Poema de agora: ALGO-LUZ – Fernando Canto

Foto: Manoel Raimundo Fonseca

ALGO-LUZ

Livre das correntes corre ao oceano
Que este tempo insano é o que te chama Sanozama.

Vale o vale, o verde, as samambaias
Sons primordiais, teus pesadelos, Sanozama.

Algo-luz descia dos céus naqueles dias.
Fervia o mar nos seus apelos e primícias

Mas antes de tuas águas se espalharem
Eu te convido a virar o curso da tua história
E virar lenda do contrário
E se voltar para o Oriente
Para novamente renascer com o sol.

Fernando Canto

Passamos na Banda (algumas fotos de um dos melhores dias do ano, todos os anos)

Foto: Maksuel Martins (aliás, fotaça!)

A Banda foi, como sempre, hilária. A marcha louca e alegre de todos os anos, onde rimos dos outros e de nós mesmos, além de ser uma confraternização de pessoas, como eu, que amam o Carnaval. Ontem (13), o tradicional bloco percorreu as ruas no Centro de Macapá, na sua 53ª edição e levou mais de 170 mil foliões para as vias da capital amapaense. Eu tava de Rei Momo do bloco da imprensa e reencontrei muitos velhos amigos. Foi porreta!

Seguem algumas fotos da terça-feira gorda e feliz: 

Concentração

“…Mas para meu desencanto
O que era doce acabou
Tudo tomou seu lugar
Depois que a banda passou

E cada qual no seu canto
Em cada canto uma dor
Depois da banda passar
Cantando coisas de amor”

 

Hoje: Exposição Aves do Amapá

O Foto Nunes, em parceria com o fotógrafo Kurazo Okada, realizará a exposição Aves do Amapá que será aberta a visitação de 9 a 19 de fevereiro, em horário comercial e com entrada franca. A iniciativa faz parte do projeto Janela Fotográfica que busca debater temas ligados a fotografia em suas mais variadas vertentes.

Na abertura da exposição, dia 9/2, às 19h, Okada estará presente para uma roda de conversa com o público na qual explicará mais detalhes de seu trabalho com fotografia de aves, o que já lhe rende um papel de destaque no cenário nacional. Os interessados em participar da roda de conversa devem fazer inscrição prévia enviando um e-mail com nome completo e telefone para [email protected]

Serviço:

Projeto Janela Fotográfica
Exposição Aves do Amapá
Abertura e roda de conversa: 9/2, às 19h
Inscrições para a roda de conversa com envio de nome e telefone para o email: [email protected]
Encerramento: 19/2

Hoje é o Dia do Fotógrafo (meu texto em homenagem aos amigos)

Hoje (8) é comemorado o Dia do Fotógrafo e da Fotografia. Acredita-se que a data é relembrada no Brasil por conta da chegada do daguerreótipo, vindo de Paris (FRA). Segundo um artigo publicado na Revista de História da Biblioteca Nacional, o aparelho de Louis Jacques Daguerre embarcou na madrugada de 25 de setembro de 1839, chegando à América do Sul em 8 de janeiro de 1840.

O fotógrafo, de acordo com o conceito da palavra, “é um profissional que elabora fotografias estáticas ou dinâmicas. Eles atuam em áreas diversas como fotografia de filmes, fotojornalismo, fotografia de publicidade, fotografia de natureza, fotografia de moda, aerofotografia, fotografia subaquática, fotografia documental, fotografia de guerra e fotografia panorâmica”.

Até aí, nenhuma novidade. Mas o lance que diferencia um fotógrafo de um reles apertador de botão é a sensibilidade, o olhar, o talento de capturar imagens. Os verdadeiros fotógrafos sacam os elementos necessários para obter uma boa foto. Por exemplo, eles percebem que tipo de luz, qual ângulo e tantos outros elementos para seus registros. É preciso muito estudo e conhecimento para se tornar grande nesta área.

Existem meros apertadores botão, como eu, que registram imagens pelo simples prazer de congelar momentos ou meramente gostar de fotografia. Mas este post é uma homenagem aos fotógrafos de verdade, os profissionais.

Sabem aquela famosa frase: “Uma imagem vale mais do que mil palavras”? Pois é, tem muita gente que faz fotos que não precisam de um grande texto ou legenda. Admiro quem é capaz de fazer fotografias deste tipo.

Já trabalhei com muitos fotógrafos, a maioria deles muito bons e uma minoria nem tanto. Admiro muitos deles. Alguns pelo talento, outros pelo profissionalismo e aqueles que são grandes amigos.

