUANDO EU DESAPARECI/ Ela arranjou um amante/ Minha normalista linda/ Ainda sou estudante/ Da vida que eu quero dar…” (Tudo outra vez).

Não sei por ande anda esse rapaz de 70 anos, “Mas parece que foi ontem/ Minha mocidade/ Com diploma de sofrer/ De outra Universidade…”. Parabéns, Belchior, estou ouvindo mais uma vez a tua música das esferas. Não faria igual ao jovem fã do ginásio de esportes de Macapá. Eu te jogaria flores e não uma lata de cerveja, pois cerveja a gente bebe com prazer só para escutar teu som inesquecível.

*Escrito por Fernando Canto em outubro de 2016, quando o amigo e também poeta, fazia seu Doutorado em Fortaleza (CE).

Muito obrigado por suas alucinações. Você exercitou bem o lance de “paixão morando na filosofia”, amou e mudou as coisas em muitos de nós, seus fãs. Valeu, Belchior!

Meus parabéns, Fátima Guedes!

Hoje aniversaria a mãe do meu do Haji, Mayê e do brother Thalis, avó amorosa, militante da cultura, atriz de teatro, professora Doutora da Universidade Federal do Amapá (Unifap), broda deste jornalista, Fátima Guedes.

Fátima é uma figura inteligente, crítica, divertida, e uma amiga que pouco vejo e gosto muito. A gente tem esse negócio de empatia por pessoas de alto astral e de bem com a vida. Ela é uma dessas figuras.

Fátima, querida, que sigas com saúde e sucesso junto aos teus amores. Parabéns pelo seu dia. Feliz aniversário!

Elton Tavares

*Texto republicado, mas de coração. 

Feliz aniversário, Carlinho! – @CarlosNilson

Todos nós temos amigos queridos, mas meio distantes. E também aqueles velhos amigos de infância, que sempre estão lá, nas memórias afetivas, no meu caso, dos anos 80. Uma dessas pessoas é o Carlos Nilson Júnior. O “Carlinho”.

Conheço o cara desde que éramos moleques. Filho do casal Nilson e Regina, amigos dos meus tios e dos meus pais, além de parceiros de velhos carnavais, Carlos é pai do Luís, marido da Gláucia irmão do Veridiano, Claudio e Tainá. “tutti buona gente“, como dizem os italianos.

Carlinho também é servidor público, jogador de basquete, comentarista da NBA no Twitter, vascaíno sofredor inconformado, apreciador de boas cervejas e cinéfilo e fã de Rock and Roll.

Nós estudamos juntos no ensino fundamental, na Escola Tiradentes. A gente sempre se deu bem. Acho que Carlos completa 43 abrils amazônicos hoje, mas tem cara de moleque. Eu com a mesma idade, pareço ter 55 anos. (risos).

Perdemos no tempo e nos reencontramos há poucos anos. Foi um bom resgate de amizade, pois quando rola uma reunião etílica com ele e Gláucia, é sempre porreta. Filho de poeta e escritor, o cara tem vasta cultura geral e é dono de um papo pai d’égua. E essas reuniões são sempre regadas a muita birita, pois a gente é chegado num goró sim.

Como já disse em outro texto, nutro respeito, consideração e brodagem por Carlinho e Gláucia. Eles são daqueles casais que até me dão uma rápida vontade de arrumar uma esposa (mas é muita rápida mesmo. Ainda bem que vontade dá e passa logo).

Meus parabéns pelo seu dia, Carlinho. Dou valor no senhor, mano velho. Que tenhas sempre saúde e sucesso junto aos seus amores. Feliz aniversário!

Elton Tavares

André Cantuária: meu candidato para conselheiro de Cultura, no segmento Audiovisual.

André Cantuária

André Cantuária é pré-candidato a conselheiro de Cultura, no segmento Audiovisual. Leiam a apresentação dele por ele mesmo:

Meu nome é André Cantuária, tenho 28 anos, sou filho do Seu João e da Janise, pai de três filhos, casado e produtor audiovisual.

Iniciei na área há quase 10 anos, trabalhando como assistente de edição de vídeo, era o responsável pela conversão de arquivos analógicos. Até esse momento, a música, minha primeira paixão, ainda estava no centro da minha vida, mas o trabalho, somado com a experiência do curso de jornalismo da Unifap, mudou meus planos.

