O Dia de Todos os Santos (Festum omnium sanctorum)

Hoje (1), é o Dia de Todos os Santos. A data é celebrada em honra de todos os santos e mártires, conhecidos ou não. A Igreja Católica celebra a Festum omnium sanctorum no dia 1 de novembro, seguido do dia dos fiéis defuntos a 2 de novembro. A Igreja Ortodoxa celebra esta festividade no primeiro domingo depois do Pentecostes, fechando a época litúrgica da Páscoa. Na Igreja Luterana o dia é celebrado principalmente para lembrar que todas as pessoas batizadas são santas e também aquelas pessoas que faleceram no ano que passou.
Esta tradição de recordar (fazer memória) os santos está na origem da composição do calendário litúrgico, em que constavam inicialmente as datas de aniversário da morte dos cristãos martirizados como testemunho pela sua fé, realizando-se nelas orações, missas e vigílias, habitualmente no mesmo local ou nas imediações de onde foram mortos, como acontecia em redor do Coliseu de Roma. Posteriormente tornou-se habitual construir igrejas e basílicas dedicadas em sua memória nesses mesmos locais.
Segundo o ensinamento da Igreja, a intenção catequética desta celebração que tem lugar em todo o mundo, ressalta o chamamento de Cristo a cada pessoa para o seguir e ser santo, à imagem de Deus, a imagem em que foi originalmente criada e para a qual deve continuar a caminhar em amor.
Isto não só faz ver que existem santos vivos (não apenas os do passado) e que cada pessoa o pode ser, mas, sobretudo faz entender que são inúmeros os potenciais santos que não são conhecidos, mas que da mesma forma que os canonizados igualmente vêem Deus face a face, têm plena felicidade e intercedem por nós.
Meu comentário: Que todos os santos nos protejam. Afinal, teoricamente eles são os assessores de Deus, então podem dar uma força. Um ótimo Dia de Todos os Santos a todos.
Fonte: Wikipédia.

O Dia do Poeta

Hoje é o Dia do Poeta. Este peculiar autor/trovador escreve textos do gênero que compõe uma das sete artes tradicionais, a Poesia. A inspiração deste tipo de artista retrata qualquer situação e a interpretação depende da imaginação dele próprio, assim como do leitor.

 A poesia não se amarra aos aspectos literais, é livre. O poeta expressa seus sentimentos, emoções e tudo o mais que lhe inspirar a psicografar (sim, certos poemas são tão belos que parecem coisas paranormais) escritos poéticos.

Admiro os poetas, sejam cultos, que usam refinados recursos de linguagem ou ignorantes, que versam sem precisar de muita escolaridade. Eles movimentam o pensamento e tocam corações. Não é a toa que as pessoas têm sido tocadas pela poesia há séculos. E nem interessa se o escrito fala de sensatez ou loucura. Tanto faz. O que importa é a criatividade, a arte de imprimir emoções em textos ou declamações.

Não tenho o nobre dom, sou platéia. Mas apesar de não existir poesia em mim, uso a tal “licença poética”, para discorrer sobre meus devaneios e pontos de vista. 

                          
Hoje, minhas homenagens são para os poetas que são meus amigos. Fernando Canto, para mim o maior do Amapá no gênero. Ele poetiza peculiaridades do Amapá.

Meus colaboradores, Bianca Andrade, que ironiza situações por meio de sua poesia. Juçara Menezes, que poetizou experiências da adolescência e o jovem Weverton Reis, que começou a “poetar”, como ele mesmo afirma, somente este ano. Também gosto dos poemas marginais do Graciliano Galdino, dos versos do Edy Wilson e da potência poética da Camila Karina, todos eles poetas de seus cotidianos.

Também saúdo todos os movimentos que fazem Poesia no Amapá, realizando encontros em praças, bares e casas particulares, enfim, saraus para todos os gostos. Portanto, meus parabéns aos poetas, artistas que inventivos que fascinam o público que aprecia a nobre arte. Principalmente, os meus poetas. Já citados neste texto. 


O poeta é um fingidor
Finge tão completamente
 Que chega a fingir que é dor

A dor que deveras sente.
E os que lêem o que escreve
Na dor lida sentem bem

Não as duas que ele teve
Mas só as que ele não têm
 E assim nas calhas de roda

Gira, a entreter a razão
Esse comboio de corda
 Que se chama coração
  
Fernando Pessoa
Desejo a todos uma ótima noite de sábado e um domingo feliz.

