No dia 6 de setembro, rola “Tributo ao The Cure”, com a banda The Malk

Em 2018, o The Cure, a mais influente banda oitentista e a mais importante no cenário gótico/pós-punk, celebrou seus 40 anos de carreira. Para reverenciar a obra dos britânicos, a banda The Malk retorna aos palcos e apresenta, no dia 06 de setembro de 2019, a partir das 22h, no Bar do Vila, o “Tributo The Cure”. O show, com 36 músicas e 3h de duração, marca a volta do melhor grupo musical de rock cover que Macapá já teve.

A banda é formada por Adriano Joacy (guitarra e vocal), Rafael Queiroz (guitarra), Nilson Montoril (baixo), Cleyson Paiva (teclados) e Arley Costa (bateria e backing vocal). Eles estão bem ensaiados e com muita vontade de botar pra quebrar.

Sobre a The Malk

A The Malk é formada originalmente por Sandro Costa (“Sandro Malk”), nos vocais e guitarra; Rafael Queiroz (guitarra); Alexandre Lima (baixo) e Arley Costa (bateria). Os caras começaram a tocar em 2001, em uma feira de informática da então Faculdade Seama. Após essa apresentação, a banda recebeu convites para outras tocadas. O nome da banda é uma homenagem a Stephen Malkmus, um músico estadunidense fundador da banda americana de rock alternativo Pavement.

Logo no início, Rafael deixou a banda. Entraram Adriano Joacy (guitarra, teclados e backing vocal) e Nilson Montoril (que assumiu o baixo quando e Alexandre pegou a guitarra). O segundo a sair foi Alexandre. A The Malk seguiu como um quarteto por anos. A banda embalou muitas noites memoráveis em Macapá. Eles tocaram tocando (e lotaram) em locais como o Cana Café, o Butecno Café, a boate Etna, Liverpool Rock Bar e o bar Biroska.

O Nilson Montoril escreveu algumas canções, mas o projeto de música autoral da The Malk não foi em frente. A banda encerrou as atividades quando o Sandro Malk foi embora de Macapá, em 2006 pra morar em Curitiba (PR). Lá, o Sandro foi líder da banda “Bardot em Coma”, que, inclusive, gravou um CD. Hoje em dia, faz sucesso com a sua sensacional One sky two visions. Alexandre Lima mora em Itapipoca do Sul (CE), onde tem uma banda.

Os caras ensaiaram uma volta em 2011, tocaram na festa “Overdose anos 80/90” e “Rock in Rod’s”, mas por questões pessoais dos integrantes, o projeto não vingou.

The Cure – 2013 – São Paulo – Foto: Elton Tavares

Sobre o The Cure

O The Cure é formada por Robert Smith (voz e guitarra), Simon Gallup (baixo), Roger O’Donnell (teclados), Reeves Gabrels (guitarra) e Jason Cooper (bateria). A banda vendeu milhões de álbuns na carreira e influenciou diversos artistas que emergiram durante os 40 anos de sua trajetória.

Foto: Elton Tavares

Os ingleses do Cure estão em turnê pela Europa, celebrando os 40 anos, tocando na íntegra o disco Disintegration. O álbum é tido como o mais expressivo da banda britânica liderada pelo descabelado Robert Smith. Aliás, ele é único integrante da formação original do grupo, tem 60 anos de idade e 41 anos de Rock and Roll. O cara é um ícone do Rock e da música alternativa mundial.

Foto: Elton Tavares

Ao som dos britânicos, minha geração e a que vai antes de nós, fizeram muitas festas, noitadas, reuniões com amigos. As canções do The Cure estão na memória afetiva da maioria de nós, fãs de Rock. Portanto, queridos leitores que amam o bom e velho Rock and Roll, agendem o dia 6 de setembro de 2019. Será “Friday I’m in love” (numa sexta-feira, ô sorte!). Todos malkianos e curemaníacos estarão por lá! Prestigie, pois isso é rock n’roll!

Serviço:

Tributo ao The Cure, com a banda The Malk.
Local: Bar do Vila, localizado na Avenida Mendonça Furtado, centro de Macapá.
Data: 06/09/2019
Hora: a partir das 22h

Elton Tavares, jornalista e fã do The Cure e da The Malk.
*Matéria fechada ao som de The Cure, claro.

1º Congresso Amapaense de Fotografia será realizado nos dias 19 e 20 de agosto, no Villa Nova Shopping

Agosto é o mês em que se comemora o Dia Mundial da Fotografia, celebrado hoje,  19 de agosto. Esse ano, Macapá terá uma comemoração diferente, com a realização do 1º Congresso Amapaense de Fotografia (CAF), no período de 19 e 20 de agosto, no Villa Nova Shopping. CAF será um evento focado em aglutinar, pessoas, ideias e ações que contribuam para o desenvolvimento do mercado fotográfico no Amapá.

A programação do evento contará com oito palestras conduzidas por profissionais renomados em seus segmentos que abordarão temas como: estratégias de instagram para fotógrafos, fotografia de paisagem, fotografias de natureza, fotografia newborn, fotografia de eventos sociais, economia criativa, empreendedorismo e gestão de carreira para fotógrafos.

