Hoje é o Dia Nacional do Poeta (meus parabéns e agradecimento aos queridos da Poesia)

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Hoje é o Dia Nacional do Poeta. O motivo da data é que no dia 20 de Outubro de 1976, em São Paulo, ocorreu o Movimento Poético Nacional, na casa do jornalista, romancista, advogado e pintor brasileiro Paulo Menotti Del Picchia. O objetivo é incentivar a leitura, escrita e publicação de obras poéticas nacionais.

O poeta autor/trovador escreve textos do gênero que compõe uma das sete artes tradicionais, a Poesia. A inspiração, sensibilidade e criatividade deste tipo de artista retrata qualquer situação e a interpretação depende da imaginação dele próprio, assim como do leitor.

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Admiro os poetas. Sejam cultos, que usam refinados recursos de linguagem ou ignorantes, que versam sem precisar de muita escolaridade. Eles movimentam o pensamento e tocam corações. Não é a toa que as pessoas têm sido tocadas pela poesia há séculos. E, nem interessa se o escrito fala de sensatez ou loucura. Tanto faz. O que importa é a criatividade, a arte de imprimir emoções em textos ou declamações.

Não tenho o nobre dom de poetizar, sou plateia. Mas apesar de não existir poesia em mim, uso a tal “licença poética” para discorrer sobre meus devaneios e pontos de vista. Quem produz poesia, uma das sete Artes Tradicionais, merece reconhecimento por sua criatividade, imaginação e sensibilidade de versar sobre a vida.

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Hoje, minhas homenagens são para os poetas amapaenses (ou que versam sobre nossa terra) que são meus amigos (somente os amigos mesmo). São eles: Fernando Canto, Obdias Araújo, Alcinéa Cavalcante, Paulo de Tarso, Thiago Soeiro, Pedro Stkls, Carla Nobre, Mary Paes, Andreza Gil, Ivan Daniel, Patrícia Andrade, Weverton Reis, Carlos Nilson Costa, Joãozinho Gomes, Val Milhomen, Osmar Júnior, Zé Miguel, Naldo Maranhão, Enrico Di Miceli, Júlio Miragaia, Jaci Rocha, Maria Ester, Annie de Carvalho, Luiz Jorge Ferreira, Bruno Muniz, Marven Junius Franklin, Manoel Fabrício, Arílson Freires, Bio Vilhena e Lara Utzig. Muito obrigado!

Também saúdo todos os movimentos que fazem Poesia no Amapá, realizando encontros em praças, bares e casas particulares, enfim, saraus para todos os gostos. Portanto, meus parabéns aos poetas, artistas que inventivos fascinam o público que aprecia a nobre arte.

Enfim, muito obrigado. Parabéns poetistas e poeteiros!

Elton Tavares

Hoje é o Dia do Professor

Hoje (15) é o Dia do Professor. A origem da data é em razão que, no dia 15 de outubro de 1827, Pedro I, então Imperador do Brasil baixou um Decreto que criou o Ensino Elementar Nacional. De acordo com a resolução, “todas as cidades, vilas e lugarejos teriam que ter escolas de primeiras letras”. Foi assim.

A profissão é talvez a mais nobre de todas, afinal o professor é o norteador dos futuros profissionais em todas as áreas de atuação que existem. Tive dezenas de bons professores, como a saudosa Gorete Monteiro. Excelente educadora, lecionava Português na Escola Polivalente Tiradentes, foi com ela que comecei a escrever melhor.

Falando de nossa língua, também exalto a professora Catarina Moutinho, que me deu aula no Colégio Amapaense e que reencontrei no Seama, onde formei em Comunicação. Não posso deixar de falar do Carlos Magno, profissional brilhante, que abriu minhas idéias.

Ah, também homenageio aqueles que, além de bons professores, se tornaram meus amigos pessoais, caso do Alexandre Brito e Silvio Neto (ambos professores universitários). Enfim, tenho muitos brothers que lecionam e é impossível enumerá-los neste post.

Com a professora Maria Lúcia, minha mãe.

Sou filho de uma professora e orientadora educacional, Maria Lúcia Vale Cardoso, que muito honrou a profissão. Minha mãe ralou pra caramba em salas de aula nos aos 80. Depois formou-se e seguiu contribuindo com a educação de centenas de pessoas, que hoje trabalham nas mais distintas áreas. A ela, em nome de todos os professores, minhas homenagens!

