Hoje é o Dia das Mães – Uma declaração de amor para Maria Lúcia #DiadasMaes

Sabem, eu nunca fui de economizar declarações de amor. Na verdade, as acho fundamentais. Hoje, no Dia das Mães, vou falar um pouco da minha mãe, que também é mãe do Emerson Tavares. Quem conhece a mim e ao meu irmão há muito tempo, sabe: a gente “só é gente” por causa dela, nossa mais que maravilhosa genitora, a Maria Lúcia.

Difícil contabilizar tudo que ela já fez por mim e pelo meu irmão. Aliás, muito mais por mim, seu filho mais velho. A nossa “Lucinha” é uma mulher espetacular e admirável. Ela personifica os amores que tem e realmente faz valer seus dias por cada um de nós. Mamãe é trabalhadora, honesta e dedicada. Ela não é chameguenta, mas sim amorosa. Com absoluta certeza, o maior entre meus amores.

Apesar de eu ter 47 anos, minha mãe vive preocupada por eu ser gordão, por eu beber demais, entre outras milhares de coisas que ela esquenta a cachola por conta deste jornalista e de meu irmão. A gente puxou a amorosidade e loucura porreta do papai. Mas da Lucinha, com certeza herdamos a força e a coragem.

Aliás, a força e o amor que tenho em mim, boa parte veio de Maria Lúcia, a professora, orientadora, avó da Maitê e esposa do Enilton. Nem sei o que eu e mano seríamos ou onde estaríamos hoje em dia sem a nossa mãe amiga. Sim. Porque existem sim mães inimigas.

Às vezes a gente se chateia um com o outro, noutras nos decepcionamos, mas seguimos sempre juntos, unidos, com muito amor e ajuda mútua na jornada da vida. Somos muito gratos pela mãe que temos. Maria Lúcia é a soma de tudo que somos de melhor (menos a boêmia, carisma e gaiatice, isso aprendemos com nosso velho e saudoso Penha, o pai). Se minha infância é uma série de memórias felizes, igualmente a adolescência, boa parte do mérito é dos meus pais.

Também congratulo minhas tias, primas e amigas queridas, tantas mães entre meus afetos. Vocês são guerreiras!

Os anos passam e o amor da mamãe segue em abundância sem fim e sem pedir nada em troca. Mas a gente retribui, pois aprendemos com ela. Por tudo que fez, faz e é, hoje agradeço publicamente a minha mãe. Afinal, todos os dias eu faço isso, mas não textualmente para todos lerem aqui.

Portanto, reconheça todo o amor recebido, congratule, ore/reze pela sua mãe, mesmo que ela esteja ela em outro lugar além de dentro do seu coração. E agradeça pela oportunidade de ser seu filho. É este meu sentimento neste segundo domingo de maio: amor e gratidão.

Nós te amamos, Lucinha. Obrigado por tudo, mãe!

Elton Tavares

Cris Lozich gira a roda da vida. Feliz aniversário, querida amiga (@crislozich)

Sempre digo aqui que gosto de parabenizar neste site as pessoas por quem nutro amor ou amizade. Afinal, sou melhor com letras do que com declarações faladas. Acredito que manifestações públicas de afeto são importantes. Quem gira a roda da vida neste décimo segundo dia de maio é Cristiane Lozich. Uma amiga querida que conheço há mais de duas décadas. E por isso lhe rendo homenagens, pois trata-se de uma baita mulher paid’égua!

Conheci a Cris e Werlen, então namorados, no final dos anos 90. De lá pra cá, a aniversariante se tornou advogada, eles casaram, tiveram três filhos, Lozich virou servidora pública (é efetiva do MP-AP, mas atua no Tribunal de Justiça do Amapá) e nossos encontros sempre foram raros, renderam memórias afetivas Rock And Roll.

Sempre digo que acompanhei meio que de longe o crescimento do Werlen e Cris. Pois apesar de pouco encontrá-los, eles são pessoas do meu coração, de tão gente boa que são. Cristiane é honesta, batalhadora e trabalhadora, que consegue não ser convencional e possui a sabedoria de administrar a vida com serenidade e responsabilidade.

Lozich é apreciadora de boas cervejas e bons vinhos, uma menina inteligente, educada e incentivadora dos amigos. Cris é muito Rock’n’roll (ainda lembro dela dançando na sonzeira em Sampa, em 2014), professora de inglês, frequentadora dos bares legais, entre outras tantas paideguices que lhe são peculiares. Mas boto fé que os seus melhores papéis são o de filha, esposa e mãe. Dá gosto de ver o amor dela pela pelos seus.

Cris, dou muito valor em ti, mana. E boto fé que o “consideramento” é recíproco. Que tu sigas com muita saúde, mais sucesso e que tua vida seja longa para curtir tuas conquistas. Que teu novo ciclo seja ainda mais porreta. Parabéns pelo teu dia, querida amiga. Feliz aniversário!

Elton Tavares
*Texto republicado, mas de coração.

Amiga Lílian Ferreira gira a roda da vida. Feliz aniversário!

Tenho alguns companheiros (brothers) com quem mantenho uma relação de amizade e respeito, mesmo a gente com pouco contato. Hoje é aniversário de uma dessas pessoas muito queridas. Trata-se de Lílian Ferreira, que gira a roda da vida neste décimo segundo dia de maio e lhe rendo homenagens, pois essa menina é demais gente fina.