Elton Tavares

O Dia do Compositor

Compositores amigos meus: Fernando Canto; Zé Miguel; Osmar Junior; Sandro Malk; Raoni Holanda; Edmar Santos; Ana Martel; Helder Abreu; Roni Moraes; Patrick Oliveira;Alê D’ilê;Antônio Malária;Lula Jerônimo; Finéias Nelluty;  Rebecca Braga;  Régis Sanches e Alan Yared.
O Dia do Compositor é comemorado no Brasil no dia 7 de outubro e tem passado quase despercebido. É a data consagrada aos responsáveis por momentos de enternecimento, euforia, tranqüilidade, paz, euforia, excitação, rememoração. Todos estes sentimentos perpassam aqui e ali ao som da música.
A música, cujo termo vem do grego musiké téchne significando a “Arte das Musas”, tem a propriedade de registrar, de forma indelével, um espaço dentro do tempo.
Todas as gerações tiveram e têm suas músicas marcantes, assim como os eventos e acontecimentos históricos. O compositor faz isso: registra através da música, aquele determinado período, tanto da sociedade quanto do indivíduo.
Minhas homenagens a todos os profissionais que nos brindam com seus talentos para embalar nossas vidas, em especial, os meus amigos : Fernando Canto; Osmar Junior; Ana Martel; Helder Abreu; Patrick Oliveira; Raoni Holanda; Zé Miguel; Roni Moraes; Finéias Nelluty; Alê D’ilê; Rebecca Braga; Antônio Malária; Régis Sanches; Alan Yared e Lula Jerônimo.

O Dia do Barman

Hoje é comemorado o Dia do Barman. Uma espécie de garçom que fica atrás do balcão do bar. Este profissional é mais notado em filmes gringos fazendo malabarismos e coreografias com garrafas.  Aqui a gente gosta mesmo é de garçom. 
Mas já fui a bares onde tinham barmans legais, em saudosos bares esfumaçados (como o Cosa Nostra, em Belém – PA e Porão do Alemão, em Manaus – AM).
Aqueles caras regaram nossos papos, enquanto rolava a velha difusão de idéias e devaneios, com todo tipo de gente maluca no balcão. Farras sem iguais aquelas. Aliás, antigamente eu não bebia moderadamente.
Portanto, parabéns aos garçons de dentro do balcão, principalmente aqueles trabalham legal, com aquele atendimento boa praça, que dão o choro da bebida destilada, não roubam na hora do bêbado pagar a conta e às vezes ainda dão aquela cerva “de ganho”, enfim, detalhes que asseguram a assiduidade e amizade dos clientes.
Ah, falando em boemia, hoje é terça e tem show da Ana Martel no Norte, portanto, como dizia o saudoso Chico Science: “Esta noite sairei, vou beber com meus amigos… há!”
Elton Tavares

O Dia do Cantor – Minha homenagem aos amigos cantores

Meus amigos cantores que estão neste painel: Adroaldo Junior, Ana Martel, Rebecca Braga, Adriano Bago, Fausto Suzuki, Henrique (Th Hides), Sandro Malk, Arley Costa, Erick Fábio, Nelsinho (Oh My Dog), Patrick (stereovitrola), Raoni (Godzilla) Silvio Carneiro, Moisés Sandino e Régis Sanches. 

Hoje (27) é o Dia do Cantor. A Todos que amam cantar e conseguem embalar nossas noites, meus parabéns. Admiro, sobretudo quem consegue ganhar dinheiro cantando em Macapá, a profissão não é fácil por aqui (como em muitos lugares do mundo).

“Quem canta seus males espanta”, já diz o adágio popular. Acho que é por isso que a maioria dos meus amigos cantores são pessoas felizes. Amo música, principalmente MPB e Rock, bem cantado então, é diversão certa.

Cantar é um dom que poucos possuem. Conheço muitos cantores, uns cantam de fato, outtros são esforçados, mas admiro a coragem de pegar um microfone e ir para a frente da galera, mesmo que a pessoa não seja um exímio cantor.

Entre os amigos que cantam muito bem, três são os meus preferidos: Adroaldo Junior, o astro, Sandro Malk, o Sandrinho, Rebecca Braga, minha compadre e o Henrique da banda The Hides. Como disse o velho alemão Friedrich Nietzsche: “Sem a música, a vida seria um erro”. Parabéns cantores!