Portanto, hoje homenageio estes profissionais, que às vezes não são reconhecidos, mas que são fundamentais para o jornalismo. Minhas homenagens aos repórteres fotográficos e aos fotojornalistas que fazem fotos com maestria, muitas das vezes colocando poesia em pixels.

É por meio das lentes desse profissional que conseguimos ver o que acontece em nossa cidade, país e mundo. Eu particularmente, me encanto com uma bela foto, seja artística ou jornalística.

Meus parabéns vão principalmente aos amigos: Maksuel Martins, Aog Rocha, Adson Rodrigues, Bernadeth Farias, Gabriel Penha, Daniel Alves, Vandy Ribeiro, Regi Cavaleiro, Alexandre Brito, Jorge Junior, Sal Lima (o retratista mais doido e brother que conheço), Alex Silveira, Kise Machado, Kurazo Okada, Geová Campos, Toninho Junior (Javali), Kitt Nascimento, Mariléia Maciel, Hellen Cortezolli, Sérgio, Silva, Jaciguara Cruz, Gê Paula, Chico Terra, Marcos Xis, Max Renê, Alcinéa Cavalcante, Marcelo Corrêa, Erich Matias, Rui Brandão, Flávio Cavalcante, Floriano Lima, Raimundo Fonseca, Juvenal Canto, Nicole Cavalcante, Luciana Macedo, Ewerton França e Márcia do Carmo (a fotógrafa mais boçal do Amapá).

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Meu grande amigo “Papa”

Desejo a todos estes amigos o melhor ângulo, a câmera mais porrada, a melhor imagem e, é claro, ainda mais sucesso.

Ah, é preciso citar o velho fotógrafo Antônio Sena, o nosso querido “Paparazzi”, que foi fotografar no céu, há quatro anos. Papa, “in memoriam”, que fique registrado, onde estiveres, você é brother!

“A fotografia, cujos progressos são imensos e que está, a nosso ver, mui bem classificada entre os materiais das artes liberais, fala aos olhos e detém cativa os curiosos fatigados” – Eça de Queirós.

Elton Tavares

Tempo e trampo…

Eu, Marcelo Lima e Márcia do Carmo. Durante dois dias em 2011 (e mais dois viajando), fizemos coberturas de escutas públicas no Vale do Jari (Vitória do Jari e Laranjal do Jari). Eles são ótimos profissionais. Aprendi muito com estes dois amigos. – Foto: Paulo Penafort (nosso motora)

Curso de fotografia para iniciantes

Neste mês de Janeiro, o Foto Nunes realizará curso de fotografia destinado a fotógrafos iniciantes, com apenas 15 vagas.

A instrutor será o jornalista e fotógrafo Alexandre Brito que, além de formação acadêmica na área, possui mais de 15 anos de experiência atuando como fotógrafo. Segundo ele “esse é um curso elaborado para atender às necessidades dos fotógrafos que querem operar sua câmera com mais segurança, entender melhor seu equipamento e tirar melhor proveito dele, fazendo fotos cada vez melhores”.

Inscrições abertas – apenas 15 vagas!

Aulas de 8 a 12 de Janeiro
Horário: 18h às 20h
Investimento: R$ 150,00 (parcela-se em até 2x no cartão)
– Aulas em estúdio fotográfico;
– Direito a certificado;
– Exercícios práticos;
– Pré-requisito: possuir câmera fotográfica;
– Bônus: Continuar o aprendizado na comunidade virtual de ex-alunos;

Serviço:

Curso Princípios Fotográficos
Inscrições abertas no Foto Nunes (local também das aulas)
End.: Av. Diógenes Silva, 1098, Trem
Contato: 9.8118-3510 e 9.8137-7790

Exposição “I’ã: Fotofragmentos de uma Amazônia Amapaense”

O Sistema Fecomércio, por meio do Sesc Amapá, promove hoje (27) a abertura da exposição “I’ã: Fotofragmentos de uma Amazônia Amapaense”, obra do artista plástico e fotógrafo Paulo Rocha. O evento será a partir das 19h na Galeria de Artes Antônio Munhoz Lopes do Sesc Araxá com programação musical especial.

Com um olhar poético e diferenciado que reúne documentação e arte, por meio da linguagem fotográfica como reveladora do cotidiano amazônico, a exposição apresenta os Wajãpi, falantes nativos da língua Tupi que habitam o território transfronteiriço Amapá-Guiana Francesa.

