Prefeitura e parceiros promoverão “peneira” gratuita do Fluminense em Macapá

A Prefeitura de Macapá, por meio do projeto Despertando Atletas, juntamente com o Ypiranga Clube e Tribunal de Justiça do Amapá, por intermédio do Projeto Pirralho, promoverá neste sábado, 25, e domingo, 26, uma Avaliação Técnica, “Peneira” do clube carioca Fluminense, no Estádio Glicério Marques. A programação ocorrerá das 8h às 15h.

No primeiro dia, serão avaliados os adolescentes com idades entre 13 e 15 anos. Já no domingo, será a vez dos jovens com faixa etária entre 16 e 17 anos. O avaliador técnico do Fluminense, Diogo Nunes, será o responsável. A programação foi definida na manhã desta quarta-feira, 22, no gabinete da Coordenadoria Municipal de Esporte e Lazer (Comel), com a participação dos representantes do Ypiranga Clube, Jasson Rodrigues e Aldo Espírito Santo; e técnicos da Prefeitura de Macapá.

Foto: Reprodução/ Site oficial do Fluminense

A coordenadora de Esporte e Lazer, Naldima Flexa, destacou a relevância do evento para os adolescentes com poucos recursos financeiros. “A prefeitura apoia, possibilitando que jovens carentes possam participar dos eventos de forma gratuita, uma oportunidade de apresentarem seu futebol, uma vez que geralmente se cobra em média de 50 a 100 reais para participação em episódios dessa natureza. Com o apoio do Município, os pais poderão inscrever seus filhos sem ter que pagar inscrição”.

Cliver Campos
Assessor de comunicação/Comel
Contatos: 98126 0880 / 99175 8550

Aluno de projeto social executado pela prefeitura irá compor base do Goiás Esporte Clube

Filho carinhoso, aluno dedicado e com uma paixão imensa pelo futebol. Aos 14 anos, Deison Mariano, morador do Residencial São José, localizado na zona sul de Macapá, foi aprovado pelo Goiás Esporte Clube, em peneira realizada no último fim de semana na capital amapaense. Com esperança e um brilho nos olhos, o jovem atacante revela a ansiedade de embarcar para compor a base juvenil do time, com embarque previsto para o fim de junho.

O aluno do Projeto Escolinha de Futebol do Residencial São José, executado pela Prefeitura de Macapá no próprio habitacional, conta ainda que sempre sonhou em ser jogador e que viu, por meio do projeto, a primeira oportunidade se abrir. “O meu sonho sempre foi ser jogador. Jogo futebol desde os 5 anos de idade. O meu objetivo é aprender cada vez mais e, quem sabe, chegar aos grandes clubes”, revela.

Com o coração apertado, mas cheia de orgulho, a mãe do futuro atleta profissional, Vanusa Mariano, falou sobre o orgulho que sente em ver o sonho do filho se realizando. “É uma alegria e um orgulho imenso ver o sonho do meu filho se tornando realidade. A gente agradece a prefeitura e a todos que ajudaram a tornar possível essa conquista”, ressalta.

O projeto funciona há dois anos no Residencial São José e faz parte do Plano Conviver Bem, que consiste em integrar as famílias que residem no local em um ambiente harmônico. A escolinha atende ainda crianças e jovens dos habitacionais Jardim Açucena e Mucajá.

Segundo o professor Adriano Correa, dos 52 alunos inscritos pelo Residencial São José, o jovem Deison, apesar de introvertido, destaca-se pelas qualidades que demonstra em quadra. “Ele é um garoto muito inteligente, obediente, sabe ouvir, é amistoso, e tem talento. Destaca-se, inclusive, entre as faixas etárias maiores, nas posições de meia e de atacante”, destaca.

Sobre os processos das peneiras, o professor Adriano explica que sempre fica atento às oportunidades e que, quando surgem, não perde a chance e conversa com os pais sobre a necessidade de inscrever os alunos. “Nossa dedicação é intensa nos treinos. Todos merecem essa oportunidade. Espero que mais alunos consigam a aprovação. No fim de maio, temos mais uma seleção. Será para o time do Fluminense. Por isso, estamos treinando firme”, informa.