Feliz Dia do Professor aos trabalhadores da nobre e tão pouco reconhecida profissão. Esse é o profissional dos profissionais, com toda a certeza, a profissão que mãe é de todas as outras.

Torço para que, um dia, o Brasil faça Justiça e valorizes seus educadores com condições de trabalho e salários dignos. Parabéns, mestres!

Elton Tavares

Minha homenagem aos pequenos pelo Dia das Crianças (principalmente para nossa princesa Maitê)

Doze de outubro é Dia das Crianças e nós festejamos nossos pequenos grandes amores. Também voltamos no tempo com fotos e muita memória afetiva. É impossível contabilizar os benefícios que recebemos de nossos pais, particularmente na infância. Quando moleques, meus pais deram a mim e ao meu irmão Emerson uma infância fantasticamente feliz. Meu coração bateu mais rápido só de lembrar daquela época.

Sinto saudades do futebol de botão, luzes e sons de fliperamas, jogar bola e brincar na piscina da AABB, entre centenas de coisas que fazia com meu irmão caçula. Hoje em dia, bebemos juntos e rimos de tudo que orgulhosamente vivemos.

De certa forma, continuo um moleque. Não por falta de responsa ou atitudes imbecis, mas pelos gostos dos tempos crianças. Ainda assisto desenhos animados, jogo videogame e amo brinquedos. Graças a Deus!

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História da data

A data visa homenagear as crianças e foi proclamada pela primeira vez durante em 1925, na Conferência Mundial para o Bem-estar da Criança, realizada em Genebra. A ONU reconhece o dia 20 de novembro como o Dia Mundial da Criança, por ser a data em que foi aprovada a Declaração Universal dos Direitos da Criança em 1959 e a Convenção dos Direitos da Criança em 1989.

No Brasil, o dia das crianças foi solenizado em 12 de outubro somente em 1960, quando a Fábrica de Brinquedos Estrela fez uma promoção conjunta com a Johnson & Johnson para lançar a “Semana do Bebê Robusto” e aumentar suas vendas, é que a data passou a ser come morada. Deu tão certo que, no ano seguinte, os fabricantes de brinquedos decidiram escolher um único dia para a promoção. A partir daí, o dia 12 de outubro se tornou uma data importante para o setor de brinquedos e doces no Brasil.

Nunca fui bom com crianças, nem com brincadeiras infantis com filhos de amigos. Na verdade, a primeira que gostou de mim foi a Sofia, minha afilhada querida. Mas quando nasceu a Maitê, alguma coisa floresceu dentro de mim.

Nunca vou esquecer-me daquele momento, quando conheci Maitê Ferreira Tavares, minha linda sobrinha, que na época tinha de somente um mês e 11 dias de vida. Foi amor a primeira vista e eu queria estar perto dela hoje e sempre.

Depois disso, entendo os meus amigos que tem filhos, entendi o sentimento dos meus pais e olho diferente para crianças. E amo “a pureza da resposta das crianças”, elas são realmente um barato. Incrível como pequenos seres despertam os melhores sentimentos em nós, adultos de coração duro. Devem ser algum tipo de fio condutor de Deus para conosco. É, os pirralhos são mesmo mágicos, a magia do amor!

Portanto, que Deus abençoe todas as crianças!

Elton Tavares

Hoje é o Dia do Nordestino – Meu duplo parabéns aos irmãos do Nordeste #EleNão

Hoje, 8 de outubro, é o dia do Nordestino. A data foi instituída em 2009, em homenagem ao centenário do nascimento de Antônio Gonçalves da Silva, mais conhecido como Patativa do Assaré, poeta popular, compositor e cantor cearense. Além disso, trata-se também de uma homenagem ao célebre Catulo da Paixão Cearense, maranhense de São Luís e autor da famosa música “Luar do Sertão”.

O “Dia do Nordestino” foi criado em São Paulo, por ser a cidade onde vive o maior número nordestinos de todo o Brasil (com exceção do próprio Nordeste, claro).

A cultura popular do Nordeste é muito rica. Seu artesanato, musicalidade, religiosidade, culinária, festividades, mitos, lendas, crendices, costumes, danças, superstições e outras tantas formas de manifestações artísticas deste povo é sensacional. Apesar de eu não ser fã de forró, reconheço a importância da vasta cultura nordestina na música e outros segmentos.