Lílian é servidora do Tribunal de Justiça do Amapá (Tjap), mãe amorosa das lindas Maria Fernanda e Júlia, filha dedicada da dona Teresa, esposa apaixonada do Leandro, bacharel em Direito, amante de vinhos, de boa gastronomia e apreciadora de cervejas especiais.

Além disso, é humanista, prestativa, bem-humorada, tranquila, honesta, trabalhadora, competente e sabida. Conheci a Lílian no início de 2015 e convivemos por um tempo, quando trabalhei com a moça no Tribunal Regional Eleitoral do Amapá (TRE-AP). Ela como chefe de gabinete e eu na função de assessor de comunicação do órgão. Foi brodagem do início ao fim daquele ciclo profissional. Em 2023, voltamos a ser colegas de trampo, no TJAP.

E também quando frequentei, quase todas as noites, a Banca Rios Beer Cervejaria (por dois anos), que era de sua propriedade juntamente com o esposo. Ela é muito paid’égua! Sobretudo, uma mulher do bem.

Em resumo, Lílian Ferreira é uma mulher linda, com caráter inabalável e querida por muitos. É uma honra ser seu amigo. Sinto saudades de bater papos bacanas, tomar cerveja e rir bastante com ela e Leandro.

Lílian, queridona, que teu novo ciclo seja ainda mais rentável, saudável e que tudo que couber no seu conceito de felicidade se realize. Que tua vida seja longa e que sigas pisando forte em busca dos teus objetivos com essa altivez, honestidade, sabedoria e alegria que lhe são peculiares. Depois desse fim do mundo, a gente toma umas. Parabéns pelo teu dia e feliz aniversário!

Elton Tavares
*Texto republicado, mas de coração.

Escritora, poeta e agente cultural, Pat Andrade, gira a roda da vida. Feliz aniversário, querida amiga!

Com a Patrícia Andrade, a popular e genial PAT. Uma amiga que admiro e respeito.

Sempre digo aqui que gosto de parabenizar neste site as pessoas por quem nutro amor ou amizade. Afinal, sou melhor com letras do que com declarações faladas. Acredito que manifestações públicas de afeto são importantes. Quem gira a roda da vida neste décimo primeiro dia de maio é Patrícia Andrade. Uma mulher admirável e um ser humano sensacional, além de querida amiga minha há mais de duas décadas. E por isso lhe rendo homenagens.

A “Pat” é uma poeta brilhante e autora do livro “O avesso do verso, poemas de mim”, lançado em dezembro de 2021. Uma artista ímpar, versátil, com um coração bondoso, atitude e espírito de luz. Há uma ‘aura’ de poesia que chega junto com a Pat, por onde anda. Além de bela, é talentosa, livre pensadora e, como poucas pessoas que conheço, deu uma guinada em sua jornada. Para melhor, claro. Hoje em dia é um exemplo de superação na vida.

Pat Andrade, há mais de 20 anos, nos saraus de Macapá

Conheci Patrícia Andrade há 25 anos, quando ela desembarcou aqui, no meio do mundo, vinda de Belém (PA), em 1999. Safa, descolada e sem estar ideologicamente presa a nada, Pat se tornou rapidamente “chegada” de todos nós, os malucos da cidade. Logo virou broda de intelectuais, militantes culturais e, é claro, poetas e escritores. A menina sempre se distinguiu por ser inteligente e despudoradamente franca. Aliás, poesia é uma arte que essa linda domina. Patrícia é senhora do ofício de poetizar.

Cheia de papos legais e dona de vasta cultura geral, Patinha é uma mulher cheia de poesia, histórias hilárias, outras nem tanto, e uma trajetória bacana no cenário cultural de Macapá. Além de poeta, trata-se de uma multi-artista, pois ela também se garante nas artes plásticas, escritora/cronista, discotequeira (Vinil-DJ) e produtora de vídeo e ativista cultural. Pat, inclusive, foi uma das fundadoras do movimento do vinil na Floriano e em outros locais desta cidade cortada pela Linha do Equador. Também é figura presente em saraus ou qualquer manifestação cultural e de defesa de direitos da sociedade.

Pat entre o marido Marcelo e o filho Artur.

O tempo passou, eu virei um velho gordo e a poupança Bamerindus levou o farelo. A Pat namorou, casou, se tornou mãe do querido Artur, trampou e pirou. Tudo com intensidade e paixão, essas coisas legais que gente como ela faz e acho muito firme, pois sou assim também.

Patrícia é a poeta que mais contribuiu com este site, onde assina a sessão “Caleidoscópio de Pat Andrade”. Além colaboradora talentosa, é uma broda para papos bacanas e desabafos. Uma pessoa que sei que, se precisar, posso contar.

Encontro porreta com Pat Andrade e Alzira Nogueira. Duas mulheres PHODAS!

Outra coisa porreta sobre Andrade é que ela se reinventou, começou a cuidar da saúde física e mental. Essa virada de chave é algo lindo de constatar. Hoje, casada com o também poeta Marcelo Abreu, a amiga vive feliz, com seu esposo e filho. Como diria Raulzito, ela não quer mais andar na contramão.

Pat também cursa Letras na Universidade Estadual do Amapá (Ueap), mas poderia dar aula, de tanta sintonia que tem com as palavras e com a língua portuguesa. A obra poética de Patrícia Andrade é resultante de uma mistura de vivências, amores, dores, tudo em tom de confissão.