Apresentei como conclusão de curso uma pesquisa acadêmica aprofundada sobre a produção audiovisual independente no Amapá, uma experiência que me permitiu conhecer realizadores, entraves e perspectivas.

Já fui assistente, editor, técnico de som direto, cinegrafista e diretor, conheço também as demandas técnicas e profissionais do setor audiovisual no nosso estado.

Hoje estou colocando meu nome como pré-candidato ao Conselho Estadual de Cultura pela cadeira do audiovisual. Conheço os nossos avanços do setor nos últimos anos, assim como sei que precisamos continuar caminhando, que não podemos retroceder.

Espero que este momento seja mais um de debates e construção no nosso segmento, por um audiovisual amapaense mais forte e de todos”.

André Cantuária

Meu comentário: acompanho o trabalho de André Cantuária há tempos. Ele é um cara talentoso, empenhado e comprometido. Já assisti algumas de suas produções e são porretas demais. Além disso, o cara possui o respeito até de quem está há anos na área, como o cineasta Thomé Azevedo. O trampo que André fez no DOC da Clicia Di Micelli foi impressionante. Enfim, estou na torcida pelo brother. Boa sorte, Cantuária!

Feliz aniversário, Herval Barbosa! – @Hherval

Gosto de parabenizar amigos em seus natalícios, pois declarações públicas de amor, amizade e carinho são importantes pra mim. Quem gira a roda da vida nesta quarta-feira (24) é o Herval Barbosa.

Filho, irmão e tio amoroso, biriteiro, meio cagueta, meio facista (bocudo e fã do Bozo, pois ninguém é perfeito), apreciador de cervas artesanais, ciclista, fã de Rock and Roll, Cinema e jogos eletrônicos (piloto de F1 Digital), colaborador da escola de idiomas Minds Macapá, além de brother deste jornalista, o cara é uma figura.

Conheci o Herval em 2016. De lá pra cá, bebemos uns 10 anos em 3. Passei noites inteiras batendo papo com o sacana. Conversas sobre a vida e nossas presepadas, tudo sempre regado à muita cerveja.

Herval, mano velho, já disse e repito: Que sigas pisando forte em busca dos teus objetivos e que tenhas sempre saúde e sucesso junto aos teus amores. Muita luz pra ti. Parabéns pelo teu dia e feliz aniversário!

Elton Tavares

Feliz aniversário, Ximena!

Gosto de parabenizar os amigos, pois é preciso dizer de quem gostamos. Hoje aniversaria a funcionária da iniciativa privada, mãe da Alice, filha mais nova da dona Sabá e do seu Waldemir, irmã dos amigos Anderson, Tuca, Gago, Shirley e Bediel, cunhada da Adê (sim, é grande e querida a família), marombeira, louca varrida, gaiata engraçadíssima, amante de cervas, parceira de velhos carnavais e encontros memoráveis, além de muito amiga minha, Shirlene Miranda, a nossa popular “Ximena”.

Conheci a Ximena no início dos anos 2.000. De lá pra cá foram incontáveis momentos festivos que dividimos com amigos e sua família. Nestes 19 anos de amizade, a broda de berço hoje nunca fez qualquer coisa que me desagradasse. Pelo contrário, sempre foi uma menina alegre, prestativa e de astral contagiante.

A Ximena é muito divertida, inteligente, parceira, bonita, cômica, bem humorada, criativa, responsável e trabalhadora. Sobretudo, uma mulher de bem. Ah, ela é mãe da linda Alice, o que diminuiu a sua frequência entre nós, farristas exemplares. Mas não a nossa brodagem de longa data e sem prazo de validade.

Enfim, Ximena, tu mora nos nossos corações, pois essa galera toda te ama pelos motivos citados, entre outras qualidades. Que tenhas sempre saúde e sucesso na tua caminhada. Meus parabéns e feliz aniversário!

Elton Tavares

*Texto republicado, mas de coração. 

Feliz aniversário, Grazi Suzuki! – A amada “Lilo”

“Tenho amigos que não sabem o quanto são meus amigos”, disse uma vez o escritor Paulo Sant’Ana. É verdade. Alguns fazem parte de nossa história. Entre os relevantes e que estão na minha lista de brothers “das antigas” está Graziela Suzuki. Hoje é aniversário dela, a nossa amada Lilo.