Já visitei vários estados do Nordeste, regiões que são verdadeiras maravilhas naturais e conheço muitos nordestinos. A maioria deles é simpático, acolhedor, guerreiro e trabalhador, só não pisem em seus calos, pois o pessoal é arretado. Além disso, uma característica marcante deles é o humor. São pessoas engraçadíssimas, até quando não querem.

Apesar de ajudarem muito na construção do Brasil, os nordestinos sofrem com o preconceito, principalmente os que migram para o sul do país.

Enfim, esse povo é forte, sofrido, mas feliz e merece todo nosso respeito. Além de tudo, os queridos irmãos do Nordeste disseram #EleNão ao Bozonaro. Ou seja, congratulações duplas a este lindo povo brasileiro.

Parabéns, nordestinos!

Fonte: Datas Comemorativas

‘Temos ódio e nojo à ditadura’: os 30 anos do discurso histórico que promulgou a Constituição do Brasil

Por Paula Adamo Idoeta

“Hoje, 5 de outubro de 1988, no que tange à Constituição, a nação mudou”, dizia sob aplausos Ulysses Guimarães, presidente da Assembleia Nacional Constituinte, em uma sessão solene e histórica do Congresso quando se promulgou a Carta que rege o Brasil atualmente.

O discurso de Ulysses passaria a ser considerado um dos mais marcantes da história recente brasileira, com uma forte defesa da Constituição que acabava de nascer e um forte rechaço da ditadura da qual o país se despedia.

“A ideia era de que se inaugurava uma nova época do Brasil, deixando o velho para trás. Era um momento de muita expectativa, sobretudo popular – as propostas da população à Assembleia Constituinte haviam chegado às milhares”, explica Francisco Carlos Teixeira da Silva, professor de História da UFRJ e que foi próximo de Ulysses Guimarães, a quem ajudou na redação de um dos artigos constitucionais.

“Foi sem dúvida um discurso histórico, embora Ulysses não tenha elaborado uma visão crítica adequada da Constituição”, agrega o historiador Daniel Aarão Reis, autor de diversos livros sobre história recente do país.

A BBC News Brasil analisa alguns dos pontos mais importantes do discurso, seu contexto histórico e a relação com o conturbado momento político atual do país.

‘Traidor da Constituição é traidor da pátria’

A partir de 15h50 daquele 5 de outubro de 1988, os brasileiros passavam a ter uma nova Constituição, com novos direitos, depois de cerca de um ano e meio de discussões sobre o texto na Assembleia Constituinte.

“Declaro promulgada. O documento da liberdade, da dignidade, da democracia, da justiça social do Brasil. Que Deus nos ajude para que isso se cumpra!”, disse Ulysses pouco antes de os constituintes – que a partir de então passariam a exercer função de congressistas – jurarem “manter, defender, cumprir a Constituição, observar as leis, promover o bem geral do povo brasileiro, sustentar a união, a integridade e a independência do Brasil”.

Em seu discurso, Ulysses advertiu que a recém-promulgada Carta não era “perfeita”.

“Quanto a ela, discordar, sim. Divergir, sim. Descumprir, jamais. Afrontá-la, nunca”, declarou o presidente da assembleia. “Traidor da Constituição é traidor da pátria. (…) Temos ódio à ditadura. Ódio e nojo. Amaldiçoamos a tirania onde quer que ela desgrace homens e nações. Principalmente na América Latina.”

‘Representativo e oxigenado sopro de gente’

Ulysses prossegue elogiando a participação dos brasileiros na elaboração da Carta, citando “122 emendas populares, algumas com mais de 1 milhão de assinaturas, que foram apresentadas, publicadas, distribuídas, relatadas e votadas no longo caminho das subcomissões até a reta final”.

“Há, portanto, representativo e oxigenado sopro de gente, de rua, de praça, de favela, de fábrica, de trabalhadores, de cozinheiras, de menores carentes, de índios, de posseiros, de empresários, de estudantes, de aposentados, de servidores civis e militares, atestando a contemporaneidade e autenticidade social do texto que ora passa a vigorar.”

Para Teixeira da Silva, a esperança daquele momento estava intimamente ligada ao envolvimento da população com a formulação do texto e com as garantias de direitos que a “Constituição cidadã” passava a determinar.

“A ideia de direitos inalienáveis é muito importante na Constituição”, diz ele. “A Lei Maria da Penha, a união civil homossexual, a liberdade plena de imprensa são coisas que jamais poderiam ser pensadas na ditadura.”