Em 2023 e 2024, Pat foi premiada, passou a ser mais valorizada e seu trabalho reconhecido. Isso resultou na ida dela para fora do Estado, quando levou sua linda e mágica poesia para fora do Amapá e nos encheu de orgulho.

Ano passado, quando eu e Patrícia recebemos o o troféu Destaque Cultural 2023, da Academia Amapaense de Letras. Dia memorável!

A poesia de Pat Andrade é um passeio emocional entre as esquinas da arte e da vida, quando sentam para conversar. Há o ritmo do Equador e uma ternura própria, em suas linhas. Além de tudo dito e escrito, a Patrícia é uma pessoa que sei que posso contar. Amigos assim são bem raros. Ela é Phoda! E eu a amo como uma irmã.

Patrícia, minha querida, que teu novo ciclo seja ainda mais produtivo, saudável, rentável e que tudo que couber no seu conceito de felicidade se realize. E que tua vida seja longa, por pelo menos mais uns 100 maios. Parabéns pelo teu dia e feliz aniversário.

Elton Tavares
*Texto adaptado e republicado, mas de coração.

Escritores amapaenses integram o Conselho Editorial do Senado Federal: Fernando Canto e Esmeraldina dos Santos tomam posse a convite do senador Randolfe Rodrigues (orgulho!)

Créditos: Rodrigo Monteiro Viana – Senado Federal – Foto: Rodrigo Viana

Na quinta-feira (9), no Salão Negro do Congresso Nacional, em Brasília (DF), os escritores amapaenses Fernando Canto (para mim o maior artista das letras do nosso Estado) e Esmeraldina dos Santos (autora quilombola e ícone do nosso Marabaixo) aceitaram o convite do senador Randolfe Rodrigues e agora fazem parte do Conselho Editorial do Senado (Cedit). Ao todo, foram nomeados 21 conselheiros.

O órgão é o responsável pela política editorial da Casa, que publica obras fundamentais da cultura brasileira de caráter econômico, social, político e histórico.

Além deles, outros dois renomados poetas, a jornalista Alcinéa Cavalcante e o compositor Joãozinho Gomes, também integram o Cedit desde 2019 , como conselheiros da Sociedade Civil.

Ou seja, quatro autores tucujus fazem parte do Conselho Editorial do Senado. Moral demais para nós!

Foi realmente grande dia para a cultura do Amapá, pois Dona Esmeraldina, representante do povo preto, e Fernando, um multiartista (poeta, cronista, compositor, entre outros tantos talentos) presidente da Academia Amapaense de Letras (AAL).

Mais sobre Fernando Canto

Fernando Pimentel Canto é compositor, cantor, músico, jornalista, sociólogo, professor doutor, poeta, contador de histórias, causos e estórias, contista e cronista brilhante, apreciador e incentivador de arte, sociólogo, imortal presidente da Academia Amapaense de Letras (AAL), escritor “imparável”, membro fundador do Grupo Pilão e servidor da Universidade Federal do Amapá.

Com 17 livros publicados (de crônicas, poesia e contos), composições autorais e outras com grandes nomes da música amapaense, ensaios teatrais e outras incontáveis contribuições para a cultura e resgate histórico do Amapá (além de cargos importantes ao longo de sua carreira), Canto é um ardoroso partidário da causa cultural tucuju. O “Cidadão Amapaense” mais amapaense que a maioria dos que aqui nasceram. Quem não o conhece ainda, ou não é do Amapá ou ‘bom sujeito não é’ – com a devida licença poética.

Mais sobre Dona Esmeraldina

Esmeraldina dos Santos, que nasceu no bairro do Laguinho, em Macapá, mas é moradora do Quilombo do Curiaú, também na capital amapaense, tem 61 anos. Ela é filha de Maximiano dos Santos (tio Bolão) e Francisca Santos (tia Chiquinha), ambos nascidos no Curiaú e reconhecidos mestres da cultura popular do Amapá já falecidos. A escritora estuda pedagogia e tem nas histórias de seus ancestrais sua principal fonte de inspiração. Por meio da produção literária revela a importância da valorização da cultura negra no estado.

Esmeraldina despertou para a literatura após voltar a estudar, aos 40 anos. Repetindo a tradição de negros amapaenses que descreviam seu cotidiano nos “ladrões” (versos) de Marabaixo, ela escreve o dia a dia da família e de seu povo em livros e contos.

O Amapá precisa preservar, reconhecer e homenagear seus grandes nomes em todas as áreas de atuação. Como sou fã de escritores, compositores, músicos, poetas e artistas, deixo aqui meus parabéns ao senador Randolfe por mais esse feito em reconhecimento aos escritores amapaenses.

E aplausos de pé aos queridos amigos Fernando Canto e Dona Esmeraldina.

Mais sobre o Conselho Editorial do Senado Federal

O Conselho Editorial, criado em 1997, é o órgão normativo responsável pela formulação e implementação da política editorial do Senado Federal. Este setor cumpre com a atribuição de publicar obras fundamentais da cultura brasileira de caráter econômico, social, político e histórico.

O Senador Randolfe Rodrigues, ao assumir a presidência do Conselho, em 2019, reestruturou o Órgão dando-lhe nova configuração com o predomínio de conselheiros da sociedade civil. Nessa nova fase, o Conselho contará com intelectuais, escritores, reitores, jornalistas, educadores e atores, representativos da diversidade étnica e cultural do país.