Para participar do projeto, que ocorre todas as terças e quintas-feiras, das 15h30 às 18h30, a criança ou adolescente deve morar no residencial ou em bairros próximos, ter o Número de Identificação Social (NIS), estar frequentando e ter bom desempenho escolar, e ter entre 8 e 14 anos de idade.

As inscrições devem ser efetuadas no próprio habitacional, de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 15h às 18h.

Amelline de Queiroz
Assessora de comunicação/Semast
Fotos: Nayana Magalhães

Quatro vitórias marcam rodada do Campeonato Super Master de Futebol

Quatro vitórias marcaram a rodada do fim de semana da 5ª edição do Campeonato Super Master de Futebol, no Estádio Glicério Marques. Nos jogos de sexta-feira, o Juventus venceu por 3 a 2 o CEA Clube; e o Santana venceu o Independente pelo placar de 1 a 0. No sábado, o Londrina venceu por 2 a 0 a equipe do MV13; e o Cristal venceu por 2 a 1 a representação do São Paulo.

O atleta do Clube Atlético Cristal, vereador Gian do NAE, atribuiu o bom desempenho da equipe às boas condições climáticas. “Hoje não choveu, o campo ficou muito bom para a prática do futebol e conseguimos sair vitoriosos”.

“O tempo ajudou, a torcida compareceu e a competição está seguindo dentro da normalidade, tudo dentro do que nós, da Associação e a equipe da prefeitura, programamos”, relatou o presidente da Excrete, Zezinho Macapá.

A competição é organizada pela Associação dos Ex-jogadores de Futebol do Amapá (Excrete) e tem o apoio da Prefeitura de Macapá. O torneio terá continuidade no próximo fim de semana.

Cliver Campos
Assessor de comunicação/Comel
Contatos: 98126 0880 / 99175 8550

66 anos de Zico, o melhor jogador de futebol da história do Flamengo

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Hoje é aniversário de Arthur Antunes Coimbra, o popular “Zico”, o melhor jogador de futebol da história do Flamengo e um dos maiores do Mundo. Atualmente, Zico trabalha como treinador (no Japão) e é ex-dirigente do Mengão. O nosso eterno craque completa 66 anos de vida. E que vida!!

Zico liderou a vitoriosa trajetória do Flamengo nas décadas de 1970 e 1980. Ele ganhou campeonatos brasileiros, a Taça Libertadores da América e o Campeonato Mundial de Clubes e vários títulos cariocas. Jogou pela Seleção Brasileira nas Copas Argentina 1978, Espanha 1982 e México 1986, com boas atuações mas sem títulos com a camisa canarinho.59742_529648887080237_1194555587_n

Também passou pelo pelo Udinese (ITA) (aliás, chorei copiosamente quando Zico partiu pra Udinese) e foi para o Japão, atuar pelo Sumitomo Metals, que depois se tornou Kashima Antlers, onde o jogador foi atleta e iniciou sua carreira como treinador. Ele foi o melhor jogador da história dos dois clubes.

Quem resumiu brilhantemente a passagem de Zico pela Udinese foi o jornalista do “Il Gazzettino de Veneza”, profissional encarregado de segui-lo, Luigi Maffei: “Para nós, friulanos, Zico tem o mesmo significado de usocrates-zico-selecao-brasileira-1982-size-598m motor da Ferrari colocado dentro de um fusca. Sentimo-nos os únicos no mundo a possuir um carro tão maravilhoso e absurdo”.

Além do Kashima Antlers (Japão), onde jogou, Zico fez sucesso como técnico no CSK Moscou (RUSS) e Fernebace (TUR).
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“O cobrador corresponde a um atirador de elite, aquele que fica no telhado com a mira do rifle esperando a mínima movimentação do goleiro para surpreender as redes” – Fabrício Carpinejar. Zico era o nosso atirador de elite. O melhor que tivemos. Além disso, sempre foi sinônimo de decência sem ser um chato arrogante ou preconceituoso.

Apesar de comandar aquela Seleção Brasileira (para muito “A seleção”) em 1982 e ter participado de três Copas do Mundo, Zico nunca se sagrou campeão mundial.