Aarão Reis reitera a ideia de que “havia uma atmosfera de otimismo que permeava o país”. “Muitos chamam a década de 1980 de perdida, mas foi um período de muitas vitórias, conquista de liberdade e conquista de participação, com a própria Constituição, que nunca tínhamos tido na história republicana”, diz o historiador.

‘A pretexto de salvá-la, a tiranizam’

No discurso, Ulysses fazia um alerta aos políticos e legisladores brasileiros, para que honrem suas obrigações e rejeitem a corrupção, sob o perigo de esta empurrar o país ao autoritarismo.

“A vida pública brasileira será também fiscalizada pelos cidadãos. Do presidente da República ao prefeito, do senador ao vereador. A moral é o cerne da pátria. A corrupção é o cupim da República. República suja pela corrupção impune tomba nas mãos de demagogos que, a pretexto de salvá-la, a tiranizam”, disse.

“Não roubar, não deixar roubar, por na cadeia quem roube, eis o primeiro mandamento da moral pública. Não é a Constituição perfeita. (…) Mas será útil, pioneira, desbravadora, será a luz ainda que de lamparina na noite dos desgraçados.”

O historiador Aarão Reis opina, porém, que Ulysses parece ter sobrevalorizado aspectos positivos da Constituição “e elaborado de forma pouco crítica o legado da ditadura” mantido na Carta.

“Apesar de ser inovadora nos direitos civis, a Constituição ao mesmo tempo incorpora legados do período ditatorial”, afirma. “Por exemplo, a centralização do Poder Executivo, a tutela das Forças Armadas, a utilização de Medidas Provisórias e o modelo econômico consagrado pela ditadura.”

Teixeira da Silva afirma que, já à época, havia a sensação de que a Constituição nascia sob algumas “amarras” – o historiador é especialmente crítico aos mecanismos que permitiram, por exemplo, que candidatos a deputado com alta votação “puxassem” ao Congresso políticos eleitoralmente inexpressivos do mesmo partido. E foi naquela época, também, que começaram a se formar forças que seriam determinantes na vida político-partidária do país nas décadas seguintes, até os dias atuais.

“É interessante notar que, logo depois (da promulgação), Ulysses Guimarães foi derrotado nas eleições de 1989. Isso ilumina um pouco o processo da época, quando se formou o chamado ‘Centrão’ (bloco de partidos que mais tarde seriam acusados de fisiologismo), que ajudou a eleger uma figura que nada tinha a ver com a Constituição de 1988 (em referência a Fernando Collor)”, diz o historiador.

“Acabou se gerando uma sensação muito grande (na população) de ‘vocês não me representam’ e a irrupção de outsiders que recusam a democracia.”

Anseio de mudança

Todo o discurso de Ulysses era permeado por menções ao anseio de mudança da população.

“Termino com as palavras com que comecei esta fala: a nação quer mudar. A nação deve mudar. A nação vai mudar. A Constituição pretende ser a voz, a letra, a vontade política da sociedade rumo à mudança”, concluiu o texto.

Para Teixeira da Silva, o problema é a Constituição “não ter sido cumprida até o fim”, ou seja, ter falhado nos mecanismos de representação popular. “O ideal seria apanhar o discurso do Dr. Ulysses e colocá-lo todo em prática”, opina.

Para Aarão Reis, o próprio Ulysses personifica o caráter “híbrido” daquele momento e da Constituição: “O grande campeão da redemocratização havia sido um homem da ditadura em seu início (ele apoiara o golpe de de 1964 e logo depois mudara à oposição), quando ainda se achava que seria uma retomada rápida de poder (pelos militares) para combater o comunismo e a corrupção e que logo depois se daria lugar às eleições.”

Fonte: BBC Brasil

“Baioneta não é voto e cachorro não é urna” – Ulysses Guimarães

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Era 13 de maio de 1978. Dia da Abolição da Escravatura.Em plena ditadura.Concentrações em praças públicas estavam proibidas.

Naquele dia, o deputado Ulysses Guimarães, presidente nacional do então MDB, estavam na praça do Campo Grande, centro de Salvador (BA).

Acompanham-no Tancredo Neves, Freitas Nobre e Saturnino Braga, expoentes do único partido de oposição então em funcionamento no país, que vivia o período do bipartidarismo e tinha na Arena o partido que apoiava o governo.
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Todos marchavam em direção à sede do PMDB.

A polícia cercara desde cedo a praça e prendera estudantes e líderes políticos locais – como o economista Rômulo Almeida e Domingos Leonelli.