Composição do Conselho Editorial

Presidente: Senador Randolfe Rodrigues
Vice-presidente: Esther Bemerguy de Albuquerque
Membros do Conselho Editorial do Senado Federal: Alexandre de Souza Santini Rodrigues, Ana Cláudia Farranha, Ana Flavia Magalhães Pinto, Ana Maria Veiga, Alcinéa Cavalcante, Bruno Lunardi Gonçalves, Carlos Ricardo Cachiollo, Eduardo Rômulo Bueno, Fernando Pimentel Canto, Heloisa Maria Murgel Starling, Ilana Trombka, João Batista Gomes Filho, Marco Américo Lucchesi, Nathalia Henrich, Rafael André Chervenski da Silva e Victorino Coutinho Chermont de Miranda.

Elton Tavares – Jornalista e escritor
* Com informações da Agência Senado e da assessoria de comunicação do senador Randolfe Rodrigues.

Vitório Barreto gira a roda da vida pela 76ª vez . Feliz aniversário, amigo! (que foi melhor “piloto” do GEA)

Tenho alguns companheiros (brothers e brodas) com quem mantenho uma relação de amizade e respeito, mesmo a gente com pouco contato. E, como todos os leitores deste site sabem, gosto de parabenizar os amigos em seus aniversários. Quem gira a roda da vida, pela 76ª vez, neste sétimo dia de maio, é o querido Vitório Barreto e lhe rendo homenagens.

Na época que trabalhei na assessoria de comunicação do Governo do Estado, entre 2010 e 2012, viajei por todas as estradas paras dos 16 municípios do Amapá, além de incontáveis comunidades. Meu motora/piloto preferido sempre foi o Vitorio Barreto. Além de ser um motora que se garante, é um pai dedicado, homem trabalhador e justo, parceiro e, sobretudo um cara do bem.

Vitório é virado e prestativo, pois se precisar é mecânico, desatola veículos, reboca companheiros, faz “galiqueiras” necessárias para chegarmos ao nosso destino. O cara tem o pé pesado, mas era o único cara que me passava a segurança necessária. Foram muitas aventuras, perrengues e alegrias junto a esse coroa maluco.

Entre várias lições que o velho motorista me ensinou foi ficar sempre focado e alerta. Ele dizia que quanto pior a estrada, melhor, pois a piçarra o impedia de se distrair. Quando a demanda na estrada da vida fica pesada, lembro-me do grande amigo e companheiro de viagens. Aí retomo o foco, empenho e atenção.

Em julho de 2010, mais precisamente no dia 7, era Copa do Mundo. A gente acabou uma cobertura em Ferreira Gomes 1h antes da partida entre Brasil e Holanda. O Vitorino me disse: “gordo, tu vais assistir esse jogo na tua casa”. Ele sentou o pé e eu, que vim no banco do carona, na frente com ele, abri o nootbook e botei pra escrever. Na parte de traz da cabine da pick-up estavam os amigos Irineu Ribeiro e Gilmar, repórteres cinematográfico e fotográfico, respectivamente. Cheguei 5 minutos antes de começar o jogo com a matéria pronta, entregue com fotos. Vitório sempre foi PHoda!

Além de competente, experiente e conhecer as estradas do Estado na palma da mão, Vitorino é um cara porreta! Todos nós, jornalistas, fotógrafos, cinegrafistas ou qualquer outro profissional que viajou ou viaja com o coroa sabe o coroa é muito Phoda. Vitório é um baita cara e ele mora no coração da gente.

O Vitório se aposentou. Que bom que ele vai descansar. Que pena para a nova geração de jornalistas, fotógrafos, cinegrafistas e demais profissionais da Secom/GEA, pois não viverão essa experiência de trampo maravilhosa, que é pegar a estrada com o velho safado, pois ele sempre foi “impávido que nem Muhammad Ali e tranquilo e infalível como Bruce Lee”.

Meus parabéns, Vitório. Que teu novo ciclo seja ainda mais paid’égua. Que sigas com essa sabedoria e coragem pisando forte em busca de seus objetivos. Que tudo que couber no teu conceito de sucesso se realize. Que a Força sempre esteja contigo. Que tua vida seja ainda mais longa, no mínimo, mais 76 anos na estrada da felicidade. Sinto saudades de rir das suas histórias. Saúde sempre, querido amigo. Feliz aniversário, brother!

Elton Tavares

Jornalista Márcia Corrêa gira a roda da vida. Feliz aniversário, querida! – @marciamazonia

Sempre digo que o jornalismo me deu muitos amigos. Sim, trouxe inimigos também, mas pra estes eu não ligo. Também sempre digo aqui que gosto de parabenizar neste site as pessoas por quem nutro amizade. Afinal, sou melhor com letras do que com declarações faladas. Acredito que manifestações públicas de afeto são importantes. É o caso da Márcia Corrêa. Hoje é aniversário dessa mulher competente e gente fina, que gira a roda da vida neste quarto dia de maio.

Márcia Corrêa é jornalista, militante cultural, produtora e apresentadora de programas de rádio, inclusive começou o Café com Notícias com a querida Ana Girlene, há muitos anos. Ela é mãe da Juliana e Janaína, avó e filha amorosa, espírita trabalhadora da doutrina e servidora do Tribunal de Justiça do Amapá.