O cara atuava como meio-campo, mas sempre foi artilheiro. Bater falta para ele então, era pênalti. Zico foi rotulado no exterior de “Pelé Branco”. Foram 970 jogos e 703 gols, destes, 509 pelo Flamengo. “Zico foi o líder do melhor time que vi jogar. Ele é um mito e não haverá outro como ele” – Romário.

535612_620035064680540_1079036989_nMeu saudoso pai, Zé Penha, sempre dizia que Zico foi o maior depois de Pelé. Discordo, a história do futebol teve Maradona, Romário e Ronaldo. Mas é verdade que Zico é ídolo de muitos ídolos, como o também ex jogador italiano Roberto Baggio (aquele mesmo que perdeu o penal em 1994, quando nos tornamos penta).

Acredito que existem e existiram muitos craques no futebol mundial, mas poucos gênios. Zico foi um destes gênios. Além de felicitações, minha gratidão, respeito e admiração, pois o vi jogar e fazer a alegria da nação rubra negra. Enfim, palmas para o cara, que ele foi e é PHoda. Parabéns Zico!

Elton Tavares

Moedas e Curiosidades – “La mano de Dios” – Por @SMITHJUDOTEAM

Por José Ricardo Smith

Diego Armando Maradona nasceu em 30 de outubro de 1960 em Lanús, província de Buenos Aires na Argentina, “Dieguito” é o maior craque de todos os tempos da Argentina, é comparado com o Pelé, pelo menos para nossos rivais argentinos, e em 2000 recebeu uma homenagem com a edição de uma bela medalha feita de cupro-níquel, com 30 mm de diâmetro e 13 g de peso, pela passagem de seu aniversário de 40 anos.

Uma curiosidade sobre o uso da camisa 10 da seleção argentina de futebol, é contada por César Luis Menotti, técnico campeão mundial com a Argentina em 1978, ele declarou que Maradona passou a usar a camisa 10 em sua seleção. Menotti foi o primeiro treinador de Maradona na seleção, comandando o astro entre 1977 e 1982, “Maradona me falava sempre que queria usar a camisa 10. E ele queria tanto pelo seu amor por Pelé. Até um dia que Maradona pediu a Kempes, que era quem vestia a camisa 10, e Kempes aceitou sem nenhum problema”, afirmou Menotti à Rádio Guemes da Argentina.

La Mano de Dios é o nome de um gol histórico, marcado por Maradona no jogo da Argentina contra a Inglaterra, válido pelas quartas de final da Copa do Mundo FIFA de 1986 no México, um jogo muito tenso e cheio de rivalidade devido o conflito entre as duas nações na década de 80.

A guerra das Ilhas Malvinas (Falklands para os britânicos), foi um conflito entre a Argentina e o Reino Unido, ocorrido entre 2 de abril e 14 de junho de 1982. Em 2 de abril de 1982, as forças militares argentinas invadiram as Ilhas Malvinas, situada a 464 km da costa argentina.

Com ampla superioridade militar, o Reino Unido saiu vencedor da guerra e manteve o controle da Ilhas Malvinas. O governo trabalhista de Magaret Thatcher ganhou força e ela conseguiu se reeleger primeira-ministra. Já a Argentina entrou em profunda crise econômica e política, teve o presidente General Leopoldo Galtieri deposto e deu início ao processo de redemocratização do país. Durante todo o conflito, que durou 75 dias, 258 britânicos e 649 argentinos morreram.

Ao final do jogo contra a Inglaterra em 1986, foi questionado sobre se tinha feito o gol com a mão, e Maradona respondeu: “Lo marque un poco con la cabeza y un poco con la mano de Dios”.

* José Ricardo Smith é professor e numismático.

No aniversário de Macapá, Tralhoto e Flamingo faturam título do Torneio Cidade de Macapá de Futlama

Tendo como cenário o maior rio de água doce do mundo, o Amazonas, o Torneio Cidade de Macapá de Futlama atraiu centenas de torcedores à orla da capital amapaense. O Tralhoto (masculino) e Flamingo (feminino) foram os campeões em partidas bastante disputadas.