Policiais armados com fuzis e munidos de cachorros ferozes antepuseram-se à marcha que tinha Ulysses à frente. Vejam aí, nas fotos de Luciano Andrade, que na época trabalhava no jornal Tribuna da Bahia.

Respeitem o líder da oposição”, bradou Doutor Ulysses.

Em seguida, com o braço levantado, rompeu a barreira policial e entrou na sede do MDB. Pouco mais tarde, de uma das janelas do velho casarão, discursou: “Soldados da minha pátria! Baioneta não é voto e cachorro não é urna.”

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Sobre o Doutor Ulysses

O deputado federal Ulysses Guimarães, advogado e marcante político brasileiro, foi presidente da Assembleia Nacional Constituinte que elaborou a Constituição promulgada em 5 de outubro de 1988.

Ulysses foi o presidente do então Movimento Democrático Brasileiro (MDB), partido de oposição que lutou institucionalmente contra o regime militar, transformando-se, com a chegada do pluripartidarismo, no PMDB e novamente em MDB. Na Câmara Federal, teve papel importante na luta contra o regime militar e pela redemocratização do Brasil. Nasceu em São Paulo, em 6 de outubro de 1916. Ele morreu em acidente de helicóptero no litoral do estado do Rio de Janeiro, em 1992.

Não nos esqueçamos – nunca, jamais: “Baioneta não é voto e cachorro não é urna.”. E nem do Doutor Ulysses, um personagem chave da história nacional e um dos construtores da Democracia brasileira.

Elton Tavares
Fonte: Espaço Aberto.

Hoje é o Dia do Anjo da Guarda

Este site possui a sessão “Datas curiosas” , a qual escrevo sobre curiosidades dos dias do ano. Hoje, 2 de outubro, é o Dia do Anjo da Guarda. A celebração da data começou na Espanha (ESP), no final do ano 400, propagando-se por toda a Europa em poucos séculos, o dia 02 de outubro foi fixado em 1670, pelo Papa Clemente X.

De acordo com a Igreja Católica, no dia do batismo, cada cristão é confiado a um anjo que o acompanha e o guarda em sua caminhada para Deus, iluminando-o e inspirando-o. Nosso Anjo da Guarda é pessoal e exclusivo, cuja função é de nos proteger. Ele nos ampara e nos defende dos perigos.

Argumenta-se que a Bíblia sustenta em algumas ocasiões a crença do anjo da guarda: “vou enviar um anjo adiante de ti para te proteger no caminho e para te conduzir ao lugar que te preparei“. (Êxodo 23, 20).

Sabe, não sou tão religioso, mas acredito em Deus. Também sei que existem espíritos de luz e de trevas. Não sei se realmente existem Anjos da Guarda, mas segundo a doutrina espírita, cada um de nós reencarna com um espírito parceiro. Ou seja, ele tem a incumbência de cuidar, proteger, enfim, zelar por nós.

Portanto, acredito que este seja nosso verdadeiro Anjo da Guarda. No meu caso, que tenho vários anjos (irmão, alguns parentes e alguns amigos) e demônios (desafetos) sei muito bem quem é o meu Anjo da Guarda. Pessoa que cuida de mim, nunca desistiu deste jornalista e que sempre acreditou que um dia eu seria alguém (de acordo com as normas sociais). Ele atende pela alcunha de Maria Lúcia Vale Cardoso, a minha amada mãe. Obrigado, dona Lucinha. Amo-te, minha anja!

Elton Tavares

Hoje é o Dia Nacional do Idoso

 

Hoje (1) é o Dia do Idoso. A data é comemorada no Brasil no dia 1º de Outubro e tem como objetivo a valorização do idoso. Até o ano de 2006, esta data era celebrada no dia 27 de Setembro, porém, em razão da criação do estatuto do idoso em 1º de Outubro, o dia do idoso foi transferido para esta data de acordo com a lei número 11.433 de 28 de Dezembro de 2006.

Bem, uma coisa sobre mim, é que eu gosto de velhinhos. Os acho serenos, compreensivos, doces e sábios. Principalmente as minhas idosas favoritas, minhas avós. Não tenho mais avôs vivos, os dois já viraram saudade, mas, graças a Deus, minhas avós nos brindam com suas ternas presenças.

Admiro quem cuida bem de seus pais idosos como minha mãe e tia Maria, quem é um neto dedicado ou mesmo aqueles que respeitam e tratam bem os velhinhos que conhecem.