Trabalhei pouco tempo com a Márcia, em 2013, na Prefeitura de Macapá. Ela sempre foi muito profissional e respeitosa comigo, mas a gente nunca teve muito contato fora do trampo. Este ano, me tornei novamente colega de trampo dessa querida.

Sempre digo e escrevo aqui: sou fã do texto dessa mulher. Filha do lendário jornalista Corrêa Neto, Márcia herdou algumas coisas do pai como inteligência acima da média, perspicácia, texto primoroso, o poder de argumentação e ser uma pessoa combativa.

Em resumo, Márcia Corrêa é uma colega de trampo porreta, que sempre me ajuda quando pode. Minha relação com ela é recíproca e paid’égua, pois a jornalista é muito prestativa, educada, trabalhadora, inteligente e gente fina. Gosto dela!

Márcia, querida, que teu novo ciclo seja ainda mais porreta. Que sigas com essa sabedoria e coragem que lhe é peculiar. Que tudo que couber no teu conceito de sucesso se realize. Que a Força sempre esteja contigo. Saúde e sucesso sempre. Parabéns pelo teu dia. Feliz aniversário!

Elton Tavares

*Texto atualizado e republicado.

The Blacklist – N⁰ 171 – O Cronista – Por Aloísio Menescal

Elton Tavares, Raymond ‘Red’ Reddington e Dembe Zuma – Foto montagem fictícia de Bruna Cereja

Por Aloísio Menescal 

Ah, Dembe, Dembe… Você é um bom e confiável amigo, que planeja e se previne. Não um hedonista como eu ou outro notável indivíduo sobre quem vou lhe contar agora.

Há alguns anos, estava eu saindo de um inesperadamente bem sucedido jogo de bacarat no cassino El Tito, em Maracaibo, quando embarquei em um dos mais exóticos e tradicionais cabarés flutuantes da Amazônia, chamado Brega da Gonçala. Era uma embarcação brasileira e ribeirinha, mas navegava em águas internacionais ilegalmente apenas para satisfazer uma aposta perdida pelo capitão. Lá dentro, no bar, vendo as mais belas dançarinas exóticas que só o caldeirão genético sulamericano é capaz de produzir, conheci nosso personagem.

Com óculos escuros demais para aquele horário, assim como eu mesmo, ele com uma armação no estilo do Elvis em seus últimos anos, e dedos adornados com anéis de crânios, sempre prontos para marcar o rosto de algum desafeto de última hora. Ele se dizia jornalista, mas na verdade era a memória viva de sua cidade natal, registrada e relembrada nos bares em crônicas regadas ao melhor e ao pior álcool disponíveis, pois ele não julgava a companhia, o local e nem a bebida, apenas testemunhava a vida da forma que ela se apresentava.

Naquela noite ele bebia uma dose de absinto em seu mais tradicional ritual, flambando um cubo de açúcar. Elogiou, mas disse que um toque de gin de jambu aprimoraria a experiência. Seu nome era Elton, mas não o John. Seu homônimo britânico – apesar da fama, talento e fortuna – mal sustenta uma conversa semiestimulante (falo isso com propriedade, pois atualmente até evito suas ligações).

Ele me contou sobre sua cidade e sobre o Bar Caboclo, sobre seus conflitos com a lei e com os homens, mas principalmente me falou da arte, do ritmo marabaixo que ainda não pude escutar ao vivo e da música de bandas de rock imortais que permeiam nossos repertórios em comum. Elton vive e celebra apenas o que foi e o que é, Dembe. Ele sorve a vida gota a gota, em seus mais variados sabores e sons. Ele faz isso hoje, pois não há amanhã…

*Esse texto foi uma brincadeira do amigo jornalista Aloísio Menescal (com quem converso, além de trabalho, sobre música, filmes, séries e etecetera) , que tirou com um sarro comigo e contextualizou minha boemia incorrigível com o jeito de narrar as coisas do personagem principal da série de TV Lista Negra, Raymond ‘Red’ Reddington (James Spader) em um suposto diálogo (ficção da ficção) com seu amigo Dembe Zuma (Hisham Tawfiq).

**Em The Blacklist, Raymond Reddington (James Spader) é um dos criminosos mais procurados pelo FBI. Até que um dia ele decide se entregar misteriosamente à agência, oferecendo com ele uma lista de importantes nomes da comunidade do crime: vários terroristas e líderes de organizações criminosas entre os mais procurados pela polícia. Ele deseja participar ativamente da captura de tais criminosos e faz duas exigências: receber completa imunidade pelos crimes que cometeu nos últimos vinte anos e falar diretamente apenas com agente novata Elizabeth Keen (Megan Boone). À princípio, Keen e seu supervisor Harold Cooper (Harrry Lennix) suspeitam das motivações de Reddington e seu estranho interesse em Keen. Mas depois que uma de suas dicas ajuda o FBI a capturar um perigoso terrorista e desfazer seus planos de ataque, eles percebem que pode ser importante continuar recebendo sua ajuda. Mas ao longo da trama, a curiosidade de Reddington por Keen tem suas motivações reveladas, mostrando um conexão entre o passado dos dois.