O público poderá também visitar as exposições paralelas, que serão espaços com produtos e serviços também relacionados a arte fotográfica: exposição de câmeras antigas, de álbuns artesanais, de embalagens customizadas para fotógrafos e a dinâmica “Câmera na mão”, na qual o público poderá acompanhar, ao vivo, uma sessão fotográfica em um estúdio montado no evento. A iniciativa é promovida pelo Foto Nunes e pela Photocursos e tem o apoio da agência Catavento, do Villa Nova Shopping, da galeria online ArteAmazon e Panificado Nossa Senhora de Fátima.

Programação:

Dia 19
15h – Credenciamento
17h30 – Abertura oficial
17h40 – Palestra de Maria Cecília Zelazowski
Estratégias de Instagram para o fotógrafos(as)

18h30h – Palestra de Gilberto Almeida
A Fotografia e a economia criativa na era da internet

19h30 – Palestra de MR Fonseca
Portfólio comentado de fotografia de paisagem

20h30 – Palestra de Fabiano Menezes
O mercado de fotografia de eventos em Macapá

Dia 20
17h30 – Palestra de Michelle Mesquita:
Fotógrafo(a): ser ou não ser MEI?

18h30 – Palestra com Kurazo Okada
Portfólio comentado de fotografia de natureza

19h30 – Palestra de Joel Silva
O processo de produção da fotografia Newborn

20h30 – Palestra com Jonathas Sansi
Gerenciamento de carreira para fotógrafos

21h30 – Coquetel de Encerramento

Serviço:

1º Congresso Amapaense de Fotografia
Data: 19 e 20 de agosto.
Hora: 17h30 às 21h30.
Local: 2º piso do Villa Nova Shopping.
Valor das inscrições:
R$ 120,00 para o público em geral
R$ 60,00 para estudantes que comprovem vínculo com sua respectiva instituição de ensino.
Link para inscrições: https://forms.gle/VgHzEGRjpb9PssqL9

Realização: Foto Nunes, Photocursos e tem o apoio da agência Catavento, do Villa Nova Shopping, da galeria online ArteAmazon e da Panificadora Nossa Senhora de Fátima.

Mais informações pelo número: 096-981183510 (WhatsApp)

Exposição (RE)Conhecendo a Amazônia Negra

Em continuidade ao projeto Amazônia das Artes, o SESC Amapá realiza a partir do dia 04 de setembro, às 19h, a Exposição (RE) conhecendo a Amazônia Negra: Povos, Costumes e Influências negras na floresta, da artista Marcela Bomfim (Porto Velho-RO). A entrada será gratuita, sendo a visitação pública de 04 de setembro a 04 de outubro de 2019, de segunda a sexta das 9h às 11h e das 14h às 17h.

A exposição fotográfica abrange a busca pessoal pelo (re) conhecimento da artista como mulher negra. As fotografias são frutos dessa busca pessoal, iniciada no ano de 2012, a partir das andanças da artista pela região amazônica e adjacências, registrando quilombos, comunidades tradicionais, movimentos culturais, tradicionais e patrimoniais, manifestações religiosas e outras movimentações ligadas à identidade dos descendentes de africanos que contribuíram tanto para o desenvolvimento da Amazônia, quanto para a formação da identidade e da memória da região.

Projeto Amazônia das Artes

O projeto Amazônia das Artes visa fomentar a produção artística amazônica e proporcionar a desconstrução de fronteiras geográficas e culturais que dificultam a circulação de obras de arte por esta região. O projeto difunde trabalhos nas linguagens de artes visuais, intervenção urbana/performance, artes cênicas, audiovisual, literatura e música.

Sobre a artista

Marcela Bonfim é fotógrafa, formada em Ciências Econômicas (2008) pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), especialista em Direitos Humanos e Segurança Pública (2011) pela Fundação Universidade Federal de Rondônia (UNIR). Desde 2012 se dedica à fotografia, tendo participado do projeto “Reabilitando pela Arte” (2014-15), realizado no sistema prisional de Rondônia; exposições coletivas pelo SESC-RO e Agência Amazônia Real (AM); publicações em revistas e periódicos do ICMBio, Governo de Rondônia (2013-2016), entidades do terceiro setor: Kanindé e Rio Terra; além da dedicação ao fotojornalismo pela Agência de Notícias Amazônia Real (desde 2015), e palestras de difusão sobre o projeto “Amazônia Negra” no Pará – Fotoativa, no Maranhão – Casa de Nhozinho, em Porto Velho – IFRO, Uniron, Museu Palácio da Memória, Tribunal de Justiça, Universidade de Rondônia-Departamento de Sociologia, SESC-RO e escolas públicas.

Visitação Pública: de 04 de setembro a 04 de outubro de 2019, de segunda a sexta das 9h às 11h e das 14h às 17h.

Informações e agendamentos de escolas: 3241-4440- Ramal 239.

Assessoria de comunicação do Sesc Amapá

Ruy Godinho vai lançar livro sobre história da música amapaense

Por Lívia Almeida

Ruy Godinho é autor e pesquisador paraense, além de ter vasta experiência com outros segmentos da arte, possui grande paixão pela história da música brasileira, haja vista os livros já lançados por ele a exemplo da série “Então, foi assim? Os bastidores da criação musical brasileira”, que já possui quatro volumes e conta histórias peculiares, como foram compostas músicas conhecidas e desconhecidas, histórias dos compositores e músicos da música brasileira.