Elton Tavares

Há vinte anos, o Nirvana lançava o álbum Nevermind

Na manhã do dia 24 de setembro de 1991, uma terça-feira, começaram a chegar caixas nas lojas de discos dos Estados Unidos e da Inglaterra trazendo CDs e vinis com uma capa azul, com um bebê nu nadando atrás de uma nota de um dólar em um anzol. A quantidade de cópias, pouco menos de 50 mil, dava a exata dimensão da expectativa moderada que a gravadora Geffen esperava vender de Nevermind, o álbum de uma banda nova vinda do interior do país, chamada Nirvana.
Ainda fruto do final da década de 1980, Nevermind seria mais um disco de rock independente numa época assolada por Michael Jackson, boy’s bands e cabeludos do heavy metal. Porém, o disco quebrou o mainstream, tirou Michael Jackson do topo das paradas e transformou o grunge melancólico e a cidade de Seattle no centro do mundo. O disco está na lista dos 200 álbuns definitivos no Rock and Roll Hall of Fame (Uma espécie de ranking da fama do rock).

Desde o seu lançamento, Nevermind já vendeu mais de 30 milhões de cópias. Número comparável com o Sgt Peppers Lonely Hearts Club Band, dos Beatles. As 12 músicas logo se tornaram um clássico e o impacto que o disco causou na música e na cultura pop é sentido até hoje. Recentemente, o jornal inglês The Guardian citou o disco como um dos eventos mais importantes da história do rock. O Nirvana chegou a se apresentar no Brasil em 1993.

Formado por Kurt Cobain, Dave Grohl e Krist Novoselic, o Nirvana acabou com a morte prematura de Cobain. Aos 27 anos, em 5 de abril de 1994, o letrista e líder da banda se suicidou.

Meu comentário:

Naquela época, nós caçávamos sons novos como as bruxas eram perseguidas durante a Inquisição, ou seja, incansavelmente. Tempos de festinhas de garagem e TDK 90 minutos, com os nomes das músicas anotadas no papel interior da capa da fita.

 O Nevermind surgiu para os jovens amapaenses no mesmo período que outra boa nova, a MTV. Lembro como se fosse ontem, em 1992, a recém chegada emissora exibia o vídeo de “Smells Like Teen Spirit” incessantemente e nós não enjoávamos. Foram grandes momentos para a minha formação cultural. Eu tinha 16 anos e toda aquela adorável barulheira ainda ecoa no meu coração.

 Viva os 20 anos de lançamento do Nevermind, eu escutarei Nirvana para sempre, assim como Beatles, Led Zepellin, Ramones e Pink Floyd. Musica é a trilha sonora das nossas vidas e a da minha é o bom e velho Rock And Roll.

Elton Tavares
Fontes: http://veja.abril.com.br/ & http://www.divirta-se.uai.com.br/ , além das minhas duas décadas escutando Rock.

Dia do Amante

Hoje também é o Dia do Amante. Portanto, amem com tudo que podem e se sentirem vontade, digam sem medo: eu te amo!

Claro que todos os dias devem ser dias dos amantes, mas como a curiosa data existe, não custa nada dar um reforço no sacode, mesmo que isso vá contra a “moral e dos bons costumes” (risos).

Mesmo que eu trabalhe até mais tarde, vou celebrar a data com o meu amor. Feliz Dia dos Amantes a todos vocês.

“Desejo por fim que você sendo homem,
Tenha uma boa mulher,
E que sendo mulher,
Tenha um bom homem
E que se amem hoje, amanhã e nos dias seguintes,
E quando estiverem exaustos e sorridentes,
Ainda haja amor para recomeçar”
Vitor Hugo

Elton Tavares

A única sexta 13 de 2011

Jason, o cara que mais gostas de sextas 13.
Este 13 de maio de 2011 torna-se uma data singular por ser a única sexta-feira 13 do ano. A mítica data povoa a cultura pop com lendas e superstições.

Não é fácil explicar o motivo pelo qual muitos temem as sextas-feiras 13. As histórias mais conhecidas envolvem a crucificação de Jesus Cristo, que teria ocorrido numa sexta-feira após uma ceia com 13 pessoas – os doze apóstolos e o próprio Jesus -, e um conto da mitologia nórdica, em que um jantar para doze deuses foi invadido por Loki, o espírito da discórdia, e resultou na morte de Balder, divindade da Justiça.

De volta ao cristianismo, historiadores apontam o 13 de outubro de 1307, uma sexta-feira, como o dia em que o rei francês Filipe 4 declarou ilegal a Ordem dos Templários, cujos membros foram torturados e mortos por heresia.