 

Publicitária Bruna Cereja gira a roda da vida. Feliz aniversário, amor! – @tiktokcica

Sempre digo aqui que gosto de parabenizar neste site as pessoas por quem nutro amor ou amizade. Afinal, sou melhor com letras do que com declarações faladas. Acredito que manifestações públicas de afeto são importantes. É 2 de maio de novo e, graças a Deus, Bruna Cereja gira a roda da vida mais uma vez. Tenho a sorte e honra dela ser a minha linda namorada/esposa/companheira de jornada, entre outras tantas coisas porretas que essa mulher é. Sim, ela é o meu amor e por isso, lhe rendo homenagens.

Bruna é, além de publicitária, designer, webdesigner, editora de vídeo, fotógrafa, consultora em Marketing e, para mim e muitos que conhecem seu trabalho, a melhor nessa área. Cereja é super inteligente, competente, talentosa, empenhada, determinada, impetuosa, corajosa, audaciosa, e PHODA em tudo que se propõe a fazer. Ela já foi minha colega de trampo em um passado recente e posso confirmar sua expertise em publicidade com propriedade. A menina é genial.

Conheci a Bruna há 13 anos, quando trabalhamos juntos na comunicação do Governo do Amapá. Depois se tornou amiga. E, depois de tantos desencontros, começamos a namorar em julho de 2022, após mais de uma década de amizade, quando o “Feitiço de Áquila” foi quebrado. Afinal, ”O acaso tem voto decisivo na assembleia dos acontecimentos” (Machado de Assis, em Esaú e Jacó).

“A gente vive junto e a gente se dá bem…”. Isso é verdade. São poucas as vezes que não estamos grudados. Somente no horário de trampo mesmo, pois fora do local onde labuto ou a agência da Bruna (escritório), quando um se move ou outro tá lá colado. O que importa é que estamos felizes. Aprendemos cotidianamente esse lance de dividir a vida. Com ela nada é menos, é sempre mais. Seja amor, admiração ou respeito.

Furamos as previsões dos jogadores de búzios, cartomantes e os Nostradamus (secadores) de plantão da (dú)Vida, que pensavam que a gente não ia durar juntos. Tá certo que às vezes a gente até faz desse namoro um drama novelesco, mas passa logo (risos).

Ah, a passagem do tempo não afetou a minha Cereja. Ela escandaliza na elegância, na chiqueza, no charme e na beleza que lhe é peculiar Bruna segue linda, com seus trinta e alguns maios.

Amo as pequenas coisas, como ir ao supermercado, farmácia, shopping ou qualquer lugar do cotidiano com essa mulher fantástica. Amo quando ela ri (o som é engraçado e gostoso), amo quando ela canta, pois sua voz é firme. Amo quando ela faz caretas legais depois de falar alguma merda engraçada. Amo o lance de ela me mostrar besteiras cômicas na internet. Amo quando ela cuida de mim. E cuido dela também, que fique registrado!

Trata-se de uma filha e sobrinha prestativa, uma boa amiga, uma pessoa que respeita as outras pessoas. Ela exercita boas ações como poucos que conheço. Cereja também é atenciosa com minha mãe, com meu padrasto, com minha tia e com todos que ela nutre afeto. Ah, é a tia perfeita da Maitêzinha, nossa sobrinha que é louca pela Bruna.

Sou a pessoa que mais elogia a Cereja. Seja como profissional ou a linda pessoa que ele é. Também sou o que mais torce pelo sucesso dessa mulher. Por tudo dito e escrito, desejo sempre o melhor para a minha pessoa.

Bruna é a mais completa tradução do que eu sempre quis em uma mulher. E como disse Nelson Motta: “o amor é a primeira coisa. É o começo do resto”. É isso!


Cereja, que teu novo ciclo seja ainda mais feliz, produtivo e iluminado. Que sigas (e que seja comigo, rs) pisando firme e de cabeça erguida em busca dos teus objetivos e que tudo que couber no seu conceito de sucesso se realize. Que a Força sempre esteja contigo. E que tua vida seja longa, repleta de momentos porretas. Amo-te, Bruna. Parabéns pelo seu dia. Feliz aniversário!

Elton Tavares

Poeta em destaque – Pat Andrade (Por Alcinéa Cavalcante) – @alcinea

A gaveta está aberta…
pega da pena e vai.
cumpre a tua sina, poeta.
(Pat Andrade)

Autora de vários livros de poesia, Pat Andrade, a “Pat” é doce, delicada, papo super agradável. Sua presença – como as flores – embeleza e deixa pleno de ternura qualquer ambiente.

Talento reconhecido, Pat já recebeu vários prêmios e diversas homenagens tanto por sua poesia como pelo seu ativismo cultural. Sua poesia atravessou os mares e ancorou em Portugal, em maio de 2019. Mais precisamente na Cidade do Porto, onde foi declamada e aplaudida no Sarau da Lua Minguante naquele ano.

Pat conta que através da poesia extirpa dores e desamores, frustrações, cansaços, angústias, rancores. “É através da lente imaginária da poesia que posso ver um mundo melhor, com mais amor, harmonia, inteligência.”

Ela se apaixonou pelos versos ainda quase criança. Pré-adolescente fez um caderno de versos no qual copiava trechos de poemas que lia por aí e gostava. Nele também rabiscou seus primeiros versos.

Certa vez perguntei a ela quais seus poetas preferidos e ela me disse que seu primeiro amor nessa arte foi Vinicius de Moraes. E contou:

“Aos 15 anos, ganhei de presente da minha mãe – que também escreve poesia – um diário com poemas de Vinícius de Moraes, meu primeiro poeta, meu primeiro amor na poesia.