Sim, é o novo ciclo da professora, Chef, turismóloga, filha da querida Naná, mãe de duas crianças lindas e esposa do Rodrigo, Graziela Suzuki. Chamo-a de “Grazi” ou “Lilo” (por conta da semelhança dela com a menininha da animação “Lilo e Stitch”).

Lilo sempre foi safa e inteligentona. Uma pessoa meiga, educada, bem humorada e muito querida por mim e por uma legião de amigos, além de sua linda família de japoneses negões tucujus.

Um dia ela me disse que se orgulha de mim, do que me tornei. Faço minhas as palavras dela sobre a vida que ela conquistou. Aliás, sempre parafraseio o sábio e querido Fernando Canto para falar de velhos amigos com quem perdi o contato: “do tempo que fomos para sermos o que somos”.

Com Grazi, travei discussões homéricas sobre tudo, sempre com uma bebida e um som legal. Minha histórias com Lilo são recheada de momentos sensacionais e memoráveis. Alguns deles totalmente impublicáveis e hilários. Amo essa mulher e sou feliz em ver que ela zerou o jogo da vida, pois ela está feliz profissionalmente, casou com um cara foda e tiveram pequenos lindos.

Graziela faz parte de minha memória afetiva nisso. Ela foi embora há tempos, morou em muitas cidades e agora reside em São Luiz (MA) com sua linda família. Veio aqui há pouco tempo e graças a Deus, nos vimos, conversamos, rimos e bebemos. Como sempre foi.

Lilo, que teu novo ciclo seja ainda mais porreta. Tenho sorte e orgulho de ser seu amigo. Sigo a torcer por ti, de longe, mas aqui dentro do coração. Que tenhas sempre saúde e sucesso junto aos seus amores. Parabéns pelo teu dia. Feliz aniversário!

Elton Tavares

O dia que o Godão morreu – Crônica legal de Cíntia Souza – (@hccintia)

Por Cíntia Souza

O nó na garganta deixou meu corpo mole. Acordei em luto. A tristeza é algo que nos enfraquece de dentro para fora, sem nos dar chance de reagir. “Foi de repente”, “Eu falei com ele ontem”, “Disseram que foi o coração…mas também, mano!”, “É, a boemia cobra o preço”.

Meu amigo morreu. Meu parceiro morreu e a gente nunca viajou junto, digo, ao menos não para outros lugares. Por isso, não quero ficar com as lembranças, muito menos pirar com aquela lista de tudo o que não fizemos ou me punir por não saber aproveitar melhor o nosso tempo. Só a ideia me irrita. Está certo! Tenho problemas com a morte. Invejo kardecistas. Eles são tão serenos na hora da passagem. Eu acho que eles fingem.

Godão, Godão, se você estivesse aqui com certeza iria tirar um barato. O povo chorando, contando histórias, rindo, contando histórias e chorando. Interessante, todos têm algo para contar. E agora, como eu vou saber qual parte dessa biografia é real? Vai virar lenda, hein.

Além dos amados, da família firme e forte, será que você imaginaria que fulano viria até aqui? Beltrano também veio! Vixi, foram muitos encontros e desencontros. Eu queria que você pudesse ver isso. Tenho certeza que já imaginou o próprio funeral. Afinal, quem nunca?

Não faz muito tempo, talvez dois ou três meses, você postou algo sobre a sua rotina no trabalho e eu comentei citando a letra de uma música que a gente curte: “Eu desejo que você ganhe dinheiro, pois é preciso viver também. E que você diga a ele, pelo menos uma vez, quem é mesmo o dono de quem”. E você emendou: “Eu te desejo muitos amigos, mas que em um você possa confiar”.

A gente nunca foi do tipo que compartilha frases de Caio Fernando Abreu no Facebook (Hahaha). A gente vivia na vera…e como vivia. Éramos Carpe Diem total! Não sei se pelo fato de sermos jornalistas, mas fazíamos questão de registrar tudo. Tinha quem nos considerasse exibicionistas. Comédia! É injustiça tirar a vida daqueles que tentam aproveitá-la ao máximo. É isso o que revolta! E nós sabíamos aproveitar a vida como poucos.