Além das crenças antigas, a propagação do doze como número completo, utilizado para medir os meses, signos do Zodíaco e tribos de Israel, desvalorizou o 13, cujo medo irracional causado nas pessoas ganhou o pomposo nome de triscaidecafobia – e, no caso do temor da própria sexta-feira 13, parascavedecatriafobia.

Seja qual for a versão oficial, o que importa é que seu efeito assusta e seduz a nossa imaginação. Seu mau agouro serve como inspiração para a produção de filmes e músicas no intuito de entreter e assustar.

O mais famoso representante dessa leva é a série de filmes “Sexta-Feira 13”, que conta a história do assassino Jason Voorhees, que após morrer afogado ainda jovem, volta para assombrar aqueles que se aventuram pela colônia de férias Crystal Lake.

Apesar das dezenas de tiros, facadas e machadadas, o deformado psicopata, que esconde seu rosto por trás de uma máscara de hockey, sempre sobrevive para mais uma sessão de assassinatos. A lenda ainda afirma que Jason, não por acaso, nasceu em 13 de junho de 1946, uma sexta-feira.
Meu comentário: O Jason já deve estar assombrando por aí, com o seu terçado em punho. Agora falando sério, hoje é sexta e toda sexta promete,. Então isso não tem nada de azar e sim muita sorte. Vamos todos assombrar nesta sexta, que é a única do ano, mas ainda sim uma sexta, o dia (ou noite) internacional da farra.
Elton Tavares

Sexta-feira 13 e o medo do Gato Preto – um pouco de História

                                                                              Por Darth J.Vader 

Hoje é sexta-feira 13, dia em que muitos consideram de azar, ou má sorte, para os mais positivos. Para quem acredita, vale galho de arruda, benzido três vezes e o inefável trevo de quatro folhas. Para os incrédulos, é só mais uma prévia do fim de semana.


Percebe-se, especialmente hoje, que somos movidos por crenças, dogmas e superstições diariamente. Afinal, muitos não passam por debaixo da escada e outros tantos têm medo de gato preto.

A origem do temor aos felinos de pêlo negro vem dos tempos da chamada Santa Inquisição – mais uma desculpa esfarrapada da Igreja Católica na briga pelo poder absoluto, no caso contra a nova religião que surgia na Inglaterra, o Protestantismo, novidade muito bem vinda pelos chiquérrimos e vanguardistas ingleses, sendo aprovada por outros países europeus.

Eis que durante a perseguição e consequente morte dos ‘incrédulos’, surge a outra cultura do medo: as bruxas eram mulheres de alma maléfica e usavam poderes sobrenaturais contra a ‘vontade de Deus’.

Uma das formas malignas das tais senhoras do mal era o gato preto, felino que ‘desaparecia’ na noite, dava um bote lindo e se safava sempre. E tem gente acreditando até hoje nesta estória…

O que se resolveu? Matar todos os gatos pretos, e suas donas, na fogueira em praça pública, para dar ‘exemplo’.

Foi um dos mais históricos tiros no pé que se tem notícia. Depois de exterminarem os felinos negros, resolveram acabar com os outros gatos. Até os siameses branquinhos de olhos azuis sofreram na carnificina.

E daí? Daí que a população de ratos (numa época em que higiene era coisa das mais supérfluas) cresceu assustadoramente, levando aos lares de todos – judeus, católicos e hereges, negros e brancos, ricos e pobres – o sofrimento da tifoide. Foi o Século das Trevas, quando um terço da população européia morreu de Peste Negra.

Aliás, Peste Negra é até um nome um tanto irônico sabendo da origem da história toda… Dizem que nesta época Deus aproveitou para tirar férias.

Ter superstições é natural. Não ter uma explicação razoável para certas coisas faz com que o ser humano invente algo. É como diz a musiquinha da Bela e a Fera (filme da Disney), ‘não gostamos daquilo que nunca entendemos’… Nessas horas, também vale: “não acredito nas bruxas, mas que elas existem, existem”. Tenham todos uma ótima sexta 13!

Hoje é o Dia Internacional da Dança

                                                                                          Por Elton Tavares

Hoje é o Dia Internacional da Dança, uma das três principais artes cênicas da Antiguidade, ao lado do Teatro e da Música. O conceito diz que:

 “Na maior parte dos casos, a dança, com passos cadenciados é acompanhada ao som e compasso de música e envolve a expressão de sentimentos potenciados por ela.