Depois veio o Augusto dos Anjos, com sua poesia maldita e forte. Foi ele que me ensinou que ninguém assistirá ao formidável enterro de minha última quimera…

E depois disso, já estava na veia. Outros poetas vieram: Mário Quintana, Paulo Leminski, Maiakovski, Cora Coralina, Charles Bukowski, Drummond, Martha Medeiros e tantos outros.

Todos meio irreais, intocáveis, distantes, embora objeto de minha admiração.

Aí, vieram os mais próximos, os que eu quase podia tocar: Alcy Araújo, Isnard Lima, Ruy Barata. E, finalmente, os que posso ver, ouvir, conversar e amar. Entre eles, Joãozinho Gomes, Alcinéa Cavalcante, Manoel Bispo, Obdias Araújo, Fernando Canto, Marven Franklin e outros”.

Põe poesia
na mesa vazia
e faz dela
o teu prato do dia
poe poesia
na noite insone
e, se der, mata
a tua fome…
(Pat Andrade)

Fonte: Blog da Alcinéa.

Escritora Lulih Rojanski gira a roda da vida. Feliz aniversário, querida!!

Com o jornalista e escritor Silvio Carneiro, escritora Lulih Rojanski e a poeta Patrícia Andrade. Amigos!

Sempre digo que gosto de parabenizar neste site as pessoas por quem nutro amizade. Afinal, sou melhor com letras do que com declarações faladas. Acredito que manifestações públicas de afeto são importantes. É o caso da Lulih Rojanski, que neste vigésimo sétimo dia de abril, gira a roda da vida e lhe rendo homenagens.

Escritora paranaense radicada no Amapá há 38 anos, Lulih possui extraordinária inteligência, talento e criatividade. Sou fã de dela. Mais fã do que amigo próximo, já que pouco encontro com Rojanski. Viajo ao ler suas saborosas crônicas e já publiquei muitas delas neste site. Aliás, comprei alguns de seus livros pela certeza da riqueza literária antes de lê-los e a confirmei isso ao terminar cada obra.

Com o poeta Paulo Tarso e Lulih Rojanski. Artistas das letras.

Lulih é gigante. Umas das maiores escritoras daqui do meio do mundo. Uma verdadeira artista das palavras.

Lulih possui cinco livros publicados e diversos textos publicados em coletâneas no Brasil e em Portugal. Suas obras são duas de crônicas, Lugar da Chuva e Pérolas ao Sol; duas de contos, Abilash e Gatos Pingados e um romance, Feras Soltas.

Com Lulih Rojanski, a publicitária Bruna Cereja e o poeta Joãozinho Gomes. Gente querida e brilhante!

Rojanski é formada em Letras e professora, além de escritora. Também criadora e diretora da Revista Literária O Zezeu, projeto que iniciou em 2019. Ah, ela ainda foi diretora da Biblioteca Pública Elcy Lacerda e Teatro das Bacabeiras.

A querida aniversariante é companheira de vida e de arte do meu velho amigo Silvio Carneiro (o “punk do sertão”) e tem três filhas do primeiro casamento:Maria (única que conheço), Olívia e Júlia. Além de artista das letras, Lulih também é supercompetente nestes papéis, de mãe e esposa, pois é bonito ver o jeito e o amor exercido por Rojanski com seus afetos.

Com Lulih Rojanski, uma mulher PHODA! Saúde e sucesso sempre, querida!

Em resumo, se é que dá para resumir alguém genial como Lulih, ela é PHO – DA, assim mesmo, com PH, silabicamente e em caixa alta. Por tudo dito/escrito, fica aqui registrada a minha admiração e respeito por essa mulher espetacular.

Rojanski, que teu novo ciclo seja ainda mais paid’égua. Que sigas com essa garra, sabedoria, coragem e talento em tudo que te propões a fazer. Que a Força esteja contigo. Saúde e sucesso, sempre, querida. Parabéns pelo teu dia, Lulih. Feliz aniversário!

Elton Tavares

Claudiomar Rosa gira a roda da vida. Feliz aniversário, amigo! – @ClaudiomarRosa1

Sempre digo aqui que gosto de parabenizar neste site as pessoas por quem nutro amizade. Afinal, sou melhor com letras do que com declarações faladas. Acredito que manifestações públicas de afeto são importantes. Quem roda a roda da vida neste vigésimo sexto dia de abril é o Claudiomar Rosa.

Além de agente político e cultural de Macapá, é aguerrido vereador, compositor, cidadão do samba laguinense e consideradão nos meios artístico, cultural e político do Amapá. Mais do que um jornalista chapa, Claudionar Rosa é um cara gente boa.

Conheci o Rosa em 2010, quando ele era chefe de Gabinete do então vereador Clécio Luis. De lá pra cá já trabalhamos juntos na Prefeitura de Macapá e ele se tornou um parceiro. Dono de vasta cultura geral e papo espetacular, trata-se de um cara benquisto por artistas e políticos, entre outras classes que têm grande “consideramento” por ele.

Falando em cultura, Claudiomar foi um dos amigos que prestigiaram a noite de autógrafos do meu segundo livro, em 2021. Agradeço a moral.

Na última vez que nos encontramos, no Marabaixo da União dos Negros do Amapá (UMA), foi como sempre, um papo porreta.