A competição reuniu 16 equipes no masculino e 8 no feminino. Adelson Trindade, do time Tubarão, que representou a comunidade de Ipixuna Miranda e participou do torneio pela primeira vez, acabou sendo eliminado na primeira fase. Mesmo assim, Adelson aprovou a competição. “Foi a primeira vez que trouxemos o Tubarão e, sem dúvida, que foi muito bom. Infelizmente, saímos no primeiro jogo”, disse.

As mulheres também não deixaram a desejar e muitos gols deram um charme aos jogos. A maioria das partidas foi decidida nas penalidades. O Flamingo venceu a competição. “Conseguimos com muita força de vontade vencer nos pênaltis. Já estávamos cansadas e, bem no final, deu tudo certo”, afirmou a goleira do time. Na decisão do masculino, o Tralhoto não tomou conhecimento do Flor de Lis e venceu por 2 a 0.

Para a Coordenadoria de Esporte e Lazer (Comel), outras competições estão previstas. Além disso, a coordenadora Naldima Flexa enfatizou a importância da data. “Parabéns a todos os envolvidos e, principalmente, a nossa querida Macapá. Com certeza, outras competições do futlama virão. Parabéns aos campeões”, finalizou.

Jonhwene Silva
Assessor de comunicação/PMM
Fotos: Max Renê

Prefeitura de Macapá promoverá Torneio da Integração dos Conjuntos Habitacionais

O Município irá promover um Torneio de Integração dos Conjuntos Habitacionais nesta quinta-feira, 29, às 14h, na Quadra Poliesportiva do Centro de Ensino Profissionalizante do Amapá (Cepajob). O evento reunirá 20 equipes de futsal masculinas, faixa etária entre 10 e 14 anos dos residenciais São José, Açucena, Mucajá e Mestre Oscar. O objetivo da competição é realizar a integração entre os moradores dos habitacionais, coordenados pela prefeitura.

Serviço:

Data: 29/11 (quinta-feira)
Hora: 14h
Local: Centro de Ensino Profissionalizante do Amapá (Cepajob)
Endereço: Avenida Maria Quitéria, 316, bairro Santa Rita

Cliver Campos
Assessor de comunicação/PMM
Contatos: 98126-0880 / 99175-8550

37 anos do soco de Anselmo Vingador – Um texto para flamenguistas

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Como bom flamenguista, sempre leio, assisto e ouço tudo sobre o Flamengo. Entre os títulos conquistados pela máquina rubro-negra dos anos 80, comandada por Zico, um fato marcou a Libertadores de 1981, conquistada no dia 23 de novembro daquele ano: um soco. Sim, uma porrada desferida por Anselmo, atacante do Flamengo no zagueiro Mario Soto, do clube chileno Cobreloa.

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Vamos por partes. Depois de passar invicto até a final, o Mengão, campeão brasileiro de 1980, decidiu com o torneio com o Cobreloa. No primeiro jogo das finais, realizada no Maraca, o time da casa venceu por 2×1, com dois gols de Zico. Na partida de volta, no Chile, o time do Flamengo apanhou muito dos donos da casa (agressões mesmo), liderados pelo zagueiro Mario Soto (o brabão) e acabaram ganhando o jogo por 1×0.

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Nessa partida, o Mengo ficou desfalcado dos jogadores Lico, com um corte na orelha e Adílio, ferido no olho. Ambos abatidos pelo defensor chileno. Li em algum lugar que ele agredia os jogadores brasileiros com uma pedra no punho fechado, se é fato, não sei dizer. Relatam jornais da época que o próprio Pinochet (um dos enviados de Satanás à Terra), nas tribunas, virou-se para um adepto e disse chocado: “Não está exagerando, o nosso Mario Soto?” Imagine como o cara estava “virado no cavalo do cão”…

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Então rolou a “negra”, uma terceira partida, em campo neutro, realizado há exatos 34 anos, no Estádio Centenário, em Montevidéu, no Uruguai. O Mengão, que tinha infinitamente mais bola, venceu pelo placar de 2×0, com dois gols do Galinho.

Mario Soto, do Cobreloa do Chile, após levar um soco de Anselmo, do Flamengo, na finalíssima da Taça Libertadores da América de futebol. Montevidéu, Uruguai. Publicada na revista Placar, edição 1206, em 1223/11/2001, página 37.