A dança pode existir como manifestação artística ou como forma de divertimento e/ou cerimônia. Como arte, a dança se expressa através dos signos de movimento, com ou sem ligação musical, para um determinado público, que ao longo do tempo foi se desvinculado das particularidades do teatro.
Atualmente, a dança se manifesta nas ruas em eventos como “Dança em Trânsito”, sob a forma de vídeo, no chamado “vídeodança”, e em qualquer outro ambiente em que for contextualizado o propósito artístico”.

Apesar de ser um grande perna de pau, admiro quem sabe dançar. Mas falo de dança legal, não de Brega, aquilo para mim não é música. Falando nisso, só Deus sabe o quanto sofri com as festas de escola, no auge na famigerada “Lambada”, foda-se! Só de lembrar me dá asco. Eu só dançava “Dance”, sim, era “pôperô” (risos).

Falo dos que sabem dançar o nosso Marabaixo, Samba, Salsa, Bolero, Valsa, Dança de Salão, do Ventre (ah, aquelas gostosas) e até o Forró (apesar de não ser tão fã do estilo, reconheço a importância dele para a cultura nordestina). E oTango então? Apesar de odiar argentinos, aquilo é bonito de se ver, ah se é.


Lembro de uma antiga história da família, que é natural do município de Mazagão. Mês tios contam que o meu saudoso pai vinha para Macapá, nos anos 60, passar o fim de semana (ele era o mais velho de cinco irmãos) e voltava para a cidade natal dizendo que dançava Twist na capital, só para se gabar para as meninas de lá (risos).

Como sou rock and roll, gosto também de quem sabe dançar rock, que não segue regra alguma, basta ter atitude e estilo. Cito os meus amigos Anderson Cleiton e Camila Karina, estes dois sabm o que fazer ao som de guitarras, baixos e baterias.

Finalizando o post, hoje é sexta, quem for de dança, que dance. E quem for de apreciar, como eu, tome sua cerva e curta a noite, pois hoje promete. Tenham todos um ótimo findi. Abraços na geral!

Há 43 anos, assassinaram Martin Luther King

O pastor protestante e ativista político, Martin Luther King Jr., foi assassinado em Memphis (EUA). Ele tinha 39 anos e foi a pessoa mais jovem a receber o Prêmio Nobel da Paz em 1964.

Martin Luther King ficou famoso foi um dos mais importantes líderes do movimento dos direitos civis dos negros nos Estados Unidos, e no mundo, com uma campanha de não violência e de amor ao próximo.

King era defensor das idéias de desobediência civil não-violenta, preconizadas por Mohandas Gandhi (líder político indiano também conhecido como Mahatma Gandhi). Seu discurso mais famoso e lembrado é “Eu Tenho Um Sonho“.

“(…) Eu digo a você hoje, meus amigos, que embora nós enfrentemos as dificuldades de hoje e amanhã. Eu ainda tenho um sonho. É um sonho profundamente enraizado no sonho americano.

Eu tenho um sonho que um dia esta nação se levantará e viverá o verdadeiro significado de sua crença – nós celebraremos estas verdades e elas serão claras para todos, que os homens são criados iguais.Eu tenho um sonho que um dia nas colinas vermelhas da Geórgia os filhos dos descendentes de escravos e os filhos dos desdentes dos donos de escravos poderão se sentar junto à mesa da fraternidade.


Eu tenho um sonho que um dia, até mesmo no estado de Mississippi, um estado que transpira com o calor da injustiça, que transpira com o calor de opressão, será transformado em um oásis de liberdade e justiça.

Eu tenho um sonho que minhas quatro pequenas crianças vão um dia viver em uma nação onde elas não serão julgadas pela cor da pele, mas pelo conteúdo de seu caráter. Eu tenho um sonho hoje!

Eu tenho um sonho que um dia, no Alabama, com seus racistas malignos, com seu governador que tem os lábios gotejando palavras de intervenção e negação; nesse justo dia no Alabama meninos negros e meninas negras poderão unir as mãos com meninos brancos e meninas brancas como irmãs e irmãos. Eu tenho um sonho hoje!

Eu tenho um sonho que um dia todo vale será exaltado, e todas as colinas e montanhas virão abaixo, os lugares ásperos serão aplainados e os lugares tortuosos serão endireitados e a glória do Senhor será revelada e toda a carne estará junta (…) ”

Martin Luther King

Fonte: Um monte de sites no Google que resultaram no post.