Com um olhar poético e diferenciado que reúne documentação e arte, por meio da linguagem fotográfica como reveladora do cotidiano amazônico, a exposição apresenta os Wajãpi, falantes nativos da língua Tupi que habitam o território transfronteiriço Amapá-Guiana Francesa.

O fotógrafo explica que para os índios, aquilo que compreendemos como imagem estaria para além do registro fotográfico, trata-se de alma, memória e experiência, sintetizadas no termo I’ã. A exposição já foi apresentada em espaços culturais alternativos do Amapá e de Minas Gerais, o conjunto da obra evidencia a diversidade natural, cultural e o cotidiano amazônico-amapaense.

Na abertura ainda haverá a programação especial com a performance da Companhia Supernova de Teatro Experimental, roda do Batuque e Marabaixo com a Associação Folclórica Devotos de São José – Marabaixo da Juventude e a apresentação da “Suíte Xapiri/Curuocangô” – poesia sonora do Tatamirô Grupo de Poesia inspirada nas etnias Kaiapó e Yanomami, com participação especial da didgeridoo girl Thamires Werneck (MG).

A entrada é gratuita, com classificação livre, e a exposição segue até dia 30 de novembro de segunda a sexta-feira pela manhã e tarde.

Serviço:

Período: de 31 de outubro a 30 de novembro de 2017
Vernissage: 27 de outubro de 2017
Local:Galeria de Artes Antônio Munhoz Lopes do Sesc Araxá

Coordenadoria de Cultura
Fone: (96) 3241-4440 (Ramal – 239)
Coordenadoria de Comunicação e Marketing
Email: [email protected]
Fone: (96) 3241-4440 (Ramal – 235)

Sesc Amapá apresenta exposição fotográfica sobre os Wajãpi

O Sistema Fecomércio, por meio do Sesc Amapá, promove dia 27 de Outubro a abertura da exposição “I’ã: Fotofragmentos de uma Amazônia Amapaense”, obra do artista plástico e fotógrafo Paulo Rocha. O evento será a partir das 19h na Galeria de Artes Antônio Munhoz Lopes do Sesc Araxá com programação musical especial.

Com um olhar poético e diferenciado que reúne documentação e arte, por meio da linguagem fotográfica como reveladora do cotidiano amazônico, a exposição apresenta os Wajãpi, falantes nativos da língua Tupi que habitam o território transfronteiriço Amapá-Guiana Francesa.

O fotógrafo explica que para os índios, aquilo que compreendemos como imagem estaria para além do registro fotográfico, trata-se de alma, memória e experiência, sintetizadas no termo I’ã. A exposição já foi apresentada em espaços culturais alternativos do Amapá e de Minas Gerais, o conjunto da obra evidencia a diversidade natural, cultural e o cotidiano amazônico-amapaense.

Na abertura ainda haverá a programação especial com a performance da Companhia Supernova de Teatro Experimental, roda do Batuque e Marabaixo com a Associação Folclórica Devotos de São José – Marabaixo da Juventude e a apresentação da “Suíte Xapiri/Curuocangô” – poesia sonora do Tatamirô Grupo de Poesia inspirada nas etnias Kaiapó e Yanomami, com participação especial da didgeridoo girl Thamires Werneck (MG).

A entrada é gratuita, com classificação livre, e a exposição segue até dia 30 de novembro de segunda a sexta-feira pela manhã e tarde.

Serviço:

Coordenadoria de Cultura
Fone: (96) 3241-4440 (Ramal – 239)
Coordenadoria de Comunicação e Marketing
Email: [email protected]
Fone: (96) 3241-4440 (Ramal – 235)

Escrita à esmo na luz do fim de tarde

Me deu vontade de escrever, mas não sabia sobre. Aí comecei a esmo e deu nisso aí:

Gosto da luz de fim de tarde para fotografar, de exagerar na dose ou em muitas delas. Também curto um pouco de indecência. Não sou dado a uma vida normal ou viver igual a todo mundo. Sou um tanto inquieto, brigão, incandescente, glutão, sem modos, desbocado, politicamente incorreto, entre outras coisas tortas.

Gosto de estar com a minha ruiva, de beber com meu irmão, tios e amigos e do carinho da minha mãe. Gosto de ver minha avó saudável. Gosto de brincar com minha sobrinha e escutar a risada da Maitê. Na verdade, amo esses gostares ditos neste parágrafo.

Adoro ir a shows de Rock and Roll, de assistir séries confinado em um quarto frio e escuro. Gosto também de coisas desnecessárias, até levemente venenosas como biritas e comidas nada saudáveis.