Não sei por que conjuguei o verbo no passado. Afinal tudo isso foi apenas um sonho. Acordei fraca, com sede e com aquela aflição entranhada na alma. Passei a manhã pensando se aquele sonho teria algum sentindo, um significado especifico. Não encontrei nada até agora.

Eu e Cíntia – 2018

Durante a manhã falei com você pelo Messenger e fiz você prometer que não vai morrer. Você jurou.

O fato é que as pessoas morrem. Para quê, né?! Mas acontece. E sempre foi assim desde o começo. Dizem que teve um cara que foi e voltou, rasgou o véu, desceu a mansão dos mortos, mas depois ninguém nunca mais o viu. Há quem espere seu retorno.

Diante de tudo penso se há uma solução para encararmos a morte com naturalidade, simplesmente como a fase final e derradeira desse ciclo chamado vida, ou outro meio para anestesiar a dor da partida. Mas não sei se queria ver alguém retornar do lado de lá… Creio na cruz!

Cíntia Souza, jornalista, sócia proprietária da Crível comunicação e amiga minha. Texto republicado, pois tem dias que a gente morre um pouco mesmo.

Feliz aniversário, Maksuel Martins!

Hoje aniversaria o esposo da Aline, idealizador do Ninja Box , empresário, membro da equipe de comunicação do Governo do Amapá, agente cultural, cinegrafista, vocalista da banda Amatribo e fotógrafo talentoso, Maksuel Martins. O “Mak”, como é chamado por alguns amigos. Um cara com olhar diferenciado e apaixonado pela fotografia.

Adoro fotografar, mas sou somente um apertador de botões. Tenho sorte de ser amigo de bons fotógrafos – o Mak e muitos outros. Invejo a sensibilidade de pessoas como Maksuel, que conseguem fazer poesia com pixels.

Curiosamente, o cara é a lata do Thom Yorke, líder e vocalista da banda inglesa Radiohead (só que moreno). Só duvido que o astro inglês tenha o carisma, paideguice e gentibonisse do Mak.

Vez ou outra, preciso de fotos e recorro aos amigos, que sempre me salvam. Mak é um deles e sou grato por isso.

Não lembro quando conheci o Maksuel, mas faz um tempo. Dou valor no maluco.

Enfim, este é um registro do respeito e apreço que tenho pelo ilustre e muito gente boa, Maksuel Martins. Mak, que sigas com saúde e sucesso, sempre pisando forte em direção aos seus objetivos. Parabéns pelo teu dia e feliz aniversário!

Elton Tavares

Bingo beneficente em prol do tratamento de saúde da jornalista Angela Andrade

Amigos e familiares se uniram e estão organizando um bingo beneficente em prol do tratamento de saúde da jornalista, Angela Andrade. O evento solidário será hoje (14), no Lagostão Drink´s, a partir das 10h. O valor da cartela é R$ 5,00.

Há quase 2 anos e meio, Angela foi diagnosticada com enxaqueca crônica (Cefaléia Aguda), desde então, já passou por três neurologistas e toma vários medicamentos, mas só vem piorando. No final do ano passado, a jornalista passou por problemas pessoais e eles agravaram sua situação”, revelou Andrade.

Angela vive a base de morfina e tramal, mas disse contar com orações de todos e o apoio para a realização do bingo. “Apesar de tudo, mesmo com dores intensas, fraqueza, sensação de desmaio a todo tempo, quero poder voltar a trabalhar e ter uma vida normal, esse é o meu sonho”, encerra.

“Amigos se reuniram e já fizeram rifa beneficente para custear meus medicamentos que são muito caros e fortes, além disso, minha alimentação é diferente com custo alto também. Nesta segunda, 8, acontecerá um grande aulão de dança no Amapá Gardem Shopping, com os Professores Ziel Araújo e Ricardo Marinho. E no dia 14 terá um grande bingo”, explicou.

Os prêmios são variados e contarão com diversas atrações como: Dani Li, Júnior Moral, Ramon Frazely , entre outras atrações.

Serviço:

Bingo beneficente em prol do tratamento de saúde da jornalista Angela Andrade
Data: 14/04 (Domingo) Horário: 10h Entrada: R$ 5,00
Local: Lagostão Drink’s
Endereço: Rua Oséas de Oliveira Pimentel, Nº 188, no bairro Jardim Felicidade I, zona Norte de Macapá.
Contato: 96 99122-7379

Fonte: Café com Notícias

Meus parabéns, Pedro Aurélio (te amo, tio!)