E para integrar a família está chegando mais um livro intitulado “Então, foi assim? Os bastidores da criação musical brasileira – Amapaenses”, que será lançado no dia 23 de agosto em Macapá. Segundo Ruy o livro é fruto de muita pesquisa e de conversa com músicos, compositores e artistas amapaenses. “99% desse trabalho foi pesquisado com fontes primárias, diretamente com os autores, mas também com os compositores envolvidos. Também pesquisei nos livros do Fernando Canto – O marabaixo através da história -, pesquisei na tese de doutorado do Benedito Costa Martins, pesquisei também na tese de doutorado da Piedade Videira e no livro do Lorran Vidal – Mazagão, a cidade que atravessou o atlântico”, explicou Ruy.

Ruy conta que o objetivo do livro é “registrar a história da música amapaense, de composições amapaenses, tornar conhecidos os nomes dos compositores, algumas canções que as pessoas também não conheçam e historicamente é um livro importante para o estado, porque exatamente faz esse trabalho de fazer o registro histórico da música de um estado muito rico que tem uma tradição e que precisa também difundir essa riqueza que ele tem”, ressalta.

História curiosa

O livro conta com 40 histórias sobre a música amapaense, citando projetos como o Movimento Costa Norte, o Grupo Senzalas, a cantora Patrícia Bastos, dentre outros projetos musicais que levantaram e levaram a música tucuju a outros estados e países.

Deste total de histórias, o autor conta que a história que mais se destacou para ele foi a da música “Irmã Catita” do mestre Eufrásio, uma paródia da música “La Paloma”. “A paródia foi criada em 1923 com a chegada do primeiro hidroavião e do pouso no rio Amazonas, na frente da cidade. E causou um grande alvoroço, porque o povo jamais havia visto um avião. Alvoroço que é retratado na letra da música “Irmã Catita. Só que “Irmã catita” é uma paródia de uma composição já existente. A música em que ele colocou uma letra nova chama-se “La Paloma”, de um espanhol chamado Sebastian Yradier, que a criou em 1863.

A curiosidade é: como foi que o mestre Eufrásio tomou conhecimento dessa música. Provavelmente tenha sido através de retretas, através de música ao vivo sendo tocada nos coretos, orquestras tocadas naquela época. Porque em 1923 o rádio ainda não havia sido difundido em todo o Brasil. Então a curiosidade que eu tive foi saber como foi que o mestre Eufrásio conheceu a música “La Paloma” para criar uma letra nova em cima em forma de paródia. Tem histórias lindíssimas no livro, histórias emocionantes, engraçadas, mas essa história é a que despertou uma pesquisa maior e uma curiosidade maior por parte do autor, revela o Ruy Godinho.

O valor da música amapaense

Sobre a valorização Ruy Godinho enfatiza que quem conhece a música amapaense a valoriza, dando o exemplo do Movimento Costa Norte, que, podemos dizer, criou a identidade da música Tucuju como a conhecemos.”Quem a conhece a valoriza, porque ela é muito rica. A partir do momento em que ela ganha uma identidade, ela se enriquece mais ainda como um patrimônio cultural.

Quanto mais conhecida, mais a música amapaense será valorizada. Quem conhece a música amapaense, com a qualidade de suas melodias, com a riqueza dos gêneros musicais tradicionais, que foram estilizados como o marabaixo e o batuque, com as letras maravilhosas, com esta super influência que este poeta Joãozinho Gomes levou para o estado, que influenciou muita gente, os movimentos que foram criados como o Costa Norte, grupo maravilhoso e fundamental para a música amapaense, esses caras (Osmar Jr., Zé Miguel, Amadeu Cavalcante, Val Milhomen e Joãozinho Gomes) são de uma importância fundamental, porque além de imprimirem uma música com a cara do Amapá, eles também tem um cuidado muito grande com a questão da poesia, não é só com a questão da melodia, do ritmo, por isso essa música é uma música rica, porque ela traz esse selo de qualidade, porque eles fazem questão de imprimir nas suas composições – os compositores amapaenses de uma forma geral- muito embasadas no que esses músicos (Movimento Costa Norte) criaram no final da década de 1980″.

A contribuição da música amapaense

De acordo com Ruy Godinho, a ideia para este volume veio a pedido do prefeito de Macapá, Clécio Luís. Quando perguntado da contribuição da música amapaense para a música brasileira, o autor pontua que iniciativas como esta, através de autoridades políticas e políticas públicas é que permitem difundir a música, e assim mostrar a sociedade a grande contribuição que a música amapaense tem a dar a música brasileira. “Ela tem uma contribuição enorme a dar, a partir do momento em que ela tiver rompido as fronteiras e se difundido por todo o Brasil.

Esse é um movimento que já está acontecendo através das redes sociais, principalmente, e também graças à projeção de alguns artistas que estão aí no Amapá, mas que já conseguem projetar sua música para o Brasil, a exemplo da Patrícia Bastos, do grupo Senzalas, que já foi até para a Europa, o trabalho de Joãozinho Gomes, que tem parceria com diversos compositores de fora, não só do Amapá.

Quanto mais for difundida a música do Amapá, que infelizmente ainda sofre um processo de isolação, em função das características do estado, ela terá uma contribuição muito grande a dar. Porque o Brasil, em suas dimensões geográficas é difícil de ser atingido, de uma forma mais ampla, mas pode a partir de um trabalho de políticas que sejam criadas para difusão da música.