Mas ainda faltava a forra contra Soto, foi aí que, no finalzinho do jogo, o técnico do Mengo, Paulo César Carpeggiani, chamou Anselmo, um jovem atacante de 22 anos, e disse: “ vai lá e dá um soco na cara do Mario Soto”. Anselmo entrou na partida, se aproximou do zagueiro chileno e, na primeira jogada, deu um pau na cara do chileno, que foi a nocaute. O lance causou um porradal, o jogador do Flamengo foi expulso junto com Mario Soto. A decisão logo acabou e o Flamengo virou campeão da América.

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Depois foi só festa. No desembarque do time no Galeão, a delegação se deparou com uma imensa faixa escrito: “Anselmo vingador!” Pronto, Anselmo era tão herói quanto Zico. Mesmo suspenso, o “Vingador” viajou com o time para o Japão, onde o Mengão derrotou o Liverpool e sagrou-se Campeão Mundial Interclube, em 1981.

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Li várias reportagens sobre este fato, mas as duas melhores declarações foram:

Este episódio exprime uma contradição insolúvel do futebol e da vida. Todos nós temos discursos humanistas e politicamente corretos em favor do espírito esportivo e do sentimento cristão. Mas quem sofre uma agressão covarde não esquece. Futebol é arte, balé, xadrez, mas é um jogo viril e abrutalhado em que façanhas como a de Anselmo refletem o alto grau de testosterona e de agressividade primitiva que nos leva a correr atrás da bola. Nosso lado civilizado homenageia aqueles que descartam a vingança física e se contentam com dar o troco na bola e no placar. Mas dentro de cada fã do futebol existe um brutamontes-mirim que não resiste à poesia de um murro bem dado” – Jornalista Braulio Tavares – Jornal da Paraíba.

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Tenho sobre essa porrada uma tese irrefutável – ali, graças a Anselmo, as ditaduras latino-americanas que assombraram o continente durante a Guerra Fria começaram a desabar. O destino do próprio Pinochet foi selado naquele momento. Não é a toa que, em recente pesquisa publicada na Inglaterra, acadêmicos de renome consideraram que as três quedas mais impactantes da história foram a do Império Romano, a do Muro de Berlim e a de Mario Soto na final da Libertadores.” – Luiz Antonio Simas, professor carioca.

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Anselmo Vingador!

Bom, acredito que em certos momentos, extremos claro, um murro vale mais do que mil palavras (risos). Aquele soco dado que lavou o peito de milhões de rubro-negros. Viva o Mengão e o Anselmo Vingador! Há 37 anos, direto do túnel do tempo…

Elton Tavares – Jornalista, flamenguista em tempo integral e bom de porrada. 

Garoto do projeto Escolinha de Futebol do Jardim Açucena participará de peneira do Vasco da Gama

Geanderson Oliveira, 11 anos

Agitado, ansioso e com brilho no olhar de quem foi selecionado para participar da peneira do clube de futebol carioca Vasco da Gama, em janeiro de 2019, o garoto Geanderson Oliveira, 11 anos, não esconde a felicidade. Mas ao ser perguntando se acha um bom jogador, ele responde: “Ninguém pode se achar bom, tem que ter fé e estudar para conseguir alcançar seus sonhos”, revela o aluno do projeto Escolinha de Futebol do Residencial Jardim Açucena, que é executado pela Prefeitura de Macapá no próprio habitacional.

Entre os amigos da escolinha, Geanderson ganhou um apelido, é conhecido como Neymarzinho, uma referência ao atleta e ídolo brasileiro, o jogador Neymar Júnior, que atualmente é titular da Seleção Brasileira e atua no Paris Saint-Germain Football Club. O projeto funciona há dois meses dentro do Jardim Açucena e faz parte do Plano Conviver Bem, que consiste em integrar as famílias que residem no local em um ambiente harmônico.

O professor dos 60 alunos é Benedito Silva, que também é morador do residencial e ministra as aulas às terças e quintas-feiras, nos períodos da manhã e tarde. Para participar do projeto, os alunos precisam ter bom rendimento na sala de aula e recebem uma cartilha de direitos e deveres para poder se manter. As chuteiras, meiões, caneleiras, shorts e uniformes são todos custeados pela prefeitura. Os alunos também contam com acompanhamento pedagógico.