Peró e seus filhos: Maria, Pedro e Paulo. Meus amados avó e tios.

Entre os amigos que tenho e que possuem o mesmo sangue que eu, Pedro Aurélio Penha Tavares é um deles. Além de meu tio, o cara é um conselheiro, parceiro e socorrista (já precisei dele e o irmão de meu pai não me faltou). Um dos figuras que me orgulho de levar o mesmo sobrenome.

Terceiro filho da Peró e “Juca”, pai de quatro filhos, avô de um lindo casal, marido da Lúcia, administrador de empresas, bacharel em Direito, maçom, fazendeiro e conselheiro substituto do Tribunal de Contas do Estado (TCE/AP), Pedro Aurélio é um cara PHODA.

Longe de ser um homem perfeito, genioso, combativo e questionador, mas leal e honesto, tio Pedro é um exemplo. O que lhe falta em leveza, sobra em atitude. Gosto disso. A gente até discorda. Sobre política principalmente, mas de forma respeitosa, como deve ser.

Inteligente, trabalhador, corajoso, culto, decente e cheio de manias, Pedro Aurélio é o segundo filho preferido da Peró, minha avó e esteio de nossa família. Segundo por motivos de ser impossível competir com a tia Maria, a filha mais zelosa que uma mãe poderia ter.

Já disse e repito: sou parecido com Pedro Aurélio. Não fisicamente, pois o sacana tira sarro comigo por eu ser um gordo. Mas é que ambos somos pontuais (detestamos esperar), esquentados e não levamos desaforos para casa. Também gostamos de cumprir promessas, o que nos leva a cobrar os compromissos assumidos. Ressalto que somos semelhantes, mas o tio nunca teve a porra-louquice que tento amenizar dentro de mim.

Conversar com ele é sempre porreta. Um aprendizado e uma alegria em cada encontro (a gente já até comeu tamoatá com vinho chileno, rs). Quem tem a sorte de ser amigo dele, sabe do grande coração do cara. Nem sei o momento exato em que Pedro Aurélio deixou de ser somente o meu crítico tio e se tornou esse grande amigo. Mas agradeço a Deus por ter nos aproximado, pois ter seu respeito, amizade e amor é importante pra mim. Muito importante!

Enfim, cheio de moral e boas histórias ao longo da jornada, Pedro Aurélio nunca foi somente mais um. Sua tenacidade sempre o fez autêntico, daqueles caras que marcam presença, pisam na beira e dão o recado (ou fazem o que é preciso) como poucos que conheço. Tem sempre os patetas que não gostam de pessoas assim. Mas estes, além de desafetos ou fãs, são somente plateia. Já eu, dou valor!

Tio, tu completas 66 “abrils” hoje e já torço pra ires até pelo menos os 120 invernos amazônicos. Seja nas fazendas Santa Lúcia e São Pedro ou na cidade, que tenhas sempre saúde e felicidades ao lado da muito querida Lúcia e demais amores de tua vida.

Sou imensamente grato pelo apoio de sempre. Eu e Emerson (pois sei que posso falar também pelo meu irmão) amamos você pra caralho (leia-se intensidade). Parabéns pelo teu dia e feliz aniversário!

Elton Tavares

Campanha de combate às fake news e evento nacional de comunicação foram temas de reunião entre TJAP e CNJ

Veridiano Colares, Bernadeth Farias e Rodrigo Farhat.

Integrando a comitiva do desembargador-presidente do Tribunal de Justiça do Amapá (TJAP), em Brasília/DF, o chefe de gabinete da presidência do Tribunal amapaense, Veridiano Colares, e a assessora de comunicação, Bernadeth Farias visitaram a Secretaria de Comunicação do Conselho Nacional de Justiça onde conversaram com o titular Rodrigo Farhat.

Rodrigo explicou que teve início, no dia 1º de abril, “uma campanha para mostrar as ações do Judiciário, intitulada ‘Aqui tem Justiça’, aliada a uma campanha de combate às fake news”. O trabalho é realizado em cooperação com as assessorias de todos os estados e objetiva assegurar a credibilidade das informações produzidas pela rede de comunicação que atende a Justiça em todo o país.