Por exemplo essa questão do livro faz parte de um desejo grande do prefeito Clécio, que consiga romper essas fronteiras, tanto que tem o desejo de lançar o livro fora do Amapá. Para que as pessoas possam despertar de que existe uma música bonita, rica no estado que precisa ser conhecida fora. Se existirem mais políticas com capacidade financeira maior, essa música vai chegar, o marabaixo vai chegar ao Rio, São Paulo ou em Brasília – como já chegou -. São necessárias políticas públicas para que a música do Amapá ganhe novos espaços”.

Lançamento

O livro “Então, foi assim? Os bastidores da criação musical brasileira – Amapaenses” será lançado no dia 23 de agosto as 16h na Praça Veiga Cabral.

Sobre o autor

Ruy Godinho, paraense, produtor multimídia, pesquisador, radialista, ator, escritor e divulgador de MPB.

É fundador da Abravideo. Foi o primeiro presidente da TV Comunitária do DF. Coordenou o Solidariedade Noruega -Brasil, show com gravação de CD, ao vivo, para a Embaixada da Noruega, com a participação de 14 artistas noruegueses e 44 brasileiros.
Produz e apresenta o programa Roda de Choro, na Rádio Câmara FM, Brasília, desde janeiro 2003, retransmitido por mais de 230 emissoras em todo o Brasil.

Produz e apresenta o programa Então, Foi Assim?, desde agosto 2010, retransmitido por mais de 270 emissoras por todo o Brasil. Coordenou a produção e direção de 120 vídeos institucionais para o Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social, nas edições de 2005, 2007, 2009 e 2011.

É ativo palestrante sobre produção multimídia, processos criativos da música brasileira e ministra oficinas de Produção de Vídeo em instituições de ensino superior, pontos de cultura e ONGs. É autor da série Então, foi assim? Os bastidores da criação musical brasileira, Volumes I, II, III, IV . É autor do livro Então, foi assim?Compositores Amapaenses. E dos livros Então, foi assim? – Nordestinos e Então, foi assim?Mineiros, no prelo.

Serviço:

Dia 23 de agosto vai acontecer o lançamento do livro Então, foi assim? Os bastidores da criação musical brasileira – amapaenses, do autor Ruy Godinho.

Local: Praça Veiga Cabral
Data: 23 agosto (sexta)
Hora: 16h

Fonte: Chico Terra

Oficina de capacitação audiovisual “FOTOTAXIA – O ELO PERDIDO”, ministrada por Miguel Takao Chikaoka (PA)

O SESC Amapá realiza a oficina de capacitação audiovisual “FOTOTAXIA – O ELO PERDIDO”, ministrada por Miguel Takao Chikaoka (PA), no período de 02 a 06 de Setembro no SESC Araxá. Será aberta uma turma de 14h às 18h na sala de Audiovisual do SESC Araxá.

Com inscrições limitadas – sendo apenas 20 vagas – a capacitação tem como proposta compartilhar práticas e abordagens do que constitui a gênese do processo fotográfico. Trata-se de uma imersão no universo da luz, em todas as suas dimensões, para experimentar o que dela flui. Uma oportunidade para vivenciar a articulação e integração de diversas áreas de conhecimento nas práticas educativas.

Sobre o Projeto Capacitação Audiovisual

Garante capacitações contextualizadas que subsidiem conhecimentos sobre como desenvolver competências de modo a permitir que no cumprimento das suas funções estejam contempladas as dimensões técnicas, para a ampliação de conhecimentos dos produtores independentes e assim, estimular a produção de filmes, que são igualmente importantes e imprescindíveis ao desenvolvimento e fortalecimento da linguagem audiovisual.

PRÉ-REQUISITO: Notebook com programa Darktable (livre) e uma lupa de brinquedo.
INVESTIMENTO: 10,00 e 1k de alimento não perecível.
INSCRIÇÕES PRESENCIAIS: Sala da Coordenadoria de Cultura no SESC Araxá.

Assessoria de comunicação do Sesc Amapá

SESC Amapá realiza “Fórum de Cinema” com a presença de diretores renomados

Em continuidade ao Projeto Amazônia das Artes, o SESC Amapá realiza entre os dias 27 e 29 de agosto às 19h no Sesc Centro, o “Fórum de Cinema” com a presença dos diretores: Rose Panet (Filme Manuel Bernardino: O Lenin da Matta- MA); Sergio de Carvalho (Filme Sabá – AC); André dos Santos (Filme: Limiar – PA); Fernanda Martins – (Filme: Marajó das Letras – Os Abridores de Letras da Amazônia Marajoara PA); Severino Neto (Filme: Juba – MT).

O Fórum de Audiovisual tem como objetivo possibilitar reflexões acerca do cinema, suas dificuldades, particularidades e seus avanços. Além disso, busca debater as políticas públicas voltadas para o cinema, sua amplitude no cenário atual, bem como as iniciativas independentes, tanto no que se refere ao conteúdo quanto à exibição, à distribuição e à publicidade.

A mostra de cinema, com este evento, almeja aproximar os profissionais do audiovisual com o público, seja este estudioso, seja espectador. O evento contará com mesa redonda, compostas por profissionais do audiovisual: diretores, produtores, roteiristas, exibidores, estudiosos e gestores de instituições engajadas no incremento da cinematografia.

Programação:

27/08- EXIBIÇÃO E ANÁLISE SOBRE COMO FORAM REALIZADOS E RESPECTIVOS DESAFIOS.

DOCUMENTÁRIO: Manuel Bernardino: O Lenin Da Matta, Diretora Rose Panet; Duração: 52 min; Ano de Produção: 2017; Classificação: 10 anos.