“Neymarzinho tem uma disciplina e uma alegria maravilhosa, além da habilidade. Estávamos aqui treinando e um olheiro do São José Esporte Clube o enxergou e viu a possibilidade do garoto, e ele foi selecionado. Espero que mais garotos também possam ser vistos, nossa dedicação é intensa”, afirma o professor. Em janeiro, ele embarca para o Rio de Janeiro e passará por todas as etapas para tentar alcançar o sonho de ser jogador profissional.

Com apenas 1,20 de altura, estudante do 5º ano da Escola Estadual Reinaldo Damasceno, “Neymarzinho” diz que é um bom aluno. “Tiro boas notas, mas o que quero é que esse sonho dê certo, estou muito feliz em poder representar meu estado no Rio de Janeiro, meu pai irá junto comigo, é um começo. Agradeço a todos do projeto que estão nos apoiando”, enfatiza.

Cursos do Plano Conviver Bem

Os cursos ofertados serão variados para geração de emprego e renda. São eles: artesanato em sandálias; design de sobrancelha e embelezamento de cílios; salgadeiro; confeitaria básica; básico de corte hidratação e escova; eletricista de baixa tensão; básico de corte e costura; Escolinha de Futebol; confecção de bonecas e animais de pano; forno e fogão: cozinha do dia a dia; depilação; unhas artísticas; educação ambiental e patrimonial; oficinas educativas; oficina de teatro; oficina de reaproveitamento de garrafas pet e oficina de capoeira.

Lilian Monteiro
Assessora de comunicação/Semast
Contato: 99903-5888
Fotos: Max Renê

Conheça os representantes do distrito de Carapanatuba no Interdistrital

A Coordenadoria Municipal de Esporte e Lazer (Comel) segue com as seletivas do 42º Torneio de Futebol Interdistrital de Macapá. Nos dias 1º e 2 de setembro, a disputa de gols ocorreu no distrito de Carapanatuba onde mais quatro equipes saíram vencedoras.

A disputa dos times ocorreu na comunidade do Ipixuna Miranda. Das 12 equipes masculinas e 7 femininas, apenas duas de cada naipe foram campeãs. No feminino venceu a equipe Carapanatuba, e Ipixuna Miranda em segundo. No masculino ficou em primeiro a equipe Igarapé Amazonas, e Carapanatuba como vice.

Os quatro representantes foram premiados com R$ 1 mil, para o primeiro lugar; e R$ 700,00, para o segundo colocado. A próxima seletiva será no distrito do Bailique.

Cássia Lima
Assessora de comunicação/Comel
Contatos: 98104-9355/ 99200-865

Interdistrital: 19 times disputam vagas na seletiva do distrito de Carapanatuba

A Coordenadoria Municipal de Esporte e Lazer (Comel) continua a seletiva do 42º Torneio de Futebol Interdistrital de Macapá. Neste fim de semana, nos dias 1º e 2 de setembro, a seletiva será no distrito de Carapanatuba. Ao todo, 19 times disputam as quatro vagas para a grande final.

Os jogos serão na comunidade do Ipixuna Miranda, das 8h30 às 18h. Além de vaga na final, os 12 times masculinos e 7 femininos buscam a premiação de R$ 1 mil, para o primeiro lugar; e R$ 700,00, para o segundo colocado.

Segundo o regulamento, serão 25 participantes de cada time. As etapas eliminatórias são coordenadas pela Comel com a equipe técnica e mais 8 árbitros, divididos nas partidas. Nas semanas seguintes serão escolhidos os representantes dos distritos do Bailique, Matapi, Fazendinha, Santa Luzia do Pacuí, Pedreira e Maruanum.