Fico feliz em lembrar histórias do passado, mas sigo em frente sempre, já deixei de ficar preso a memórias há tempos.

Sou obcecado por fazer quem amo feliz, ironicamente firo essas mesmas pessoas por conta de pedras em minhas mãos, como disse o Renato, tudo por falta de paciência (que se vendesse em farmácia, eu seria viciado em tais comprimidos).

Sofro de ansiedade e sou refém de horários. Odeio esperas, sejam elas de toda ordem. Filas e senhas então, cruzes!

Às vezes, tenho que voltar para os trilhos, por conta de minha natureza rude, quase doentia. O que não combina com a sede de conhecimento, espiritualidade, discernimento e dedicação profissional (sem nenhuma modéstia, gabo-me dessa última, pois é a única coisa em que sou bom de fato).

Ao mesmo tempo em que adoro figuras inteligentes, que falam de tudo, misturam elementos do cinema, literatura e músicas, detesto a arrogância da maioria delas. Mesmo erro recorrente deste jornalista, que hipocritamente repete tal comportamento.

Ah, aprendi que sempre há algo de podre no Reino. E não é só na Dinamarca, não!

Como eu disse, este escrito é desconexo, sem muito sentido, texto nada a ver. Eu só queria dizer que gosto da luz de fim de tarde para fotografar.

Elton Tavares

Reunião para a cobertura colaborativa do 14º FIM

Isso mesmo, o FIM está próximo! Nesta sexta-feira 13, às 19h, no Espaço Caos, realizaremos uma reunião aberta sobre a cobertura colaborativa de nossa 14ª edição que acontecerá entre os dias 3 e 9 de dezembro com o mote “Audiovisual: arma e refúgio”.

Os interessados em participar nas áreas de audiovisual, fotografia, texto ou redes sociais, é só chegar na reunião e conversar com a gente!

O Espaço Caos fica na Rua Leopoldo Machado nº 4004, esquina com Av. Goitacazes, no Beirol.

Participe, compartilhe, marque aquele amigue que saca dos paranauês!

Fonte: FIM.

Feliz aniversário, Bruno Jerônimo!

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Hoje aniversaria o pai da Moara, produtor, militante da cultura, fã de Rock and Roll, apoiador do audiovisual, além de velho e querido amigo, Bruno Jerônimo. Conheci o cara em meados de 1999, como o “filho do Lula”, um velho amigo do meu falecido pai. Pernambucano, o cara é um fervoroso torcedor do “isporti”. Sim, Brunão é um cabra da peste e dos brabos.

Certa noite, lá pelos idos de 2001, em que eu estava decidido a arrebentar de porrada um cara que ele acompanhava, disse: “tu és filho do Lula, então rasga, pois essa parada não é contigo”(naquela época eu era um tanto “marginal”).

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Lula e Bruno, os Jerônimos. Dois amigos. Foto: Elton Tavares.

De lá para cá, Brunão foi se tornando, com o perdão do gerundismo, um amigo cada vez mais importante. Mas se engana quem pensa que a amizade deste figura é baseada somente em festas. Quando precisei do Bruno (ele sabe exatamente quando) o cara se fez presente e lutou por mim. Serei eternamente grato por isso.

Bruno foi meu chefe e me deu apoio. Nunca mudamos nossa relação por conta do trabalho, o que foi muito legal. O respeito que tenho por esse cara é grande, pois ele valoriza os brothers.

Ah, quando esse cabra resolve “falar umas verdades”, saia de perto, pois o bicho vai pegar. Tudo porque o cara é autêntico, franco e verdadeiro (assim como eu) e por conta disso, recebe críticas dos que pisam na bola e se melindram ao levar merecidas cagadas. Por isso, já tivemos algumas discussões e embates. Nada que tenha arranhado nossa amizade.

Bruno, republico este texto há dois ou três anos, pois a nossa amizade é exatamente assim. Não importa se estamos por cima ou por baixo, se não tomamos umas juntos há meses ou se falam mal de mim pra ti ou de ti pra mim, a gente é brother, amizade mesmo. Tu sabes que, se o bicho pegar, pode contar comigo.

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Com o Brunão, em 2008.

Mano, nunca esqueço de você. Espero que a gente volte logo a sair juntos como no tempo do Trovão Azul (risos). Sinto falta daqueles tempos.

Apesar das nossas divergências sobre pessoas, situações ou visão de mundo, que não são muitas, nossa amizade não tem “semiclausfaustia”. Desejo tudo de melhor pra você, mano velho. Saúde e sucesso sempre!