Claudiomar, que teu novo ciclo seja ainda mais paid’égua. Que sigas com sabedoria, coragem e que tudo que couber no seu conceito de sucesso se realize. Que a Força sempre esteja contigo. Saúde e sucesso sempre, amigo. Parabéns pelo teu dia e feliz aniversário!

Elton Tavares

Jornalista Hugo Reis gira a roda da vida. Feliz aniversário, amigo!

Sempre digo que o jornalismo me deu muitos amigos. Sim, trouxe inimigos também, mas pra estes eu não ligo. Também sempre digo aqui que gosto de parabenizar neste site as pessoas por quem nutro amizade. Afinal, sou melhor com letras do que com declarações faladas. Acredito que manifestações públicas de afeto são importantes. Hoje, uma dessas figuras paid’éguas, com quem tenho a honra e o prazer de trabalhar, muda de idade. Quem roda a roda da vida neste vigésimo quinto dia de abril é o Hugo Reis. Um cara gente boa. Dou valor nesse figura.

Hugo é jornalista, integrante da Secretaria de Comunicação do Tribunal de Justiça do Amapá. Mais que um colega de trabalho, o considero um amigo. O moleque (no melhor sentido da palavra) é um cara do bem, competente, qualificado e responsável no trampo.

Conheci o Hugo há 10 anos, quando eu era responsável pela assessoria de comunicação do Tribunal Regional do Amapá. Nas Eleições 2014, quando eu enlouquecia de tanto trampo, ele foi membro da cavalaria chefiada pela jornalista Bernadeth Farias, que me salvou na cobertura da apuração daquele pleito. De lá pra cá, o cara já deu a mesma força em outros eventos.

Ele se garante na cobertura de pautas do cotidiano seja para redigir uma matéria/texto (apuração de fatos e entrevistas) ou como fotógrafo. E ainda é um expert em redes sociais (produção de vídeos e postagens em geral, como social mídia mesmo). Gosto de trabalhar com o cara, que além de bom de trampo, é de excelente trato. Sim, bom humor, gentileza, discrição e prestatividade são marcas deste brother.

Sem falar que o Hugo é o cara mais bem vestido da nossa equipe, sempre “na beca” (bem arrumadão mesmo) ou com um visual despojado/elegante. Sibixo só anda na pinta e admiramos isso. Aloísio, outro amigo/colega da Secom diz que ele é o “Personal Stylist” da comunicação.

Com Berna e Hugo

Admiro o empenho e dedicação do Hugo. Se preciso, ele passa da hora, trampa de noite, nos findis, sem chiar, pois essa é a vida na nossa área e o amigo entende bem isso. Com responsa e competência comprovadas em suas atividades, apesar de jovem, ele se garante.

Em resumo, sempre bem vestido, no melhor estilo inglês/elegante, Hugo é um cara muito educado, competente, discreto, tranquilo, prestativo e gentil. Este registro é pra parabenizar publicamente o aniversariante.

Com Hugo Reis, nos corres do trampo

Hugo, amigo, tenho muito ‘consideramento’ por ti e acho que é recíproco. Que teu novo ciclo seja ainda mais paid’égua. Que sigas com essa garra, sabedoria, coragem e talento em tudo que te propões a fazer. Que a Força sempre esteja contigo. Saúde e sucesso sempre, mano. Parabéns pelo teu dia. Feliz aniversário!

Elton Tavares

Amigo Evandro Milhomen gira a roda da vida. Feliz aniversário, mano velho!

Sempre digo aqui que gosto de parabenizar neste site as pessoas por quem nutro amizade. Afinal, sou melhor com letras do que com declarações faladas. Acredito que manifestações públicas de afeto são importantes. Quem roda a roda da vida neste vigésimo primeiro dia de abril é o Evandro Milhomen, um brother querido e, por isso, lhe rendo homenagens.

Evandro é irmão dos também amigos Val, Fuzil e Dênis, marido da Maria de Jesus e pai dedicado de um casal de jovens. Palmeirense e vascaíno sofrido e resignado, militante e apoiador da cultura desde que tenho notícias dele.

Gosto do cara. Ele sempre foi porreta comigo, desde que começamos a ter contato profissional, em 2011. Ele era legislador e eu assessor de comunicação no Governo do Amapá.

Milhomen foi titular da Secretaria de Estado da Cultura (Secult), ex-deputado federal pelo Amapá por várias legislaturas. Também já atuou como gestor de outras pastas no Poder Executivo estadual e municipal ao longo dos anos, como nas áreas de trabalho, emprego, social e, além de secretário municipal de relações institucionais. Hoje em dia, atua como supervisor de articulação centro oeste do Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur), em Brasília (DF).

Articulado, inteligente e sempre aberto ao diálogo, Milhomen transita por vários grupos políticos com destreza e credibilidade. Além de tudo, é um velho amigo de minha família.

Sempre que pode, Evandro elogia o meu trabalho. Como não dar valor a alguém que te apoia profissionalmente? Reconhecimento não é uma regra geral, infelizmente.

Enfim, Milhomem é um grande cara, não somente por sua altura, mas por conta do seu coração e gentebonisse. Por tudo dito acima e muito mais, desejo ainda mais saúde e sucesso ao amigo que gira a roda da vida hoje. E pela 62ª vez, número difícil a ser batido. Vida longa, negão. Feliz aniversário, mano velho!

Elton Tavares

*Negão, precisamos de uma nova foto juntos (risos).