Cássia Lima
Assessora de comunicação/Comel
Contatos: 98104-9355 / 99200-8657

O amor que nasce na chuteira (Valeu, Brasil!) – Por Jaci Rocha

Na torcida são milhões de treinadores, cada um já escalou a seleção…

São donas de casa, médicos, engenheiros, garis, de esquina, advogadas, lojistas, juízes. Gente da economia pública e privada, gente que não quer saber de economia ou política, outros que querem muito. Os que gostam e os que não gostam do país do Futebol. A rua mais movimentada do país pára na hora do jogo. A 25 de Março, em dia de copa, parece com uma das ruas de terra batida do menor bairro de nossa pequena capital, Macapá.

A hora do jogo é um instante mágico. Há um silêncio e uma fé que paira pelo ar, uma mística que envolve o sentimento profundo de ser brasileiro e de estar no aprendizado do que é ser Brasil, já que até aqui, a gente demorou a perceber que não haviam nos ensinado o certo sobre o que é ser um país. Se tudo o mais sobre ser brasileiro ainda é descoberta, certo é que a gente sabe bem o que é ser uma Nação quando aquela bola rola no campo: É um silêncio e uma fé que paira pelo ar, uma mística que envolve o sentimento profundo de ser brasileiro…

“O verde e o amarelo são as cores que a gente pinta no coração”.

A camisa verde e amarela vira febre nacional. No avesso de outras Nações, que usam o aspecto simbólico de suas bandeiras cotidianamente, desde acessórios de cozinha a artigos da moda, nós, aprendemos a usar a amarelinha para ouvir: “Gooolllll…éé…é do Brasil”. Nessa hora, poucos de nós se destacam por outra vestimenta. É uma profusão de verde,amarelo,azul e branco, as lindas cores que demonstram nossas múltiplas formas de riqueza, entre elas, a grande mania de Marias e Josés, a ‘de ter fé na vida’. Quem não entende esse sentimento, talvez entenda pouco do tanto que a gente tem para aprender sobre amor com o futebol.

“O toque de bola é nossa escola, nossa maior tradição…”

E como é bom poder dizer: “Nossa tradição”. É que, às vezes, ainda não sabemos como lidar com nossa profunda e complexa multiculturalidade e reconhecer que temos muitas tradições dentro desse ser simbólico que é ser ‘brasileiro’. Mas a gente sabe que quando toca a bola, é de Brasil para Brasil, par a par, em um mesmo objetivo. E como nos falta ter objetivo.Ah! O futebol…

Aos que não celebram a Copa do Mundo e nossa expectativa de ser Rei no Futebol, deixo o meu recado: A gente celebra o futebol. Se alegra com o Carnaval. Reverencia o divino enquanto dança Marabaixo. E a gente torce. E como torce! Para que, ao invés de não celebrar o futebol, a gente se apaixone tanto pelo país, a ponto de transformar esse cotidiano, de olhar e imaginar que, assim como o Hexa, temos também o objetivo de promover um país melhor para as Marias e Josés que, de quatro em quatro anos, sentam à frente da televisão e escalam a seleção, com a esperança verde e amarela tintilando nas entranhas.

É, a gente gosta de Futebol. E queremos sim despertar para ser mais do que isso. Como já disse a velha canção da propaganda : “ O Brasil é um país menino, só ta começando. Diante das Nações que têm milênios nós só temos…500 anos…bota esse menino na escola, cuida da saúde do menino e o menino vai mudar a sua história, vai conquistar esse mundo, vai ser um lindo menino”.

Enquanto isso, a gente amarra mesmo ‘o amor na chuteira’ e espera o HEXA, daqui a quatro anos. É que, como todo menino, o nosso menino também quer ser o primeiro, o Brasil é o país – REI – do Futebol. E afinal, com a licença poética de terminar cantando, aí vamos…“Todo menino é um Rei, Eu também já fui Rei…mas quá, despertei”.

Viva o país do Futebol, que jogou demais e saiu de campo com a marca do talento.

Jaci Rocha

Quando éramos reis – Crônica de Ronaldo Rodrigues

Crônica de Ronaldo Rodrigues

Começa assim: o cara não quer se envolver com esse negócio de Copa, que a situação atual do país não permite esse tipo de “alienação”, que tem medo de confiar, se empolgar e o Brasil ficar pelo meio do caminho. Que isso, que aquilo, que aquilo outro, blá, blá, blá…

Em todo caso, ninguém (pelo menos que eu conheça) fica imune ao vírus da Copa do Mundo. A pessoa que quisesse ficar fora disso teria que sair deste planeta ou contar com um poder de concentração e abstração muito forte.