O idoso precisa ter seus direitos assegurados e dignidade. Não acredito que uma pessoa que tranca um velhinho em um “abrigo”, por mais honesta e politicamente correta que seja, tenha um bom caráter.

Enfim, hoje é um dia de valorização e reflexão sobre a importância da pessoa idosa e reconhecimento pela contribuição que estes cidadãos deram para a nossa sociedade. E lembrem-se: a ausência é inversamente desproporcional ao amor. Portanto, que tal um beijo, um abraço ou um simples telefonema para o seu velhinho hoje? Tenham uma ótima semana.

Elton Tavares

Hoje é o Dia do Cantor (meus parabéns aos amigos cantores)

Para marcar a data da morte do cantor brasileiro Francisco Alves, ocorrida em 27 de setembro de 1952, hoje (27) é o Dia do Cantor. Tenho uma inveja branca de quem toca, compõe ou canta. A música é minha expressão artística favorita e quem faz música é foda! É, pessoas que fazem a trilha sonora da vida, sejam nas madrugadas em bares enfumaçados, teatros, igrejas, boates ou palcos ao ar livre, precisam ser festejadas.

Na música, o vocalista é o músico que canta. Ou seja, usa a voz como seu instrumento musical. Um cantor principal, ou solista, é aquele que canta a voz primária de uma música, enquanto o cantor de apoio (ou, o grupo coral) canta a voz de apoio (ou, à parte do canto coral) de uma música.

Não canto, muito menos toco ou componho. Mas quando posso, prestigio, divulgo e aplaudo. Portanto, hoje parabenizo os amigos cantores:

Fernando Canto; Juvenal Canto; Osmar Junior; Ana Martel; Patrick Oliveira; Raoni Holanda; Ricardo Pereira; Ozy Rodrigues; Zé Miguel; Brenda Melo; Dylan Rocha; Brenda Fernandes; Henrique Oliveira; Roni Moraes; Arley Costa; Rebecca Braga; Rulan Leão; Vanessa Rafaelly, Paulo de Tarso; Deize Pinheiro; Hanna Paulino, Sandro Malk; Wedson Castro; Ewerton Dias; Bio Vilhena; Geison Castro; Adroaldo Junior; Felipe Batutinho; Deize Pinheiro; Amadeu Cavalcante; Cléverson Baía; Silvio Carneiro; Black Sabba; Victor Figueiredo; Patrícia Bastos; Oneide Bastos; Silmara Lobato; Humberto Moreira; Finéias Nelluty, Maksuel Martins; Chico Terra; Helder Brandão; Brenda Zeni; Kássya Karoline; Márcio Denner; Sandra Lima; Alê D’ilê; Val Milhomem; Naldo Maranhão, Loren Lua, Enrico Di Micelli, Brenda Melo; João Amorin, Alan Barcellar; Dylan Rocha; José Seixas; Márcia Fonseca; Poetas Azuis (Pedro e Thiago) Alan Yared; Lula Jerônimo; Zezinho; Márcio Gama e meu amigo Roberth Smith (risos).

Parabéns, cantadores!

Elton Tavares

Hoje é o Dia do Contador – Meus parabéns aos profissionais (principalmente aos meus familiares contadores)

Hoje (22) é o Dia de Contador. A data é celebrada em 22 de setembro por conta da criação do curso de Ciências Contábeis no Brasil, instituída em vinte e dois deste mesmo mês de 1945, por meio do decreto nº 7988, assinado pelo então presidente Getúlio Vargas. A comemoração entende-se também ao apóstolo, São Mateus (festejado em 21/09), que foi cobrador de impostos e, por isso, é considerado o padroeiro da profissão.

O conceito de Contabilidade diz: “Ciência que tem como objeto de estudo o patrimônio das entidades, seus fenômenos e variações, tanto no aspecto quantitativo quanto no qualitativo, registrando os fatos e atos de natureza econômico-financeira que o afetam e estudado suas consequências na dinâmica financeira. Tais profissionais possuem conhecimentos avançados de matemática financeira, organização, precisão e leis tributárias. De acordo com a doutrina oficial brasileira, organizada pelo Conselho Federal de Contabilidade, a contabilidade é uma ciência social, da mesma forma que a economia e a administração. História Fabricação de cerveja no Egito antigo, com escriba registrando o número de garrafas produzidas.