SINOPSE: O documentário “Manuel Bernardino: o Lenin da Matta” refaz a trajetória do líder camponês, socialista, espírita e vegetariano Manuel Bernardino, que chegou ao Maranhão fugindo da seca no Ceará. A diretora dividiu o filme em três partes, a partir dos fluidos corporais suor, sangue e lágrimas, em diálogo com episódios de sua vida. Manuel Bernardino arregimentou cerca de 200 homens quando da passagem da Coluna Prestes pelo Maranhão, no início do século XX, provavelmente o maior contingente da história do movimento tenentista. O roteiro do filme, narrado pelo cantor Zeca Baleiro, foi elaborado a partir de depoimento do protagonista em delegacia de São Luís, na década de 1920, e a obra conta ainda com depoimentos de moradores de Dom Pedro, cidade surgida a partir da chegada de Manuel Bernardino à região, parentes e pesquisadores, entre os quais Anita Leocádia Prestes.

28/08- TEMAS ABORDADOS: PRÉ-PRODUÇÃO, PÓS- PRODUÇÃO E DISTRIBUIÇÃO.

DOCUMENTÁRIO: Marajó das Letras – Os Abridores de Letras da Amazônia Marajoara; Diretora Fernanda Martins; Duração: 30 min; Ano de Produção: 2016 Classificações: Livre.

SINOPSE: Nossa proposta de intercâmbio propõe a realização de oficinas de “Mapeamento Iconográfico”, que permitam aos participantes perceber os elementos da comunicação visual popular do município onde será realizada a oficina. A amostragem coletada por meio de fotos e depoimentos audiovisuais será utilizada para refletirmos sobre os aspectos técnicos vinculados à manifestação (característica dos instrumentos utilizados, como são utilizados e por quê) como culturais (quem são os autores, se há o repasse da técnica aos mais jovens, quais características a manifestação atribui à cultura do município, etc.) e econômicos (verificar quais fatores econômicos influenciam a geração da manifestação iconográfica). Os resultados esperados relacionam-se com a percepção de aspectos da identidade cultural do lugar que são expressos pelas manifestações iconográficas.

DOCUMENTÁRIO: Sabá; Diretor Sergio de Carvalho; Duração: 13 min.

SINOPSE: A memória da luta contra fazendeiros e em defesa da floresta Amazônica, ao lado do companheiro Chico Mendes, ora se confundem, ora se fundem com o cotidiano simples do seringueiro e sindicalista Sabá Marinho e sua esposa Joana.

29/08- DEBATE SOBRE CONCEITOS EXPOSTOS.

FICÇÃO: Juba; Diretor Severino Neto; Duração: 19min.

SINOPSE:

Juba é uma jovem que ganha dinheiro fazendo malabares nas ruas de Cuiabá. Em uma dessas raras oportunidades que a vida oferece, Juba e seus companheiros recebem uma proposta irrecusável. Porém, mesmo com tudo combinado, alguns detalhes do seu complexo cotidiano tornam a decisão mais difícil do que parece. Um dilema de como os sonhos e a própria vida se misturam e se é possível que a arte sobreviva à realidade.

FICÇÃO: LIMIAR; Diretor: André dos Santos; Duração: 26minutos; Ano de Produção: 2017; Classificação: Livre.

SINOPSE: João (Benjamin Fortunato), um garoto de apenas sete anos, fica preso curiosamente dentro de um casarão, numa noite sombria. A partir de então ele se depara com acontecimentos inesperados com fortes ligações com seu passado e futuro.

Professor Paulo Flores ministra oficina de Choro e Marabaixo em Macapá

Estão abertas as inscrições para a oficina de choro e marabaixo que será ministrada pelo professor Paulo Flores. As inscrições podem ser feitas pelo link http://www.brasilinstrumental.com/oficinamacapa A oficina foi preparada especialmente para o público amapaense aliando a cultura do norte e do sudeste brasileiro.

A mesma será realizada em duas fases a primeira presencial onde serão trabalhadas músicas de Benedito Lacerda e Pixinguinha com a técnica de arranjo e composição “In loco”. A segunda fase será online com atendimento individual de cada aluno inscrito, no âmbito técnico e teórico e acesso a plataforma EAD com carga de 12 horas.

Paulo Flores, músico, educador, pesquisador, poeta, ilustrador. co-criador e Idealizador do curso de MPB e Jazz do Conservatório de Tatuí, Festival Brasil Instrumental, Circuito Cultural (atual Oficinas de Música), Orquestra de Câmara de Tatuí, Mostra Brasil Instrumental, Cambada Jazz Combo, Banda Curare, Projeto Benê O Flautista, Oficina Documentário e Exposição Temática Benê, O Flautista, Projeto Pixinga, O Arranjador, Banda Brasil Instrumental, Oficinas de Resgate de Bandas, Janelas Contemporâneas, Músicos sem Fronteiras e muitos outros projetos e trabalhos premiados dentro e fora do país. Como compositor e arranjador vem trabalhando com vários artistas, entre eles, Dori Caymmi, Mônica Salmaso, Proveta, Teco Cardoso, Paulo Freire, Ricardo Herz, Vinícius Dorin, Gabriel Grossi, Nenê, Léa Freire, Arismar do Espírito Santo, Sizão Machado, Hercules Gomes, Fernando Correa, Toninho Ferragutti, Laércio de Freitas, Edmundo Villani, Patricia Bastos, Paulo Bastos, Joãozinho Gomes, Lupa Santiago, Paulo Braga, Ed Sarath , Daniel Barry, Rusty Burge, Ed Neumaister, Aldo Salvanti e outros.