Na oportunidade foi tratado também sobre a realização de um encontro nacional de assessores de tribunais, a ser realizado no primeiro semestre de 2020, para troca de experiências e capacitações.

Será um encontro macro, envolvendo assessores de imprensa de todos os tribunais brasileiros que atuam sob a égide do CNJ, estaduais e federais, nos vários níveis de Justiça”, explicou Rodrigo.

Veridiano Colares disse que “o contato permanente entre as assessorias dos tribunais com o CNJ é fundamental para que a comunicação do Judiciário como um todo se dê de forma homogênea, levando à sociedade uma linguagem unificada de transparência, e à comunidade interna maior compreensão acerca da dinâmica ampla da Justiça”.

Assessoria de Comunicação Social do TJAP

Feliz aniversário, Marcelo Guido!

Alguns amigos fazem parte de nossa história. É difícil acessar a pasta de memória afetiva sem esses personagens estarem lá. Uns com muita importância, outros nem tanto. Entre os relevantes e que fazem parte da minha lista de brothers “das antigas” está Marcelo Guido.

O cara é pai da Lanna e Bento, marido da Bia, jornalista e assessor de comunicação, ateu (daqueles chatos) ex-blogueiro, vascaíno calejado (com muito amor por esse time e resignado pelo sofrimento), remista, colaborador deste site, amante de rock and roll e futebol, fã Nº 1 dos Ramones e velho amigo deste editor.

Eu e Guido é um lance meio amor e ódio. Ele já falou mal de mim e eu também o detonei. A gente também ficou brigado por anos, inclusive sem contato algum. Mas, ainda bem, sempre foi mais amor que ódio.

Para quem não é da época (ou não sabe), nos anos 90, eu e Marcelo éramos de uma galera de malucos. Ele sempre foi daqueles que topava qualquer parada e sempre vencíamos tudo assim. Tempos de impulsos, precipitações e loucuras. Sim, sensatez era outro departamento.

Foi nesse contexto que encaramos incontáveis brigas de rua, noites etílicas com biritas de procedência duvidosa, que quase sempre resultavam em amanhecidas memoráveis. Em muitas outras dessas noites, o encontro era somente pra jogar conversa fora.

Eu chegava na casa do cara, ali no centro da cidade e a gente sempre armava um churrasco de galeto com vinho barato. Também éramos andarilhos da madruga, pois nunca tivemos carangos e nem motocas. Muito menos desinteirávamos o do goró pra pegar ônibus, táxi, etecetéra e tals. Foi um tempo de vacas magras, mas muito feliz. A gente sobreviveu por um milagre (sim, no texto de parabéns a um ateu).

Guido também era meio potoqueiro, mas ele nunca admitiu e nunca admitirá isso (risos). Marcelo também foi um dos caras que me deram força na época da morte do meu pai, em 1998. Sou grato por isso.

O Guido segue com um temperamento explosivo. Ainda esbraveja aos quatro cantos quando provocado. Eu um pouco menos que antes. Mas ele é um cara do bem, mesmo com suas regras severas sobre pessoas com quem se relaciona (sempre converso com o brother sobre isso).

Já disse e repito: admiro o pai de família que o Guido se tornou. Às vezes, ele ainda me tira do sério e fico puto com o figura. O sacana vive tirando onda comigo por ser gordo, o que me deixa mordidaço. Sorte dele que come que nem uma escavadeira hidráulica e não engorda, o frescão. Mas depois passa e a gente segue amigos.

Com o passar dos anos, Guido também se tornou brother do meu irmão, Emerson. E aí formou geral a “fina flor da sociedade” (risos) dos malucos.

O mais legal é que nos tornamos caras bacanas (muita gente pode discordar disso), que não queremos nada que não seja nosso por direito ou batalho. E quase coroas doidões, mas bem menos que antes, pois este futuro em que vivemos “não é mais como era antigamente”. Graças a Deus.

Guido, mano velho, em linhas gerais, tu és um cara que sei que posso contar. A gente já viveu muita onda errada pra eu ter essa certeza. E é um lance recíproco. Este texto é um registro do amor, amizade, respeito e parceria mútua.

Que tu tenhas sempre saúde e sucesso junto aos seus amores. Parabéns pelo teu dia e feliz aniversário!

Elton Tavares (e falo também pelo Emerson Tavares, meu irmão, que também é irmão do Marcelo Guido).