Há relatos de que as primeiras manifestações contábeis datam de cerca de 2.000 a.C, com os sumérios. Num mercado baseado na troca de mercadorias, a contabilidade servia para definir quanto alguém possuía de uma determinada mercadoria e qual o valor de troca dessa mercadoria em relação a outra. Mas a contabilidade só foi reconhecida como ciência propriamente dita no início do século XIX. Por longo período sua história se confundiu com os registros patrimoniais de organizações mercantis e econômicas e até os dias de hoje é possível se notar alguma confusão entre a ciência contábil e a escrituração de fatos patrimoniais”.

Família de contadores

Minha família possui seis profissionais da área. Eles fazem os registros contábeis, cuidam de documentação, abertura e fechamento de empresas; prestam assessoria, fazem declarações de imposto de renda de pessoas físicas e jurídicas; Escriturações; Demonstrações contábeis; Análises de balanços, etc. Tudo muito difícil para mim, sou somente um contador de histórias (risos).

Mas eles manjam. E muito, pois todos são bem sucedidos, graças a Deus e ao talento de cada um.

Portanto, hoje rendo homenagens ao meu irmão mais que maravilhoso, Emerson Tavares, meus primos, Adriano e Marcelo e meus tios Maria , Paulo e Dacivone. Todos profissionais respeitados e competentes. Não sou eu que digo isso, são os clientes e a ótima reputação deles dentro do mercado que atuam.

Em nome dos contadores de minha família, congratulo essa tão importante categoria profissional para a sociedade. Que vocês sigam contabilizando sucesso e que no fechamento o balanço seja positivo sempre. Parabéns!

Elton Tavares

Hoje é o Dia do Radialista e do Rádio

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Hoje é o Dia do Radialista e do Rádio. A data é celebrada pelo motivo que, em 21 de setembro de 1906, aconteceu a primeira transmissão radiofônica no mundo, pelo canadense Reginald Dennis. O conceito para este tipo de profissional diz que ele é habilitado para trabalhar com diversos nichos dentro de uma produção radiofônica.

Essa modalidade de comunicação não é para qualquer um. O radialista faz locução, apresentação, sonoplastia, produção de programas, direção e outras atividades. É preciso ter talento e responsabilidade, além de boa voz, claro.

O radialista não transmite apenas notícias, mas sim informações repletas de sentimentos humanos, pessoas que se tornam próximas de uma maneira nada convencional.

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Conheço e respeito muitos radialistas. Meu falecido amigo, Leonai Garcia, era doido pra me levar para o rádio. Nunca topei. Há uns sete anos, o renomado Humberto Moreira me perguntou se eu não queria fazer uma experiência na área, também agradeci e disse que meu negócio são os bastidores e redações mesmo. Um dia, quem sabe. É que gosto mesmo é de escrever.

Também dizem que o dia correto é 7 de novembro, mas vou levar a primeira em consideração.

Portanto, parabenizo e agradeço, em nome das minhas queridas amigas Gilvana Santos (que faz rádio no semanal Programa MP + Perto )Ana Girlene (MP + Perto e Café com Notícias) a todos os radialistas do Amapá. Sem eles, o nosso trabalho nas assessorias seria inviável. Sobretudo aos amigos, que são muitos. Palmas para vocês!

Elton Tavares

Hoje é o Dia do Baterista – Minha homenagem aos músicos da cozinha

 
Hoje (20) é o Dia do Baterista, aquele cara ou menina que fica na cozinha, mandando porrada com baquetas nos couros e nos ferros. O baterista é percussionista, músico que dá o ritmo pra música. Sua pegada é o mais importante (depois da experiência), pois define o ritmo da canção. Eles viram bicho no bumbo, surdo, chimbau, caixa e pratos, com as mãos e pés. Não encontrei a origem da data, mas este site possui uma sessão denominada “Datas Curiosas”, portanto ta valendo! 
Tenho uma inveja branca de quem toca, compõe ou canta. Quem faz Música é gênio! É, pessoas que fazem a trilha sonora da vida, sejam nas madrugadas em bares enfumaçados, teatros, boites ou palcos ao ar livre precisam ser festejadas. A bateria é um instrumento que exige muita concentração e principalmente coordenação motora. 
 