Elton Tavares

*Texto republicado, mas de coração. 

Concurso de Fotografias para a VI Edição da Semana de Arquitetura e Urbanismo da Unifap

Os alunos da do curso de Arquitetura e Urbanismo (de 2014) da Universidade Federal do Amapá (Unifap) promoverão um Concurso de Fotografias. A imagem vencedora será a foto oficial da VI Edição da Semana de Arquitetura e Urbanismo da instituição de ensino superior, que será realizada no período de 02 ao dia 06 de outubro de 2017. A fotografia também ilustrará a capa do livro de publicação dos trabalhos apresentados na VI SAU.

O evento, organizada pela referida classe de acadêmicos, terá como tema “Habitar a Cidade – Você como transformador urbano”. Para participar do concurso os autores deverão enviar suas fotos até a data 25 de setembro, para o e-mail [email protected], abordando o tema dos eixos temáticos descritos no site do evento e estar inscritos na SAU.

Os registros fotográficos vencedores serão escolhidas por meio do Instagran do evento.O parecer de aceite será enviado por e-mail. Após isso, o participante poderá divulgar sua foto que estará disponível no perfil do Instagram evento para votação.

VI SAU

A sexta edição do encontro visa discutir, solucionar e promover o papel do cidadão como usuário transformador do espaço em que habita, independentemente de gestões públicas ou iniciativas governamentais.

Com o auxílio de arquitetos e urbanistas, de geógrafos, de acadêmicos e da população macapaense, planeja-se discutir a construção participativa de novos modelos de pensar, interpretar e intervir na cidade resgatando o conceito de habitar.

Mais informações no site: http://sau2017.webnode.com/

Fotógrafas Brasileiras no Festival Internacional Paraty em Foco

O Movimento Fotógrafas Brasileiras leva, para o Festival Internacional de Fotografia Paraty em Foco, a exposição e a projeção Primeira Pessoa do Singular, que acontecerão na Casa de Cultura e na Tenda de Projeções do festival. O trabalho inédito na história da fotografia brasileira é composto por 151 autorretratos de fotógrafas de 15 estados do Brasil, tanto renomadas como ainda desconhecidas do grande público, de várias gerações e campos da fotografia.

São muitas representações que vão desde o autorretrato clássico até o selfie contemporâneo feito com smartphone. Várias estratégias foram utilizadas pelas fotógrafas para a apreensão da autoimagem, como a fotografia da sua própria sombra, do reflexo no espelho, o uso do disparador automático, do timer, entre outros recursos da linguagem fotográfica.

A obra coletiva é fruto da concepção pessoal que cada autora tem de si mesma, da qual deriva a consciência da identidade e do papel social tanto da própria fotógrafa como do grupo. Elas unem suas forças e dão visibilidade às imagens coletivamente, o trabalho é inclusivo e revela a diversidade de olhares das fotógrafas brasileiras.

Além da projeção e da exposição, o Movimento Fotógrafas Brasileiras participará da grade oficial do festival com uma mesa e também fará uma ocupação plástico-poética-fotográfica, chamada Jardim de Fotos, que consiste em plantar fotografias no espaço público da cidade, 230 fotografias, de 79 fotógrafas de todo país, na Praça da Matriz.

Serviço:

● Exposição Primeira Pessoa do Singular ficará de 13 a 17 de setembro, de quarta-feira a domingo, na Casa da Cultura, sede das principais atividades do PEF, situada na Rua Dona Geralda, 157.
● Mesa Fotógrafas Brasileiras com Wania Corredo, Milla Dantas e Simone Marinho, 14 de setembro, quinta-feira, às 15h, na Casa da Cultura, Rua Dona Geralda, 157.
● Projeção Primeira Pessoa do Singular, dia 14 de setembro, quinta-feira, a partir das 21h, na Tenda do PEF, Praça da Matriz.
● Jardim Fotográfico será realizado dia 15 de setembro, na sexta-feira, a partir das 11h30, na Praça da Matriz.

Sobre o Fotógrafas Brasileiras

O movimento iniciou em 6 de novembro de 2016 quando 138 fotógrafas se reuniram na escadaria do Theatro Municipal, no Rio de Janeiro, para fazer uma foto histórica. Hoje, ele é formado por mais de 1600 fotógrafas brasileiras que se unem em busca da troca de conhecimento e reconhecimento do seu espaço, usando o diálogo e a criação. Tem como missão promover o resgate da sua própria história, dando visibilidade às suas imagens.

Assessoria de comunicação