Fonte: Café com Notícias

Hoje: evento de Rock terá três shows e tatuagens ‘mais em conta’, em bar de Macapá

Por Caio Coutinho

A cantora Hanna Paulino e os cantores Michel Lawrence e Klinger Maxwell são as atrações do evento de rock realizado em um bar no bairro Trem, neste sábado (17). A programação, que inicia às 19h, também terá outras atrações como os “flash tattoos”.

Para completar a lista de atrações, o DJ Raoni Pinheiro vai comandar o som mecânico. Três estúdios de tatuagem estarão comercializando tattoos a preços acessíveis, com valores que vão de R$ 50 e R$ 200. Além disso, o evento também terá exposição de produtos de sexy shop.

Serviço:

1º Fest Rock
Dia: 17 de agosto (sábado)
Local: Geek Bar (Rua Diógenes Silva, entre as avenidas Odilardo Silva e Jovino Dinoá, bairro Trem)
Horário: a partir das 19h
Ingressos: R$ 15 (individual); R$ 80 (mesa para quatro pessoas)
Postos de vendas: Navalha Nervosa, Cacauway e Geek Bar
Contato: (96) 98133-1677

Fonte: G1 Amapá

Fotógrafos e entusiastas da fotografia organizam evento em comemoração ao Dia Mundial da Fotografia

A programação inicia no próximo sábado (17), na Biblioteca Pública Elcy Lacerda, com o curso gratuito de Lightroom para iniciantes, com o fotógrafo Maksuel Martins. Já no domingo (18), às 16h, acontece o 5º Encontro Fotográfico na Praça Floriano Peixoto.

Em seguida, às 18h, os fotógrafos e convidados seguem para a exposição fotográfica “Nós e os Nus” na Galeria de Artes da Fortaleza de São José. “Nós e os Nus” está em sua segunda edição, revelando a poesia da fotografia do nu artístico feito pelas lentes dos profissionais Adson Rodrigues, Eude Rocha, Joaquina Araújo e Erich Macias. A curadoria da exposição é do fotógrafo Paulo Gil.

Na abertura da exposição está prevista a performance poética da artista Mary Paes e desfile de modelos do Studio Afronte, da Estilista Megh Araújo. Os organizadores também convidam para um debate que vai discutir os rumos da fotografia no Amapá e para a explanação do empresário Adolpho Eloy sobre fine art.

O evento é uma realização dos grupos Fotoclube de Macapá, Grupo de Energias Renováveis da Amazônia – GERA e Sindicato dos Fotógrafos, Cinegrafistas e Produtores de Imagem (SINDIMAGEM).

Mary Paes
(96)98138-5712

MP-AP inicia tratativas da 3ª Temporada do Luau da Samaúma

Em reunião realizada na quinta-feira (15), entre os dirigentes do Ministério Público do Amapá (MP-AP) e da Prefeitura de Macapá, na sede da Procuradoria-Geral de Justiça, foi renovada a parceria entre as instruções para garantir a realização da 3ª Temporada do Luau da Samaúma, que acontece desde 2017.

A programação inicia em setembro, com o Luau da Primavera e encerra no mês de dezembro, em mais uma edição especial de Natal. Além do MP-AP e Município de Macapá, será articulada a parceria com o Sebrae/AP. A ideia é reforçar a participação dos pequenos empreendedores, fortalecendo a economia criativa, característica tão marcante em todas as edições do Luau. Outras novidades estão sendo planejadas e em breve serão divulgadas.

“Esse projeto de aproximação com a comunidade e valorização da nossa cultura, caiu no gosto popular e é um sucesso de público. Além de agregar valor aos espaços de uso coletivo e fortalecer inúmeros segmentos artísticos, o Luau tornou-se uma vitrine para diversos produtos da economia criativa e gastronomia e outros, e esse ano vamos inserir novos setores”, destacou a procuradora-geral de Justiça, Ivana Cei.

O prefeito de Macapá, Clécio Luís, reforçou o quanto o evento tornou-se importante para o fomento da economia e de acesso à cultura. “As expectativas são as melhores. O luau é um evento que movimenta, gera emprego e renda e facilita o acesso da população à cultura e ao entretenimento”, disse.

A programação ocorrerá uma vez por mês, nas sextas-feiras de lua cheia, sempre com muita música, dança, literatura, poesia, artesanato, além de ampla praça de alimentação para valorizar a nossa gastronomia.

Participaram também da reunião o secretário-geral do MP-AP, promotor de Justiça Paulo Celso Ramos; a assessora técnica do Ministério Público, Alcilene Cavalcante; e os secretários municipais de Cultura, Marina Beckman, e de Gabinete da PMM, Sérgio Lemos.