Eu poderia falar do lendário John Bohan (Led Zeppelin) ou Ringo Starr (The Beatles), entre tantos outros bateristas históricos, mas prefiro homenagear os bateras amigos.
Portanto, meus parabéns aos batuqueiros: Marcelo Redig, Beah, Arley Costa, Rubens Ferro, Rato (Fábio Mont’Alverne), Valério De Lucca, Thomaz Brito, Anderson Coutinho, Júnior Caxias, Markinho Sansi, João Batera, Bolachinha, Carlos Eduardo, Túlio Joelhinho, Lenilda e Magrão. Vocês são Phoda. Parabéns! 
 
Elton Tavares

Hoje é o Dia da Nacional da Cachaça

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Hoje (13), é o Dia Nacional da Cachaça, portanto, vamos ao nosso momento “Manguaça Cultural”:

Antigamente, no Brasil, para se ter melado, os escravos colocavam o caldo da cana-de-açúcar em um tacho e levavam ao fogo.Não podiam parar de mexer até que uma consistência cremosa surgisse.

Porém um dia, cansados de tanto mexer e com serviços ainda por terminar, os escravos simplesmente pararam e o melado desandou. O que fazer agora? A saída que encontraram foi guardar o melado longe das vistas do feitor.

No dia seguinte, encontraram o melado azedo fermentado.Não pensaram duas vezes e misturaram o tal melado azedo com o novo e levaram os dois ao fogo.

Resultado: o ‘azedo’ do melado antigo era álcool que aos poucos foi evaporando e formou no teto do engenho umas goteiras que pingavam constantemente. Era a cachaça já formada que pingava. Daí o nome ‘PINGA’.

Quando a pinga batia nas suas costas marcadas com as chibatadas dos feitores ardia muito, por isso deram o nome de ‘ÁGUA-ARDENTE’

Caindo em seus rostos escorrendo até a boca, os escravos perceberam que, com a tal goteira, ficavam alegres e com vontade de dançar. E sempre que queriam ficar alegres repetiam o processo.

Não basta ser pinguço, tem que conhecer!

Fonte: Museu do Homem do Nordeste.

Hoje é o Dia Nacional do Assessor de Imprensa – Parabéns pra gente!

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Hoje é o Dia Nacional do Assessor de Imprensa. Não encontrei a origem da data, mas tá valendo. Planejar, pensar em pautas originais, ter bons contatos na imprensa e texto bom não é pra qualquer um não. Sou jornalista. Amo essa profissão, apesar de atuar há nove anos em uma vertente do jornalismo, a assessoria de comunicação ou de imprensa, como nomeiam alguns.

Já trabalhei ou sou amigo de ótimos profissionais desta área. Assessorei secretarias de Estado, dois governadores, um prefeito, dois desembargadores, um Tribunal, um senador e estou há um ano e dois meses no MP-AP. No post original, o autor listou outras coisas, mas o que concordo são essas:

“Ter uma cara de pau elevada à enésima potência.

Festejar a notinha do colunista famosão como se fosse um furo de reportagem.

Viver explicando pro povo de redação que assessor também é jornalista.

Viver explicando pro povo de relações públicas que jornalista também é assessor.

Saber vender seu peixe. Quer levar, não, freguesia? Pauta fresquinha.

Ouvir do assessorado desinteressante o pedido de uma entrevista pro Jô, e pensar “tô fodido”.

Ralar como qualquer jornalista, mas levar fama de vida boa.

Buscar o difícil equilíbrio entre o interesse do assessorado e o do repórter.

Buscar o difícil equilíbrio entre o ego do assessorado e o do repórter.

Responder 20 perguntas por e-mail pra ontem, por favor, e não esquece uma foto em alta resolução, tipo 300 dpi, pode ser?

Lidar com assessorado que não tem a menor noção de como funciona a imprensa.

Organizar coletiva e rezar pra tudo que é santo pra não chover.

Ir a almoços chatérrimos de “fortalecimento de relações”.

Acreditem, não é tão fácil quanto parece, mas adoro essa profissão. Além se empenho, é preciso sorte e carisma.

Ah, alguns dizem que assessor de comunicação não faz jornalismo. Concordo, é mais um lance de publicidade, no formato jornalístico. Sabe como é, não ouvimos os dois lados (alguns da “imprensa aberta” também não).

Outro problema é a confusão entre prestar assessoria com ‘puxasaquismo’. Já sofri na pele tal crítica, mas a carapuça nunca me coube. Enfim, parabéns pra nós, que matamos um leão por dia, seja por conta do assessorado ou colegas da imprensa.

Elton Tavares

Fonte: Desilusões Perdidas