Simplesmente, não dá! Hoje, depois de várias rodadas, vejo aquele cara do começo desta crônica, que só se liga em futebol de quatro em quatro anos, se tornar o mais entendido comentarista, o mais inflamado puxador de torcida.

Eu sempre torci pelo Brasil. Com mais gosto, é verdade, por ter vivido o suficiente para ver muito mais futebol do que o exibido pelo jovem escrete atual. Tempos em que México, Colômbia, Equador, por exemplo e para ficar só na América do Sul, não causavam a menor preocupação. Só precisávamos esperar o fim da partida para conferir o placar, geralmente com não menos do que três gols a nosso favor.

Tempos em que os jogadores exibiam, além do futebol em si, as mais diversas características: pensador (Tostão, Sócrates), esquentado (Renato Gaúcho, Edmundo), marrento (Romário, Marcelinho Carioca), político (Sócrates, Afonsinho), desengonçado (Casagrande, Rivaldo), bom moço (Zico, Bebeto), baladeiro (Ronaldinho Gaúcho), violento (Júnior Baiano), zangado (Dunga), chato (Neto, Túlio), canhoneiro (Rivellino, Roberto Carlos, Branco), folclórico (Dario Maravilha), eficiente (Ronaldo, Careca), elegante (Falcão), moleque (Garrincha), completo (Pelé)… e a lista não terminaria. O ponto em comum era que a maioria dos citados acima entrava em campo e resolvia a parada.

Hoje, o negócio tá meio igual, tudo nivelado por um comportamento que não exponha o jogador ou não o faça perder patrocinador, mas deixemos pra lá essa parte, senão vamos cair em assunto chato e chatice já temos de monte.

Esta crônica não é para chorar o tempo em que éramos reis, quando não existia 7 x 1 no nosso currículo, quando a confiança era total. É para emprestar nossa torcida a um time que sempre venceu dentro de campo e a nossa solidariedade a uma torcida que costuma perder feio do lado de cá da realidade, com a diferença entre os altos salários dos craques e a vida de salário mínimo da maioria dos torcedores. Lá vai a coisa ficar chata de novo. É melhor terminar por aqui, porque, além do mais, o jogo já vai começar.

O clima de desconfiança, de pé atrás, finalmente deixou de existir e vamos com toda a nossa coragem e força e talento arrancar esse hexa! E voltarmos a ser reis.

*Quando Éramos Reis é um documentário sobre o confronto histórico de 1974, no Zaire, entre Muhammad Ali e George Foreman. Pincei o título de um fato do boxe para batizar uma crônica sobre futebol. Tá valendo, porque a ideia é nocautear os adversários, como Ali fez com Foreman.

Jogo do Brasil é na Trina Cervejaria


O melhor local para torcer para a Seleção Brasileira de Futebol nesta quarta-feira (27), quando o time nacional enfrentará a equipe da Sérvia pela terceira rodada da Copa do Mundo da Rússia, é com certeza a Cervejaria Trina 100% Artesanal.

Com ambiente confortável, o estabelecimento estará de portas abertas receber a torcida amapaense. A transmissão da partida iniciará às 15h, mas dá para chegar bem antes e se deliciar com os. 15 sabores de cerveja artesanal da casa.

Cervejaria Trina 100% Artesanal possui um espaço ao ar livre e outro climatizado, apropriado ao seu gosto para curtir e torcer tomando aquela cerva artesanal que somente o bar possui.

A cervejas possuem ingredientes tradicionais e regionais, sem abrir mão da tecnologia e inovação para produzir e servir. Além disso, são as únicas feitas com água do rio Amazonas (totalmente amapaenses).

Serviço:

Brasil x Sérvia na Trina
Local: Trina Cervejaria Artesanal – Rua Jovino Dinoá esquina com Tupis – Beirol
Data: 27/06/2018 (sexta-feira)
Hora: a partir das 13h.
Reservas de mesas pelo telefone: 96-98101-0012

Elton Tavares