SERVIÇO:

Ana Girlene
Assessoria de Comunicação do Ministério Público do Estado do Amapá
Contato: (96) 3198-1616
E-mail: [email protected]

Traços Circuito de Graffiti: com ações artísticas, evento visa fortalecer e reunir artistas do movimento

Por Jami Gurjão

De 16 de agosto a 13 de outubro, acontece em Macapá a 1ª edição do Traços Circuito de Graffiti. O evento compreende um conjunto de ações artísticas e educativas que ocorrerão nos meses de agosto, setembro e outubro na capital, como uma alternativa para abarcar as Artes Urbanas que se tateiam na cidade. Através de articulações entre entidades governamentais e não governamentais, o Circuito propõe práticas de ação, produção, debate, pesquisa e pedagogias artísticas que se pautem nas relações do ser humano com a cidade, tendo como mote condutor o fortalecimento desse circuito de artistas, pesquisadores, professores e estudantes de Artes.

O projeto surgiu da junção das ações “Bimestre do Graffiti” da E. E. Predicanda C.A. Lopes, “Artesanias de Pesquisa: contar e poetizar a cidade atelier” do grupo de pesquisa Ensaios de aula, visualidades e poéticas sociais (UNIFAP), “Muro Vivo” que é uma ação articulada exclusivamente por artistas urbanos e espaço cultural “Casa Viva”.

Ao longo dos 3 meses do evento, as somas dessas iniciativas serão distribuídas para um público múltiplo na programação, com a proposta de acionar artistas para intervenções urbanas como graffiti e lambe, promover debates, realizar oficinas e ações políticas dentro do circuito alternativo das artes, conduzir ações educativas na rede pública de ensino básico, bem como oferecer ao público os eixos de pesquisas acadêmicas sobre a cidade e Arte. O objetivo é tornar ações isoladas conjuntas, buscando a promoção regional de uma rede coexistente.

Para a professora Lene Moraes, uma das organizadoras do projeto, o Traços Circuito de Graffiti nasce da necessidade de consolidar e tornar público esses debates e ações que giram em torno da Arte urbana na cidade de Macapá, unindo Universidade, Escolas, artistas e parceiros para acionar um circuito que fortaleça e gere um meio fértil para as artes visuais no Estado do Amapá: “Vamos imergir na cidade! Colorir em processos estéticos, artísticos, criativos, lúdicos. A força que buscamos para cada ação parte do fazer de cada indivíduo envolvido, por isso, programamos atividades para todos os gostos e públicos, desde o fazer na rua do graffiti, até uma exposição com material desses artistas na Galeria Fátima Garcia. Aqui a cidade ora é percebida como uma ferramenta, ora como uma discussão do seu processo criativo. Nosso Circuito está entre o fazer, sentir a arte e o aprender a fazer, ou aprender os sentidos desses fazeres. ”

SERVIÇO:

Abertura e lançamento da programação “Traços Circuito de Graffiti”
Data: 16 de agosto
Local: Galeria de Artes Antônio Munhoz Lopes (Sesc Araxá)
Horário: 17h
Entrada franca

Nesta sexta-feira (16), rola a Rock and Roll no Sankofa com a banda Tia Biló

Nesta sexta-feira (16), a partir das 22h, no Bar Sankofa, vai rolar show da banda Tia Biló. A noite contará ainda com apresentação da banda “Jhonny Bigode” e seu Rock de Garagem, que abrirá o piseiro. Certamente será uma noite de muito Rock and Roll nacional e gringo.

Johnny Bigode

A Johnny Bigode é um power trio de rock experimental formada em 2017, composta por Cleidson Araújo (bateria); Max Soares (guitarra e voz) e Billy Float (baixo e voz).

Tia Biló

Tia Biló é formada por Ozy Rodrigues (guitarra e vocal), Marcio Gama (baixo e vocal), Junior Caxias (Bateria) e Wylliame Barros (teclado). Eles sempre fazem apresentações em alto nível. A banda toca cover bem feito e possui trabalho autoral.

O nome do grupo foi tirado de uma poesia da renomada poeta do Amapá, Alcinéa Cavalcante (fazendo referência à uma das pioneiras na disseminação da cultura do Marabaixo e do Batuque no Estado). Com cinco anos de existência, a Tia Biló lançou o CD “Antes do apagar das luzes”, em março de 2019.

Com muito trabalho, empenho, descontração e talento, os caras ganharam notoriedade e lutam para marcar também na cena do rock autoral amapaense. Recomendo!

Serviço:

Show da banda Tia Biló (e apresentação da banda Jhonny Bigode).
Data: 16/08/2019
Local: Sankofa, localizado na Rua Beira Rio 1488, Orla do Santa Inês, zona sul de Macapá.
Hora: a partir das 22h
Ingressos: R$ 10,00
Mais informações pelo telefone: 096-992022676 e 096 98138 8696
Obs: os 20 primeiros compradores ganham uma cortesia

Texto: Elton Tavares e Andreia Lopes.

Hoje rola apresentação literal Poema Sonoro com o grupo Tatamirô/ AP, no Projeto Sesc Amazônia das Artes

Nesta sexta-feira (16), a partir das 20h, no Salão de Eventos do Sesc Araxá, rola Apresentação literal Poema Sonoro com o grupo Tatamirô/ AP. A atração integra a programação da 12ª edição o Projeto Sesc Amazônia das Artes, iniciado no último dia 5. A será entrada 1kg de alimento não-perecível e a classificação é livre.

Sobre

O poema sonoro como resultado da apropriação das plataformas sonoras primordiais – o corpo e a voz – e digitais – processadores de voz, sintetizadores, samples, etc. – cria um campo de leitura da poesia que o poeta Herbert Emanuel denomina de tecnorrizomática, apropriando-se do conceito de rizoma dado pelo filósofo Gilles Deleuze. Trata-se, ao cabo, de defender a ideia de que o poema sonoro, quando bem feito, funciona também como uma poética da leitura, poiésis, capaz de suscitar outros modos de escuta e recepção da poesia.

Tatamirô Grupo de Poesia (AP)

É um grupo amapaense de declamação de textos poéticos, sejam eles escritos na forma de verso ou prosa, em suas múltiplas manifestações verbovocovisuais. Criado em 2008, atualmente tem um entreposto coração em São João Del Rei (MG), e nasceu do desejo de dizer poesia às pessoas, de colocar a voz a serviço da poesia, de dizer as coisas do mundo de forma diferente, além de fomentar várias ações e atividades em proveito da leitura, da literatura, principalmente, e das demais artes.

Projeto Sesc Amazônia das Artes 2019

O Projeto Sesc Amazônia das Artes, que encerrará no próximo dia 18 de agosto, é realizado nos espaços cênicos do Sesc Araxá e alguns espaços públicos de Macapá. O evento que agrega todas as linguagens artísticas como: teatro, dança, circo, música, literatura, cinema e ações formativas em música e teatro, visa contribuir na circulação e intercâmbio da produção cultural da região Amazônica.

Participam do projeto artistas dos estados do Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins – Estados que compõe a área que corresponde a Amazônia Legal – tendo ainda o Departamento Regional do Piauí como convidado, em virtude da identificação com o cenário social e cultural da região, e também sua proximidade geográfica.

Fomentando a realização de atividades de desenvolvimento artístico cultural e, contribuindo para a democratização do acesso aos bens culturais na forma de espetáculos, shows, exposições de obras de arte e exibição de filmes entre os estados que compõe a Amazônia Legal, o projeto consegue integrar na programação trabalhos locais, contribuindo com a realização do intercâmbio com os artistas em circulação, garantindo acessibilidade em pelo menos um espetáculo como forma de inclusão.

Serviço:

Apresentação literal Poema Sonoro com o grupo Tatamirô/ AP.
Data: 16/08/2019 (hoje)
Local: Salão de Eventos/ Sesc Araxá Horário
Horário: 20h.
Investimento: 1kg de alimento não-perecível.
Classificação: Livre.

Com informações da assessoria de comunicação do Sesc.

1º Congresso Amapaense de Fotografia será realizado nos dias 19 e 20 de agosto, no Villa Nova Shopping

Agosto é o mês em que se comemora o Dia Mundial da Fotografia, celebrado no próximo dia 19. Esse ano, Macapá terá uma comemoração diferente, com a realização do 1º Congresso Amapaense de Fotografia (CAF), no período de 19 e 20 de agosto, no Villa Nova Shopping. O CAF será um evento focado em aglutinar, pessoas, ideias e ações que contribuam para o desenvolvimento do mercado fotográfico no Amapá.

A programação do CAF contará com oito palestras conduzidas por profissionais renomados em seus segmentos que abordarão temas como: estratégias de instagram para fotógrafos, fotografia de paisagem, fotografias de natureza, fotografia newborn, fotografia de eventos sociais, economia criativa, empreendedorismo e gestão de carreira para fotógrafos.

O público poderá também visitar as exposições paralelas, que serão espaços com produtos e serviços também relacionados à arte fotográfica: exposição de câmeras antigas, de álbuns artesanais, de embalagens customizadas para fotógrafos e a dinâmica “Câmera na mão”, na qual o público poderá acompanhar, ao vivo, uma sessão fotográfica em um estúdio montado no evento. A iniciativa é promovida pelo Foto Nunes e Photocursos, com o apoio da agência Catavento, do Villa Nova Shopping, da galeria online ArteAmazon e Panificadora Nossa Senhora de Fátima.

Programação:

Dia 19

15h – Credenciamento
17h30 – Abertura oficial
17h40 – Palestra de Maria Cecília Zelazowski
Estratégias de Instagram para o fotógrafos(as)

18h30h – Palestra de Gilberto Almeida
A Fotografia e a economia criativa na era da internet

19h30 – Palestra de MR Fonseca
Portfólio comentado de fotografia de paisagem

20h30 – Palestra de Fabiano Menezes
O mercado de fotografia de eventos em Macapá

Dia 20

17h30 – Palestra de Michelle Mesquita:
Fotógrafo(a): ser ou não ser MEI?

18h30 – Palestra com Kurazo Okada
Portfólio comentado de fotografia de natureza

19h30 – Palestra de Joel Silva
O processo de produção da fotografia Newborn

20h30 – Palestra com Jonathas Sansi
Gerenciamento de carreira para fotógrafos

21h30 – Coquetel de Encerramento

Serviço:

1º Congresso Amapaense de Fotografia
Data: 19 e 20 de agosto.
Hora: 17h30 às 21h30.
Local: 2º piso do Villa Nova Shopping.
Valor das inscrições:
R$ 120,00 para o público em geral
R$ 60,00 para estudantes que comprovem vínculo com sua respectiva instituição de ensino.
Link para inscrições: https://forms.gle/VgHzEGRjpb9PssqL9

Realização: Foto Nunes, Photocursos e tem o apoio da agência Catavento, do Villa Nova Shopping, da galeria online ArteAmazon e da Panificadora Nossa Senhora de Fátima.

Mais informações pelo número: 096-981183510 (WhatsApp)

Elton Tavares, com informações da fanpage do CAF.